Sintomas frequentes e sua relaçÃo psicoemocional



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SINTOMAS FREQUENTES E SUA RELAÇÃO PSICOEMOCIONAL


O propósito deste pequeno índice é iniciá-lo na interpretação da linguagem do corpo. Para isso, listei alguns dos sintomas e sua relação psicoemocional.

O índice está em ordem alfabética para facilitar a procura.

É importante ressaltar que cada caso é um caso e deve ser analisado como tal. Cada realidade sempre tem um significado “pessoal, especial e subjetivo”. O que foi colocado nesse índice é o que há de comum em todos nós. Assim, procure ver o índice como um auxílio para percepção e conscientização do que está à espreita sob a superfície da pessoa que julgamos ser.

Antes de continuar a leitura, sugiro que você avalie a questão:
O sintoma quer ensinar. E eu estou disposto a aprender?
Vejamos agora um exemplo de como trabalhar com a interpretação dos sintomas:

Exemplo:

Uma pessoa que se sente sozinha, carente de afeto de amor, abandonada, faminta de amor.

Qual seria o possível sinal expresso pelo corpo para este fato?

A resposta é: Um vazio imenso no estômago, acompanhado de fome.

Esta é a primeira reação física que temos ao nos sentirmos carentes, famintos de amor: temos fome.

Assim a “Fome” nos informa que está faltando alguma coisa dentro de nós.

Se essa “fome de amor” não for atendida, ou saciada adequadamente ela irá se agravar em um desejo exagerado por algo que preencha este vazio interno.

Essa é uma expressão de amor não saciada: A Fome.

A fome é um símbolo do desejo de ter, de introduzir em si mesmo, é a expressão de certa gula. Comer é assim a satisfação do desejo através da integração, da ingestão e da satisfação. Normalmente, pessoas carentes, tendem a ter fome por doces, pois amor e doçura são sinônimos.

No caso da carência afetiva e da falta de amor, o apetite se torna físico e exagerado. Esse apetite voraz, depois de um certo tempo, levará a pessoa a um tipo de sintoma físico, tal qual a obesidade (que é a compensação da carência afetiva pela comida); ou mesmo a diabetes (que retrata o inconfessado desejo de realização amorosa ao lado da incapacidade de aceitar e entregar-se ao amor).

Se dermos atenção a estes sinais, ou seja, se temos apetite por algo especial, no caso os doces, esta é uma expressão que revela determinada afinidade, algo sobre nós que está atuando por trás dos bastidores.

Observando atentamente a manifestação exterior dos primeiros sinais: excesso de “fome”, ou dos sintomas já pronunciados: obesidade, diabetes, etc... conseguiremos distinguir dentro de nós o sentimento, a emoção ou o pensamento que criou àquela determinada reação física.

- O que me falta e está fazendo com que eu coma exageradamente?

- Tenho fome de que?



- O que a doença está tentando me dizer?



  1. Abscessos: explosão no corpo. Aquele que não permite ter uma explosão psíquica, acaba sofrendo uma explosão no corpo. Normalmente estão associados a ressentimentos antigos que não foram assimilados, perdoados ou eliminados: dor, mágoa e a raiva.

  2. Acidentes: Encobre certa incapacidade de falar em defesa própria, de resolver os seus problemas conscientemente, necessitando de aprendizado forçado. Pode indicar também o sentimento de violência e de rebeldia contra a autoridade.

  3. Acidente Vascular Cerebral: Rejeição da vida e resistência a mudanças. Normalmente ocorre em pessoa controladora, tensa, persistente em suas observações críticas, que sobrecarrega o cérebro com pensamentos e emoções fortes. O Acidente força a pessoa a se tornar mais flexível àqueles que o cerca.

  4. Acnes: Refletem uma manifestação de ira, ressentimento e medo, todos girando em torno do problema de identidade (vergonha, inibição, dificuldade de auto-aceitação, medo da rejeição);

  5. Adenóide: Expressa agressão reprimida por medo. Também pode representar um escudo de defesa contra o contato com o mundo exterior (sentimento de rejeição, atrito em família, etc.);

  6. AIDS: Indica a negação do “eu”, culpa sexual e forte crença em não ser bom o suficiente. Sente-se invadido e impedido de satisfazer seus impulsos sexuais agressivos;

  7. Alcoolismo: Sentimento de inadequação culpa, vazio afetivo, auto-rejeição e baixa-autoestima. Hipersensibilidade aos sentimentos dos outros e dificuldade de expressar raiva de forma apropriada. Beber torna-se a maneira de obter a autoconfiança, fugindo do mundo e de si mesmo.

  8. Alergia: É uma reação excessiva a alguma substância considerada hostil. Os que sofrem de alergias apresentam uma reação defensiva sensivelmente exagerada. Constroem um nível elevado de defesa e apresentam grande resistência e agressividade reprimida. No caso da alergia, a agressividade se precipitou da consciência para o corpo físico, onde tenta fazer-se notar. Para ele, lutar contra tudo e contra todos é uma necessidade; no entanto, dá preferência a alguns elementos favoritos, carregados de simbolismo. Só atacamos quando estamos com medo. Ao observarmos mais atentamente os alérgenos prediletos de uma pessoa, logo descobriremos quais âmbitos da vida inspiram-lhe tanto medo a ponto de ela lutar apaixonadamente contra os mesmos através de seus representantes simbólicos.

  • Pêlo de gato, ou pelos em geral (bichos de pelúcia): referem-se a carinhos e carícias – ele é gostoso de pegar, gostoso de sentir junto á pele. Assim é o símbolo para o amor e tem uma conotação sexual.

  • Pólen: símbolo da fecundidade e da reprodução.

Pelo de animais e pólen, enquanto fatores alérgenos, nos mostram que temas como o amor, sexualidade, desejo e fertilidade estão repletos de ansiedade e, por isso, as pessoas resistem a eles de forma agressiva, impedindo que entrem em seu interior.

  • Poeira doméstica: Medo da sujeira

A pessoa alérgica só encontrará a cura quando aprender a enfrentar de maneira consciente os elementos que evita, e quando assimilá-los e integrá-los na consciência.

Algumas das perguntas que uma pessoa alérgica deveria se fazer:

- Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e transfiro para a manifestação corporal?

- Quais âmbitos da minha vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?



  1. Alopecia: Raízes de existência abalada por um trauma que estava fora do controle e não foi superado. Cabelos e pelos conservam lembranças.

  2. Alzheimer: pessoas que acumulam informações ou conhecimentos sem transformá-los em sabedoria, criando um sistema cujo banco de dados fica repleto, o que ocasiona o comprometimento da memória recente. Expressa também a recusa de encarar a vida como ela é, sentindo-se indefeso, desesperançado e com raiva.

  3. Amenorréia (ausência de menstruação): Distúrbios menstruais que envolvem sentimento de culpa, medo, rejeição da feminilidade e crença de que os órgãos genitais são sujos e pecaminosos;

  4. Amigdalite: Sentimento de medo, emoções reprimidas e criatividade bloqueada. Sente que suas fronteiras estão sendo invadidas e se acha impossibilitada de dizer o que pensa.

  5. Amnésia: Expressa o desejo de esquecer as situações penosas, com a intenção de defender-se delas. Medo e fuga da vida.

  6. Anemia: Representa falta de alegria básica na vida, em razão, freqüentemente da insegurança provocada por mudanças de situações que estão fora de controle e que lançam luz sobre a falta de auto-estima subjacente. Esse fato ocorre porque a pessoa tenta desesperadamente corrigir a situação. A dificuldade de absorver a energia vital e convertê-la em ação é dramatizada na diminuição do ferro no sangue. Tem a ver com a crença de sentir-se não merecedor de amor, porque não sabe amar o bastante.

  7. Anorexia Nervosa (perda de apetite e de peso): vivência de amor e afeto insatisfeita. A relação de afeto com a mãe e a sua representação nutritiva foi insatisfatória. Mãe “ausente”, pouco afetuosa, que não desejava a criança ou então gostaria de um menino no lugar da menina (ou vice-versa) – são muitas as memórias que desvalorizam a relação com o alimento e fazem com que ela deixe de ser atraente ou se torne repugnante. A pessoa sente necessidade e diante desse vazio, priva-se de alimento com a fantasia de fazer desaparecer sua exigência. Implica medo, insegurança, baixa autoestima, rejeição e ódio por si, assim como desejo de assumir o controle de um aspecto da vida, escolhendo a comida por suas implicações sociais nutritivas.

  8. Anorgasmia (incapacidade de atingir o orgasmo no ato sexual): Sugere a negação do prazer por medo, assim como apego ao egocentrismo e aos jogos de poder que impedem a entrega.

  9. Ausência de sentido de olfato: Perda da direção da vida por desligamento.

  10. Ânus, problema no: Ponto de desprendimento. Área para dejetos. Patologia nesta área simboliza o profundo desejo de libertar-se de eventos dolorosos do passado e que são prejudiciais no presente; denota busca de mudança ou transformação de vida. Os abscessos indicam raiva em relação ao que não pode soltar.

  11. Apendicite: dor da mudança e da perda, ligados muitas vezes a sentimentos de desamparo e raiva reprimida.

  12. Apetite, excesso: Carência afetiva. Excesso de medo e necessidade de proteção.

  13. Arteriosclerose: Endurecimento progressivo da capacidade de amar, a ponto de perdê-la totalmente em seus aspectos expressivos. Seja por medo, insegurança, repressão, egoísmo, inflexibilidade, há sempre forte limitação da capacidade de dar e demonstrar afetividade.

  14. Articulações: Representação da gratidão no relacionamento humano, nas mudanças de direção na vida e a facilidade desses movimentos.

  15. Artrite: Intensa autocrítica, de ira, de amargura e de falta de amor-próprio. Nos dedos: desejo de acusar e de punir. Sentimento de vítima. Aponta o defeito dos outros.

  16. Asma: O asmático tende a desproporção entre o dar e receber. Ele tenta receber em demasia. Isto fica evidente quando ele se enche de ar tanto quanto possível e quando vai eliminá-lo acontece o acesso. Vê-se aqui a falta de ritmo. As polaridades dar e receber precisam ser equivalentes para poderem formar o ritmo. Os asmáticos sentem um forte desejo de ter poder, coisa que não confessam nem a si mesmos, e que por isso é transferida para o âmbito do corpo. No momento em que o asmático se defronta com o desejo de outra pessoa pelo poder e pelo controle, o choque atinge os seus pulmões e ele fica sem fala. Usa os sintomas de sua doença para dominar o mundo ao seu redor. São acessos chantagistas, que levam as pessoas ao seu redor a deixarem de fumar, tirar qualquer tipo de poeira, se desfazer de animais e assim vai..... Ao lado do desenvolvimento do impulso pelo poder e do desejo de constantemente sobressair-se cada vez mais, cresce na mesma proporção a tendência contrária, ou seja, uma sensação de impotência, de inferioridade e de desamparo. Aceitar e compreender de forma consciente essa sensação de pequenez é, portanto, uma das lições que o asmático tem de aprender. Os asmáticos nunca aprenderam a articular verbalmente sua agressividade de forma adequada. Por conseguinte não estão só ansiosos por “demonstrar importância como na verdade se sentem “prestes a explodir”. Desse modo, as formas agressivas de autoexpressão se voltam para o nível físico onde se manifestam como tosse e expectoração.

As pessoas asmáticas anseiam por amor. Pelo fato de desejarem tanto ser amadas é que inspiram tanto ar. Como não conseguem dar amor aos outros, são impedidas de expirar.

Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:

- Em que âmbito da vida quero receber sem dar nada em troca?

- Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?

- Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos e ignóbeis?



  1. Azia: Incapacidade de dominar conscientemente os aborrecimentos ou de transformá-los em agressividade, preferindo “engolir a própria raiva”.

  2. Baço, problemas no: Incapacidade de peneirar os pensamentos que fluem pela cabeça e de reter aqueles que podem frutificar, bem como destruir os que não servem mais. Indicam também conflitos na demanda de “proteção pessoal”.

  3. Bexiga, problema na: Ansiedade, medo de abandonar antigos padrões ou crenças já desmistificadas. Incapacidade de relaxar, em razão do acúmulo de emoções por todas as pressões sofridas.

  4. Boca, problema na: Refere-se a falta de assimilação de novas idéias e nutrição. Abertura para o novo. Úlceras na boca indicam pessoas que não conseguem assimilar as coisas a sua volta e ficam remoendo, sentindo a dor do momento.

  5. Bócio (hipertrofia da glândula Tireóide): Sentimentos de vítima e ódio por ter sido maltratado. Predomina a sensação de impotência diante de frustrações da vida.

  6. Braços, problema nos: representam a falta de capacidade e a habilidade de abraçar as experiências da vida.

  7. Bronquite: Emoção reprimida e necessidade de que esse núcleo afetivo contido possa ser expulso. Ambiente familiar inflamado, com muitos gritos e discussões.

  8. Bruxismo: Indica a agressividade reprimida, ou seja, o ranger de dentes significa uma agressividade impotente. Quem não consegue satisfazer o desejo de morder algo durante o dia, range os dentes à noite por tempo suficiente para gastar e aparar recursos potencialmente perigosos em sua pessoa.

  9. Bulimia (apetite insaciável seguida de vômito para poder comer de novo): A bulimia nos fala da necessidade de preencher um vazio existencial, de gerar as nossas angústias a todo o momento através da alimentação. A relação que mantemos com a alimentação está fortemente impregnada da “lembrança” da relação com a mãe e do caráter satisfatório e compensatório que ela pôde ou soube representar. Cada tensão, frustração, falta, necessidade de compensação ou recompensar, se dará através da alimentação. O medo, a incerteza de não poder recomeçar levam à atitude compulsiva e repetitiva, ou então ao estoque. Falta de auto-estima, de confiança e de amor próprio. Pessoa busca atenção, sem expressar sua necessidade.

  10. Bursite: Sentimento de raiva reprimido, vontade de agredir e uma prisão interna e conflitante relacionada a alguma figura de autoridade. Os ombros representam a força, o poder físico, a autonomia e o domínio sobre as tarefas da vida. Assim, toda dificuldade nesse membro demonstra angústia por não poder atingir o desempenho idealizado. Cuida excessivamente das questões alheias e não oferta seu ombro amigo.

  11. Cabelos, problema nos: Queda ou brancos: estresse, pressão, tensão, além da crença de que deve sempre fazer tudo, porque acha que os outros não farão bem.

  12. Cãibra: Abarrotamento mental, bloqueios e forma de pensamento que indicam angústia e dor psíquica.

  13. Cálculo Biliar: Petrificação da agressividade reprimida, rigidez. Sentimentos de amargura, pensamentos agoniados, desgosto pela crítica e pelo orgulho.

  14. Cálculo Renal: Medo e sentimento de raiva não resolvida. Acúmulo de assuntos mal resolvidos, representando apego a coisas que já não servem mais e ocasionam estagnação.

  15. Calo: pensamentos endurecidos, medo cristalizado Agarra-se teimosamente a sofrimentos passados a idéias e conceitos arraigados.

  16. Calvice: Acontece em pessoas que desejam brilhar e se destacar. Não gostam de hierarquia. A queda do cabelo simboliza a queda da hierarquia, ou seja, com a queda de cabelo, os poderes pessoais terão cumprido a missão de tirar do caminho os que estão acima. Quando os cabelos caem é sinal de que está faltando gratidão pelos pais e superiores. Normalmente é uma pessoa muito orgulhosa, que tem um ego muito forte. Este tipo de pessoa, além da queda de cabelo, tende a sofrer de hipertensão.

  17. Câncer: Rigidez, desamor e a forte carência afetiva na primeira infância (trauma). Mágoa profunda; dor antiga, resultante de medo da perda de um afeto – o ódio corroendo o ser.

  18. Candidíase: Dispersão, frustração, raiva, exigência e desconfiança nos relacionamentos, pouca auto-estima e desejo de agradar. Ocorre normalmente em pessoas sensíveis a atmosfera e às emoções dos outros.

  19. Catarata: Falta de nitidez nas percepções. O ver embaraçado permite a consciência uma visão tranqüilizadora do mundo e de si mesmo. Véu que evita ver e saber o que não quer. Inflexibilidade e falta de vontade de mudar o foco para ter uma nova visão da vida.

  20. Celulite: Presa a sofrimentos de infância, retenção de lágrimas e mágoas do passado. Dificuldade de avançar, por medo de escolher a própria direção. Cólera acumulada e busca de castigo.

  21. Cérebro, problema no: nosso computador. Tumor: crenças incorretamente computadas; tendência a abrir mão de sua autoridade. Raiva, ódio contra os que estão no comando.

  22. Ciática: Descontentamento com o rumo que está dando à vida, que se traduz em profunda dor interna e não aceita conscientemente. Excesso de encargos assumidos. Esconde forte sentimento de inferioridade, medo do futuro, de tomar decisões e de não ter para onde avançar.

  23. Cistite: Falta de desapego de vivências passadas que já não servem mais. A dor de desprender-se é a mesma da ardência de urinar. Emoções negativas apresentadas: irritação, medo, frustração, rancor, ódio e ira que não se canalizam bem.

  24. Cisto: oculta dor, preocupações e decepções. Indica também problemas com o parceiro.

  25. Colapso Nervoso: Egocentrismo e bloqueio nos canais de comunicação.

  26. Colesterol: Medo de aceitar a alegria, a necessidade de obstruir seus canais, impedindo o fluxo sanguíneo

  27. Cólica: irritação (excesso de críticas) e impaciência. Acúmulo de problemas dos quais devia ter se desprendido há tempo.

  28. Colite: Forte estado de frustração relacionada a aceitar e a assimilar a realidade. Medo (nas entranhas) da opressão ou a presença de figuras paternais muito exigentes e inibidoras. Normalmente a pessoa tende a ser perfeccionista, temer o fracasso e a crítica.

  29. Coluna Vertebral, problema na:

Cada vértebra tem um papel especial e serve de “patamar de distribuição” dos dados vibratórios que vem do cérebro. Os dois planos de cada indivíduo, consciente e não consciente, comunicam-se com o corpo através do apoio mecânico e químico desse computador central que vem a ser o nosso cérebro. Ele transmite as suas “instruções á menor de todas as células, particularmente pelo intermédio de todo o sistema nervoso cérebro-espínhal e do sistema autônomo ou neurovegetativo. Em função do tipo e da intensidade da tensão, um processo de eliminação do excesso de energia vai se produzir no nível da vértebra “patamar”.

Desvios – incapacidade de se adaptar ao fluxo da vida. Medo de perder ou magoar um ente querido ao tomar decisões. Desejo de agarrar-se a velhos padrões. Falta de coragem em aceitar as próprias convicções. Não se curva diante da vida. Carrega o mundo nas costas.

Hérnia de Disco – sensação de desamparo e indecisão na vida. Falta de elasticidade e flexibilidade diante dos desafios.

  1. Coluna Cervical, problema na: Presença de emoções como medo, confusão mental, indecisão, ressentimento, culpa, amargura ou desamparo, relacionadas a quadros de sobrecarga emocional proveniente do excesso de responsabilidades. Emoções relacionadas: Fuga da vida, sentimento de menos-valia, dúvidas, ressentimento, culpa, remorso, vítima, opressão e sensação de sobrecarga, inflexibilidade e dominação, confusão, raiva.

  2. Coluna Torácica, problema na: contrariedades. Distúrbio nessa região geralmente ocorre em pessoas amarguradas, com sentimento de inferioridade e que não gostam da qualidade de vida que traçaram para si. Recusam o amor por idealizá-lo demais e tendem a culpar os outros por seus fracassos e tristezas, furtando-se de sua responsabilidade pessoal. Vida sem prazeres, como forma de autopunição e ao mesmo tempo de culpa. Emoções relacionadas: Medo da vida, mágoas antigas e profundas, amargura com vingança, ressentimento, raiva, revolta com a vida, preocupação constante, pessimismo, obsessão pelo fracasso, vítima, sentimento de culpa, medo de se relacionar, insegurança.

  3. Coluna Lombar, problema na: Forte sentimento de contradição em relação à sua individualidade/autonomia e dependência afetiva. Anseiam por um relacionamento amoroso, porém não querem abrir mão de sua liberdade. Essa oscilação deixa a pessoa indecisa quanto a seus sentimentos e ao rumo de suas vidas. Emoções relacionadas: carência de amor, sofrimentos de infância, rejeição da sexualidade, insegurança financeira, medo relacionado à vida profissional, sensação de impotência, incapacidade de aceitar o prazer, raiva.

  4. Cóccix, problema no: Falta de segurança estabilidade e equilíbrio. Traumas emocionais intensos com estrutura de vida danificada. Lembranças dolorosas do passado. Culpa, apego a velhas mágoas e a sofrimentos.

  5. Compulsões: dizem respeito a comportamentos repetitivos, que são destinados a prevenir, reduzir ou aliviar alguma situação ou evento temido. Tornam-se hábitos repetitivos em busca de gratificação emocional imediata. Estão ligados a sentimentos de insegurança.

  6. Congestão nasal: falta de reconhecimento do próprio valor, baixa auto-estima.

  7. Conjuntivite: fechar dos olhos para um conflito. Raiva e frustração diante dos fatos da vida.

  8. Constipação (dificuldade em evacuar as fezes): Frustração emocional em relação ao aceitar e assimilar a realidade. Negação de velhas idéias e também sentimentos de mesquinhez e possessividade. O medo de permitir que o conteúdo do inconsciente venha à luz faz com que as impressões psíquicas sejam armazenadas no íntimo, a ponto de não conseguir livrar-se delas. Repressão das emoções.

  9. Contração Muscular: Agitação, ansiedade e tensão.

  10. Coração, problema no: Problemas emocionais duradouros, falta de alegria, rigidez mental, estresse, tensão. Emoções relacionadas, angústia, ódio, rancor, egocentrismo, carência afetiva, inquietação.

  11. Coriza: tristeza, mágoas da infância, lágrimas contidas, sentimento de vítima.

  12. Cotovelos, problema nos: Quando sentimos dor no cotovelo, isso quer dizer que temos dificuldade para aceitar uma experiência vivida, uma situação. Há dificuldade para mudança de direção e a abertura para aceitar novas experiências. Resistimos à mudança pois achamos que ela ainda não é necessária. Essa resistência gera cotovelos rígidos e inflamados, simbolizando a rejeição pelas coisas novas.

  13. Dedos da mão, problemas nos: pequenos ajustes à vida. A maioria das mensagens que passam é por causa de traumas. Polegar – representa a segurança exterior, a proteção, a defesa. Males nesse dedo representam a necessidade de proteção, de defesa quanto a agressão do mundo imaginário ou real, ou então com uma vivência de tristeza ou de aflição. (preocupações e tristezas - pulmões); Indicador – dedo da demanda, da autoridade, da acusação e da ameaça. Ele ordena, dirige e indica a direção que ameaça. Necessidade de eliminar algo: vivência que não nos serve mais ou também pode exprimir uma tendência excessiva ao autoritarismo. Ligado ao Ego (medo e emoções que precisam ser liberadas – intestino grosso); Médio – Dedo da estruturação interior, do governo interior e da sexualidade (poder sobre os outros que gera prazer). Logo, ele representa a satisfação da experiência vivida e da ação que temos sobre o mundo. As tensões falam da insatisfação que sentimos a respeito da forma como as coisas acontecem ou como as geramos em nossa vida. Ligado a Sexualidade (limites foram invadidos – raiva ligada ao coração e meridiano da circulação e sexo); Anular: Dedo da união das coisas, da coesão dentro de nós. Traumatismos nos falam da dificuldade de unir, unificar as coisas dentro de nós ou á nossa volta. Fala da dificuldade que podemos encontrar em criar uma coerência entre todas as partes de nós mesmos e da nossa vida, a fim de lhe dar sentido. Uniões e pesar (algo ou alguém está esgotando a sua energia – intestino delgado); Mínimo – Família e honestidade (coração partido e vulnerabilidade – meridiano do coração e intestino delgado), as tensões nesse dedo manifestam a necessidade de exteriorizar. Indicam que estamos envolvidos demais no papel que representamos ou no parecer, e não estamos o suficiente no natural, no ser.

  14. Dedos dos Pés, problemas nos: Dedo grande (polegar dos pés): os traumas desse dedo significam que sentimos uma tensão equivalente na nossa relação com o mundo,seja no plano material (parte interna do pé), ou no plano afetivo (parte externa do pé); Segundo dedo (indicador do pé): Traumatismos ou males neste dedo vão nos falar da nossa dificuldade para gerar certas situações materiais ou profissionais; Terceiro dedo ( dedo médio do pé): Males nesse dedo significam que temos dificuldades para equilibrar as nossas relações, especialmente no que diz respeito ao futuro. O medo de seguir adiante, e de forma justa; Quarto dedo (anular do pé): significa que vivemos numa relação difícil quanto ao que é justo ou injusto. Trata-se de uma relação que não nos satisfaz; Dedo pequeno (mínimo do pé): Quando batemos com esse dedo, o que é extremamente doloroso, procuramos eliminar memórias antigas ou esquemas relacionais antigos. Provavelmente estamos tentando mudar hábitos antigos, modos de relação com o mundo e com o outro que não nos satisfazem mais. Através do traumatismo e do sofrimento, estimulamos nossas energias para facilitar a eliminação dos modos antigos a fim de substituir por novos.

  15. Dentes, problema nos: representam o dinamismo agressivo, capacidade de cuidar de si, habilidade para enfrentar a vida. Indicam dificuldades de canalizar adequadamente a agressividade ou pouca habilidade em se impor. Indecisão duradoura, incapacidade de selecionar as idéias para analisá-las e dar resoluções. Emoções relacionadas: inflexibilidade e rigidez.

  16. Derrame cerebral: Gênio difícil; prefere a morte a ter que mudar seu comportamento, suas opiniões, crenças e condutas. Pessoa tensa e teimosa em suas observações e críticas. Sobrecarrega o cérebro com emoções fortes.

  17. Dermatite: Ressentimento que precisa ser reconhecido e eliminado. Emoções ligadas: críticas, raiva, ressentimentos. Desconfiança, sentimento de exclusão, possessividade.

  18. Desmaio: Incapacidade de lidar com a situação do momento. Fuga e medo da entrega.

  19. Diabetes: Inconfessado desejo de realização amorosa, ao lado da incapacidade tanto de aceitar como de entregar-se ao amor. Emoções relacionadas: melancolia, desesperança, necessidade de controlar os outros, carência afetiva, falta de equilíbrio, ressentimentos, falta de amor próprio.

  20. Diarréia: Medo, ansiedade, fuga, baixa auto-estima, desinteresse pela vida, preocupação com seu desempenho e com a opinião dos outros.

  21. Digestão difícil: Medo, ansiedade e receios profundos aprisionados. Preocupação, medos. Dificuldade em lidar com os conflitos e de digerir novas impressões.

  22. Dismenorréia (menstruação difícil e dolorosa): Conflitos com a feminilidade e com a vida de mulher.

  23. Diverticulite: Desejo de controle retenção de mágoas e raiva antigas.

  24. Doença Crônica: indica situação ou conflito não resolvido, formando um foco de doença que estará sempre absorvendo energia do resto do organismo. A pessoa torna-se abatida, cansada, falta-lhe ânimo e possivelmente irá surgir a apatia. Não está totalmente doente, mas também não está sadio. Não houve uma verdadeira guerra e não se firmou a paz, houve apenas um acordo. O acordo é o maior objetivo dos covardes. São os que vivem no medo constante das conseqüências de seus atos. É bom lembrar que um acordo nunca é a solução e a longo prazo tornam-se estagnados. Isto quer dizer que numa doença crônica estamos presos no conflito e não temos ânimo, nem coragem para enfrentá-lo e tomar uma decisão. A solução para a doença crônica está na decisão. A decisão liberta!

  25. Doença venérea: Culpa de ordem sexual e necessidade de punição. Crença de que os órgãos sexuais são sujos ou pecaminosos.

  26. Dor de forma geral: sentimento de solidão e desamparo. Reflete culpa e auto-castigo inconscientes relacionados à impossibilidade de resolver os problemas existenciais. Necessidade de quebrar couraças. Emoções relacionadas: agressividade reprimida, culpa, auto castigo, emoções passadas que precisam ser liberadas, medo do futuro, cólera, falta de alegria de viver, angústia existencial, falta de ajustamento às mudanças, Rigidez.

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