Trabalho come lixo e recebe indenização de R$ 40 mil e uma pizza



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Encontro06.02.2017
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Trabalho come lixo e recebe indenização de R$ 40 mil e uma pizza

A justiça de São Paulo condenou a tese Administração e a empresas Brasileira de infra estrutura Aeronáutica (Infraero) a indenizar em R$40 mil a um funcionário que foi apelidado pela chefia de “lixeiro”, por supostamente revirar o lixo em busca de pedaços de pizza, dentro do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP).

No processo, auxiliar de serviços gerais não negou ter revirado os lixos, mas reclamou ter sofrido danos morais com a divulgação do fato pela empregadora.A Tese sustentou que apenas relatou os fatos e que o colega de trabalho do funcionário já sabiam do ocorrido.

A indenização foi fixada em R$ 40.014,00. Segundo os juízes de,os 40 mil são referente a indenização,e os outros R$ 14,00 correspondem ao preço médio de uma pizza, “para que as empresas pensem melhor ao tomar atitude idêntica”.



Cliente acha inseto na manteiga e ganha R$8 mil na justiça

Uma cooperativa do Mato Grosso terá que pagar indenização de R$ 8 mil por danos morais ao consumidor que achou um inseto em que pote de manteiga. O cliente usou o produto para preparar um pão- de – alho durante um churrasco e só percebe que havia um inseto no pote depois que os convidados já tinham comido a primeira rodada.

Ele chegou a informar o ocorrido á cooperativa, mas nenhuma providencia foi tomada que não poderia se expor porque ia fornecer leite a uma multinacional.

O supermercado que venceu o produto confirmou ocaso e não foi punido. “O Estatuto do consumidor é expresaante claro qundo afirma que o estabelecimento de venda é apenas interdiario na relação de compra e venda”, explica o autor da sentença, o juiz titular do juizado Especial cível do Planalto, em Cuiabá, Yale sabo Mendes.



Ignácio de Loyola Brandão

Ignácio de Loyola, filho de Antonio Maria Brandão nasceu em Arar aguara, no dia 31 de julho de 1936, dia de Santo Ignácio de Loyola, filho de Antonio Maria Brandão, contador, funcionário da estrada de ferro araraquarense, e de Maria do Rosário Lopes Brandão. Foram ao todo cinco irmãos: Luiz Gonzaga (1953),Francisco de Assis (1934- já falecido), Ignácio, Jose Maria (1946- já falecido) e João Bosco (1953).

Inicia seus estudos na escola primaria de D.Cristina Machado, em 1944, onde cursa o primeiro ano. No ano seguinte transfere-se para a escola da professora D. Lourdes de carvalho. Seu pai, que chegou a publicar historias em jornais locais e conseguiu formar um biblioteca com mais de 500 volumes de, o volume, o incentivou a ler desde que foi alfabetizado. Fascinado por dicionários de, chegou a trocar com seus colegas de classe palavras por bolinhas de gude e figurinhas. Mas tarde, esse fato acabou se transformando no conto “ O menino que vendia palavras”, primeiro a ser pelo autor “.

Dado o primeiro passo, o precoce escritor passa a escrever reportagens, critica de cinema e entrevista em outro diário de Araraquara, O Imparcial. Nele aprende a arte da tipografia, lidando com composição com linotipo, chichê em zinco e paginação em chumbo. Em 1955 inaugura a primeira coluna social da cidade.

“Se apaixonar pelo cinema e participa, em1953, das filmagens de Autora de uma cidade”,semi documentário dirigido por Wallace Leal. No ano seguinte funda o clube de Cinema de Araraquara.

Concluído o curso cientificoem1956, muda-se para São Paulo e vai trabalhar no jornal Ultima Hora, tendo ali permanecido por nove anos. Um fato interessante marca sua admissão. Aguardando para ser entrevistado, ouve o chefe de reportagem perguntar quem sabia falar Inglês, pois precisava de uma entrevista com o irmão do presidente dos Estados unidos, General Eisenhower, que se encontrava na cidade. Sem planejar o biografo disse “Eu sei”. Fez a entrevista, com seu Inglês capenga aprendido no ginásio e nos filmes que assistiu em Araraquara. Sua entrevista teve chamada de primeira pagina. Como seu francês, também aprendido no ginásio, era bem melhor que o inglês, ganhou status de entrevistador de personalidades internacionais.



Fernando Sabino

(...) A negrinha agarra finalmente bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimida mente do sucesso da celebração. Dá comigo súbito, a observá-lo,nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaças abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso. Assim eu queria minha ultima crônica: que fosse pura como esse sorriso.(A Ultima Crônica).

Fernando Tavares Sabino, filho do procurador de partes e representantes comercial Domingos Sabinos, e de D. Odete Tavares Sabino, nasceu a 12 de outubro de 1923, dia da Criança, em Belo Horizonte. Em 1930, após aprender a ler com a mãe, ingressa no curso primário do Grupo Escolar Afonso Pena, tendo como colega Hélio Pellegrino, que já era seu amigo dos tempos do jardim da Infância. Torna- se leitor compulsivo, de tal forma que mais de uma vez chega a casa com um galo na testa, por haver dado com a cabeça num poste ao caminhar de livro aberto diante dos olhos. Desde cedo revela sua inclinação para a musica, ouvindo atentamente sua irmã e o pai ao piano.

Em 1934, entra para o escotismo, onde permanece até os 14 anos. Disse ele em sua crônica “Uma vez escoteiro”:

“ Levei seis anos de minha infância com um lenço enrolado no pescoço,flor-de-lis na lapela e pureza no coração, para descobrir que não passava de um candidato á solidão. Alguma coisa ficou, é verdade; a certeza de que posso a qualquer momento arrumar a minha mochila, a estar sempre alerta,a a ser sozinho, fui escoteiro- e uma vez escoteiro, sempre escoteiro”.

Com 12 anos incompletos,em 1935, torna-se locutor do programa infantil “Gurilãndia” da Rádio Guarani de Belo Horizonte. Freqüenta o curso de Admissão de D. Benvinda de Carvalho Azevedo, no qual adquire conhecimentos de gramática que lhe serão muito úteis no futuro em sua profissão.



Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Ibitara do Mato dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no colégio Anchieta de nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por “insubordinação mental”. De novo em Belo horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

“ O modernista não chega a ser dominado nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema d- piada e a desconstrução sintática pareciam revelar o contrario. A dominação é a individualidade do autor, poeta da ordem e de consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórios. Tortura pelo passado, assombrado com o futuro, ele se de detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólicos e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente Satrico em seu amargor e desencanto entrega –se com empenho e requinte construtivo á estética desse modo se ser e estar “.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobre tudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que desfila do corrosivo. Em Sentimentos do Mundo (1945), em José (1942) e sobretu8do em a rosa do povo (1945, Drummond lançou- se ao encontro da historia contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando- se social e um todo. A surpreendente sucessão de obra- prima, nesses livros indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.



Fonte: www.secrel.com.br/jpoesia


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