Sistema Linfático – Fabião P2 Histologia



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Sistema Linfático – Fabião P2

Histologia
Sistema linfático: está relacionado com a parte imunológica do organismo.
O sistema circulatório é formado pelo sistema vascular e o sistema linfático. O sangue deixa de ser arterial e passa a ser venoso, quando essa artéria vai simplificando e fica apenas o endotélio com a lâmina basal, e esta forma é uma estrutura típica do capilares.

A formação de linfa se dá no momento que a parte liquida do sangue sai desses capilares, levando aos tecidos O2 e nutrientes, através de uma pressão hidrostática; e ela, parte retorna através de uma pressão osmótica, levando consigo resíduos de metabolismo e CO2. Nem todo liquido que sai consegue de volta, formando pôr fim a linfa, que através de um sistema de vasos retorna ao coração.

O sistema vascular é bidirecional e o linfático unidirecional; entre o sistema linfático existem os filtros, que são os linfonodos, órgãos linfáticos que filtram essa linfa.
Sistema imune: a nossa primeira barreira de defesa sempre irá apresentar um epitélio de revestimento, com tecido conjuntivo abaixo; sendo o epitélio avascular e o tecido conjuntivo vascular.

Se por algum motivo algo atravessar essa barreira de defesa, dentro do organismo este algo recebe o nome de antígeno, podendo ou não desencadear uma resposta imunológica dentro do organismo.

Após entrada no organismo se inicia uma segunda linha de defesa, o sistema imune inato, que se dá através dos macrófagos, que realiza fagocitose.

Se essa fagocitose der conta do problema não acontece resposta imune.

Caso o antígeno for bactéria, quem é a primeira linha de defesa do organismo são os neutrófilos, também fagocitando essa bactéria, aqui acontece a formação do pus, que é o resto dos neutrófilos com o que ele conseguiu fagocitar – sua morte.

Além dos macrófagos e neutrófilos da segunda linha de defesa, existe o sistema complementar – marcadores.

Os linfócitos NK são os de melhores atuação – juntamente/igualmente com os linfócitos T; ele próprio se liga ao corpo estranho, lança uma glicoproteína – perfurina -, promovendo um poro, entrando junto, granzina e fragmentina, levando àquela célula a apoptose.

Se o macrófago não conseguir fagocitar, ele se torna uma célula apresentadora de antígeno, se inicia então, a terceira linha de defesa do organismo, sendo uma resposta imune adaptativa, com linfócitos B e T.


* As células percussoras, tanto do sistema inato, quanto do adaptativo se encontram na medula óssea; ao sair da medula e passar pelo timo através do sangue, está célula que não era imuno competente, adquire imuno competência formando linfócito T – sendo capaz de agir, montar resposta imunológicas e destruir o antígeno.
Os órgão linfoides estão divididos em primários e secundários

1ª Timo e medula óssea;

Os primários são os órgãos nos quais os linfócitos chegam imuno incompetente e ao passar por eles, este amadurece e adquire sua imuno competência.


Timo


Formado por dois lobos, com origem na terceira bolsa faríngea; cada lobo é subdividido em lóbulos; sendo um órgão envolto por uma cápsula que emite septos, alguns incompletos.

Nos lóbulos se apresentam partes mais escuras e mais claras, sendo que a mais escura se encontra na periferia e é chamada de córtex e a mais clara, é chamada de medula e é mais central.

Nessas cápsulas chegam artérias trazendo linfócitos não imuno competentes, entrando na cápsula, passando pelas trabéculas e indo sentido à um lobo.

A região cortical é mais corada devido à grande quantidade de células que se encontram ali.

Conforme a artéria faz seu caminho, ela segue para capilares contínuos fazendo com que o linfócito não imuno competente passe para a região cortical e adquira imuno competência, mas, só 2% voltam para os capilares com imuno competência, o restante fica lá e morre, sendo fagocitados por macrófagos.
* Portanto, os tipos celulares aqui encontrados são: linfócitos T imuno incompetentes e competentes, macrógafos e células epiteliais reticulares que vai de um a seis, sendo que três estão na cortical e três na medular.
O linfócito vai adquirindo imuno competência na barreira hematotímica, formada por células reticulares espiteliais do tipo 1, as do tipo 2 fazem sustentação dos linfócitos imunocompetentes, a do tipo 3 está no limite cortico medular, voltado para o cortical.
Sistema Linfático – Fabião P2

Histologia
Baço é o maior órgão linfoide do nosso organismo, estando interposto na circulação sanguínea, e se existe algum impureza no sangue quem limpa elas é o baco.

Possui uma região côncava, onde entram e saem os vasos sanguíneos, uma região convexa.

Esta recoberta por uma capsula de tecido conjuntivo denso não modelado e após essa capsula, existe um epitélio pavimentoso simples, chamado de peritônio que envolve o órgão. As região mais claras na lamina se chama polpa branca e ao redor uma região mais avermelhada que seria a polpa vermelha.

O baço classificado como órgão linfático secundário, tendo aqui resposta imune. Nos linfonodos encontramos um centro germinativo onde está se formando linfócito B e plasmócitos, na paracortical está sendo formado as subcategorias do linfócito T.

Na região de polpa branca é que o baço desempenha sua atividade imunológica, sendo essa polpa constituída de bainha periarterial, onde estão sendo formadas as subcategorias dos linfócitos T e nódulo linfático, onde estão sendo formados linfócito B de memória e plasmócitos.

As região dos órgãos linfáticos secundários que são timo dependentes são a paracortical e a bainha peritoneal. E as independentes, região cortical e nódulo linfático da polpa branca.

Essa capsula de tecido conjuntivo emite septos para a região do interior, sendo incompletos e chamados de trabéculas. Entre essa capsula, as trabéculas temos fibras reticulares como se fizesse uma estrutura de sustentação e quem produz essa fibra reticular são as células reticulares, diferentes das encontradas no timo.

Na região do hilo, chega a artéria esplênica e sai a veia esplênica. Essa artéria está envolta até um certo ponto com tecido conjuntivo, sendo chamada de artéria trabecular, se ramificando e entrando no órgão, perdendo ser envolto de tecido conjuntivo, sendo chamada de artéria central agora, sendo envolta por linfócitos, predominando o linfócito T, formando a bainha periarterial; conformo entra mais afundo, além do linfócito T aparecem o linfócitos B ao seu entorno, formando a polpa branca. Essa artéria acaba sofrendo novas ramificações, chamada de artéria penicilada, tendo três constituintes dela, a arteríola bulpar, arteríola embanhada e capilar, partindo agora para a polpa vermelha com esses três constituintes.

Essa artéria pode desembocar direto no endotélio, em um capilar arteriolar, onde esses capilares vão se juntando em vênulas e vão deixando o órgão através da esplênica; a circulação é considerada tanto aberta, quanto fechada.
Sistema Vascular – Percy P2

Histologia
Sistema circulatório é formado pelo sistema linfático e o maior, o sistema sanguíneo, um transportando linfa e o outro sangue, e essa linfa desemboca depois perto do coração no sistema sanguíneo, portanto, eles se comunicam. Quando nos referimos a sistema sanguíneo, estamos nos referindo ao sistema linfático, onde vamos encontrar os vasos linfáticos, que depois cai no sistema venoso e depois no sangue, e uma parte central, o coração, que funciona como uma bomba e aos vasos ligados a esse coração.

A diferença entre sistema sanguíneo e o linfático, é que o sanguíneo é bidirecional, temos sangue saindo da parte central do coração e indo para a periferia e o sangue saindo da periferia e retornando para o coração; e o linfático é unidirecional, sempre vai ser da periferia para o centro, começando de capilares de fundo cego.

O sistema sanguíneo transporta gases, nutrientes, restos metabólicos, hormônios, moléculas sinalizadoras, células de defesa.

Pequena e grande circulação

Partindo do coração temos dois tipos de circulação, a pulmonar ou pequena circulação e a sistêmica ou grande circulação. O coração é dividido em duas metades, que em condições normais não se comunicam; na parte direita do coração chegam os vasos, as grandes veias, provenientes do membros inferiores e superiores, veia cava inferior e veia cava superior, do átrio direito, passa para o ventrículo direito; esse sangue, como chega da periferia ele vem com muito resíduos metabólicos e gás carbônico, através da artéria pulmonar, esse sangue pobre em oxigênio é carregado para os pulmões onde ele é oxigenado, voltando para o coração através das veias pulmonares, caindo agora do lado esquerdo do coração, átrio esquerdo, que vai para o ventrículo esquerdo – região do coração na qual a parede é mais espessa – saindo daí a artéria aorta (maior artéria) que manda sangue para basicamente todo o sistema.

Para que essa troca de sangue entre arterial e venoso aconteça as paredes dos vasos devem diminuir gradativamente; portanto, conforme vão se aproximando dos tecidos, menores serão esses vasos.

Inicia-se nas artérias de grande calibre, artérias de médio calibre, artérias de pequeno calibre e depois as arteríola e metarteriola; nessa periferia ocorre a capilarização, onde esse capilares, que geralmente tem sua parede formada por uma camada de células, continua ou as vezes descontinuas para facilitar as trocas. O retorno se inicia com o sistema venoso, dos capilares, vem as vênulas pós capilares – que também possuem parede muito finas e permite a continuação de uma troca gasosa – indo para as veias de pequeno, médio e grande calibres, até chegar ao coração.



Dentro dos vasos sanguíneos temos o sangue e dentro dos vasos linfáticos temos a linfa, a diferenciação entre veia e capilar linfático as vezes é difícil, pois as paredes de ambos são bem semelhantes, a diferenciação efetiva deve acontecer quando observamos o que tem dentro deles, pois a linfa não apresenta hemácias.


Constituintes do sangue

O sistema sanguíneo transporta sangue, com componente liquido – plasma e a parte figurada com muitas hemácias, sendo madura e anucleada, fragmentos de células, que são as plaquetas – fragmentos de magacariócitos da medula óssea e as células brancas aparecendo em grande quantidade os neutrófilos, com citoplasma pálido, núcleo quando mais velho, mais segmentado, tem grânulos; um segundo tipo celular muito presente são os linfócitos, com núcleo esférico, bem corado e pouco citoplasma, não tem grânulos e uma mínima quantidade de basófilos. Os monócitos apresentam núcleo grande e claro, com formato de rim e os eosinófilos, também é granulócito, sendo diferenciado do neutrófilo pela cor do citoplasma bem avermelhado.

Quando se fala em artérias, percebe-se que a concentração de musculo liso nas suas paredes é muito grande, permitindo regulação da passagem desse fluxo sanguíneo, vaso dilatação ou vaso constrição, nos capilares.

Em alguma condições, acontece anastomose, o sangue passa da artéria direto pra veia, não passando por capilares.

A microcirculação são vasos menor que 100 micrômeros de diâmetro. E as maiores artérias podem ser chamadas de artérias elásticas, possuem a parede mais amarelada, devido à grande concentração de fibras elástica. As artérias distribuidoras, as de médio calibre, ainda mantem uma grande quantidade de fibras elásticas, porém, nem tanto quanto a outra, vai perdendo um grande quantidade delas, sendo chamadas de artérias musculares, por haver um predomínio em seu meio de músculos liso e não mais de fibras elásticas.

A diferença entre veia e arteríola é que a luz da arteríola é mais espessa.


Temos em torno de 5 litros de sangue que ficam distribuídos em cerca de 64% no sistema venoso, porque a luz é mais ampla; nos capilares encontramos 7% do sangue, no circuito pulmonar temos 9%, coração 7% e no sistema arterial 13%.
Constituição geral dos vasos sanguíneos

Existe de maneira geral uma constituição desses vasos sanguíneos, que são as túnica ou camadas, mas, nem todo vaso apresenta todas as túnicas e camadas, capilares por exemplo só tem a camada mais interna. As túnicas são:



1ª Túnica íntima: voltada para o sangue, sendo uma camada de endotélio – epitélio pavimentoso simples, sustentando esse endotélio existe uma camada subendotelial que é uma camada de tecido conjuntivo. (Quando o sangue entra em contado com essa camada subendotelial é ativada a via extrínseca da coagulação.) Existem também entre o endotélio e o subendotelial uma lâmina basal. Em alguns vasos quando acaba íntima temos uma membrana limitante elástica interna.

2ª Túnica média: dependente do calibre do vaso, geralmente é uma mistura de músculo liso com fibras elásticas. Em alguns vasos existe um delimitação externa que é a membrana limitante elástica externa.

3ª Túnica adventícia: encontra-se tecido conjuntivo e algumas fibras elásticas.

Nas artérias a túnica média é mais espessa, nas veias a adventícia é mais espessa.


Existe uma circulação próprio para nutrir as camadas/túnicas mais internas dos vasos, que se chama circulação vasavasófilo, que são os vasos dos vasos, encontrados em artérias e veias de grande calibre, predominantemente em veias, devido ao grau de oxigenação.
Células endoteliais

As células endoteliais fazem muito mais do que somente separar a parede do vaso do sangue, exercem várias outras funções sendo de grande importância no aparelho circulatório. Secretam colágeno II, IV e V participando da lâmina basal, aquele que sustenta o epitélio, laminina, endotelina, óxido nítrico, fator de von willebrand que permite a agregação plaquetária, possuem enzimas nas membranas, tais como a ECA, que transforma angiotensina I em II e mais enzimas, bradicilina, prostaglandina, trombina e noradrenalina. Essa NOR chega nos vasos através de inervações. Estão presentes em todos os vasos sanguíneos.


Diferenças entre os vasos

A pressão é maior nas artérias de grandes calibres e vai caindo até chegar no capilares; a permeabilidade é grande em capilares e a vênula pós capilar, as demais não possui essa relação; quanto maior é artéria maior é a quantidade de material elástico, caindo conforme vai diminuindo seu calibre, e em capilares não existe essa elasticidade, voltando a aparecer um pouco nas vênulas um pouco maiores até chegar na veia, mas, predominando nas artérias; o predomínio de musculo é nas artérias de médio e nas arteríolas, pois ela é importante no controle do fluxo; a área total dos capilares é a maior que tem.

Nas artérias de grande calibre a intima é encontrada normalmente, mas como a túnica media tem tanta fibra elástica se torna difícil a diferenciação da membrana limitante, sendo chamada de artéria elástica; a de médio calibre é chamada de muscular, pois na túnica média encontramos mais músculo liso e as limitantes elásticas interna e externa.

Os capilares são formados de células endoteliais, lâmina basal, e células que participam da regeneração desse capilar, os periciteos – revestem vênulas pós capilares também, possui capacidade contrátil. Existem os capilares contínuos, fenestrados e sinusóides.



Contínuo: é encontrada uma camada de células endoteliais, fortemente unidades umas às outras, é encontrado em regiões que necessitam ter uma maior seletividade do que irá entrar – encéfalo por exemplo.

Fenestrado: é como se fossem poros, facilitando um pouco mais essas trocas, podendo ter diafragma ou não, que é como se fosse uma membrana muito fina; o mais comum sem diafragma temos o glomérulo renal e com em glândulas endócrinas.

Sinusóides: facilitam muitos as trocas, possui luz ampla, parede tortuosa e descontinua. Presença de macrófagos

Aterosclerose

Conforme a pessoa vai envelhecendo vai havendo substituição do material da túnica média, aumentando o tecido conjuntivo, isso em condições normais, perdendo a elasticidade. Em outros, começa a cresce um material lipídico nessas paredes – placas de gordura. Alguns vasos são mais sensíveis a isso, as coronárias por exemplo.


Sistema Vascular – Black P2

Fisiologia
O sistema cardiovascular envolve o coração, os vasos sanguíneos e o sangue. A função desse sistema é levar sangue aos tecidos do corpo, levando nutrientes para o metabolismo da célula, enquanto ao mesmo tempo remove os produtos finais desse metabolismo celular. Juntamente com o sangue encontramos o resultado do produto da digestão, vários nutrientes, vários hormônios que precisam chegar até as células, assim, os capilares sanguíneos estão intimamente nas células de todo o nosso organismo. O sistema circulatório é um conjunto de vasos, artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias, sendo que a troca de nutrientes acontece a nível dos capilares sanguíneos. Portanto, essas células recebem os nutrientes dos capilares e consequentemente o produto do seu metabolismo é jogado no liquido intersticial e retorna para esses capilares.

Os sistemas de nosso corpo estão todos interligados, fazendo com que as células de nosso organismo se mantenham vivas.


O coração atua como uma bomba, os vasos que conduzem o sangue para os tecidos são artérias; os vasos que conduzem o sangue o sangue dos tecidos de volta ao coração são as veias; nos tecidos interpostos as veias e artérias temos os capilares, que são responsáveis pelas trocas de produtos finais do metabolismo e líquidos.

Artérias transportam o sangue para os tecidos a altas pressões; arteríolas são pequenas com forte parede muscular, constituem um sistema de controle, com alta capacidade de alterar o fluxo dos capilares em respostas a necessidades do tecido; capilares fazem o intercâmbio dos nutrientes entre o sangue e liquido intersticial (poros na membrana capilar); vênulas colem sangue dos capilares e drenam para as veias e veias conduzem sangue dos tecidos para o coração (reservatório de sangue).


A pequena circulação leva o sangue que se encontra no ventrículo direito e leva ele até o átrio esquerdo, e a grande circulação vai do ventrículo esquerdo até o átrio direito. A todo tempo temos o coração impulsionando esse sangue.

Do ventrículo esquerdo esse sangue vai para a artéria aorta e dela para todos os outros capilares do corpo, sendo um sague rico em oxigênio; nos capilares é onde acontecem as trocas, esse sangue rico em nutrientes vai para os tecidos e o que é devolvido é o produto do metabolismo dessas células, existindo agora um sangue pobre em oxigênio, que a partir do seio coronário, veia cava inferior, veia cava superior, levam esse sangue que desembocam no átrio direito, vai para o ventrículo direito, que sai através da artéria pulmonar para os pulmões, onde ocorre a outra troca, onde o CO que chega é lançado pra fora por meio da respiração e o oxigênio que está entrando vai para o sangue... fazendo todo o caminho continuo, acontecendo todo tempo.

A volemia de sangue do corpo humano é de cerca de 5 litros a 5,5 litros, onde destes, 64% está nas veias e 7% apenas estão nos capilares; 13% em artérias, 7% no coração e 9% no pulmão. Então, esse fluxo de sangue que passa pelos capilares precisa passar numa velocidade correta para que ocorra todas as trocas de nutrientes.
Microcirculação: é o fluxo de sangue das arteríolas para as vênulas, por meio dos capilares. As metarteriola – vasos menores que saem das arteríolas - é um vaso que emerge de uma arteríola e que supre de 10 a 100 capilares que constituem um leito capilar. Vasomoção é contração intermitente de arteríolas, metarteriólas e esfíncteres pré-capilares – SNP. Uma das características principais das arteríolas e das metarteríolas é o controle do fluxo sanguíneo que chega até os capilares.
Controle do diâmetro arteriolar

TIPO

MECANISMO

RESPOSTA

Atividade miogênica

Aumenta estriamento da parede devido ao aumento de pressão

VASOCONTRIÇÃO

Substâncias parácrinas a partir do metabolismo

Diminuição de oxigênio, aumento de gás carbônico, aumento de hidrogênio e aumento de potássio

VASODILATAÇÃO

Moléculas parácrinas de sinal

Óxido nítrico, histamina, adenosinas Endoteliais

VASODILATAÇÃO

VASOCONSTRIÇÃO



Controle reflexo:
Nervoso

Hormonal


Aumenta substancias simpáticas (NA sobre o receptor alfa)

Adrenalina (medula da adrenal) sobre os receptores beta 2

Angiotensina II

Peptídeo atrial natrulétrico



VASOCONTRIÇÃO
VASODILATAÇÃO
VASOCONTRIÇÃO

VASODILATAÇÃO



Assim fica evidente que não é somente o SNP que controla o fluxo sanguíneo nas arteríolas e metarteríolas, existem várias substancias que podem estarem sendo produzidas no tecido agindo também nesse controle. Tudo dependendo da necessidade metabólica do tecido, se o tecido precisa de pouco nutrientes acontece uma vasoconstrição, mas se ele precisa de muito nutrientes acontece uma vasodilatação.
Tipos de capilares

- Capilares contínuos: a membrana plasmática das células endoteliais formam um tubo contínuo; são encontrados em no músculos esqueléticos, lisos e pulmões.

- Capilares fenestrados: as membranas plasmática possuem pequeno orifício; são encontrados nos rins, intestino delgado e glândulas.

- Capilares sinusóides: a membrana basal é incompleta, possuindo fendas intercelulares muito grandes; são encontrados no baço, fígado e medula óssea.
Trocas capilares

- Difusão: é a mistura aleatória de partículas que ocorre em uma solução, como resultado da energia cinética das partículas.

- Transcitose: nesse processo substâncias, no plasma sanguíneo, são incluídas em pequenas vesículas que, primeiro, entram para a célula endotelial, por endocitose, e em seguida saem do outro lado, por exocitose.

* - Fluxo de Massa (filtração e reabsorção): é um processo passivo pelo qual grande número de íons, moléculas ou partículas estão dissolvidos, ou em suspensão, em líquido, todos movendo na mesma direção em resposta a pressão.

- Filtração: é o movimento impulsionado por pressão, do líquido e dos solutos dos capilares sanguíneos para o líquido intersticial.

- Reabsorção: é o movimento impulsionado por pressão, do líquido intersticial para os capilares sanguíneos.
Quando falamos em edema pensamos em fluxo de massa. De acordo com a pressão sanguínea os componentes do sangue sã o movidos em uma direção ou não.

PHS – pressão hidrostática do sangue em artérias é de 35mmHg e em veias 16mmHg, as demais pressões se encontram igual em condições normais de funcionamento. PHLI – pressão hidrostática do liquido intersticial é de 0mmHg; PCOS – pressão coloidosmótica do sangue é de 26mmHg; POLI – pressão osmótica do líquido intersticial é de 1mmHg e PEF – pressão efetiva de filtração. Então, o que determina se essas substancias vão ser filtradas ou reabsorvidas são essas pressões. Sempre haverá uma filtração na extremidade arterial e na extremidade venosa uma reabsorção; as proteínas que não possuem mais condições de voltar para a corrente sanguínea vão para o capilar linfático. Portanto, o edema acontece quando há um extravasamento do plasma para o interstício, acontecendo quando essas pressões estão desreguladas, alteradas, por qualquer tipo de patologia.



Causas de um filtração excessiva: aumento da pressão arterial – hipertensão, aumento da permeabilidade capilar – lesões na parede do capilar.

Causas de reabsorção inadequada: redução da concentração das proteínas plasmáticas – diminui a pressão coloidosmótica.
O controle do fluxo sanguíneo local depende das necessidades metabólicas do tecido, sendo agudo ou a longo prazo. E o humoral é produzido localmente ou por glândulas, formando agentes vasoconstritores e vasodilatadores
Fluxo sanguíneo: quem determina a taxa de fluxo não é a pressão absoluta no vaso, mas sim o gradiente de pressão entre as duas extremidades. A diferença de pressão x a resistência do fluxo é determina a pressão sanguínea.
Natureza do fluxo sanguíneo

Fluxo laminar: partículas deslizam em linha reta, uniformemente, em camadas concêntricas com camadas centrais fluindo com maior velocidade que as externas, devido ao atrito interno das moléculas do fluido.

Fluxo turbilhonar: há perda de energia entre choque das partículas e paredes do vaso, fluxo menos eficiente. Essa mudança pode vir a ativar a via intrínseca da coagulação, levando a formação de um coagulo ou de um trombo.
Complacência ou capacitância é a quantidade de sangue que está no sistema venoso, dependendo isso de volume e de pressão.
No sistema venoso a pressão é baixa, então o que faz com que esse sangue retorne para o coração são as válvulas que se encontram nas veias. Quando estão a abertas esse sangue sobe, fechada ele se mantem no local.
A formação patológica do trombo é determinada pela desregulação na hemostasia normal. Para que tenhamos uma circulação normalmente, os vasos precisam estar íntegros, o sangue com fluxo laminar e sem resistência. Lesão endotelial, fluxo turbilhonar e algum tipo de resistência levam ao acontecimento de uma trombose.
Hemostasia: condição estática dos vasos que mantém o vaso integro e o sangue fluindo entre esses vasos.



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