Play With Me With me in Seattle 3



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Play With Me

With me in Seattle 3

Kristen Proby Sinopse: Will Montgomery é um jogador profissional de futebol de sucesso e, aparentemente, tem tudo na vida. Ele não está acostumado a ouvir um não, e certamente não aceitaria um não como resposta. Então, quando ele joga seu charme na sensual amiga de sua irmã, Meg, uma garota de espirito livre, que não apenas recusa seus avanços, mas recebe com uma hostilidade aberta, desperta sua curiosidade e desejo. Ele está determinado a mostrar a ela que não é o atleta arrogante que ela acha , e levá-la para sua cama. Megan McBride não está impressionado com Will Montgomery, seu contrato milionário, carro de luxo, ou sua personalidade pública arrogante. Ela não tem tempo para um relacionamento, e se aprendeu alguma coisa na vida, é que amar significa perder, então ela guarda seu coração ferozmente. Mas ela não pode negar a atração irresistível pelo sexy e tatuado atleta, e quando Will começa a quebrar suas defesas e prender seu coração, ela será capaz de admitir seus sentimentos por ele, ou será que o seu passado conturbado fará com que ela perca o primeiro homem que ela já amou verdadeiramente?

Março/2013

Dedicatória: Este livro é dedicado ao meu irmão, Mike Holien.

Nunca houve uma irmã mais velha tão

orgulhosa!

Você me faz rir, e tem total consciência que

é o meu preferido.

Eu amo você, meu bebê Brudder.

Prólogo

Srta. McBride,



Obrigada por seu pedido que Will Montgomery e o resto da equipe visitem seu hospital. Nossa organização recebe milhares de pedidos semelhantes a cada ano, e, infelizmente, o Sr. Montgomery é incapaz de cumprir todos os pedidos. Ele não está disponível no momento. Atenciosamente, Susan Jones

Relações Públicas, Organização de Futebol de Seattle

Legal.

Isso faz com que seja a quinta rejeição do indescritível Will Montgomery, nos últimos dois anos. Meus garotos vão se decepcionar novamente.



Eu limpo o e-mail da minha tela do telefone e jogo-o na minha bolsa, saio com meu carro e sigo para o Moinho Vermelho, o meu lugar favorito para conseguir um grande e suculento hambúrguer e batatas fritas.

Eu estou no final da fila, pensando no mais recente email, de uma longa série de pedidos rejeitados pela equipe de futebol profissional. Eu sou enfermeira Infantil no Seattle Hospital, e os meus adolescentes adorariam mais do que qualquer coisa, conhecer os seus heróis esportivos. Quando comecei com esta operação, imaginei que eles fossem aceitar facilmente. Tudo o que estou pedindo é um par de horas, eles não têm que passar a noite pelo amor de Deus.

Eu olho a minha direita, e sentada no meio do pequeno restaurante não está outra pessoa, senão a minha amiga de faculdade, Jules, e seu irmão, Will Filho da Puta Montgomery.

Calhorda!

Eu amo Jules. Ela, Natalie e eu éramos boas amigas na faculdade, por isso com certeza vou até lá dizer oi. Eu só gostaria de não ter que falar com aquele bundão arrogante do seu irmão neste processo.

Eu faço o meu pedido, e caminho até a minha amiga.

­Jules? ­ Eu a chamo, minha mão em seu ombro.

­Meg! ­ Ela imediatamente salta para cima e me puxa em um abraço caloroso. ­ Oh meu Deus, eu não te vejo há anos! Como você está?

Olho nervosamente para Will. ­ Eu estou indo muito bem, obrigada. É ótimo ver você. ­ Ela está ótima, como sempre, mas seus olhar está um pouco triste. Eu me pergunto o que está acontecendo...

­Will, esta é Megan McBride, uma amiga minha da faculdade. Meg, este é meu irmão, Will.

Will se levanta, seu corpo alto erguendo bem acima do meu, oferecendo sua mão.

Droga, eu tenho que cumprimentá­lo? Buscando bem no fundo, os costumes enraizados dentro de mim, eu aperto sua mão educadamente.

­Eu sei quem você é.

Ele apenas balança a cabeça e senta no seu lugar novamente.

­O que você tem feito? ­Ela me pergunta.

­Eu sou enfermeira-chefe do Hospital Infantil de Seattle na unidade de câncer. ­ Eu sorri para ela, conscientes dos olhos de Will em mim, correndo para cima e para baixo pelo meu corpo, sobre a minha folgada blusa branca ajustada com um cinto, e a legging preta e minhas botas de cowboy vermelhas. Ele me deixa nervosa.

­Isso é incrível! Bom para você, menina. Você ainda está cantando? ­Ela pergunta com um sorriso.

­Uh, não. ­Eu balanço minha cabeça e olho para baixo na mesa. ­ Não desde a faculdade.

­Você canta? ­ Will pergunta, as sobrancelhas erguidas.

­Ela tem uma voz fantástica. ­ Jules responde orgulhosamente. Jules sempre foi tão doce e sempre me apoiou.

­Obrigada, mas você sabe como a vida é. ­ eu respondo com um encolher de ombros ­ Ela nos ocupa com outras coisas, e acabamos deixando algumas coisas de lado.

E os melhores amigos nos deixam para trás, para começar sua própria banda.

Will e Jules trocaram um olhar, e de repente ela me lança a pergunta de supetão: ­ Você está casada?

Soltei uma gargalhada. Longe disso. ­ Claro que não.

­Posso pegar seu telefone? ­ Will pergunta sem rodeios. Idiota arrogante. Aposto que as mulheres caem em cima dele em todos os lugares que vai.

Eu estreito meus olhos, incapaz de esconder o meu desprezo por este homem. ­ Claro que não.

O queixo de Will cai, e então ele sorri, balançando a cabeça. ­ Desculpe-me?

­Eu acho que você ouviu. ­ eu respondo, em seguida, coloco a mão no ombro de Jules e forço um sorriso para minha amiga. ­ Foi ótimo ver você. Se cuida, garota.

­Você também, Meg.

Quando me viro para ir embora, eu ouço ele murmurar. ­ Que diabos foi isso?

Babaca.

Eu pego o saco marrom, com meu hambúrguer e batatas fritas para viagem, e saio do restaurante para voltar para casa e aproveitar minha única noite de descanso esta semana. Rezo para que eu não seja chamada ao trabalho.



Capítulo 1

­Para Nate e Jules. ­ Luke Williams levanta a taça de champanhe no ar e mantém um braço em torno de sua bela esposa, Natalie. Todos seguem o gesto, brindando ao casal feliz.

­Que o amor continue a crescer. Não desejamos nada especial, apenas toda a felicidade do mundo.

­Para Nate e Jules! ­ Os convidados repetem e saboreiam as suas bebidas pela comemoração. Nate McKenna, alto e moreno, e muito forte, dobra sua deslumbrante noiva loira em seus braços e a beija profundamente na frente de todos nós, em meio a assobios e aplausos, e Will Montgomery, irmão de Jules, grita:

­Arranjem um quarto!

Eu tomo um gole do meu champanhe cor-de-rosa, e olho ao redor da sala extravagante do Hotel Edgewater Olímpico. Pela centésima vez, eu me pergunto o que estou fazendo aqui.

Fiquei chocada ao receber o convite para a festa de noivado de Jules Montgomery.

Jules, Natalie e eu éramos inseparáveis na faculdade, mas acabamos perdemos contato, e foi ótimo este reencontro há alguns meses, mas eu certamente não estava esperando um convite para vir e me misturar com sua família e amigos íntimos.

Eu estou em uma sala com Luke Williams, pelo amor de Deus. A estrela de cinema.

O salão esta decorado em azul e branco, com simples buquês de flores brancas sobre as mesas, toalhas de mesa e guardanapos em branco e azul e alguns outros toques nesta cor. É incrivelmente elegante.

É completamente Jules.

É o começo de uma bela noite do verão, e não está muito escuro ainda, então nós temos uma incrível vista da Enseada Puget, o céu começou a mudar a cor de rosa e laranja, refletindo na água. As portas de vidro estão abertas, para os convidados entrarem e sairem à vontade, desfrutando da bela vista do final de verão da varanda, ou entrar e dançar.

­Meg, eu estou tão feliz que você veio. ­ Natalie bate no meu ombro e me puxa para um grande abraço. ­ Eu senti sua falta, garota.

­Eu também. ­ eu respondo, abraçando-a e, em seguida, me afasto para admirar a linda mulher na minha frente. ­Você está fantástica. Casamento e maternidade combinam com você, minha amiga.

E é verdade. Os olhos verdes de Natalie brilham com felicidade e contentamento, seu cabelo castanho escuro esta puxado para trás de seu rosto em ondas, e ela está usando um vestido preto sem mangas fantástico.

­Obrigada. Eu amei seu vestido. Seu estilo não mudou nada. ­ ela responde com um sorriso. Eu olho para o meu vestido prata pálido, sem alças, com a barra fluida, com sandálias de tiras prata nos pés.

­Não, muita coisa mudou. ­ eu respondo com um encolher de ombros.

­Exceto o seu cabelo, como de costume. ­ Natalie ri, apontando para o meu cabelo castanho avermelhado, com algumas mechas loiras, e eu rio com ela.

­Meu cabelo sempre muda, é difícil domesticar esta minha mania. As crianças se divertem, e bem, você sabe ... uma vez garota roqueira, sempre garota roqueira.

­Você sabe ­ sorri Natalie presunçosamente. ­ Eu ainda tenho as fotos que fizemos de você com sua guitarra, e nada mais.

­Oh Deus. ­ eu rio com a lembrança de brincar no estúdio de Natalie, na época da faculdade há anos atrás. ­Você pode queimá-las.

­Não, eu estou pensando que devíamos marcar uma nova sessão. Você não tinha isso naquela época. ­ ela aponta para a parte interna do meu braço e eu sigo o seu olhar para minha tatuagem na parte interna superior do meu braço.

­Talvez um dia.

­Então ...­ ela começa, mas é interrompida pela chegada do seu marido. ­ Oh, Meg, este é meu marido, Lucas. Luke, eu gostaria que você conhecesse uma velha amiga minha e de Jules, Megan McBride.

­Olá, Megan, prazer em conhecê­la. ­ Ele me oferece sua mão direita e eu sinto meu rosto corar um pouco, antes de colocar a minha mão na sua para cumprimentar. Mas em vez disso, ele levanta-a aos lábios e beija meus dedos.

­Hum, é bom conhecer você também, Luke.

Ele me dá o seu sorriso de estrela de cinema, o que é utilizado para aparecer em cada capa de revista no país, e depois pede licença, quando Caleb, outro dos irmãos de Jules o chama.

­Hum, Nat?

­Sim? ­ ela responde com um suspiro de satisfação.

­Você é casada com Luke Williams.

Ela ri e balança a cabeça. ­Eu sou.

­Como diabos isso aconteceu?

­É uma longa história. Eu vou te encher de vinho uma noite e te contar.

­Temos um encontro.

­Aí está você! ­ Jules exclama e envolve cada um dos seus braços em torno de nós, em um abraço em grupo. ­ Meg, estou tão feliz que você veio!

­Eu não perderia por nada. Embora, eu tenha ficado surpresa ao receber o convite.

­Você é minha amiga. Eu queria você aqui. ­ Jules sorri e observa o salão, até seus olhos encontrarem seu homem.

­Ele é muito bonito, Jules. E completamente apaixonado por você. ­ Eu murmuro e sigo o seu olhar.

­Sim, ele é. E é reciproco.

­Estou feliz por você. ­ Eu saboreio mais uma vez o delicioso champanhe.

­Obrigada. ­ Seu sorriso é largo, feliz, e verdadeiro, e eu estou tão feliz que ela encontrou sua cara metade. Eles ficam ótimos juntos.

­Quando é que vamos comer? ­ Will pergunta de uma mesa não muito longe da nossa.

Eu fiz o meu melhor para ignorar Will Montgomery, também conhecido como o babaca, quarterback do time de futebol. Eu consegui ignorar aquele arrogante a noite toda.

Eu consegui ficar fora de seu caminho e evitar qualquer conversa com ele, mas eu senti seus olhos em mim a noite toda, o que eu não entendo. Eu não sou, certamente, o tipo dele, e não é segredo que eu não estou interessada.

­O buffet está pronto para começar, senhorita Montgomery. ­ Uma loira, muito curvilínea caminha até Jules com um largo sorriso. ­ O jantar poderá ser servido, assim que você quiser.

­Perfeito, obrigada, Alecia. Tenha certeza que você e sua assistente jantem também.

­Oh, nós vamos. ­ Alecia ri e vai embora, consultando seu iPad.

­Deus, eu amo essa mulher. ­ Jules exala e apoia suas mãos em seu vestido de chiffon vermelho esvoaçante sem alças.

­Ela é incrível. ­ Nat concorda.

­Quem é ela? ­ Eu pergunto.

­Ela organiza festas. ­ responde Jules. ­ Eu a conheci quando organizei o chá de bebê da Nat alguns meses atrás. Ela também está organizando meu casamento. Ela é um gênio.

­Ela é a minha maldita heroina. ­ Will resmunga, e segue depois Alecia. ­ Eu estou morrendo de fome.

­Você está sempre morrendo de fome! ­ Jules exclama e dá uma gargalhada.

***


Como eu acabei na mesa de Will é um mistério para mim. Na verdade, eu estou sentada com todos os irmãos incrivelmente bonitos de Jules, uma mulher doce chamada Brynna, e a cunhada de Jules, Stacy, que é adorável e está muito grávida. Como, se fosse ter o bebê a qualquer momento.

Todo mundo está rindo, brincando uns com os outros, e todos eles parecem incríveis. Por que diabos eu não trouxe um acompanhante? O mais provável, é porque a última vez que fui a um encontro, um tsunami atingiu o Japão.

Patético.

­Então, Megan, o que você faz? ­ Matt, o irmão de Jules me pergunta.

­Eu sou enfermeira-chefe do Hospital Infantil de Seattle.

­Qual departamento? ­ Ele pergunta e corta o bife.

­Eu trabalho com adolescentes no andar de tratamento do câncer. ­ Eu dou uma mordida na batata assada e dou um gole do vinho. Eu vou precisar mais disso.

­Há quanto tempo você faz isso? ­ Matt pergunta e vejo Will fazer uma carranca. Qual diabos é o seu problema?

­Eu sou enfermeira há cerca de seis anos, nesta posição há dois.

Matt enche meu copo de vinho, e me oferece um sorriso amável e eu me vejo devolvendo.

­Você é jovem para ter um trabalho tão importante. ­ Will comenta gentilmente, mas eu reviro meus olhos e o ignoro, ganhando um olhar brilhante dele.

­Então, se Stacy entrar em trabalho de parto, você pode salvar o dia. ­ sugere Caleb e todos riem.

­Não, eu não sou uma enfermeira obstetra. Mas eu posso chamar uma ambulância. ­ eu respondo.

Stacy esfrega a barriga e sorri. ­ Está tudo bem, pessoal, ainda temos aproximadamente um mês para o grande evento.

Isaac se inclina e beija a bochecha de sua esposa, e sussurra algo no ouvido dela, fazendo­a sorrir.

Todos estes homens são absolutamente maravilhosos. Jules e o restante da sua família tem uma genética impressionante. Matt me serve mais um copo de vinho, e eu imediatamente tomo um gole, empurrando meu prato de lado. Estou muito nervosa para comer de qualquer maneira.

No meio de uma conversa com Stacy, eu percebo que estou começando a sentir uma leve pontada de dor de cabeça, então eu me desculpo, e me levanto para ir até o banheiro, para pressionar um pano frio na minha testa e repassar meu gloss.

­Meg, espere.

Merda.

Tento entrar rapidamente no banheiro feminino, mas ele apenas me segue e tranca a porta.



­O que diabos você está fazendo? ­ Eu lhe pergunto com uma sobrancelha levantada.

­Você não gosta muito de mim, não é? ­ Ele se inclina em sua elevada altura de 1,94m contra a porta e cruza os braços sobre o peito. Ele tirou o largo paletó há um tempo atrás, deixando-o apenas com a camisa rosa, que parece surpreendentemente sexy nele, sem gravata e calças pretas. As mangas estão arregaçadas, mostrando antebraços musculosos. Seu cabelo loiro escuro está comprido demais e bagunçado, e seus olhos azuis estão correndo para cima e para baixo pelo meu corpo, antes de pousar no meu rosto.

­Eu não te conheço bem o suficiente, para gostar ou não gostar de você.

­Você esta mentindo. ­ diz ele calmamente.

­Isso não importa. ­ Eu dou de ombros e volto para a pia para lavar as mãos e aplicar meu gloss, sem os olhos de Will me deixarem.

­O que foi? ­Eu pergunto e me viro.

­Por que você não me diz o que eu fiz para te chatear, para que eu possa ir em frente e me desculpar com você?

Comecei a rir, fazendo-o franzir o cenho, o que me fez rir ainda mais.

­Você realmente é um idiota arrogante, não é?

­Não, eu não sou. ­ Ele está muito sério, não achando esta situação nem um pouco engraçada.

­Sim, você é. Eu não quero que você se desculpe comigo.

Ele dá de ombros como se o que eu quisesse não alterasse em nada sua determinação.

­Eu não sou um cretino, Meg. O que eu fiz para te ofender tanto?

Eu paro de rir e limpo a minha garganta, e então fico um momento realmente apenas olhando para ele. Ele parece sincero. Mas eu nunca vou conseguir esquecer os olhares de desapontamento dos meus pacientes da minha cabeça.

­Isso não importa. ­ eu repito.

Will se afasta da porta e caminha em minha direção, me prendendo contra o balcão do banheiro, com as mãos descansando sobre o granito, uma mão de cada lado do meu quadril. Ele não me toca, mas se abaixa e seu nariz esta apenas á 12 centímetros do meu.

­Eu faço questão. ­ murmura.

­Por quê? ­ Meu coração simplesmente acelerou na velocidade máxima e, oh, Deus, ele cheira tão bem. Eu estou culpando a confusão em minha cabeça pelo excesso de vinho, que eu consumi sem comer quase nada.

­Eu preciso que você me diga o que eu fiz para te chatear tanto, para que eu possa me desculpar. ­ Ele se afasta, apenas alguns centímetros, e seus olhos viajam pelo meu corpo. Eu posso sentir o calor do seu olhar, e eu sinto minha pele quente. Seus olhos viajam de volta para o meu rosto e ele me encara com seu olhar azul quente.

­Você está maravilhosa neste vestido, com seu cabelo encaracolado e todo bagunçado em torno de seu lindo rosto.

­Hum... ­ Qual foi a pergunta?

­Diga-me. ­ Ele insiste.

­Dizer o quê? ­ Eu sussurro.

Ele sorri e sussurra de volta. ­O que eu fiz para te chatear, Meg?

­Eu tenho enviado repetidas mensagens ao seu departamento de Relações Públicas nos últimos dois anos, pedindo que você e sua equipe venham visitar as crianças. A cada pedido recebi uma resposta negando, dizendo que você não está interessado.

Ele franze a testa ligeiramente e balança a cabeça. ­Eu nunca recebi nada do RP sobre ir ao departamento infantil do hospital.

­Certo. ­ eu respondo com sarcasmo e tento me afastar, para não sentir seu cheiro almiscarado. Ele está fazendo coisas comigo, tipo querer lamber seu pescoço.

­Eu não estou mentindo. Eles passam um monte de pedidos para mim. Esse nunca foi passado.

Oh.

Bem, Que merda.



­Por que você simplesmente não pediu para Jules falar comigo sobre isso? Ou pediu meu número para ela?

­Certo. ­ eu inalo seu perfume. ­ Primeiro, ela é minha amiga e eu não vou usá­la para coisas como essa e, segundo, por que eu iria te ligar? Eu nem conheço você.

Will sorri suavemente e levanta a mão até o meu rosto, segurando meu queixo para cima com o dedo indicador, me fazendo olhar nos olhos dele. Ele é tão alto, mas agora ele está se inclinando sobre mim. Seus olhos azuis brilhantes olhando eu lamber meus lábios, e quando eu mordo o lábio inferior, ele inala bruscamente e encara meus olhos escuros.

Sua mão segura levemente meu queixo, enquanto a outra acaricia meu cabelo, e eu estou apenas perdida com aqueles olhos. Não posso me mover. Eu deveria empurrá-lo. Eu não faço isso. Eu não deixo homens estranhos me tocarem em banheiros públicos, enquanto a sua família inteira está lá fora conversando, rindo e comendo.

Mas eu não posso desviar o olhar. Ele abaixa o rosto até o meu, passa seus lábios levemente sobre os meus, sempre muito gentil, e sorri para mim daquela maneira arrogante que ele é conhecido, e então aprofunda o beijo, enterrando suas mãos no meu cabelo, segurando meu rosto para que ele possa mover sua boca contra a minha.

Puta merda, ele é bom nessa coisa de beijar. Seus lábios são macios, firmes, e que de alguma forma faz todo o sentido para mim. Seus lábios se movem com precisão e propósito sobre os meus. Eu solto um gemido, e meus braços envolvem sua cintura, e Will geme contra mim, e de repente este beijo se transforma não mais em um desejo, mas uma necessidade.

Sua língua invade minha boca, girando e dançando contra a minha. Eu me aproximo mais, meus braços em volta de seu pescoço e torço meus dedos em seu cabelo macio e glorioso, praticamente subindo nele, tentando me aproximar.

Finalmente, ele segura minha bunda em suas mãos grandes e me levanta. Minhas pernas envolvem sua cintura, e antes que eu perceba, meu corpo esta apoiados contra a porta, Will me segurando firmemente no lugar, e ainda está beijando a merda fora de mim.

Puta merda, esse homem sabe beijar.

­Deus, você é um doce. ­ ele murmura e dá vários beijos do meu queixo até minha orelha, chegando até o meu pescoço. ­ Nós poderíamos ter um monte de diversão juntos, baby.

Baby? E, assim como se alguém tivesse me jogado um balde de água fria, meus sentidos retornam. Estou prestes a transar em um banheiro público ­ ew! ­ Com Will Montgomery.

Não!


­Pare! ­ eu exijo, minha voz firme.

Capítulo 2

­Você não quer que eu pare.

Ele empurra sua pélvis contra meu centro, e eu mordo o lábio para segurar o gemido que quer sair da minha garganta.

­Eu disse para parar, Will.

Ele se afasta para trás, e me olha nos olhos, ofegante, seus olhos se estreitando. Ele balança a cabeça, como se estivesse tentando clarear a mente, e me coloca sob meus pés novamente. Meus joelhos fracos quase me derrubam, e ele me estabiliza, com as mãos sobre meus ombros.

­O que há de errado? ­ Pergunta ele.

­Eu não vou fazer isso com você. Nunca.

Ele dá um passo para trás, corre aquelas mãos fantásticas pelo seu cabelo, respira fundo e aperta os olhos fechados. ­ Ok.­ Ele engole em seco. ­ Eu sinto muito. Eu pensei que você estivesse interessada.

­Vamos esclarecer uma coisa agora. Eu não sou uma maria­chuteira estúpida e desesperada, que está morrendo de vontade de entrar em suas calças, e eu não sou sua baby.

Deus, eu odeio ser chamado assim.

­Peço desculpas novamente, pelo mal­entendido a respeito da minha Relações Públicas, e por isso. ­ Sua voz é firme agora, sua respiração sob controle e ele enfia as mãos nos bolsos.

Uau, ele é bonito. Eu passo a língua pelos meus lábios, ainda saboreando ele em mim.

­Se você se afastar, eu vou deixá-la sozinha. ­ De repente eu odeio essa frieza educada que estamos nos tratando. Eu gostaria que ele me pegasse em seus braços novamente, e me beijasse, e meu ódio por ele agora, já não é tão grande.

Talvez ele não seja tão mau como eu pensava, mas ele não é para mim.

Eu rapidamente saio do seu caminho, e ele abre a porta do banheiro. Antes de sair, ele olha para mim e me oferece um meio sorriso, uma piscadinha, e me deixa em paz.

Meus olhos encontram meu reflexo no espelho. Meus olhos estão um pouco vidrados com o excesso de vinho e luxúria. Meu cabelo esta um pouco confuso, mas eu sempre estou com ele assim, então não é nada demais.

Além de meu gloss ter sido tirado com o beijo, eu continuo igual quando entrei aqui.

Então, por que sinto que tudo está prestes a mudar?

***


­Ok, o que vamos beber agora? ­ Eu pergunto e olho ao redor da mesa para as minhas amigas e os seus homens. Os seus pais foram embora há algumas horas, e resta apenas Jules e Nate, Natalie e Lucas, Stacy e Isaac, Brynna, Matt, Caleb e Will. Todos os outros convidados foram para casa, deixando apenas nós onze para beber, rir e conversar.

Eu não tive tanta diversão em um longo tempo. Se eu beber apenas mais esta dose, eu conseguiria esquecer minha escapada no banheiro com Will.

Talvez.

Provavelmente não.



Falando de Will, ele continua me olhando, bebendo uma cerveja, quieto. Mas eu o ignoro e levanto outra dose de tequila no ar. Até agora, o assunto foram bebês, rock and roll, tatuagens, compras, e compras novamente.

­Aqui está, aos orgasmos, e aos três que eu vou ter hoje à noite! ­ Natalie exclama, ganhando acessos de risos do resto de nós meninas, enquanto os meninos ­ todos, exceto Lucas ­ resmungam.

­Aos orgasmos! ­ Todas nós concordamos e viramos o copo. Eu parei de usar as rodelas de limão e sal três doses atrás. Eu olho para Will, que está agora em uma conversa profunda com seu irmão Caleb, e apesar de meu estado, claramente bêbada, minhas coxas apertam apenas com a visão dele.

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