Simulado equipe enem 2015 proposta de redaçÃO



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Texto 1




Poema perto do fim
"A morte é indolor.

O que dói nela é o nada

que a vida faz do amor.

Sopro a flauta encantada

e não dá nenhum som.

Levo uma pena leve

de não ter sido bom.

E no coração, neve."
MELLO, Thiago de. Faz escuro mas eu canto. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 1978.

Texto 2
Uma ideia




"palavras não matam

nem provocam inverno atômico

e na voz do poeta

(abelhas na colmeia)

podem até conter uma ideia"
BONVICINO, Régis. Más companhias. São Paulo: Olavobrás, 1987.
Texto 3
"eu

quando olho nos olhos

sei quando uma pessoa

está por dentro

ou está por fora

quem está por fora

não segura

um olhar que demora

de dentro do meu centro

este poema me olha"
LEMINSKI, Paulo. Caprichos & relaxas. São Paulo: Brasiliense, 1983.
A partir da leitura dos poemas, é possível afirmar que


  1. Em I, o poeta faz uso de construções sintáticas, deixando todos os termos explícitos.

  2. No texto II, há exemplo de palavras que adquirem, no contexto da poesia, um novo significado, uma nova dimensão.

  3. Ainda em II, a palavra “abelhas” significa “poetas” e “colmeia” significa “palavras”.

  4. Em III, a ideia central reside no jogo conceitual entre o “estar por dentro” e o “estar por fora”, expressões de significados semelhantes, no contexto da poesia.

  5. Em II, “abelhas na colmeia” é uma expressão denotativa que significa que palavras ficam “zunindo” no íntimo do poeta.






Metamorfose ambulante
"Prefiro ser essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Sobre o que é o amor

Sobre que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou "estrela" amanhã já se apagou

Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor

Lhe tenho amor

Lhe tenho horror

Lhe faço amor

Eu sou um ator ...

É chato chegar a um objetivo num instante

Eu quero viver nessa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo"




http://raul-seixas.letras.terra.com.br Iletras/483171

Na letra da canção “Metamorfose Ambulante”, de Raul Seixas, predominam


  1. personificações, já que características de seres animados são doados a seres inanimados.

  2. pleonasmos, pois o discurso do eu poético é redundante.

  3. anacolutos, uma vez que ocorre rupturas da ordem lógica das frases, das estruturas sintáticas.

  4. antíteses e paradoxos, pois se evidenciam a oposição de palavras e a dualidade inerente à essência da realidade do enunciador.

  5. hipérboles, porque a intenção do eu poético é empregar expressões exageradas para realçar o seu raciocínio sobre o mundo.






O que será (À flor da pele)
Chico Buarque

O que será que me dá

Que me bole por dentro, será que me dá

Que brota à flor da pele, será que me dá

E que me sobe às faces e me faz corar

E que me salta aos olhos a me atraiçoar

E que me aperta o peito e me faz confessar

O que não tem mais jeito de dissimular

E que nem é direito ninguém recusar

E que me faz mendigo, me faz suplicar

O que não tem medida, nem nunca terá

O que não tem remédio, nem nunca terá

O que não tem receita
O que será que será

Que dá dentro da gente e que não devia

Que desacata a gente, que é revelia

Que é feito uma aguardente que não sacia

Que é feito estar doente de uma folia

Que nem dez mandamentos vão conciliar

Nem todos os unguentos vão aliviar

Nem todos os quebrantos, toda alquimia

Que nem todos os santos, será que será

O que não tem descanso, nem nunca terá

O que não tem cansaço, nem nunca terá

O que não tem limite

O que será que me dá

Que me queima por dentro, será que me dá

Que me perturba o sono, será que me dá

Que todos os tremores me vêm agitar

Que todos os ardores me vêm atiçar

Que todos os suores me vêm encharcar

Que todos os meus nervos estão a rogar

Que todos os meus órgãos estão a clamar

E uma aflição medonha me faz implorar

O que não tem vergonha, nem nunca terá

O que não tem governo, nem nunca terá

O que não tem juízo.
HOLLANDA, Chico Buarque de.

Chico Buarque - Letra e música. São Paulo:

Companhia das Letras, 1989.
*alquimia: a química da Idade Média, que buscava o remédio contra todos os males físicos e morais e a pedra filosofal, que transformaria os metais em ouro.

*dissimular: disfarçar.

*quebranto: segundo a crendice popular, efeito maléfico que o olhar ou a atitude de uma pessoa produz em outra.

*revelia: rebeldia; teimosia.

*unguento: medicamento de uso externo à base de gordura.

Sobre o texto, é CORRETO afirmar que


  1. a letra da música explora as certezas e as sensações facilmente definidas pelo eu poético.

  2. o eu lírico tem controle sobre o sentimento que invade, que é praticamente autônomo.

  3. o que provoca todas as sensações no eu lírico é um segredo que ele consegue esconder.

  4. a sensação retratada na letra da música é percebida primeiro internamente, depois na pele, no rosto, nos olhos e na fala, ficando, assim, cada vez mais evidente, impossível de disfarçar.

  5. NÃO há vínculo entre as sensações que se manifestam à flor da pele e uma paixão física, sexual.






Desafios da presidente
Portos, ferrovias, rodovias e aeroportos precisam ser ampliados e modernizados.

Na política industrial, a pesquisa inovadora e os setores de alta tecnologia esperam por estímulo. O país não pode se contentar em ser apenas fornecedor mundial de produtos primários.

[...] É na educação, contudo, que mais se precisa avançar. O conhecimento é a principal ferramenta de redução de desigualdades. É preciso levar à escola todos os que têm entre 4 e 17 anos [...].

[...] é imperioso que o novo governo recupere o tempo perdido numa área [...] à do combate à corrupção. [...]

Já é tempo de promover uma regeneração ética e republicana da esfera pública.
A função da linguagem predominante no texto é


  1. Conotativa, pois o enunciador procura persuadir o destinatário a seguir literalmente os conselhos da bíblia.

  2. Poética, pois as palavras foram exploradas pelo seu potencial em evocar imagens e produzir efeitos sonoros.

  3. Fática, pois o objetivo da mensagem é simplesmente o de estabelecer e manter o contato entre emissor e o receptor

  4. Referencial, pois os fatos são apresentados com objetividade e precisão.

  5. Expressiva, pois o objetivo do emissor é descrever parte da malsucedida experiência da presidente na condução do Governo






Texto 1

O lobo e o cordeiro
Vendo um lobo que certo cordeirinho matava a sede num regato, imaginou um pretexto qualquer para devorá-lo. E embora se achasse mais acima, acusou-o de sujar-lhe a água que bebia. O cordeiro explicou-lhe que bebia apenas com a ponta dos beiços e, além disso, que, estando mais abaixo, nunca poderia turvar-lhe o líquido. O lobo, exposto ao ridículo, insistiu:

_ No ano passado, ofendeste meu pai.

_ No ano passado eu não tinha nascido, replicou o cordeiro.

O lobo, então:

_ Defendeste-te muito bem, disse. Mas nem por isso deixarei de comer-te!

Moral: De que vale a defesa perante quem quer fazer o mal?

Esopo

Texto 2

O lobo e o cordeiro
Estava o cordeirinho bebendo água, quando viu refletida no rio a sombra do lobo. Estremeceu, ao mesmo tempo que ouvia a voz cavernosa: "Vais pagar com a vida o teu miserável crime”. "Que crime?" - Perguntou o cordeirinho tentando ganhar tempo, pois já sabia que com lobo não adianta argumentar.

"O crime de sujar a água que eu bebo”. "Mas como posso sujar a água que bebes se sou lavado diariamente pelas máquinas automáticas da fazenda?" - Indagou o cordeirinho. "Por mais limpo que esteja um cordeiro, é sempre sujo para um lobo" - retrucou dialeticamente o lobo. [...] "Chega de conversa" - disse o lobo - "vou comê-lo logo e está acabado:

"Espera aí" - falou firme o cordeiro - "isso não é ético. Eu tenho, pelo menos, direito a três perguntas”.

"Está bem" - cedeu o lobo, irritado com a lembrança do código milenar da jungle.

Após obter as três respostas corretas, o lobo deu-se por vencido. E já ia se preparando para devorar o cordeirinho quando apareceu o caçador e o esquartejou.

Moral: Quando o lobo tem fome, não deve se meter em filosofias.
Comparando os textos acima, pode-se afirmar que


  1. O texto 2 introduz nova fábula com intenção que se opõe diretamente à original (texto 1).

  2. O tom místico dado à fábula de Millôr Fernandes é responsável pela criação do humor.

  3. O desfecho do texto 2 revela um cordeirinho tão ingênuo quanto os que estamos acostumados a encontrar nas fábulas.

  4. O cordeirinho, no texto 2, não esboça reação frente à ameaça do lobo.

  5. O perfil metalinguístico do texto 2 é corroborado pelo emprego das expressões “dialeticamente”, “isso não é ético”, “código milenar de jungle”.








Sobre a tira, é pertinente afirmar que


  1. O verbo “lembrar” é complementado por estruturas sintáticas semelhantes nos casos em que aparece.

  2. O humor da tira consiste no fato de uma das personagens não reconhecer o referente a que outra personagem faz alusão.

  3. A intenção do interlocutor da personagem que fala de um filme era dizer que a dificuldade para a lembrança de detalhes podia ser devida à idade avançada.

  4. O personagem que se refere a um filme consegue, ao final da tira, lembrar-se de detalhes como atores, diretor e até do nome do filme,

  5. O humor da tira está associado ao fato de a personagem com dificuldade de memória reconhecer no substantivo “amnésia” o nome do filme de que se tentava lembrar.







Amigos para sempre
A regra básica dos amigos para sempre é lembrar sempre que a gente vai ser amigo para sempre. Isso minimiza muitas coisas.

A verdade é que vamos ter que nos aturar a vida toda. Então, o melhor é que a gente brigue pouco. Ou brigue sem muitos atos dramáticos. E sem ofensas pesadas. (...)

Mas não temos como fugir! Estamos como que amarrados pela amizade.

Podemos até dar tempos, sumidas. Mas não tem jeito. (...)

E essas pessoas conhecem a gente tanto, mas tanto! Na verdade, um amigo pra sempre conhece a gente mais que qualquer família. E não liga se a gente dá chilique. Não liga se a gente fica de ligar e não liga. E nem a gente liga. Com um amigo para sempre a gente toma liberdades. Podemos deixar cinco recados seguidos nas secretárias deles. Sabemos que não, não vamos perdê-los.

Algumas vezes a gente acha que um amigo é para sempre e não era. Uma hora a coisa para de rolar. Isso é triste. Mas tem gente que entra na nossa vida e vai ficando. Ficando, ficando.

Amizade, eu acabo achando sempre, é melhor que amor. Pelo menos é quando eu consigo falar para sempre.
LEMOS, Nina.
Esse texto trata de “regras” a serem seguidas entre “amigos para sempre”. Segundo o texto é CORRETO afirmar que


  1. Esses amigos devem lembrar-se de que serão amigos para sempre. Portanto, devem brigar pouco, sem atos dramáticos e sem ofensas pesadas.

  2. Os verbos no futuro indicam as regras a serem seguidas pelos amigos para sempre.

  3. Os verbos no presente indicam o fato de que serão amigos para sempre e que terão, portanto, de conviver “eternamente”, apesar das brigas, que poderão ser constantes.

  4. A autora afirma que o amor é melhor que amizade. Para ela, a superioridade do amor a amizade se deve ao fato de que o amor pode ser “para sempre”, à amizade não.

  5. Segundo a autora, “amigos para sempre” são pessoas que nos conhecem tanto quanto a nossa família, e com as quais são permitidas certas atitudes, embora não tenhamos a certeza de que a amizade não se perderá.




Leia o fragmento.


“Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras

Onde canta o sabiá. ”


Nestes versos de Gonçalves Dias, escritos em Portugal, o poeta vive um momento marcado por


  1. solidão, devaneio e idealização nacionalista.

  2. melancolia, tédio e ironia;

  3. amor a Portugal, devaneio e idealização nacionalista;

  4. saudades, ânimo satírico e pessimismo;

  5. alívio, expectativa e otimismo.





Leia os enunciados a seguir:


  1. Quem dá aos pobres empresta a Deus.

Provérbio

  1. Quem dá os cobres ou empresta: - deu-os.


FRADIQUE, Mendes. Gramatica portuguesa pelo método confuso.

Rio de janeiro: Rocco, 1985

  1. Quem dá aos pobres ou empresta... adeus!


CASTRO, Ruy. Uma pulga na camisola: o máximo de Max nunes. Sel. E org. Ruy Castro. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. P. 68.
Observando a relação entre os enunciados, é CORRETO afirmar que:


  1. O provérbio significa que a pessoa que faz caridade está “angariando créditos” junto à sociedade.

  2. O segundo enunciado sugere que quem dá ou empresta dinheiro a alguém deve esperar recebê-lo de volta.

  3. O terceiro enunciado tem o mesmo significado do segundo, especificando, porém, de quem se deve esperar receber o dinheiro doado ou emprestado: dos pobres.

  4. O recurso utilizado no segundo e no terceiro enunciados para produzir outro efeito de sentido em relação ao primeiro enunciado foi o jogo com palavras semelhantes: cobres x pobres; Deus x Deu-os x adeus.

  5. No primeiro enunciado os dois complementos do verbo “dar” estão explícitos.







Observe o cartum e assinale a alternativa correta.


  1. O solo da Amazônia pode ser caracterizado como “favorável à morte’ por abrigar algumas plantas e alguns animais nocivos à vida humana.

  2. A relação entre “Amazônia” e “morte” é expressa pela presença de um homem armado próximo ao veículo que arrancava uma árvore. Essa relação sugere que a única violência praticada na Amazônia é a derrubada das árvores.

  3. A ironia presente no cartum é determinada pelo fato de um lugar comumente caracterizado como inóspito (o planeta Marte) ser apontado como tendo um “solo favorável à morte”.

  4. A palavra necessária para que o enunciado do cartum se preserve como uma unidade de sentido e cumpra o objetivo irônico do autor é “solo’.

  5. O solo de Marte é apontado com “favorável à vida” em função dos indícios, recentemente descobertos, de que Marte pode ter tido condições de abrigar vida.




Tupi or not tupi, that's the question
O uso de palavras estrangeiras na língua portuguesa não é assunto que possa ser tratado com tanta simplicidade como alguns imaginam.

Não sou purista, do tipo que rejeita qualquer "estrangeirismo". Entretanto, eu me sinto no dever de defender nosso idioma contra a invasão dos

"modismos" e dos "exageros desnecessários".

Quanto a este assunto, eu me considero um moderado. Já expus meu pensamento, mas não custa repetir:

1_ Toda vez que surgir a necessidade de usarmos uma palavra ou expressão estrangeira, devemos buscar uma forma equivalente em português. Em vez de "beach soccer", podemos usar futebol de areia. Por que "dar o start" ou "startar", se podemos iniciar ou começar?

2_ Se a tradução não "funciona", devemos tentar o "aportuguesamento": contêiner, estressado, futebol, blecaute, bufê ...

É lógico que sempre haverá casos discutíveis: correio eletrônico ou e-mail, xampu ou shampoo?

3_ Caso a tradução e o aportuguesamento "fracassem", só nos resta aceitar o termo estrangeiro na sua forma original: software, marketing, impeachment, réveillon ...
DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua viva V: uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro. Rio de Janeiro: Rocco
No texto “tupi or not tupi, that´s the question”, o autor trata de uma questão polêmica: o uso de termos estrangeiros em nossa língua. Segundo o texto, é pertinente confirmar que:


  1. O autor se define como radical porque rejeita totalmente o uso de termos estrangeiros.

  2. O autor sugere que, antes de adotarmos o termo estrangeiro, devemos lembrar que tal procedimento agride a soberania da língua portuguesa.

  3. O autor se define como moderado porque ele não rejeita totalmente o uso de termos estrangeiros, mas apenas combate os modismos e os exageros desnecessários.

  4. Os termos “iniciar” e “começar” devem ser substituídos por seus equivalentes em inglês para demonstrar as relações entre os idiomas.

  5. O autor aconselha a tradução ou o aportuguesamento de alguns termos ou, caso tais procedimentos não funcionem, o abandono do interesse comunicativo.






Fragmento I: Trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha a El-Rei D. Manuel (1500)
De ponta a ponta [a Terra de Vera Cruz] é toda praia... muito chã e muito fremosa. [...] Águas são muitas e infindas. E em tal maneira é graciosa que querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem [...].
Fonte: BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 36.ed.

São Paulo: Cultrix, 1994, p.15.



Fragmento II: Trecho do livro Como cuidar da nossa água (2010).
A água é um recurso limitado, e o seu desperdício tem consequências. No Brasil, cada setor da economia, cada fatia da sociedade, tem sua parcela de responsabilidade nessa história. À semelhança da maioria dos países, no Brasil, a agricultura é quem mais consome água — quase 63% do que é captado vai para a irrigação. O uso doméstico é responsável por 18% do consumo, a indústria fica com 14%. Os 5% restantes são usados para matar a sede dos animais de criação. Todos esses consumidores tendem a usar a água de modo abusivo. No Brasil, a maior parte das grandes indústrias tem programas de reaproveitamento de água, uma vez que ela se torna cada vez mais rara e cara.
Fonte: AGUIAR, Laura; SCHARF, Regina; CIPIS, Marcelo; MARTINI, Luiz Fernando.Como cuidar da nossa água. Col. Entenda e Aprenda. São Paulo: BEĨ, 2010, p.176.
Após ler os fragmentos, pode se afirmar que:


  1. Há uma relação harmoniosa entre os fragmentos, pois ambos indicam a finitude da água no país;

  2. Há uma relação complementar entre os fragmentos, pois eles combatem a opinião alarmista dos ecologistas de que a água é finita no país;

  3. Há uma relação de oposição entre os fragmentos, pois o II contradiz o teor do I, no qual há uma impressão errônea de que os recursos hídricos são infinitos no país:

  4. Há uma relação oposta entre os fragmentos, pois o I descreve as belezas naturais do Brasil e o II trata do problema do desperdício de água pelo viés da economia do país:

  5. Há uma relação de similaridade entre os textos, pois ambos descrevem de forma objetiva a necessidade de preservação ambiental e do solo brasileiro, fatores essenciais para a manutenção dos mananciais hídricos do país.