Programa Educare –Educação em Valores Humanos Planejamento de aula Data: 22/06/2013 Professora: Leilane Medeiros de Aquino Vanderlei Ensino Fundamental – 6 a 8 anos



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Programa Educare –Educação em Valores Humanos

Planejamento de aula

Data: 22/06/2013

Professora: Leilane Medeiros de Aquino Vanderlei

Ensino Fundamental – 6 a 8 anos.

Tema proposto para a lição

Paz


Valores absolutos

Paz


Valores relativos

Tolerância


Conceito dos valores relativos

Tolerância é um termo que vem do latim "tolerare" que significa "suportar", "aceitar". A tolerância é o ato de indulgência perante algo que não se quer ou que não se pode impedir.

Objetivos

Ensinar o educando a compreender e aceitar as atitudes do próximo,de forma que saiba respeitá-lo.


Método

Direto

1.Harmonização

(sentar em silêncio)/(fazer respiração lenta e profunda)/imaginar que é uma ave e que está viajando até o céu,sentindo as nuvens,o vento e compartilhando o espaço com as outras aves,sendo tolerante com as que passarem por perto *retornar


2.Citação

"Tolerância é paciência concentrada."

Carlyle,Thomas
Perguntas de compreensão de texto:

  1. O que significa ser tolerante?

  2. O que é ter paciência ?

Perguntas de raciocínio:

  1. Porque devemos respeitar as atitudes do próximo?

  2. Porque a paciência é uma virtude?

Perguntas de sentimento:

  1. O que sentimos quando demonstram entender nossas atitudes?




3.História

O orelhudo”

Era seu segundo dia de aula. Henry se sentou na primeira carteira da sala, ao lado da janela, como lhe recomendou sua mamãe. A professora de nome Mily, entrou na sala e lhes disse:

- Bom dia. Hoje vamos estudar alguns animais. Começaremos pelo asno, esse animal tão útil à humanidade, forte, de orelhas grandes...
...”É igual a Henry”, interrompeu uma voz que saía do fundo da sala.

Muitas crianças começaram a rir muito e olhavam para Henry. 

"Quem disse isso?" Perguntou a professora, ainda que sabia bem quem havia dito isso.

“Foi Quique”, disse uma menina, apontando para o lado em direção a um menino sardento de cinco anos.

“Crianças, crianças”, disse Mily com voz enérgica e com cara de irritação:

- Não devem zombar dos demais. Isso não é bom e não vou permitir isso em minha sala.

Todos ficaram em silêncio, mas ainda se ouvia algumas risadinhas.

Um tempo depois, uma bola de papel pegou na cabeça de Tomaz. Ao olhar para trás, não viu quem havia jogado, e novamente muitos riram-se dele. Decidiu não fazer caso às zombarias e continuou olhando as fotos de animais que Mily mostrava. Estava muito triste, mas não chorou.

No recreio Henry abriu sua lancheira e começou a comer o delicioso lanche que sua mamãe havia-lhe preparado. Duas crianças que estavam por perto gritaram:

- Orelhudo, olhe o orelhudo, não coma tanto que vai sair um rabo como um asno.

E começaram a rir. Outras crianças ao seu redor olharam para ele e tocando suas próprias orelhas, riam-se e murmuravam. Henry, entendeu pela primeira vez, que de verdade havia nascido com suas orelhas um pouco mais grandes. “Como seu avô Manuel”, havia ouvido dizer seu papai certa vez.

Logo se escutaram gritos no salão de música, de onde saía muita fumaça. Henry aproximou-se e viu muitas crianças fechadas sem poder sair, pois alguma criança travessa havia colocado um cabo de vassoura nos trincos. Através dos vidros, podia-se ver os rostos dos pequenos chorando, gritando e muito assustados. Em pouco tempo as chamas cresciam e começava a queimar alguns objetos e móveis. Os professores não haviam-se dado conta do perigo, e nenhum dos alunos se atrevia a fazer nada.

Henry, sem duvidar um segundo, deixou sua lancheira e correu até a porta da sala e apesar do calor que saía, agarrou o cabo de vassoura que travava a porta e o tirou com força. As crianças saíram depressa e todos se salvaram.

Henry tornou-se um herói. Todos elogiaram sua coragem. As crianças que haviam zombado dele estavam envergonhadas.

Em casa, Henry contou tudo o que sucedeu à sua família, e todos ficaram orgulhosos dele. No dia seguinte, nenhuma criança zombou de Henry. Haviam entendido que os defeitos físicos eram apenas aparentes, mas por outro lado, o valor de Henry ao salvar seus companheiros era mais valioso e digno de se admirar.

(Autor desconhecido)

Perguntas de compreensão:


  1. Quais eram os personagens da história?

  2. Quantos eram?

Perguntas de raciocínio:

  1. Do que chamaram Quique?

  2. O que Quique fez para salvar os colegas?

Perguntas de sentimento:

  1. O que o Quique sentiu ao ver que seus colegas de sala zombavam dele?

  2. O que os colegas de turma sentiram quando Quique os salvou?




4.Canto grupal

Música: Viver em harmonia – EVH
É bom estarmos juntos em paz e harmonia

Mantendo isto sobre nós a luz pro dia a dia

Tratar com gentileza,a todos com carinho

Manter esse valores sempre no nosso caminho (3x)




5.Atividade grupal

Fazer cartazes com os valores estudados.

6.Observações

Indicado para crianças de 6 à 8 anos,podendo ser adaptado.


7.avaliações da aula

Mediante visualização do esforço e da interação dos alunos nas atividades propostas.


8.Atividades de encerramento

Pedir para que encenem a história.




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