Passam 180 anos



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PASSAM 180 ANOS...

 

(assinatura de Manoel Agostinho de Madeira Torres em documento da época)

Nascido em 21 de Novembro de 1771, na freguesia de S. Pedro (Torres Vedras), MANOEL AGOSTINHO MADEIRA TORRES faleceu na sua casa da Rua dos Canos (hoje Rua Mouzinho da Silveira) a 27 de Janeiro de 1836.

Tópicos Biográficos:

Viveu na Quinta das Fontainhas com a família até ingressar na Universidade de Coimbra, em 1789.

Licenciado em Direito Canónico (1795) dará aulas, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra , entre os anos de 1795 e 1797.

Em 13 de Novembro de 1797 recebeu o priorado da igreja de Stª Maria do Castelo que exercerá até à suspensão de funções em 1834.

Durante as invasões francesas, particularmente a de 1808, desempenhou papel de relevo procurando minimizar as dificuldades dos habitantes da vila. Será, mais tarde, encarregado de registar os estragos, feitos pelas tropas de Junot, nas igrejas e conventos da região.

Em 1821, é um dos cem deputados eleitos para as Cortes Gerais e Extraordinárias Constituintes da Nação Portuguesa, nascidas da Revolução Liberal de 1820. Por motivos de saúde pede escusa do cargo, retirando-se para a sua casa de Torres Vedras.



PATRONO DA ESCOLA

Dedicou o seu saber e experiência ao estudo da realidade concelhia torriense, consultando fontes documentais do seu tempo, arquivos camarários e outros, o que lhe permitiu elaborar a sua obra de referência - Descripçao Historica e Economica da Villa e Termo de Torres Vedras - ainda hoje base dos estudos  de história local.



Pela sua faceta de historiador local, e homem de cultura,  foi escolhido para patrono da Escola Secundária, que assim faz perdurar a  memória desde 1987.

OFICINA DE HISTÓRIA 2015/16


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