Testamento do Capitão Domingos, Sargento Mor Antônio Eustáquio e outros documentos



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Traslado de testamento feito em 1827, em que faleceu da vida presente o Sargento Mor Antonio Eustáquio da Silva e Oliveira e um livro razão que faz parte do mesmo testamento como adiante se lê:



Em nome da Santissima Trindade Padre Filho e Espírito Santo Tres pessoas … Deus..

Saibam quanto este instrumento virem como no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de hum mil oitocentos e vinte e sete em o primeiro de março neste arraial de Santo Antonio do Uberaba, eu Antonio Eustaquio da Silva e Oliveira estando em meu perfeito juízo desejando por minha alma no caminho da salvação faço este meu testamento na forma seguinte: primeiramente encomendo minha alma que a … e ao terno padre que pela morte de seu filho unigênito a queira a seu bem e a Virgem Maria e ao anjo da minha guarda e ao santo … e  a todos os santos da coorte do CEO são meus anteceçores quando minha alma quando deste mundo partir para que vá gozar a Bemaventurança para que foi criada por que como verdadeiro cristão … viver e morrer na Santa fé catholica e creio tudo que  tem e ora a Santa Madre Igreja … em cuja fé .. pretendo salvar a minha alma pelos merecimentos da paixão de Nosso Senhor Jesus Christo.. Declaro que sou natural da freguesia de Santo Antonio da Casa Branca filho legítimo do Sargento mor  João da Silva de Oliveira e Joana Francisca de Paiva já falecido que sou casado por (escrito) … com Dona Antônia Angélica e tenho dois filhos naturais Francisca casada com Adriano (josé fernandes), Valeriano Antônio de Mascarenhas o qual fora exposto em casa de meu cunhado Jerônimo Fernandes da Silva Macedo, (marido de Tia Rita e SOBRINHO de João Rodrigues de Macedo da Inconfidência Mineira, e, para o qual vovô João da Silva de Oliveira recolhia impostos), instituo ambos por meus legítimos herdeiros e universal de tudo depois de pagar todas as minhas dívidas e cumpridos os meus legados, … de minha fazenda declaro declari? que todos os bens que possuo verse hão declarados em um livro a quanto numerado e rubricado por mim aos vinte e sete de junho de mil oitocentos e vinte  treis no qual tenho descripto e descreverei todas as minhas disposições e legados que deixo e deixarei para que se cumprissem promptamente se aqui as escrevesse//

Declaro que instituo por meus testamenteiros em primeiro lugar o vigário Antônio José da Silva em segundo o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, (CAPITAO DE ORDENANÇAS EM 1827, e não da Guarda Nacional criada em 1831), e em terceiro ao meu filho Valeriano Antonio de Mascaranhas aos quais rogo que … serviço? de Deos queiram ser meus testamenteiros.

Deixo a quem aceitar a premio de trezentos mil reis e hum anno para dar conta no juízo competente que meu corpo seja acompanhado pelo pároco ou capelão do lugar que eu falecer e os mais clérigos que estiverem ao alcance os quais dirão missas de corpo presente com a esmola de hum mil e quatrocentos .. que a atinge…. a cada hum hum …. a missa que quiserem pela esmola de oitocentos reis a cada huma.

Declaro que sou irmão remido de São Francisco em Tamanduá (Itapecerica-mg) do senhor do Matozinhos em Congonhas e meu testamenteiro mandará dizer seiscentas missas trezentas pela minha alma cem seguindo minha intenção cem por intenção das almas daqueles com quem tenho tido negocio sincoenta por alma de meus pais sincoenta por almas do purgatório por mais necessidade tivessem almas das quais missas serão ditas dentro de hum ano e por quanto esta minha ultima vontade esse faço ate minha letra e punho e assigno neste arraial de Santo Antonio da Uberaba no primeiro de março de mil oitocentos e vinte e sete // Antonio Eustachio da Silva e Oliveira//



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TESTAMENTO DO CAPITAO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA

O Capitão Domingos, nos últimos anos de vida, trajava-se, em certos dias, à moda de Luís XV, ou seja, com calção de veludo, capa, espada e chapéu de penas, que era a indumentária própria das pessoas categorizadas da época.

Faleceu em 7-AGO-1852 em Uberaba (MG).

Eis os termos de seu testamento:

“Eu Domingos da Silva e Oliveira, abaixo assinado, estando no meu perfeito juízo, sem mais temendo a morte que partilha com todos, resolvi fazer e como é justo faço o testamento da maneira seguinte:

– Declaro que sou Católico Romano natural da Freguesia de Santo Antônio da Casa Branca do Bispado de Mariana, e filho legítimo do Sargento-Mor João da Silva e Oliveira e de Dona Joana Francisca de Paiva, ambos falecidos.

-Declaro que fui casado em face da Igreja com Dona Rita Constância da Silva e Oliveira (Cardoza), de quem tive os seguintes filhos: Francisco José, Rita, que foi casada com Raimundo Soares de Azevedo, Maria, que foi casada com José Lourenço de Araújo, Luís, único existente.

-Declaro que passado o tempo de prazo de meu primeiro matrimônio fui casado canonicamente com Dona Francisca de Sales Gomides, já falecida; deste matrimônio tive os seguintes filhos: João, Teresa, que se acha casada com José da Cunha Peixoto Leal, Domingos, Senhorinha, José, Francisco e Maria Rita, os quais todos ainda existentes; do primeiro matrimônio que são Luís, por si, Raimundo, como sucessor de sua mãe Rita, e Rita e Maria, como sucessoras de sua mãe. São meus herdeiros, como tais os instituo.

-Declaro que depois do falecimento da minha primeira mulher a todos os seus herdeiros a quem lhes coube de herança, ficavam intimados a nada herdarem mais de meu filho Francisco, nem de meu filho José, porque estes me ficaram devendo mais do que possuíam, obrigados a dar à mulher do último por nome Iria um porco e esse por tudo. Outros, assim como declaro no Livro de Razão às folhas trinta e nove.

-Declaro que à minha filha Rita quando se casou com Raimundo Soares de Azevedo dei de dote a quantia de quatrocentos mil réis em notas.

-Declaro que instituo meus testamenteiros em primeiro lugar nosso sobrinho João Quintino Teixeira, em segundo lugar meu genro José da Cunha Peixoto Leal e em terceiro lugar meu filho Luís da Silva e Oliveira, e ao que me aceitar, deixo além de documentos mais de um ano para contestar.

-Declaro que sou Irmão Remido de São Francisco, na Vila de Tamanduá (Hoje Itapecirica-MG), e falecendo quero ter a mortalha no hábito de que usam os velhos confrades, acompanhado com decência, sem pompas, pelo Pároco e nossos sacerdotes que me assistirem, logo que me livrarem das minhas culpas presentes.

-Declaro que meu testamenteiro mandará dizer cem missas a saber: cinqüenta por minha alma, vinte e cinco por alma de minhas duas mulheres, vinte e cinco por alma de nossos filhos já falecidos.

-Declaro que deixo para as obras ou alfaias da Igreja Matriz desta Vila (de Uberaba) cem mil réis.

-Declaro que deixo ao meu filho Domingos seiscentos mil reis, mais seiscentos mil réis no caso de continuar seus estudos, para assemelhar coadjuvantes, do contrário esta linha não terá valor.

-Declaro que dei ao Antônio Cesário e Maria Cândida duzentos e quarenta mil réis.

-Declaro que deixo forra a minha escrava Felipa pelos serviços que me tem feito.

-Declaro que os bens que possuo são a Fazenda da Conquista com escravos que existem e gado e três moradas de casas nesta Vila.

-Declaro que a minha vontade é que seja tutor dos meus filhos o meu primeiro testamenteiro e para tal fim o nomeio.

-Por esta forma tenho concluído meu testamento de última vontade, desejando se cumpra como se contém e que assino pedido escrito pelo Vigário Antônio José da Silva, assinado por mim aos vinte e seis de outubro de um mil e oitocentos e quarenta e nove.

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Traslado de testamento feito em 1827, em que faleceu da vida presente o sargento mor Antonio Eustaquio da Silva e Oliveira e um livro razão que faz parte do mesmo testamento como adiante se lê:



Em nome da Santissima Trindade Padre Filho e Espírito Santo Tres pessoas … Deus..

Saibam quanto este instrumento virem como no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de hum mil oitocentos e vinte e sete em o primeiro de março neste arraial de Santo Antonio do Uberaba, eu Antonio Eustaquio da Silva e Oliveira estando em meu perfeito juízo desejando por minha alma no caminho da salvação faço este meu testamento na forma seguinte: primeiramente encomendo minha alma que a … e ao terno padre que pela morte de seu filho unigênito a queira a seu bem e a Virgem Maria e ao anjo da minha guarda e ao santo … e  a todos os santos da coorte do CEO são meus anteceçores quando minha alma quando deste mundo partir para que vá gozar a Bemaventurança para que foi criada por que como verdadeiro cristão … viver e morrer na Santa fé catholica e creio tudo que  tem e ora a Santa Madre Igreja … em cuja fé .. pretendo salvar a minha alma pelos merecimentos da paixão de Nosso Senhor Jesus Christo.. Declaro que sou natural da freguesia de Santo Antonio da Casa Branca filho legítimo do Sargento mor  João da Silva de Oliveira e Joana Francisca de Paiva já falecido que sou casado por (escrito) … com Dona Antônia Angélica e tenho dois filhos naturais Francisca casada com Adriano Valeriano Antônio de Mascarenhas o qual (fosse)  exposto em casa de meu cunhado Jerônimo Fernandes da Silva Macedo, (marido de Tia Rita e SOBRINHO de João Rodrigues de Macedo da inconfidência mineira, e, para o qual vovô João da Silva de Oliveira recolhia impostos), instituo ambos por meus legítimos herdeiros e universal de tudo depois de pagar todas as minhas dívidas e cumpridos os meus legados, … de minha fazenda declaro declari? que todos os bens que possuo verse hão declarados em um livro a quanto numerado e rubricado por mim aos vinte e sete de junho de mil oitocentos e vinte  treis no qual tenho descripto e descreverei todas as minhas disposições e legados que deixo e deixarei para que se cumprissem promptamente se aqui as escrevesse//

Declaro que instituo por meus testamenteiros em primeiro lugar o vigário Antônio José da Silva em segundo o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, (CAPITAO DE ORDENANÇAS EM 1827, e não da Guarda Nacional criada em 1831), e em terceiro ao meu filho Valeriano Antonio de Mascaranhas aos quais rogo que … serviço? de Deos queiram ser meus testamenteiros.

Deixo a quem aceitar a premio de trezentos mil reis e hum anno para dar conta no juízo competente……. CONTINUA em breve.

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Patente de Sargento Mór de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, mui nobre antepassado de Maximina Augusta de Melo:

O Herói que defendeu Parati e Ilha Grande contra os franceses em 1711:

Dom Pedro de Almeida e Portugal: Faço saber, aos que esta minha carta patente virem, que tendo consideração ao que convém ao bem público dos povos desta Capitania, a conveniência que terão assim as pessoas que, por razão de comércio, frequentam os caminhos das Minas, como os moradores dos mesmos, em que se aumentam as criações de cavalos e de gado em toda a capitania onde houver comodidade para o seu sustento, e entendo que será muito útil dar alguma providência neste particular pela urgisse necessidade que há de cuidar-se nas ditas criações por serem precisas assim para o sustento universal dos povos, como pela condução dos gêneros necessários, e desejando encarregar este cuidado a pessoas que, com zelo, e satisfação o façam …. menos sensível a falta que lá se experimenta de … por morrerem .. e mui continuamente .. a.. “soresados’ caminhos e por concorrerem na pessoa do capitão TOMÉ RODRIGUES NOGUEIRA morador no caminho velho, aquelas circunstâncias que requerem para semelhante emprego tendo, além disso, servido a sua majestade no posto de capitão de uma companhia de ordenanças do distrito da vila de Guaratinguetá e no de capitão de auxiliares do mesmo distrito e ir com a sua companhia socorrer o porto de Nossa Senhora de Parati sustentando as suas custas as gentes que se alistou, e avendo se com muito zelo e diligencia dos rebates e rondas e mais funções que houve por causa da invasão que os franceses fizeram no Rio de Janeiro e Ilha Grande e pouco distante de Parati e se oferecer se para ir socorrer a Ilha em um destacamento que a ela foi mandado; por todos estes respeitos e por esperar que de sua pessoa obrara em tudo como dele se espera e m conforme a confiança que faço de sua capacidade; e por bem e por serviço de vossa majestade como por esta carta o nomeio no posto de Sargento-Mor com a superintendência das Condelarias do Caminho Velho, com o encargo de obrigar os moradores dele, pelo que lhe concedo…. a cada um conforme as terras e os cabedais que pode sustente e uma e mais éguas e da mesma sorte as vacas que puder, regulando prudentemente as cabeças que qualquer deles deve ter assim de éguas como de vacas, e insinuando a todos em que cedera em utilidade sua para o que terá um livro em que assente o nome de todos os moradores e as cabeças que são obrigados a sustentar e me dar a contado o que neste particular obrar para lhe mandar passar as ordens necessárias para o estabelecimento da……….continua…



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INVENTÁRIO DO SARGENTO MOR ANTONIO EUSTAQUIO DA SILVA E OLIVEIRA (MAJOR EUSTAQUIO).
















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VEREADORES EM OURO PRETO MINAS GERAIS: O pai do Capitão Domingos 3 vezes e o Tio João Quintino um vez:



http://www.ouropreto-ourtoworld.jor.br/cmop%2019.htm


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