Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais que outros



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Pressclipping em 27.julho.2015

" Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais que outros ".

(George Orwell. - A Revolução dos Bichos, Companhia das Letras, 2007).

Bafômetro Maconheiro: uma inusitada criação do Canadá

O produto está em fase de testes, e, por enquanto, não há previsão de entrada no mercado

Publicado por Fátima Burégio - 1 semana atrás

Já viu de tudo? Veja mais esta: uma empresa canadense desenvolveu um bafômetro que detecta se determinada pessoa fez uso ou não da maconha e anuncia até a quantidade ingerida. O processo está em fase de testes e é certeza de muita resistência e inquietações.

Pronto. Está aí um assunto para ser trazido à tona nas rodas de bate papos neste final de semana: você é contra ou a favor do "Bafômetro Maconheiro"?

O Diário de Pernambuco anunciou nesta manhã:

O bafômetro é o terror de quem bebe antes de dirigir. Agora, até a quantidade de maconha presente no organismo dos motoristas poderá ser detectada. A empresa canadense Cannabix Technologies está desenvolvendo uma versão do aparelho capaz de cumprir essa função. O produto está em fase de testes, mas ainda não há previsão para ser comercializado.

A ideia é utilizá-lo inicialmente na polícia rodoviária norte-americana. O National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), órgão responsável pela segurança viária nos Estados Unidos, publicou artigo afirmando que a maconha prejudica habilidades psicomotoras e a função cognitiva do indivíduo. No entanto, ainda não se sabe a quantidade exata da substância capaz de afetar o desempenho do condutor.

Alguns estados nos EUA não toleram o uso da maconha pelos motoristas, enquanto outros, como Montana e Washington, já estabeleceram um limite de cinco nanogramas por mililitro no organismo.



Taxa de juros do Fies sobe de 3,4% para 6,5% ao ano
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:34 hs.




24/07/2015 - Brasília (AE) - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem a elevação das taxas de juros do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). A partir de agora, novos contratos de estudantes que aderirem ao programa terão as taxas efetivas aumentadas de 3,4% ao ano para 6,5% ao ano. As novas taxas haviam sido publicadas no edital com as novas regras do Fies, no início do mês de julho, mas precisavam ser regulamentadas pelo CMN para entrarem em vigor.

O aumento vale apenas para os 61,5 mil contratos previstos para este semestre. Quem já é beneficiado pelo programa e precisa renovar os financiamentos continuará pagando as taxas atuais, porque os contratos em vigor não podem ser alterados por apenas uma das partes.

Como justificativa, o conselho explicou que a medida tem o intuito de realizar um realinhamento da taxa de juros devido à necessidade de ajuste fiscal. O voto, apresentado ontem, explica que a medida vai continuar permitindo a oferta de financiamentos a juros subsidiados. "A taxa de 6,5% continua menor que a taxa de mercado", diz o documento. Ainda segundo a nota, a alteração vai contribuir para a sustentabilidade do Fies, possibilitando sua continuidade enquanto política pública perene de inclusão social e democratização do ensino superior.

A medida é fruto de análise do Grupo de Trabalho Interministerial para Acompanhamento de Gastos Públicos do Governo Federal (GTAG), criado no início do ano com o objetivo de aperfeiçoar políticas públicas.

A elevação dos juros do Fies não é novidade. Em junho,o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, já havia anunciado que os juros dos novos financiamentos subiriam para 6,5% ano.

Na época, ele comentou que a taxa de 6,5% está mais alinhada com a inflação do último ano. Segundo ele, “o governo fez um esforço especial para abrir as novas vagas em um ano de contenção orçamentária”.

Janine lembrou que, as vagas ofertadas no segundo semestre se somam as 252,5 mil disponibilizadas no primeiro semestre, totalizando 314 mil vagas do Fies em 2015. A intenção do governo é manter esse patamar de oferta nos próximos anos.

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso.

A oferta de vagas passou a priorizar os cursos com notas 4 e 5 nas avaliações do Ministério da Educação (MEC). As notas vão até 5. “Assim se garante que os estudantes estarão pagando e o país financiando cursos que serão melhores para sua formação”, disse Renato Janine em vídeo postado no Facebook, na época.

Serão priorizados também os cursos das áreas de engenharia, saúde e a formação de professores. Além disso, as vagas serão destinadas principalmente às regiões Norte, Nordeste e Cento-Oeste, excluído o Distrito Federal.



Fonte: tribunadonorte.com.br

De quem é a culpa pela Lava Jato?

Publicado por Paulo Moleta - 3 dias atrás

A maioria dos brasileiros acha que Dilma Rousseff é culpada pela corrupção na Petrobras e defende o impeachment da presidente, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (21).

O levantamento mostra que 62,8% dos entrevistados são favoráveis a tirar Dilma da Presidência. Os contrários são 32,1%. E 5,1% não souberam responder.

Para os que são favoráveis ao impeachment, 26,8% citaram as pedaladas fiscais como justificativa para o impeachment; 25% disseram que a corrupção na Petrobras serve como argumento; 14,2% consideram irregularidades nas contas de campanha da petista; e 44,6% declararam que os três motivos são suficientes para retirar o mandato da presidente.

A pesquisa também mostra que a maior parte dos brasileiros considera Dilma Rousseff e seu antecessor, o ex-presidente Lula, como responsáveis pela corrupção na Petrobras investigada pela Operação Lava Jato. Dos entrevistados, consideraram a presidente Dilma “culpada” 69,2%, enquanto 23,7% disseram que ela não é responsável (7,1% não souberam responder). Já Lula foi responsabilizado por 65% dos entrevistados; 27,2% não o consideraram “culpado” pelo caso e 7,8% não responderam.

O levantamento ainda revela que a responsabilização do governo de um modo geral a respeito da corrupção da Lava Jato é menor do que a de Dilma e Lula: 40,4% disseram que a administração federal é a responsável. Partidos políticos foram “culpados” por 34,4%; diretores ou funcionários da Petrobras, por 14,2%; e só 3,5% apontaram as construtoras como culpadas pelo esquema de corrupção.

Segundo a pesquisa, 78,3% disseram estar acompanhando o noticiário sobre as investigações. E 21,7% disseram não ter ouvido falar no assunto.

A maioria (90,2%) também não acha que está havendo exagero nas prisões dos envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras; 7,9% avaliam que há exageros e 1,9% não soube responder.

Sobre a expectativa de punição dos investigados, 67,1% entrevistados disseram não acreditar que os envolvidos serão punidos. Outros 30% disseram confiar na penalização, e 2,9% não souberam responder.

A capacidade o país combater a corrupção também foi questionada na pesquisa. Segundo a CNT/MDA, 52,5% não acreditam que o governo conseguirá combatê-la; 37% disseram que conseguirá combater em parte; e 8% apostam que o governo federal será capaz de eliminar totalmente a corrupção. Apenas 2,5% não souberam responder.

O brasileiro também considera que a corrupção é prejudicial para a economia. Esse é o pensamento de 86,8% dos entrevistados. Apenas 11,9% disseram que a corrupção não prejudica a economia. E 1,3% não respondeu.



Economia

A insatisfação dos brasileiros com a condução da economia pode explicar por que a maioria quer ver Dilma fora da Presidência. Segundo a pesquisa CNT/MDA, dos entrevistados, 84,6% consideram que a presidente não está sabendo lidar com a crise econômica. Apenas 12,4% acham que Dilma está conduzindo bem a gestão da crise. Do total, 3% não souberam ou não responderam.









Publicado no Jornal Gazeta do Povo, por DAS AGÊNCIAS.
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