Teología de la Reforma a teologia da reforma sola Scriptura, Sola Gratia Sola Fide Solo Christo Soli Deo Gloria



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Teología de la Reforma

A TEOLOGIA

DA

REFORMA

Sola Scriptura,

Sola Gratia

Sola Fide

Solo Christo

Soli Deo Gloria

Título Original: Teología de la Reforma

Autor: Vários autores

Agradecemos a colaboração prestada pela Guttemberg Press para a adaptação de vários sermões de Carlos Spurgeon.

Agradecemos a colaboração da Igreja Batista da Graça do México pela autorização para utilizar o resumo do livro de Juan Gil entitulado “La justificación por la fe”.

Edição: Javier Muñoz e Julio Benítez

Impresso nos padrões do Centro de Publicaciones Biblos

Bogotá D.C. Abril de 2007

Proibido duplicar este livro por qualquer meio sem a permissão escrita da FUNDACIÓN IBRC

FUNDACIÓN IBRC

Carrera 40 # 22 A-70

Tels. (57 1) 2441438 – 2444212 – 3002181144

www.fundacionibrc.org

email: director@fundacionibrc.org

Bogotá D.C.



TABELA DE CONTEÚDO

Guia do tutor

Introdução: A Teologia da Reforma, Cinco Princípios de Avivamento, 3

Lição 1. Sola Gratia (Sola Gracia),

Lição 2. Sola Scriptura (Sola Escritura),

Lição 3. Sola FIDE. (Sola fe)

Lição 4. Solo Christo (Solo Cristo)

Lição 5. Soli Deo Gloria

Apêndice A.

Apêndice B.

Apêndice C.

Apêndice D.

Apêndice E.

TEOLOGIA DA REFORMA

INTRODUÇÃO

A Reforma Protestante, como já temos estudado, foi um movimento de protesto e regresso aos ensinamentos e vida que emana da Bíblia. Existiram 5 estandartes que se ergueram historicamente como os princípios que regem as doutrinas bíblicas e a vida cristã. Os conhecemos como os Somentes: Somente a Graça, Somente a Fé, Somente a Escritura, Somente Cristo e Somente a Glória de Deus. Neste curso que temos denominado “Teologia da Reforma” estudaremos as somentes.


Todo o material básico de leitura se encontra nas fotocópias que oferecemos para seguir a matéria. A literatura adicional para cumprir o número de páginas requeridas para quem está no mestrado, terá uma bibliografia adicional, que o estudante escolherá de acordo com o tema que tratará em seu trabalho escrito.

RESPONSABILIDADES DO ESTUDANTE

O curso terá uma duração de 4 semanas.


Aula 1. Ler a introdução e a lição 1 do caderno e o apêndice A “Somente pela Graça” de Spurgeon. Devem ser respondidas as perguntas da tarefa desta lição. Os estudantes à distância e virtuais devem enviar as tarefas de todas as aulas. Os estudantes presenciais, mostrá-las ao facilitador que qualificará e registrará na planilha de qualificações.
Aula 2. Ler a lição 2 do caderno e o apêndice B “A Justificação pela Fé” de Juan Hill. Resolverão as perguntas da lição.
Aula 3. Ler as lição 3 e 4 e os apêndices C e D. Resolver as perguntas da lição.
Aula 4. Ler a lição 5 e o apêndice E. resolver as perguntas da lição.
Cada estudante, fará uma exposição de forma oral os conteúdos de leitura, incluindo os anexos respectivos. Cada coordenador de grupo, dependendo do número de estudantes, repartirá o contúdo que cada uma vai expor de tal forma que se cubra todo o material e dará uma nota de 1 a 10 sobre as exposições. Os estudantes a distância ou virtuais, farão e entregarão um resumo de duas a três páginas de cada leitura designada para a semana, no lugar de exposição. A exposição oral terá um valor de 20% da nota final.
Como tarefa, cada aluno fará 10 perguntas e as resolverá sobre os apêndices, que trará ao grupo para desenvolver. O coordenador revisará as tarefas de cada aula e designará uma nota baseado no cumprimento e a idoneidade das perguntas. (As tarefas são a suma das perguntas que traz o livro ao final de cada lição, mais as 10 perguntas que o estudante fará dos apêndices. As tarefas terão um valor de 10% da nota final. Os estudantes à distância e virtuais, enviarão as perguntas.
Cada aluno apresentará um projeto final, um ensaio sobre uma das somentes de uma extensão máxima de 10 páginas, mínimo 4, cumprindo as normas de apresentação de trabalhos. Seu valor será de 30%. Para os estudantes de mestrado, será mínimo de 15 páginas.
Cada aluno apresentará um informe que contenha o Projeto de aplicação do aprendido. Como usará em uma atividade prática o aprendido, dentro da igreja. Terá um valor de 10%
O exame final terá um valor de 30%.

O propósito do curso é animar cada irmão, em seu compromisso de fidelidade e mensagem da fé. É importante a fé, mas a fé na verdade. É nosso chamado ensinar, mas ensinar o evangelho, e não qualquer “outro evangelho” (Que já não é então evangelho) seja para nós anátema. Temos incluído como introdução a confissão de Cambrige, porque ao tocar os temas das “solas”, pareceria ser algo sobre entendido e básico dentro da fé, mas lastimosamente não é assim.


Que o Senhor os abençoe neste estudo.
“O qual não é outro, senão que há alguns que vos pertubam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.”

Gálatas 1:7-8.



Introdução

A TEOLOGIA DA REFORMA

Cinco Princípios Bíblicos de Avivamento

Richard Bennett

(ex-sacerdote católico)

Em todos os assuntos da fé e moral a autoridade final é somente a Bíblia (Sola Scriptura Nº 1). Diante do Santíssimo Deus, de acordo com a Bíblia, a pessoa é salva somente pela graça (Sola Gratia Nº 2), somente por meio da fé (Sola Fide Nº 3), em Cristo Jesus somente (Solo Christo Nº 4). A partir destes, toda a glória e a adoração são somente para Deus (Soli Dei Gloria Nº 5).



O Senhor Deus tem usado esses cinco princípios bíblicos para a produção de um grande avivamento no corpo de Cristo conhecida como a Reforma. Historicamente, esses cinco princípios foram a base de todos os avivamentos genuínos no corpo de Cristo, porque a mensagem do evangelho é o núcleo de todo verdadeiro avivamento no corpo de Cristo, como foi na Reforma.

Os reformadores viram que o problema radical da humanidade é uma culpa legal diante de um Deus Santo que é, antes de mais nada, uma situação legal ou forense mais que uma simples contaminação moral, consequëncia da culpa legal. Biblicamente, os reformadores viram que a expiação encara antes de mais nada a culpa legal da humanidade frente a um Deus Santo mais bem que a simples melhora da condição moral do homem. Ainda que uma melhor condição moral segue a declaração legal de retidão diante do Santo Deus, a melhora da condição moral do homem segue como um fruto, e também é parte da mensagem Divina. O verdadeiro avivamento vem quando o indivíduo salvo confia de forma plena e somente no cumprimento da Lei por Cristo Jesus; logo, unido a ele, se arrepende de seu pecado. Dessa maneira a graça de Deus pode fluir abundantemente e só ele recebe a glória.

Os reformadores dos séculos 16, 17 e 18 compreenderam unânimemente estes cinco princípios como básicos a verdadeira reforma, ou avivamento, no corpo de Cristo. Aplicaram estes princípios a sede de Roma. Em consequência as pessoas puderam ver claramente o sistema falso pelo qual estavam escravizados. Como resultado, abandonaram aos montes. Estes princípios são a medida da verdadeira doutrina e por fim, a medida do verdadeiro avivamento, que é um avivamento dos enganos de Satanás e da insensates de Gálatas capítulo três.

Salvação pela graça somente (Sola Gratia)

Na Bíblia, a justificação é o presente de Deus ao crente, há quem acredita na base a obra acabada de Cristo na cruz.[7] Simplesmente, a justificação é a falha justa de Deus do crente, pelo que o declara sem culpa em relação ao pecado, e reto enquanto sua posição moral em Cristo frente ao Deus Santo. Este juízo de Deus é legalmente possível graças a morte substitutiva e a ressurreição de Cristo Jesus em lugar do crente. A justificação é primeiro e principalmente o juízo legal de Deus do crente.

Como declarou Cristo: “Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo”.[8] A justificação é a deficiência justa de Deus para demonstrar em palavras de Romanos 3:26 que Ele é: “…para ele mesmo ser justo, e o justificador daquele que tem fé em Cristo”. Este juízo justo de Deus é o centro da pregação apostólica das boas novas da Bíblia. É um juízo justo outorgado por Deus gratuitamente.

Visto que ninguem será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos (e sobre todos) os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs em seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”.

Claramente, de acordo com esta passagem, toda pessoa que está sob a lei foi destituida da glória de Deus e portanto tem um má conduta por causa de seus pecados pessoais. A boa nova afirmada no versículo 24 é que a justificação de uma pessoa diante de Deus se baseia na redenção de Cristo e é gratuita, já que não consiste em nada que a pessoa possa fazer por si mesma. Deus mesmo prova por graça a justificação do crente. “Pela graça” significa seu dom gratuito. A graça de Deus a experiência de Cristo. Este é o ponto das boas novas do Evangelho. O Evangelho tem que ver primeiro e principalmente com Quem é Deus em sua Santa e Justa natureza. O Evangelho mostra que a causa de Quem é Deus, somente Ele justifica ao crente. Romanos 3:26 afirma: “tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”.

Sob a lei, que Deus o Pai declare justo a um pecador, implica que este tenha vivido uma vida perfeita sob a lei perfeita. Somente o Deus-Homem Cristo o podia fazer, e o fez. O cumpriu.

Nisso se mostrou o amor de Deus por meio de seu Filho, Jesus Cristo, em que este dom de justiça, que custou a vida de Cristo Jesus é uma obra completa e a obtemos gratuitamente. Porque a quem deve Deus algo? E quem pode alcançar Seu padrão sob a lei? Quem pode negociar com Deus ou com Jesus Cristo, com a ideia de oferecer algo em troca da declaração de justiça da parte de Deus? Fazer uma oferta tão natural e ridícula como essa seria intentar um suborno do mais alto grau. Uma e outra vez a Bíblia afirma, por isso, que Deus acredita gratuitamente, ou pela graça de Deus somente (Sola gratia), a justiça de Cristo ao crente.

Efésios 2:7-9 “Para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”.

Romanos 11:6 “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça”.

Efésios 2:5 “. . . pela graça sois salvos”.

Tito 2:11 “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens”.

Tito 3:7 “a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna”.

1 Timóteo 1:14 “Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus”.

Efésios 1:7 “no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça”.




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