Programas e bibliografias



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DISCIPLINA

NOME


HZ160 B

Introdução à antropologia: natureza e cultura



Horas Semanais

Teóricas

Práticas

Laboratório

Orientação

Distância

Estudo em Casa

Sala de Aula

04

00

00

01

00

00

04

Nº semanas

Carga horária total

Créditos

Exame

Frequência

Aprovação

15

75

05

S

75%

N






Docente:


José Maurício Arruti



Ementa:

Esta disciplina pretende apresentar as principais discussões antropológicas em torno de natureza e cultura. Como se trata de uma disciplina de formação, enfatiza-se o compromisso com os tópicos basilares da antropologia e a leitura de pelo menos uma etnografia.




Programa:


Aula 1 - 01/03 - Apresentação

  • Leitura em sala: BOHANNAN, 1966

  • Leitura complementar: MALINOWISKI, 1978.


BLOCO I – SOBRE A DICOTOMIA

Aula 2 - 08/03 – Nos limites da cultura: de natural a primitivo

  • Leitura Obrigatória: CASTRO, 2005.

  • Leitura complementar: KUPPER, 2008 (Cap. 1 e 2, p. 17-62).

Aula 3 - 15/03 – Sociogênese e usos do conceito de Cultura

  • Leitura Obrigatória: ELIAS, 1990; KUPPER, 2008 (Cap. 6, p. 161-186)

  • Leitura complementar: PIZZARO, 1998; MARCARIAN, 1980;

Aula 4 - 22/03– Crítica antropológicas à dicotomia

  • Leitura Obrigatória: GEERTZ, 1978; LEVI-STRAUSS, 2009.

  • Leitura complementar: LEACH, 1989, INGOLD, 2005.


Aula 5 - 29/03– Revisão e Avaliação 1 (individual, em sala)
BLOCO II – DESNATURALIZANDO AS DIFERENÇAS

Aula 6 - 05/04 – Raça e etnia

  • Leitura Obrigatória: WEBER, 1991; BANTON, 1979.

  • Leitura complementar: BARTH, 1998; ARRUTI, 2014.

Aula 7 - 12/04 – Raça e casta na América

  • Leitura Obrigatória: SANTELLI, 2011; LÓPEZ-BELTRÁN & GARCÍA DEISTER, 2013

  • Leitura complementar: STOLKE, 2006; LOPÉZ-BELTRÁN, 2008.

Aula 8 - 19/04 – Raça, cor e etnia no Brasil

  • Leitura Obrigatória: MONTEIRO, 1996; GUIMARÃES, 1995.

  • Leitura complementar: ARRUTI, 1997. PETRUCCELLI, 2013, PAGLIARO, 2005


Aula 09 - 26/04 – Revisão e Avaliação 2 (individual, em sala). Indicação das monografias para a Avaliação 3.

BLOCO III – DESNATURALIZANDO O HUMANO

Aula 10 - 03/05 - Noção de Pessoa

  • Leitura Obrigatória: MAUSS, 2003b; RUI, 2012.

  • Leitura complementar: MAUSS, 2003a

Aula 11 - 10/05 – A Fabricação do corpo

  • Leitura Obrigatória: SEEGER et alli., 1979; WOORTMAN, 2008.

  • Leitura complementar: VIVEIROS DE CASTRO, 1979.


BLOCO IV – DESNATURALIZANDO A NATUREZA

Aula 12 – 17/05 - Tempo e Espaço estruturais

  • Leitura Obrigatória: EVANS-PRITCHARD, 1978

Aula 13- 24/05 - Outras perspectivas sobre a natureza

  • Leitura Obrigatória: LIMA, 1999; DESCOLA, 2015.

  • Leitura complementar: SZTUTMAN, 2009.

Aula 14 - 31/05 – Políticas da natureza

  • Leitura Obrigatória: DIEGUES, 2000; LITTLE, 2006

  • Leitura complementar: FOLADORI e TAKS, 2004; BARRETO Fo., 1997.


Aula 15- 07/06 – Revisão, balanço do curso e instruções finais para a Avaliação 3 (a ser entregue dia 14/06)


Bibliografia:


ARRUTI, José Maurício A. 1997. “A emergência dos remanescentes: notas para o diálogo entre indígenas e quilombolas”. Mana - estudos de antropologia social, n.3/2, outubro, p.7-38. [on-line]

ARRUTI, José Maurício. 2014. “Etnicidade”. In: Dicionário Crítico das ciências sociais dos países de fala oficial portuguesa / Org.: Lívio Sansone e Claudio Furtado. Salvador: EdUFBA / ABA (p. 199-214). [on-line]

*BANTON, Michael .1979. “Etnogênese”. In: A Idéia de Raça. Lisboa: Edições 70 (p. 153-173).

BARRETTO Fo., Henyo T. 1997. Da nação ao planeta através da natureza: uma tentativa de abordagem antropológica das unidades de conservação na Amazônia. Brasilia: UnB / Série Antropologia 222 (33p.). [on-line]

*BARTH, Fredrik. 1998. “Grupos étnicos e suas fronteiras”. Em Poutignat, Philippe e Jocelyne Streiff-Fernart. Teorias da etnicidade. São Paulo: Fundação Editora da UNESP (p. 185-228).

BOHANNAN, L. 1966. ‘Shakespeare no meio do mato’ [Shakespeare in the bush’. Em: Natural History, ago./set.]. [on-line]

CALAVIA SÁEZ, Óscar. s/d. “El indio ecológico - Diálogos a través del espejo”. [on-line]

*CASTRO, Celso (org.) “Introdução”. In: Evolucionismo cultural. Textos de Morgan, Tylor e Frazer. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. Pp. 7-40.

*DANTAS, Maria Isabel. “Doce dádiva. A festa do chouriço”. Em PIETRAFESA DE GODOI, Emília; MENEZES, Marilda e MARIN, Rosa (orgs). Diversidade do campesinato: expressões e categorias. Vol. I São Paulo: UNESP, NEAD, 2009.

DESCOLA, Philippe. 2015. Além de natureza e cultura. Tessituras, Pelotas, v. 3, n. 1 (p. 7-33). [on-line]

DIEGUES, Antonio C. S. 2000. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Hucitec - NUPHAUB/USP (em especial, cap. 1 e 2, p. 23-39). [on-line]

*DOUGLAS, Mary. Pureza e Perigo. Ensaio sobre a noção de poluição e tabu.

*ELIAS, Norbert. Capítulo I. Da sociogênese dos conceitos de “civilização” e “cultura” In O processo civilizador. Vol. I Uma História dos Costumes. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. Pp. 23-62.

*ELIAS, Norbert. Do comportamento à mesa. In O processo civilizador. Vol. I Uma História dos Costumes. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. Pp. 91-128.

*EVANS-PRITCHARD, E. E. 1978. “Tempo e Espaço”. In: Os Nuer. São Paulo: Perspectiva (107-151).

FOLADORI, G. e J. TAKS, 2004. Um olhar antropológico sobre a questão ambiental. MANA 10:2 (p. 323-348). [on-line]

GEERTZ, Clifford – “O Impacto do Conceito de Cultura sobre o Conceito de Homem”. IN: Geertz, C. “A Interpretação das Culturas”. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. Pp. 25-40.

GUIMARÃES, Antônio S. 1995. “Racismo e anti-racismo no Brasil”. Novos Estudos CEBRAP N.° 43 (p.26-44). [on-line]

INGOLD, Tim. Humanidade e animalidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais n. 28, ano 10. 2005. [on-line]

KUPER, Adam. 2008. A Reinvenção Da Sociedade Primitiva - Transformações de Um Mito. Recife: Ed. UFPE.

LEACH, Edmund. Natureza/Cultura. Enciclopédia Einaudi, Lisboa. Vol. 5- Anthropos-Homem, 1989. Pp. 67-101. [on-line]

LEVI-STRAUSS, C. Natureza e cultura, Revista Antropos, vol. 3 n. 2, 2009 (p. 17-26). [on-line]

*LEVI-STRAUSS, Claude. Raça e história In Antropologia Estrutural II, Rio de Janeiro: Tempo universitário, 1993.

LIMA, Tânia Stolze. 1999. Para uma teoria etnográfica da distinção natureza e cultura na cosmologia juruna. Revista Brasileira De Ciências Sociais, vol. 14 No. 40 (43-52). [on-line]

LITTLE, Paul Elliot. 2006. Ecologia política como etnografia: um guia teórico e metodológico. Horizontes Antropológicos, ano 12, n. 25 (p. 85-103). [on-line]

LÓPEZ BELTRÁN, Carlos. 2008. “Sangre Y Temperamento - Pureza Y Mestizajes En Las Sociedades De Castas Americanas”. In: Frida Gorbach y Carlos López-Beltrán (org.) Saberes locales: ensayos sobre historia de la ciencia en América Latina. Michoacán: El Colegio de Michoacán (289-342). [on-line]

LÓPEZ-BELTRÁN, Carlos; GARCÍA DEISTER, Vivette. 2013. “Aproximaciones científicas al mestizo mexicano”. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.20, n.2 (p.391-410). [on-line]

*MALINOWISKI, Bronislaw. Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo, Editora Abril. 1978.

MARCARIAN, Eduardo. 1980. “O Lugar e papel da cultura nas ciências sociais modernas”. In: O papel da cultura nas ciências sociais / Vários autores. Porto Alegre: Villa Martha (pp. 93-114). [on-line]

*MAUSS, Marcel. 2003a. “Uma categoria do espírito humano. A noção de pessoa, a noção de eu”. In: Sociologia e Antropologia. Editora Cosac e Naify (p. 367-397).

*MAUSS, Marcel. 2003b. “As técnicas do corpo” In: Sociologia e Antropologia. Cosac & Naify. Pp. 401-422.

PAGLIARO, Heloísa; Marta Maria AZEVEDO e Ricardo Ventura SANTOS. 2005. “Demografia dos Povos Indígenas no Brasil: um panorama crítico”. In: Demografia dos Povos Indígenas no Brasil/H. Pagliaro, M. M. A. e R. V. Santos (Orgs.). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep (11-32). [on-line]

PETRUCCELLI, José L. 2013. Auto-identificação, identidade étnico-cacial e heteroclassificação. In: Características étnico-raciais da população / J. L. Petriccelli, A. L. Sabóia (orgs). Rio de Janeiro: IBGE (29-48). [on-line]

*PIZZARO, Narciso. 1998. “Evolución historica de las formas de construción de lo social”. In: Tratado de Metodologia de lãs ciências sociales. (p. 41-64).

RUI, Taniele. “Sobre pessoas, substâncias, corpos e coisas” In Corpos Abjetos: etnografia em cenários de uso e comércio de crack. Tese de doutorado em Antropologia Social. PPGAS/Unicamp, 2012. Terceira parte (p. 245-323). [on-line]

*SAHLINS, Marshal. 2007. La pensée bourgeoise - a sociedade ocidental enquanto cultura. In Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Pp.166 a 203.

SANTELLI, Ricardo Leme. 2011. Castas Ilustradas: Representação de Mestiços no México do Século XVIII. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH, São Paulo (13p.). [on-line]

*SEEGER, Anthony; DA MATTA, Roberto, & VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B. 1987. A construção da pessoa nas sociedades indígenas brasileiras. In: Sociedades Indígenas e Indigenismo no Brasil / Org. João Pacheco de Oliveira. Rio de Janeiro: Marco Zero / UFRJ (p. 11-30).

STOLKE, Verena. 2006. O enigma das interseções: classe, raça, sexo, sexualidade. A formação dos impérios transatlânticos do século XVI ao XIX. Estudos Feministas, Florianópolis, 14:1 (15-42). [on-line]

*STRATHERN, Marylin. Necessidade de pais, Necessidade de mães. Revista Estudos Feministas, Ano. 3 n. 2, 1995.

SZTUTMAN, Renato. 2009. “Natureza & Cultura, versão americanista – Um sobrevôo”, Ponto Urbe no. 4 (15p.). [on-line]

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “A fabricação do corpo na sociedade xinguana”. In: Sociedades Indígenas e Indigenismo no Brasil / Org. João Pacheco de Oliveira. Rio de Janeiro: Marco Zero / UFRJ (p. 31-42).

*WEBER, Max .1991. "Relações comunitárias e étnicas". In: Economia e Sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Brasília: Editora da Universidade de Brasília (p. 267-277).

WOORTMAN, Klass. 2008. Quente, frio e reimosso: alimento, corpo humano e pesoas. Caderno Espaço feminino, vol. 19: 1. [on-line]




Observações:


- Dinâmica pedagógica

As aulas serão compostas pela alternância entre exposição oral do professor e discussão de textos da bibliografia teórica do curso, com ativa participação dos estudantes, baseada principalmente na discussão em torno às Fichas de Leitura (ver abaixo). Animando tal dinâmica poderão ser usados recursos auxiliares como análise de fotos, filmes, textos literários etc. A sala de aula é o lugar privilegiado para tirar dúvidas ou pedir orientação com relação ao curso e suas. O curso conta com dois estagiários, um de graduação (PAD) e outro de pós-graduação (PED) para apoio aos alunos.



- Avaliação

A avaliação é tema controverso no debate educacional, mas está claro que a melhor avaliação é contínua, processual e diversificada. Assim, a participação nas aulas será o primeiro item a ser considerado, importando tanto o respeito à etiqueta acadêmica (ver abaixo), quanto a efetiva participação oral nos debates propostos. Este item não implica uma nota específica, mas pode resultar na indicação de pontos (ou fração) positivos ou negativos a serem aplicados à média final.

A segunda avaliação são as provas individuais (Avaliação 1 e 2), realizadas em sala, nas quais os alunos deverão responder às seguintes questões:

1. Coteje a bibliografia do Bloco temático a partir de um ou dois tópicos sugeridos pela Ficha de Leitura.

2. Relate as aulas expositivas e as discussões que se seguiram.

3. Apresente seus comentários pessoais sobre o Bloco temático: identifique curiosidades, dúvidas ou sugestões.

Finalmente a terceira avaliação será o trabalho final (Avaliação 3), realizado em grupo (no máximo 3 alunos), com base na leitura de uma monografia antropológica.

A nota final resulta da média das três avaliações, à qual são somados (ou descontados) os eventuais pontos de participação.



- Etiqueta Acadêmica

O estudante deve saber portar-se adequadamente em sala, com relação aos objetivos da Universidade, do seu curso*, assim como em respeito pessoal e intelectual ao professor e aos seus colegas de turma. O respeito intelectual não exclui divergência e discordância de qualquer tipo, mas, pelo contrário, as supõe. Assim, a prática do debate aberto, mas respeitoso das posições, dos limites e do tempo dos demais colegas e do professor é fundamental. Tal respeito exclui o uso da sala de aula para outras práticas, como leitura de jornal, comunicação por celular, ouvir música etc. A pontualidade e a frequência também fazem parte deste respeito, se atentarmos para o fato de a disciplina em geral e a aula em particular estão mais próximos de uma narrativa cumulativa do que de um evento de fruição rápida e fragmentária. Finalmente, tal respeito se aplica também ao uso de ideias e textos na produção de suas provas e trabalhos, o que exclui a prática do plágio, ou seja, “a utilização de ideias ou formulações verbais, orais ou escritas de outrem sem dar-lhe por elas, expressa e claramente, o devido crédito, de modo a gerar razoavelmente a percepção de que sejam ideias ou formulações de autoria própria”**. O plágio é considerado falta gravíssima, implicando a atribuição de nota Zero na atividade em que for identificado.



- Fichas de Leitura

A Ficha de Leitura é uma ferramenta didática que não substitui ou se confunde com o resumo ou a resenha. Ela consiste em um conjunto de registros breves e tópicos sobre aspectos importantes de um texto acadêmico. Seu principal objetivo é treinar a leitura acadêmica sistemática e, por extensão, também a redação, por meio da identificação dos elementos centrais na organização de um texto acadêmico. É parcialmente com base nelas que serão realizadas as discussões sobre a bibliografia em sala. Em uma Ficha de Leitura, devem ser identificados:



(I) Elementos descritivos:

(1) Objeto teórico ou analítico: formulação mais ampla e abstrata de um problema ou de uma hipótese que transcende as situações empíricas abordadas no texto. Um objeto teórico ou analítico tem por referência debates bibliográficos ou teóricos mais amplo, para os quais o material ou a reflexão do texto em particular vem contribuir cumulativa ou criticamente;

(2) Objetivo(s) do texto: Aquilo que o próprio autor apresenta como intenção principal do texto. Eventualmente o objetivo pode ser simplesmente a explicitação do objeto teórico ou analítico, mas também pode acontecer que o texto tenha objetivos secundários ou subsidiários, o que exige do leitor a capacidade de discrimina-los e hierarquiza-los;

(3) Empiria ou fontes: Todo material bibliográfico, de observação direta ou documental que é matéria de análise. A bibliografia que serve de referência ou apoio não deve entrar nesta categoria. Importa neste item descrever os tipos de materiais utilizados (e não citar individualmente a todos), tendo em vista apreender o modo pelo qual a empiria é incorporada nos debates teóricos;

(4) Conclusões: Sentença sintética que resulta do texto e que tem relação direta com os seus objetivos, seu objeto e suas fontes. Atenção: as conclusões não estão necessariamente ao final dos textos. Alguns autores preferem apresenta-las no início ou preferem montar o texto como crescendo de conclusões parciais etc.

(II) Questões analíticas:

(5) Conceitos centrais: Categorias ou expressões às quais o texto atribui sentidos precisos e especializados (em geral não dicionarizados) e que desempenham papel nuclear na definição de seus objetivos, do seu objeto ou de sua análise. Neste tópico o leitor não deve fazer a lista dos conceitos usados no texto, mas hierarquizá-los para identificar o(s) mais central(is).

(6) Diálogos e debates: Textos, autores, escolas ou linhas teóricas apontadas pelo autor como importantes na construção de sua análise, seja por afiliação ou por distinção e crítica. Da mesma forma que no item anterior, não se trata de fazer a lista de todos os autores citados, mas discriminar e hierarquizar aqueles eleitor pelo autor como importantes na construção do seu objeto, das suas hipóteses, da sua análise ou das suas conclusões;

(7) Questões e dúvidas suscitadas: Este é o espaço destinado às manifestações mais pessoais do leitor: suas opiniões, dúvidas, discordâncias, aproximações e contrastes com outros textos, livre associações etc., sempre no sentido de se apropriar do texto lido – de preferência tendo por referência o contexto interpretativo da disciplina ou do curso de forma mais ampla.
(*) Leiam (e discutam) o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Ciências Sociais, disponível em: http://www.ifch.unicamp.br/pf-ifch/public-files/graduacao/projeto-pedagogico-ciencias-sociais.pdf

(**) Código de Boas Práticas Científicas. FAPESP, 2014. Disponível em: http://www.fapesp.br/boaspraticas/FAPESP-Codigo_de_Boas_Praticas_Cientificas_2014.pdf)









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