Páginas 12-13 não conseguia possuir abelha



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Páginas 12-13

3.1. não conseguia possuir abelhas.

3.2. quem as tinha guardava-as só para si.
Páginas 14-15

3.3. às atitudes do pai.

3.4. no cimo de uma encosta.

3.5. o narrador estranhou a roupa do velho.

3.6. num frasco, dentro de uma caixa.

3.7. o mel com o sol.

4. «A minha doçura é o mel» (l. 40)

5. ir ver as abelhas / ir buscar as abelhas (ou semelhante).

6. A paixão de meu pai

1. Retirou / Tirou.

2. jovem / moço / rapaz / menino / miúdo; claras.

3. a) estava / queria / ter; b) pai; c) o; d) enxames; e) impaciente.

4. tinha mantas e cobertores.

5. preguiça, preguiceiro, preguiçar.

6. 2; 4; 3; 1; 1.

7. -os.
Páginas 16-17

8. Texto-exemplo:

Com o enxame que o velho Paulino lhe tinha dado, o meu pai passava os fins de semana no quintal em frente à colmeia, a ver entrar e sair as abelhas. Às vezes, chegava mesmo a entrar em hipnose. No entanto, quando entrava na cozinha ao fim do dia, dizia que tinha estado a trabalhar o dia todo. Na verdade, as abelhas dão o maior trabalho na altura de tirar o mel. É preciso esforço e inteligência. A minha mãe dizia-lhe:

– Ó homem, vai chamar o tio Paulino, que ele mostra-te como se faz.

– Eu sei como se faz – respondia secamente o meu pai.

– Sabes, como?

– Li nos livros.

– Mas tens de reconhecer que o tio Paulino tem mais experiência.

– Não te preocupes, vai correr tudo bem – assegurava o meu pai. E a conversa acabava ali.

No dia de retirar o mel pela primeira vez, o meu pai vestiu o fato de apicultor, reuniu os instrumentos necessários e avançou para o quintal. Passados uns minutos, vimo-lo a correr pelo monte afora a enxotar as abelhas da cabeça.

Já só o voltei a ver ao outro dia no hospital, todo inchado nas bochechas. Mas não lhe serviu de emenda e hoje tem a maior produção de mel do país.



1.1. Índice geral, índice de conteúdos e índice de autores.

1.2. Unidade I: Textos diversos; Capítulos: 1. Texto descritivo/retrato; 2. Texto narrativo; 3. Carta e entrevista; 4. Notícia, sumário e anúncio publicitário; 5. Dicionário e enciclopédia.

Unidade II: Texto poético; Capítulo: 6. Versos diversos.

Unidade III: Texto dramático; Capítulo: 7. Em palco.

Unidade IV: Texto narrativo; Capítulos: 8. Fábulas de Esopo; 9. Lenda e conto; 10. Texto narrativo de autor.

1.3. Unidade; autoavaliação.

1.4. Minigramática.

Páginas 18-19

1.1. Enumera.

1.2. Justifica.

1.3. Ordena.

1.4. Delimita.

1.5. Identifica.
Páginas 20-21

• iluminado;

• antes; quebras;

• primeiro;

concentrado; distrair-se;

• dúvidas; esclarecimentos;

• diariamente;

• antecedência.


Páginas 24-25

1. (a) XIX; (b) normal; (c) calado; (d) envergonhado; (e) sossegado; (a ordem de registo dos adjetivos pode ser outra); (f) duas; (g) cérebro; (h) pensador.

2. b.

2.1. «Era gorducho e rosado, com um cabelo preto e espesso.»

3. a) preocupação; b) vergonha; c) sossego; d) cerebral.

3.1. Adjetivo.

3.2. Nome.

4. veio; havia; distinguisse; Era; Era; andavam; pensando; havia; chegaram; levar; fala; explicaram; disseram; estava; continuaram; estar; levaram; será; havia; perguntaram; encontrou; Era; ser; era; Era.

4.1. Ser e estar.

4.2. Estados.

5. Conduzir os alunos no sentido de optarem por 5.2.
Páginas 26-27

1.

1.ª parte: «Há mais de 200 anos, (…) aqui está a sua história.»; 2.ª parte: «Um dia, chegou a casa de Mozart, (…) fatos chiques que Mozart usava.»

1.1.

1.ª parte – b); 2.ª parte – b).

2.1. há mais de dois séculos.

2.2. três instrumentos até aos oito anos.

2.3. não queria que o seu filho passasse despercebido.

3. «Viena era uma cidade mágica (…) capital da música e arte.»

3.1. a) Viena era a cidade onde havia os concertos mais importantes e outras manifestações artísticas. b) Viena tinha monumentos importantes, como palácios, castelos e igrejas imponentes.

4. esplendorosas, especiais, elegantes, caras.

4.1. Orgulhoso.

5.1. Fagote.

5.2. Refúgio, lugar de sonho; mundo pessoal.
Páginas 28-29

1. Informações importantes: a); c); f).

Informações menos importantes: b); d); e).



1.1. c).

1.2. Retrato.

1.2.1. É um retrato, pois apresenta os traços físicos e psicológicos da pintora.

2. 1. poliomielite; 2. nove meses;

2.1. inventou um amigo imaginário.

3. a perna ficou fraca e magra.

3.1. jogava futebol, lutava, treinava boxe, natação.

3.2. gozavam com ela.

3.3. passou a usar calças, vestidos compridos e saias, usava três ou quatro pares de meias e um sapato especial.

3. a) curiosa e enérgica; b) imaginativa; c) moderna; d) determinada e corajosa.

3.1. Texto-exemplo:

Frida foi uma lutadora pois nunca desistiu de fazer o que queria, mesmo apesar da sua limitação física. Na verdade, durante a sua longa convalescença, Frida teve ânimo e imaginação suficiente para desenvolver uma estratégia (um amigo imaginário) que a ajudasse a suportar a solidão. Depois, como a poliomielite deixou sequelas, Frida praticou intensamente desporto para fortalecer os músculos da perna afetada. Ao mesmo tempo, não admitia que a ridicularizassem apenas por ser fisicamente diferente.


Páginas 30-31

4. pudemos; pintora; pintura; podemos; todo; Tudo; futebol; fotografias.

5.1. O aluno deve:

– identificar cada situação;

– identificar os elementos que compõem cada uma dessas situações;

– agrupar as imagens em função da situação positiva/negativa que refletem.



6. a) ser; b) ser; c) ir; d) ser.

6.1. Pretérito perfeito do indicativo.

7.3. Resposta pessoal.

7.3.1. Texto-exemplo:

Na imagem 1 vemos um rapaz sozinho, triste, a olhar para o chão, afastado de um grupo de colegas que está atrás de si, mas não o suficiente que o impeça de ouvir a conversa que estes estão a ter. Possivelmente, os colegas estão a comentar alguma coisa a respeito do rapaz.

Na imagem 2, há dois meninos que estão a rir-se e a apontar para uma colega que está no chão, envergonhada e em atitude de defesa.

A imagem 3 representa um grupo de amigos que sorriem e se abraçam, com confiança uns nos outros, alegria e descontração.



7.3.2. Resposta pessoal.
Páginas 32-33

1.1. b).

2. e 2.1. a) A neta descreve a sua avó em duas épocas diferentes.; b) A avó começa a contar a história do lagarto.; c) A avó confessa a malvadez que fizeram ao lagarto.; d) A avó conta que foram perseguidos pelo lagarto. e) A avó quer saber se realmente os lagartos conseguem rir.
Páginas 34-35

3. a) Acessória; b) Acessória; c) Essencial; d) Acessória; e) Essencial; f) Essencial; g) Acessória.

4. Avó-menina: de tranças com grandes dentes. Avó-velhinha: um pouco gorda e corcunda.

5. vivaça: sente-se como se tivesse 10 ou 20 anos; faladora: interrompe o visionamento do programa para contar a sua história; curiosa: quer saber se cientificamente está provado que os lagartos emitem um som semelhante ao do riso.

6. Não. Podiam ter ferido o animal, além de que o atormentaram.

7. Perseguiu-os.

7.1. Sim, pois ele tinha de dar uma lição aos miúdos. / Não, porque não é bom ser-se vingativo.

8. Devia haver mais canais científicos, porque há pessoas que não puderam estudar e assim ficam a saber coisas interessantes. / Devia haver mais canais de entretenimento pois as pessoas chegam a casa depois do trabalho e querem descontrair-se.

9. Respostas possíveis:

a) Vivia, ficava, faziam.

b) Topámos, estivemos, decidimos.

9.1. Porque toda a narrativa relata eventos passados.
Páginas 36-37

1.2. Presente do indicativo, pretérito perfeito e pretérito imperfeito do indicativo.

2. a) passada; b) invulgar; c) eficaz; d) famosa; e) nome próprio; f) família.

3. a) adolescente: adjetivo; adolescência: nome. b) uso: nome; usar: verbo. c) invocou: verbo; invocação: nome. d) acertou: verbo; certinhos: adjetivo. e) ofensiva: adjetivo; ofensa: nome. f) adorável: adjetivo; adora: verbo.
Páginas 38-39

4. a) Ninguém se lembra já do verdadeiro nome do “Aparelho”. b) Naquele tempo, quase ninguém usava aparelhos dentários. c) Quando os amigos do “Aparelho” se querem referir a ele, usam essa alcunha. d) Os dentes do rapaz pareciam postiços porque ficaram muito certinhos. e) Excetuando o problema dos dentes, o “Aparelho” teve sempre uma vida normal.

5.1. Da Nazaré.

5.2. Zé Paleco.

5.3. Presidente da Junta.

5.4. Não sabem quem é.

5.5. Acha normal.

5.6. Para além da de Zé Paleco, António dos Amendoins, Siga a Dança, Canhoto, Tonha Aí.

7.1. Nas duas situações, as alcunhas estão relacionadas com um comportamento ou episódio da vida dos desportistas. No primeiro caso, como o jogador, quando era mais novo, era muito magro, as meias estavam-lhe sempre a cair, pois as suas pernas eram magras como taliscas, ou seja, lascas de madeira. No segundo caso, o ciclista, provavelmente, recebeu a alcunha de Faísca porque era o mais rápido corredor de bicicleta da sua época, tendo ganhado duas Voltas a Portugal. Era, portanto, rápido como um raio ou faísca.
Páginas 40-41

1.1. Três parágrafos.

1.2. Segmentar ideias, tópicos.

2.1. na sua infância.

2.2. uma vestimenta.

2.3. foi comprada a outra família que lá morou antes.

2.4. é desconhecida.

2.5. põe-se a imaginar que é um super-herói.

2.1. na sua infância.

2.2. uma vestimenta.

2.3. foi comprada a outra família que lá morou antes.

2.4. é conhecida de todos.

2.5. põe-se a imaginar que é um super-herói.
Páginas 42-43

3. a) bisbilhotar; b) lustroso; c) austero; d) fragmentos; e) perpetuar; f) inofensiva.

4. o aluno deve transcrever o início e o fim de cada parágrafo.

4.1. Respostas possíveis:

Parte 1: O narrador diz que vai explicar quando é que passou a achar que era um ser de outro planeta.

Parte 2: O narrador diz que encontrou a camisola de origem desconhecida na cave.

Parte 3: O narrador explica a origem fantástica da camisola, à luz a sua imaginação fértil.



5.1. Curioso, atrevido, destemido, temerário, criativo, imaginativo.

5.2. Era uma camisola de adulto, de lã, verde, lustrosa, esburacada, quente e áspera; à frente, tinha um relâmpago feito de uma espécie de cetim.

5.2.1. Como era um rapaz muito imaginativo, achou a camisola fantástica, por ser tão velha e fora do vulgar.

5.3. O pai põe a hipótese de a camisola ter pertencido a um jogador de futebol ou hóquei e que fora deixada ali, por esquecimento, pelos antigos donos da casa.

5.4. a) Rei Volton. b) Eletrão. c) Explodiu. d) Perpetuar os poderes e o credo de Eletrão.

7.1. O “chapéu” tem, numa aba, uma reentrância em forma de meia-lua (trata-se do espaço para o cliente do barbeiro colocar o pescoço).

8.1. a) Caráter: muito imaginativo; b) Objeto: camisola, “capacete”.

9.1. Texto-exemplo:

Ambas as personagens – rapaz e D. Quixote – são muito imaginativas, acreditando piamente na realidade que eles próprios inventam. Nesta medida, o Rapaz Relâmpago apodera-se de uma camisola velha encontrada do sótão e que, na sua imaginação era, nada mais, nada menos, do que um fato especial vindo de outro planeta. Por outro lado, D. Quixote vê na bacia do barbeiro um capacete mágico, que dava poderes extraordinários a quem o usasse.


Páginas 44-45

1.1. China.

1.2. Texto-exemplo:

Na imagem 1, vemos dois objetos ornamentais de cerâmica. Trata-se de dois leões em posição simétrica. Pelo estado de conservação em que se encontram, aparentam ser duas peças muito antigas.

Na imagem 2, temos uma caixa octogonal vermelha escura, trabalhada em todas as suas faces e com uma pega superior.

A imagem 3 é o desenho de um dragão colorido, em movimentos contorcidos, com a língua de fora e um olhar muito vivo.



2. Positivo.

3. 2, 3, 1.

4. A → 4; B → 2; C → 5.
Páginas 46-47

5. a) algo; b) imaginei; c) que; d) contemplei.

7. Horizontais: 1. repleto; 2. vitrina; 3. reverente; 4. deslumbrar.

Verticais: 5. secreto; 6. encantar.



8. F: Só a senhora que está de visita o diz. Não há mais nenhuma pessoa referida no texto que também o diga.; F: A mãe sabia desse gosto.; V; V; V.

9. (a) secreto. (b) longínquo. (c) deslumbrante.

10. É aconselhável os alunos lerem as perguntas antes de ouvirem o áudio.

10.1. Levar as pessoas a ver o filme.

10.2. Crianças.

10.3. Mulan.

10.4. É uma guerreira bem-sucedida, pois derrotou os hunos.

11.1. Da lenda contada na “Balada de Mulan”.

11.2. Para livrar o pai, já velho, da guerra.

11.3. Era uma mulher e os exércitos só admitiam homens.

11.4. Valente: «A sua valentia valeu-lhe vários prémios e condecorações».
Páginas 48-49

1. a) Da escrita de cartas. b) Para dizer as várias componentes e tipos de cartas.

1.1. (a) responder a um anúncio; apresentar uma reclamação. (b) formal. (c) dizer uma coisa a alguém; pedir informação. (d) informal.

3. Mozart.

3.1. Ciao.

3.2. No canto superior direito.

3.3.1000 saudações deste pequeno ignorante – com a maior consideração,

3.4. Porque da a conhecer ao destinatário pequenos acontecimentos da sua vida pessoal.

4. Positivos.

4.1. Muito enriquecedora.

4.2. admiração; elogio; apreço.

5. Resposta possível:

Devemos imitar, pois é seguindo o exemplo daqueles que conseguem fazer coisas interessante que nós nos tornamos pessoas melhores e criamos um mundo melhor para todos.


Páginas 50-51

6.1. Texto-exemplo:

Mira-Sintra, 16 de junho de 2009

Olá!

Tudo bem?



Gostámos muito de receber a tua carta e de saber como é o vosso dia a dia aí em Luanda. Como sabes, a nossa escola fica em Mira-Sintra, em Lisboa, e temos aqui muitos colegas que não nasceram em Portugal. Vieram de São Tomé, Cabo Verde, Guiné, mas também Índia, Paquistão ou China. É uma escola multicultural!

Eu também gosto muito de estudar, mas às vezes também me dá alguma preguiça, sobretudo nos dias de chuva e frio. Os nossos professores são simpáticos e gostam de nos ajudar nas tarefas mais difíceis.

Envio, como pedes, fotos da nossa turma. Algumas são bem divertidas!

Era bom que vocês pudessem vir cá um dia. Assim, poderíamos conhecer-nos melhor e fazer muitas brincadeiras. Talvez um dia, quem sabe…

Desejo-te muitas felicidades, para ti, para os teus amigos e família.

Beijinhos.



7.1. Para incentivar os alunos a escrever cartas.

8. “As pessoas devem continuar a escrever cartas e não apenas e-mails”.

Posição a favor – argumentos possíveis:

1. Os nossos antepassados deixaram-nos cartas e hoje sabemos como foi o seu tipo de vida; se nós deixarmos de escrever cartas, as gerações futuras nunca saberão como foi a nossa vida.

2. A carta é algo mais pessoal: na carta mostramos a nossa caligrafia e até podemos inserir pequenos desenhos.

Posição contra – argumentos possíveis:

1. O e-mail é mais rápido; as pessoas hoje não têm tempo para escrever à mão nem para irem aos Correios.

2. O e-mail é gratuito, ao passo que o envio da carta tem, em geral, de ser pago.

1. a) Porque há alguém que faz perguntas e há alguém que responde; b) Entrevistador e entrevistado; c) Para uma pessoa (entrevistado) explicar um problema ou assunto que conhece bem.
Páginas 52-53

3. a) F: Elisabete Jacinto e a entrevistada; b) V; c) V; d) F: Elisabete Jacinto apenas diz que as mulheres têm mérito quando conseguem atingir lugares de destaque; e) V; f) F: Elisabete Jacinto aprendeu com os seus próprios erros; g) V.

4.1. Perguntas possíveis:

a) Qual a sua expectativa para os Jogos Olímpicos? b) Qual é o seu maior receio?

5. Perguntas possíveis:

(a) Quando é que começou a praticar desporto? (b) Quando é que ganhou a sua primeira medalha? (c) Ingressou no Sport Lisboa e Benfica porquê? (d) Onde e que as coisas lhe correram pior?

5.1. Quando, porquê, onde.
Páginas 54-55

6. Perguntas possíveis:

1. Como surgiu a ideia de fazer este livro?

2. Quem é o ilustrador?

3. As experiências pessoais que conta no livro são reais ou ficcionais?

4. Qual foi a reação dos seus colegas ao verem-se retratados no livro?

7. (a) taça; (b) pressão; (c) esperança; (d) pressão; (e) cabeça; (f) passado.

7.2. (a) -ss-/-c-; (b) -c-/-ss-; (c) -s-.

8. estágio; música; clássica; lúdica; mágico; técnicas; sério; experiência; única.

8.1. acento.
Páginas 56-57

1. a) Factos reais, recentes, importantes. b) Clara e direta; uso da 3.a pessoa. c) Apelativo, interessante e informativo ao mesmo tempo.

1.1. a) factual. b) recente. c) apelativo.

1.2. c)

2.1. Um agente da GNR.

2.2. Uma cidadã estrangeira.

2.3. De madrugada.

2.4. Em Quarteira.

3. Primeiro.

3.1. Lead.

4.1. Por telefone; 2.º parágrafo.

4.2. O polícia lançou-se ao mar e resgatou a mulher; 3.º parágrafo.

4.3. Um popular; 4.º parágrafo.

4.4. Foi levada para o Centro de Saúde de Loulé; 3.º parágrafo.

4.5. Não se sabem as razões; 5.º parágrafo.

5. Corpo da notícia.
Páginas 58-59

1. c).

3. esta historia e fictícia (a história nunca aconteceu).

4. um filme de cinema.

5. a) atriz; b) ator; c) personagem; d) personagem.

5.1. Nanny McPhee.

5.1.1. É o nome da personagem que dá o nome ao filme, que é o grau máximo de destaque que se pode dar a uma personagem.

6.

• A má-educação dos filhos do Mr. Brown.

• A tia Adelaide, que quer obrigar o Mr. Brown a casar-se.

• A tia Adelaide, que quer levar uma das crianças consigo.


Páginas 60-61

8. 1.º parágrafo: “Emma Thompson interpreta uma ama (…) fazer o mesmo com esta.”

2.º parágrafo: “A influência da recém-chegada (…) aprendem a amar.”



8.1. 3.º parágrafo (resultante da bipartição do 2.º parágrafo) : “À medida que o comportamento dos pequenos (…) aprendem a amar”.

8.2. Este 3.º parágrafo já inclui informação conducente ao desfecho do enredo.

9. a) “procura educar os seus terrivelmente mal-educados filhos (…)”; “se Mr. Brown não se casar dentro de um mês”; b) “recentemente viúvo”; c) “primogénito, Simon”; d) “lideradas”; e) “livrar-se de 17 amas”; f) “comportamento dos pequenos começa a melhorar”.

10.1. (a) extravagante, velha, sofisticada, feia; (b) bonita, elegante, simples, jovem; (c) convencida; (d) modesta.

Nota: os adjetivos de a) e b) podem ser referenciados por outra ordem.



10.2. Com Evangeline, porque ela tem características positivas, tanto físicas, como psicológicas.

11.1. Texto-exemplo:

Para alguns, a aparência mostra o que as pessoas são, porque consideram que a maneira de agir e pensar vai determinar a sua postura, maneira de se pentear e vestir e também porque culturalmente é essa a mensagem que é transmitida.



Porém, há quem considere que a aparência não tem nada a ver com a maneira como as pessoas são, porque a maneira de vestir depende simplesmente do poder económico da pessoa e também porque os traços físicos são características próprias com que uma pessoa nasce e que se mantêm ao longo da vida, ao passo que o caráter pode ser alterado (a pessoa má pode tornar-se gentil e vice-versa).

12.1. Primeira razão: dobrar uma atriz, e não um desenho animado. Segunda razão: dobrar uma atriz que Lúcia Moniz admira muito.
Páginas 62-63

14.1. Adjetivo.

14.2. Textos descritivos

15. Coluna A: bonita, simples, modesta, jovem. Coluna B: feia, sofisticada, convencida, velha.

16. estranha, desagradável, doce, enigmática.

17. (a) eficaz; (b) desobedientes; (c) mandona; (d) feliz.
Páginas 64-65

1. (a) Uso da lógica e do raciocínio. (b) Uso da lógica e do raciocínio. (c) Uso de pessoas célebres. (d) Uso das emoções e valores (e da lógica e do raciocínio).

2. Cartaz a: “poupe”; “ganhe”. Cartaz b: “alinhe”. Cartaz d: “traga”.
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