Por uma História do Protestantismo no Brasil



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Por uma História do Protestantismo no Brasil

Breve ensaio historiográfico
Francisca Jaquelini de Souza Viração*
RESUMO: O presente artigo de forma ensaística pretende abordar importância atual do protestantismo no Brasil ao ponde de defender que não se pode mais compreender mais o Brasil atual se não considerar o protestantismo como um fenômeno importante. Desta feita incentiva o debate historiográfico a fim de uma construção de uma teoria ou teorias historiográficas que interpretem este fenômeno ainda muito desconhecido por nossa historiografia. Para isto busca nos clássicos da temática para apontar um possível caminho.
PALAVRAS – CHAVES: Protestantismo; Teoria; Historiografia
INTRODUÇÃO

Este é um artigo em forma de ensaio que pretende trazer à luz a discussão do protestantismo, a falta de uma teoria historiográfica sobre o mesmo, a necessidade de debate e um possível caminho para a construção de tal teoria. Defende a ideia que é impossível compreender o Brasil atual sem perceber a influência deste fenômeno religioso na vida de milhões de brasileiros.

Este breve ensaio em tom de manifesto busca nos clássicos sobre o tema, caminhos para uma discussão mais ampla e eficaz da temática, aceitando seus limites teóricos e propondo a forma de como compreender este fenômeno que tem a segunda maior bancada do congresso nacional e um dito mercado gospel milionário no país, para que a historiografia não seja surpreendida com um fenômeno que conhece pouco.

Por que não fazer o óbvio?

Que é evidente que o número de evangélicos cresce de forma exponencial, é um fato, como também é a quase inexistência de pesquisas historiográficas sobre os tais. É claro que com a proporção de evangélicos crescendo no país, a porcentagem deles que se matriculam em cursos de graduação em História também aumenta. E é óbvio que deles parte interesse em escrever sobre suas igrejas.

Mas se não fossem estes Dom Quixotes historiográficos, muito provavelmente nada ou quase nada saberíamos sobre o protestantismo no Brasil. O mais grave é que não há sequer uma teoria historiográfica feita por um historiador brasileiro sobre o protestantismo no Brasil. As principais interpretações deste fenômeno religioso são feitas por filósofos e teólogos como Antônio Gouvêa Mendonça e sociólogos como Ricardo Mariano.

E o mais grave ainda é que o único historiador que fez uma interpretação do protestantismo no Brasil é um quase que completo desconhecido pela Academia. Émille G. Leónard foi historiador francês de primeira geração que veio ao Brasil substituir Fernand Braudel na USP indicado pelo próprio Lucien Febvre. Léonard era considerado por Marc Bloch o maior historiador francês da Reforma Protestante na França de sua geração, para nós um ilustre desconhecido.

Como quase são hoje aqueles que tomam o protestantismo como seu principal objeto de estudos, cito como exemplo o professor do programa de pós-graduação em História da Universidade Federal do Maranhão Dr. Lyndon de Araújo Santos, um dos fundadores da Associação Brasileira de História das Religiões. Extremamente conhecido pelos teólogos e cientistas da religião, mas que não tem o reconhecimento devido no meio dos historiadores, sendo o mesmo formado na UNESP, que por sinal seu Programa de Pós-Graduação em História em Assis, por ter uma linha de pesquisa Religião e Visões de Mundo, atrai e abre portas para pesquisadores do protestantismo.

O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos era de 9% e, em 1980, de 6,6%. Há um número considerável de evangélicos brasileiros que estão nas salas de aula do ensino básico e no ensino superior que estão vendo seus professores não conseguirem diferenciar um pentecostal de um neopentecostal.

Isto é sério, alarmante e preocupante, por dois grandes motivos. Mas primeiro é bom ter-se em mente que o professor não precisa saber tudo, mas não saber quase nada e querer saber quase nada por nítido preconceito epistemológico é inadmissível. Que tipo de profissional o aluno vê em seu professor? Um sujeito bem informado, sempre disposto a alargar seu leque de conhecimento ou um teórico fechado em seu castelo epistemológico? E quando a sociedade nos pedir para explicar esse fenômeno o que diremos? Simplesmente reproduziremos o discurso da Sociologia da Religião? Onde está a função social do historiador perante um inegável fenômeno social?

Fazendo o óbvio

Como escrever então uma História do Protestantismo no Brasil? Talvez o caminho passe pelos seguintes passos, que não são fáceis, demandam tempo e estímulo:



  1. Reconhecer a relevância do fenômeno – um crescimento de 400% em 20 anos não pode passar despercebido. A inserção na vida política do país com a tal Bancada Evangélica, que só perde para a ruralista, o milionário mercado gospel do Brasil e os jargões do evangeliquês na vida cotidiana.

  2. Promover a discussão – Simpósios Temáticos, Minicursos, Mesas Redondas, temas de Encontros, Simpósios, Congressos, Conferências, Dossiês de periódicos, etc.

Este é um problema que tem que ser debatido a nível de ANPUH já que é um fenômeno que afeta milhões de brasileiros. Não pode ficar relegado, escondido e produzido apenas por uns poucos Dom Quixotes e esses devem ser mais reconhecidos por nós seus colegas, é inadmissível que antropólogos, sociológicos, cientistas da religião e teólogos conheçam mais a produção de nossos companheiros que nós mesmos.

Émille G. Leonárd e inicio da historiografia do protestantismo no Brasil

Se existe um historiador que viveu em nosso país que jamais recebeu o reconhecimento devido este foi Émille G. Leonárd. Nascido na França em uma região e de uma família que tem uma grande história e orgulho de resistência huguenote, Leonárd, diferente de seus colegas franceses na USP, vem ao Brasil já como um historiador maduro e considerado pelo próprio Marc Bloch como O historiador do protestantismo na França.

Veio para substituir Fernand Braudel indicado pelo próprio Lucien Febvre, este, aliás ministrou palestras no Mackenzie a convite de Leonárd. Leonárd escreveu uma série de artigos na Revista de História da USP que no início dos anos 60 foram reunidos e se tornou o clássico O Protestantismo brasileiro, um estudo em eclesiologia e História Social, publicados pela editora ASTE, editora da Associação dos Seminários Teológicos do Brasil.

Leonárd fez uma história comparada, e no pouco tempo que ficou no Brasil interpretou o protestantismo brasileiro da seguinte forma: seria muito parecido com o protestantismo na França na época da Reforma, militante. Esta é ainda a única interpretação historiográfica que temos de nosso protestantismo, mas isto foi escrito pensando em um protestantismo dos anos 30 e 40 do Brasil. Ano passado foi publicado pela Editora Mackenzie uma coletânea de textos inéditos de Leonárd sobre o Brasil que traz excelentes contribuições sobre a temática.



Antônio Gouvêa Mendonça

Sem dúvida o maior pensador sobre o protestantismo brasileiro, seu pensamento é amplo e profundo. Por causa da profundidade e amplidão de seu pensamento este artigo se aterá a descrever somente aquilo que mais se liga com a História, acredito que seja a obra Introdução ao protestantismo no Brasil, onde há uma divisão básica do protestantismo entre de missão, imigração e pentecostais, a escolha desta obra está pautada pelo fato dele se apresentar com mais proximidade com o ofício de historiador, já que estamos falando de um teólogo e filósofo muito respeitado, fundador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo.

Desta forma ele tenta diferenciar os tipos de protestantismos que temos no Brasil, esta é uma questão-chave, são protestantismos e não protestantismo. Isto é crucial, pois eles têm características comuns sim, mas tem também posturas radicalmente diferentes em assuntos teológicos e comportamentais. Pensar as diferenças entre os grupos é imperativo para não causar confusões epistemológicas sobre o tema.

Protestantismo no Brasil Colonial

Quando pensamos em Reforma Protestante logo nos reportamos espacialmente para a Europa Ocidental e temporalmente para o século XVI, e quando pensamos em reformados na América, os peregrinos das Colônias Americanas Inglesas são nosso maior referencial, definitivamente o Brasil jamais entraria na discussão.

Entretanto foi no nosso país que se realizou o primeiro culto das Américas na colônia francesa da Guanabara, na ilha de Coligny, na cidade batizada de Henriville, que viria a ser o atual Rio de Janeiro, isto em 10 de março de 1557. Foi no Nordeste, na chamada Nova Holanda, que este continente conheceu seu primeiro mártir protestante, o índio potiguara Pedro Poty.

O protestantismo foi introduzido no Brasil ainda no início de sua vida, tanto da própria religião, quanto do país. E foi feito dentro de contexto tanto de seu desenrolar religioso quanto social. Quando a Confissão de Fé da Guanabara foi redigida, ainda não existia a Belga e nem o catecismo de Heildelberg e a Confissão e os Catecismos de Westminster.

Foi para índios brasileiros que foi produzido o primeiro catecismo protestante em uma língua de origem não-europeia. Índios que compunham um contingente de três igrejas composta unicamente por eles e que formaram a primeira igreja nativa das Américas, a Igreja Reformada Potiguara que existiu até 1692! Eles produziram documentos onde nitidamente falam de sua fé.

A Guerra pela Restauração, ou simplesmente Insurreição Pernambucana há tempos é classificada como sendo parte das batalhas da Guerra dos Trinta Anos, tanto por Charles Boxer quanto por José Gonsalves de Mello e por Evaldo Cabral Mello. A não inserção dos estudos sobre o protestantismo no Brasil Colonial vem da própria compreensão que temos deste período da nossa História.

O Brasil Holandês e a França Antártica foram dois projetos de colonização entre os três que o Brasil experimentou em seu período colonial. Tivemos um projeto francês que tentou por duas vezes ser implantado, um no Rio de Janeiro e outro no Maranhão, o projeto holandês que também por duas vezes tentou ser implantado e por fim o projeto português, que foi o vencedor.

O Protestantismo como Projeto

Proponho uma história do protestantismo no Brasil pensando-o como um projeto ou projetos, que a cada século ou fase se configura de forma diferente, desta feita o protestantismo no Brasil teria os seguintes projetos:



  • Séculos XVI e XVII – Projeto de Estado Nação;

  • Século XIX – Projeto de Civilização;

  • Século XX – Projeto de Integração Cultural;

  • Século XXI – Possivelmente projeto de Cosmovisão.

Protestantismo como projeto de Estado Nação

Um personagem que não pode passar despercebido é Pedro Poty, regedor-mor dos índios da Paraíba, capitão do exército holandês e o primeiro mártir protestante do Brasil. Este homem tinha tanto uma grande perícia militar quanto carisma, os potiguara e holandeses o amavam.

Em 1645 escreveu uma carta a seu primo Felipe Camarão, este um dos três grandes heróis imortalizado pela historiografia luso-brasileira do séc. XIX. Carta escrita em uma data de muito significado, trinta e um de outubro, dia da Reforma. De muito significado já que a intenção do reformado Poty era convencer o católico Camarão para “passar pro seu lado”.

Em meio a argumentação Poty parece revelar sua verdadeira intenção, o de formar uma nação livre dos portugueses e batavo-indígena reformada. Pois afirmou “Vinde, pois, enquanto é tempo para o nosso lado afim de que possamos com o auxílio dos nossos amigos viver juntos neste paiz que é a nossa pátria e no seio de toda a nossa família.” (MAIOR, 1912: 67)



Protestantismo como Projeto de Civilização

O Século XIX é conhecido como o século das missões protestantes, e há muito debate-se sobre o protestantismo como parte do projeto civilizacional no neocolonialismo dos Impérios Europeus, no caso brasileiro nossa maior influência foi do protestantismo americano, aqui a Doutrina Monroe também funcionou para as agências missionárias. O Americanismo foi muito forte, com ele os ideias de liberalismo e progresso.

É neste contexto que foram criados várias escolas e instituições, destaco o Mackenzie College e a Associação Cristã dos Moços que tinham por objetivo além de educação e cultura um projeto para disseminação da visão de mundo protestante através destas instituições.

Protestantismo como Projeto de Integração Cultural

O século XX foi sem dúvida um século de grande crescimento e expansão do protestantismo no Brasil, o pentecostalismo entrou no Brasil para se fazer presente há já várias denominações históricas existentes. A variedade de denominações amplia cada vez mais a complexidade deste fenômeno religioso no Brasil e esta complexidade foi em grande parte uma luta em relação à cultura, integração ou segregação cultural, para mim foi o cerne de todos os grandes debates deste século entre os protestantes.

O início do século para o protestantismo latino-americano foi marcado por dois grandes encontros, a Conferência de Edimburgo de 1910 e o Congresso do Panamá de 1916 e mais tarde o Pacto de Lausanne de 1974, maior evento da História do Protestantismo. Edimburgo foi a primeira conferência mundial de missões no protestantismo, fortemente baseada no ecumenismo, esta conferência também debateu muitas questões, mas em relação à América Latina, por considerarem um continente já cristianizado, deu-se prioridade a áreas não cristianizados.

Panamá, em parte, foi organizada para resolver esse problema deixado por Edimburgo, fortemente influenciada pela teologia do Evangelho Social (Um dos inspiradores da Teologia da Libertação). Pregou-se uma maior integração das igrejas latino-americanas e fortemente a nacionalização das igrejas, é bom lembrar que o congresso foi organizado no calor dos descontentamentos das intervenções militares na América Latina, a escolha de organizar um congresso que propunha um pan-americanismo latino-americano e a nacionalização das igrejas no Panamá é de um poder simbólico considerável.

Por isso considero os grandes debates deste século fundamentalmente sobre: integraremos ou não ou até onde integraremos, estas discussões foram alimentadas mais ainda na análise do fundamentalismo, este que com a Guerra Fria ficou mais acirrado. Pois como aqui o protestantismo veio em grande parte via EUA, fundamentalismo se confundiu com americanismo e este com cristianismo e muita gente que de fato aderiu a essa nacionalização do protestantismo latino-americano saíram das igrejas mais conservadoras e fundaram denominações mais integradas a cultura latina.

Século XXI: Projeto de cosmovisão?

Se tem uma palavra que está em grande uso é cosmovisão. Debates intensos são travados sobre o que seria cosmovisão. Aqui destaca-se o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper do Mackenzie e o L’abri Brasil, mas quando falo em protestantismo de cosmovisão não é deste que estou falando, mas sim o da Frente Parlamentar Evangélica e de Silas Malafaia.

Cosmovisão talvez não seja a palavra mais correta, mas a escolhi por ser dita por todos, o Jumper e o L’abri produzem filosofia densa e uma discussão sólida, mas a sua influência na grande massa da população é pequena. A FPE e Silas Malafaia são bem mais influentes, estão transformando o protestantismo em algo diferente apenas da fé religiosa, mas sim uma ideologia política, um discurso político. Mas é cedo para afirmar-se isto.

Considerações Finais

Para entender o Brasil atual é indispensável conhecer o protestantismo, ou os protestantismos e desenvolver uma teoria historiográfica sobre o protestantismo no Brasil é o primeiro de inúmeros passos necessários para se compreender como um fenômeno religioso que, há apenas 40 anos não passava de um entre tantos, agora pretende ser um protagonista, afetando direta ou indiretamente milhões de brasileiros, isto é motivo suficiente para estuda-los.

Há muito o que escrever sobre o assunto, a caminhada só começou, acredito que este artigo possa deixar sua pequena contribuição e fazer com que muitas discussões aqui deixadas pela jovem historiadora possam surgir nas mentes de nossos caros colegas pensadores do Brasil. Na atual conjuntura nacional conhecer o protestantismo é indispensável para compreender a sociedade brasileira.

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*Historiadora graduada pela URCA e mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie é professora em Tempo Parcial pela Faculdade Vale do Salgado e Temporária da URCA - Iguatu


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