Propimelodus eigenmanni



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Encontro30.06.2017
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AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE ANTIOXIDANTE E DE DANO OXIDATIVO EM PEIXES DA ESPÉCIE PROPIMELODUS EIGENMANNI RESIDENTES EM LOCAL COM HISTÓRICO DE CONTAMINAÇÃO POR AS (ARSÊNIO).

Carla Carolina Miranda dos Santos (Bolsista PRODOUTOR) – flpcrl@hotmail.com

Curso de Licenciatura em Biologia, Faculdade de Biologia, Instituto de Ciências Biológicas.

Profª. Dra. Lílian Lund Amado (orientadora) - lilian.amado@gmail.com

Curso de Biologia, Instituto de Ciências Biológicas.

A poluição de sistemas aquáticos por metais pesados é um fator que afeta a qualidade do meio ambiente e constitui risco iminente ao homem. Funcionou na região da Serra do Navio – AP, a ICOMI, um empreendimento de mineração destinado à extração do manganês que gerou a liberação de grande quantidade de Arsênio (As) no ambiente. Neste contexto os biomarcadores são respostas biológicas adaptativas a estressores que são usados como indicadores de exposição à xenobióticos. O objetivo deste trabalho é avaliar, em nível bioquímico, o efeito da exposição do peixe Propimelodus eigenmanni ao As em uma região impactada, a comunidade de Elesbão/AP, coletados em dois períodos climáticos distintos. Como ambiente representativo do gradiente de contaminação coletou-se na comunidade de Mazagão/AP e utilizou-se como referência Abaetetuba/PA. Foram analisados dois biomarcadores nas brânquias: a Capacidade Antioxidante contra radicais peroxil (ACAP- biomarcador de exposição) e a Lipoperoxidação (LPO pelo método FOX-biomarcador de efeito).Houve aumento significativo (p<0,05) do ACAP no período chuvoso para todos os pontos amostrados e diferença significativa (p<0,05) entre os pontos somente no período chuvoso para Abaetetuba que apresenta maior valor em relação aos demais. Para a lipoperoxidação observou-se diferenças significativas (p<0,05) entre os períodos para todos os locais amostrados, com maior conteúdo no período seco e não há diferença significativa (p>0,05) entre os locais amostrados dentro de um mesmo período. Para especiação na água e sedimento observa-se maior concentração das espécies de Arsênio em Elesbão e a menor em Abaetetuba. Conclui-se que os animais de todos os pontos amostrados demonstraram que suas defesas antioxidantes variam com sazonalidade, podendo tornar assim os animais mais suscetíveis aos danos oxidativos e que a concentração de arsênio na água e no solo pareceu não ser determinante na resposta dos biomarcadores devido a semelhança de resultados entre os pontos amostrados.



Palavras-chave: Poluição aquática, Arsênio, Propimelodus eigenmanni.

Titulo do projeto do orientador: ESPECIAÇÃO QUÍMICADO ARSÊNIO NA FOZ DO RIO AMAZONAS: UMA ANÁLISE INTEGRADA ENTRE AMBIENTE, METABOLISMO E EFEITOS TÓXICOS EM ORGANISMOS AQUÁTICOS.

Classificação do trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento no CNPq.

Grande-área: Ciências Biológicas



Área: Biologia Geral

Sub-área: Ecotoxicologia


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