O sistema de ensino ser está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do



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ttp://g1.globo.c
om>.
Acesso em: jul. 2015.
III.
Curso gratuito de teatro será 
ministrado na Estação Cultura 
[…]
Disponível em: om.br>. 
Acesso em: jul. 2015.
Fotos: goir/Shut
ter
stoc
k/Glow Images
a) 
Identifique o sujeito de cada manchete.
I: “número de famílias brasileiras endividadas”; II: “as inscrições para o 5
o
 Festival de Teatro de 
Capelinha; III: “Curso gratuito de teatro”.
Espera-se que os alunos percebam 
diferenças de expressividade e de ênfase na 
colocação do sujeito posposto ou anteposto 
ao verbo. A primeira parte da oração sempre 
terá uma carga de ênfase maior. É para o início 
que se volta a atenção do leitor. Ao mudar o 
sujeito de posição, muda-se o foco de 
atenção.
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b) 
Observe que as manchetes II e III tratam de quest›es da cultura: inscri•›es para 
um festival de teatro e curso gratuito de teatro. Os sujeitos est‹o posicionados 
antes ou depois dos verbos? Qual Ž o efeito de sentido em cada caso?
II: sujeito colocado depois do verbo, o destaque Ž dado para a abertura das inscri•›es. III: sujeito 
colocado antes do verbo, o destaque Ž dado para o curso, classificado como gratuito.
   4.
  Nas frases abaixo o sujeito foi sempre posicionado depois do verbo. Esse tipo de 
constru•‹o pode dificultar a concord‰ncia, pois confunde alguns usu‡rios da l’ngua, 
j‡ que a ora•‹o n‹o est‡ na ordem direta (sujeito + predicado). 
 
  Identifique as alternativas que apresentam concord‰ncia INADEQUADA. Reescreva 
essas frases, estabelecendo a concord‰ncia entre verbo e sujeito.
a) 
Falta apenas cinco dias para o in’cio do campeonato de nata•‹o. 
Faltam apenas...
b) 
Chegaram ontem ˆ nossa cidade uma companhia de circo muito numerosa. 
Chegou ontem...
c) 
Durante os jogos, haviam inœmeras pessoas sobre os muros que circundam o 
est‡dio. 
Durante os jogos, havia...
d) 
Come•ou o m•s de doa•›es para as campanhas contra a fome. 
N‹o precisa ser alterada: a concord‰ncia est‡ correta.
 
 
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Produ•‹o de texto
G•nero: cr™nica
Neste capítulo, você estudou que a crônica, um texto que costuma ser publicado em jornal, é inspirada em um fato ou 
acontecimento do cotidiano. 
Seu desafio agora é produzir uma crônica inspirada em uma das fotos a seguir e publicá-la no jornal da escola. Estas ima-
gens, enviadas para a seção de fotos dos leitores de uma revista semanal, registram uma situação cotidiana. 
Para quem?
Para os colegas 
da turma.
O qu•?
Criar uma crônica 
a partir de uma foto.
Para qu•?
Publicar no mural 
ou no jornal 
da escola.
Cr™nica
Se houver condições, os alunos poderão selecionar outras fotos de jornais e de revistas que possam servir de base para a produção. Dessa forma, enriquecerão a 
atividade.
Fotografia de Thiago Nagasima, Feira da Kantuta no Pari, São Paulo, 2014.
Thiago Nag
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Inspiração e planejamento da cr™nica
 
  Para escolher a cena, use estes critŽrios: 
¥
  Observe o que mais chama sua aten•‹o na imagem: personagem, paisagem, fato registrado, t’tulo da foto, coment‡rio de quem 
fotografou.
¥
  Imagine que hist—ria poderia estar por tr‡s da cena mostrada pela foto.
¥
  Decida qual ser‡, ao narrar, sua intenção comunicativa: criticar, fazer humor, expressar emo•‹o, etc.
¥
  Pense nos interesses do prov‡vel leitor do jornal da escola, uma vez que a cr™nica ser‡ lida por diferentes pessoas.
¥
  Planeje a linguagem do texto, que, para ser fiel ao cotidiano, ser‡ mais informal, mais pr—xima da fala, levando em conta sua 
inten•‹o comunicativa e o prov‡vel leitor do jornal em que ser‡ publicada.
Mãos à obra: a escrita do texto
 1.
  Ao escrever, procure desenvolver as sequ•ncias textuais que v‹o fazer parte do enredo: narrativas, descritivas, conversacionais.
 2.
  Leia seu texto e verifique se ficou claro e se atendeu ˆ sua inten•‹o. Tente ler como se fosse o leitor do jornal. 
 3.
 
Em dupla.
 Leiam o pr—prio texto um para o outro.
¥
  Se houver coincid•ncia de escolha da mesma cena comparem a estrutura do texto de cada um, assim como a inten•‹o pla-
nejada: fazer rir, emocionar, criticar...
¥
  Se a escolha foi por cenas diferentes, comparem a inten•‹o, pensando no efeito que o texto pode produzir no leitor.
Publicação das cr™nicas
 
  Com o professor, definam onde as cr™nicas ser‹o publicadas: no mural ou no jornal da escola. ƒ poss’vel tambŽm convidar a 
comunidade escolar para um dia de leituras de cr™nicas. Para isso, agrupem os textos, seguindo estas sugest›es:
¥
  de acordo com a foto que os inspirou;
¥
  pela inten•‹o: humor, emo•‹o, cr’tica, etc.
Fotografia de Thiago Nagasima, São Paulo, 2014.
Thiago Nag
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 Outro texto do mesmo g•nero
Prova falsa
Quem teve a ideia foi o padrinho do caçula — ele me conta. Trouxe o ca-
chorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que 
não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente 
e com um mínimo de educação.
— Mas o cachorro era um chato — desabafou.
Desses cachorrinhos de raça, cheios de nhe-nhe-nhem, que comem comi-
dinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como 
se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.
Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas quando eu entrava em casa, 
vinho logo com aquele latido fininho e antipático de cachorro de francesa.
Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que 
espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por bai-
xo que tapete de porão. Quando cruzavam um corredor ou qualquer outra de-
pendência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa 
estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.
— Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha 
mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que 
implicava com o “pobrezinho”.
Num rápido balanço poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias 
suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos li-
vros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A 
vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora 
em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo 
embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espi-
nafração da mulher.
— Você é um desalmado — disse ela, uma vez.
Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má-educação do 
adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes 
exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. 
Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos 
do caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de 
sua mulher.
— Aí mandaram o cachorro embora? — perguntei.
— Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que 
adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.
— Ué... mas você não o detestava? Como é que ainda arranjou 
essa sopa pra ele?
— Problema de consciência — explicou: — o pipi não era dele.
E suspirou cheio de remorso.
PONTE PRETA, Stanislaw. Para gostar de ler 13. 
Hist—rias divertidas. S‹o Paulo: çtica, 2003. p. 63-64.
Nik Neves/Arqui
v
o da editora
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 Ponto de chegada
1. O que estudamos neste m—dulo
G•neros textuais
 1.
  Veja o esquema abaixo a respeito dos gêneros trabalhados: narrativa m’tica e cr™nica. Complete-o empregando as express›es 
do quadro. Lembre-se do que estudou neste cap’tulo e no anterior. Use as express›es reproduzidas no quadro a seguir. Se 
considerar necess‡rio, use outras. 
 
  A ideia Ž selecionar para o espa•o em comum o que esses gêneros têm de semelhante e, nos espa•os menores, escrever as 
particularidades de cada um. 
destaque para feitos heroicos                                  tempo e espa•o atuais
presen•a predominante de deuses e semideuses
narrativa de curta dura•‹o                     destaque para fatos do cotidiano
elementos da narrativa (personagens, tempo, espa•o, enredo/a•‹o)
momentos da narrativa (situa•‹o inicial, conflito, clímax, desfecho do conflito)
Narrativa mítica
Cr™nica
Aspectos em comum aos 
g•neros
 
 
Aspectos particulares
 
 
Aspectos específicos
 
 
 2.
  Tanto a narrativa m’tica quanto a cr™nica empregam, em sua estrutura, modos de cita•‹o do discurso. Leia a seguir caracter’sticas 
de determinados tipos de discurso. Complete o quadro com elas adequadamente.
a) 
H‡ mistura entre as falas do narrador e da personagem.
b) 
Fala n‹o marcada por travess›es.
c) 
Narrador reproduz a fala da personagem.
Discurso direto
Discurso indireto
Discurso indireto livre
 c
 b
 a
¥
 elementos da narrativa 
(personagens, tempo, espa•o, 
enredo/a•‹o)
¥
 momentos da narrativa (situa•‹o 
inicial, conflito, cl’max, desfecho do 
conflito)
¥
 destaque para feitos 
heroicos
¥
 presen•a 
predominante de deuses 
e semideuses
¥
 narrativa de curta dura•‹o
¥
 destaque para fatos do cotidiano
¥
 tempo e espa•o atuais
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L’ngua: usos e reflex‹o
 1.
  Neste módulo estudamos algumas formas de organizar textos e frases. No quadro a seguir reproduzimos os títulos de conteú-
dos da seção focada no estudo da língua. Complete os quatro esquemas (os retângulos) abaixo, com as expressões dos títulos, 
adequadamente.
Tipos 
de 
sujeito   Elementos 
de 
coesão   Sujeito 

predicado   Coesão
 2.
  Produza exemplos adequados para os itens especificados a seguir. Escreva o título do quadro.
Título:
Simples
Exemplo:
 
 
Composto
Exemplo:
 
 
Indeterminado
Exemplo:
 
 
Subentendido
Exemplo:
 
 
Tipos de sujeito
Sujeito e predicado
 
Elementos que compõem a 
maioria das orações.
Elementos de coesão
Advérbios, locuções adverbiais, 
preposições, conjunções, 
pronomes.
Coesão
Relação entre elementos e partes 
de um texto por meio de palavras 
e expressões.
Tipos de sujeito
 
Simples, composto, 
indeterminado, subentendido. 
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2. Produção: crônica
A. Aquecimento
 
  Recordando. A crônica é uma narrativa. Caracteriza-se por:

  ter uma intenção crítica ou humorística;

  expor um tema do cotidiano;

  narrar fatos ligados a determinado tempo;

  ser uma narrativa breve. 
B. Proposta de trabalho: criação de crônica 
 1.
  Leia jornais e revistas em busca do título de uma notícia ou uma reportagem cujo fato relatado lhe “inspire” uma história. Esco-
lha o fato que vai ser trabalhado em sua crônica.
 2.
  Imagine a história baseada nesse fato. Decida a intenção da história: defender uma ideia, criticar, fazer rir, sensibilizar o leitor, 
provocar emoções… Escolha o tipo de narrador da crônica. 
 3.
  Planeje a estrutura da história, trabalhando os elementos e os momentos da narrativa.
 4.
  Lembre-se, durante o planejamento da crônica, de usar as sequências mais adequadas à história que você vai contar: além da 
sequência narrativa (a conversacional, a descritiva), etc. 
C. Preparo da produção escrita
Características do gênero 
Suryara Bernardi/Arquivo da editora
Crônica
O quê?
Narrativa inspirada 
em fatos do 
cotidiano 
selecionados em 
títulos de matéria 
jornalística.
Com que 
intenção?
Produzir uma 
narrativa de ficção 
inspirada em fatos 
da realidade, que 
será apresentada 
aos colegas.
Por que motivo?
Experimentar a 
possibilidade de 
produzir um texto 
com as 
características do 
gênero em estudo. 
Para quem?
Para apresentar 
aos colegas.
Em que 
circunstância?
Produzir uma 
troca de histórias, 
experimentar ler e 
ouvir as crônicas 
da classe.
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Roteiro do planejamento
Elementos da cr™nica
Personagens: 

   Tempo: 

   Espaço: 

   Tipo 
de 
narrador: 

   Enredo/Ações: 

Momentos da narrativa/Enredo
Situação inicial da narrativa: 

   Conflito: 

   Clímax: 

   Desfecho: 

Rascunho
Elabore um rascunho em uma folha do caderno.
Reescrita definitiva
 
  Releia sua produção, observando se ela está adequada ao que foi proposto. Considere estes itens:

  o gênero textual proposto;

  intenção do texto; 

  a linguagem empregada na narrativa, levando em conta também:

  pontuação e distribuição do texto em parágrafos;

  correção de palavras – se houver dúvida quanto à grafia de alguma palavra, consulte um dicionário.
 
  Em caso de dúvida, reveja as características essenciais do gênero crônica no esquema acima. 
D. Apresenta•‹o: leitura oral expressiva da cr™nica
 1.
  Sob a orientação do professor, a classe vai organizar a leitura oral expressiva das 
crônicas produzidas, para apreciação de todos os colegas da sala.
 2.
  Treine a leitura expressiva, observando: 

  a postura do corpo;

  a entonação da voz, que deve ser coerente com o tom do texto, 
com o ponto de vista apresentado. 
Como fazer
Cr™nica
Reler a produção e fazer as modificações 
necessárias. Passar a limpo.
Elaborar o roteiro da crônica, alinhavando os 
elementos e os momentos da narrativa. Definir 
o narrador da história.
Pesquisar em jornais títulos de notícia ou de 
reportagem que possa inspirar a escrita de 
uma crônica. 
Escolher um ponto de vista para apresentar o 
fato narrado: defender uma ideia, opinar de 
forma humorística sobre o comportamento 
humano, sensibilizar o leitor para um fato, etc.
Escolher a linguagem adequada tendo em vista 
a situação narrada e o ponto de vista que se 
pretende apresentar com a crônica.
In’cio
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Quadro de ideias
Uma publicação
Dire•‹o de conteœdo e 
inova•‹o pedag—gica: Mário Ghio Júnior
Dire•‹o: Tania Fontolan
Dire•‹o editorial: Lidiane Vivaldini Olo
Ger•ncia editorial: Bárbara Muneratti de Souza Alves
Coordena•‹o editorial: Adriana Gabriel Cerello
Edi•‹o: Renato Luiz Tresolavy (
coord.
), Ros‰ngela Rago, 
Valéria Franco Jacintho e Francisca Tarciana Morais 
da Silva (
estag.
)
Colabora•‹o: Anderson Félix Nunes, Elizangela 
Marques, Mariana Almeida, Rayssa çvila do Valle, 
Roberta O. Stracieri
Organiza•‹o did‡tica: Patr’cia Montezano
Revis‹o: Hélia de Jesus Gonsaga (
ger.
), Danielle 
Modesto, Edilson Moura, Let’cia Pieroni, Mar’lia Lima, 
Marina Saraiva, Tayra Alfonso, Vanessa Lucena
Coordena•‹o de produ•‹o: Fabiana Manna da Silva (
coord.
), 
Adjane Oliveira, Dandara Bessa
Supervis‹o de arte e produ•‹o: Ricardo de Gan Braga
Edi•‹o de arte: Catherine Saori Ishihara
Diagrama•‹o: L’via Vitta Ribeiro
Iconografia: S’lvio Kligin (
superv.
), Ellen Colombo Finta 
(
pesquisa
), Cesar Wolf e Fernanda Crevin (
tratamento  de imagem
)
Ilustra•›es: Carlos Araujo, Ingeborg Asbach, Mauricio 
Pierro, Nik Neves, Soud, Suryara Bernardi e Theo
Cartografia: Eric Fuzii, Marcelo Seiji Hirata, Márcio 
Santos de Souza, Robson Rosendo da Rocha
Licen•as e autoriza•›es: Edson Carnevale
Capa: Daniel Hisashi Aoki
Ilustra•‹o de capa: Roberto Weigand
Projeto gr‡fico de miolo: Andréa Dellamagna 
(
coord. de criação
)
Editora•‹o eletr™nica: Casa de Tipos, 
Dito e Feito Comunicação e JS Design Comunicação 
Visual (
guia do professor
)
 
Todos os direitos reservados por SOMOS Educação S.A.
Avenida das Nações Unidas, 7221 Ð Pinheiros
São Paulo Ð SP Ð CEP 05425-902
(0xx11) 4383-8000
© SOMOS Sistemas de Ensino S.A.
Dados Internacionais de Cataloga•‹o na Publica•‹o (CIP)
(C‰mara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
¥
  Destaque para feitos heroicos
¥
  Presença predominante de deuses 
e semideuses
Língua: usos e reflexão
Sujeito e predicado 
¥
  Elementos que 
compõem as orações
Tipos de sujeito
¥
  Simples, composto, 
indeterminado, 
subentendido
Coesão
¥
  Relação entre 
elementos 
e partes de um texto 
por meio de palavras 
e expressões
Elementos de coesão: advérbios, locuções 
adverbiais, preposições, conjunções, pronomes 
Relações de concordância
¥
  Narrativa de curta duração
¥
  Destaque para fatos do cotidiano
¥
  Tempo e espaço atuais
Narrativas em foco: do mito ˆ cr™nica 
Narrativa mítica
Crônica
Aspectos em comum aos gêneros
¥
  Elementos da narrativa (personagens, 
tempo, espaço, enredo/ação)
¥
  Momentos da narrativa (situação inicial, 
conflito, clímax, desfecho do conflito)
Borgatto, Ana Trinconi
 
Sistema de ensino ser : ensino fundamental II,
8¼ ano : caderno 1 : portugu•s : PR / Ana
Trinconi Borgatto, Terezinha Bertin, Vera
Marchezi. -- 1. ed. -- São Paulo : çtica,
2016.
 
1. Portugu•s (Ensino fundamental) I. Bertin,
Terezinha. II. Marchezi, Vera. III. T’tulo.
15-08070 CDD-372.6
êndices para cat‡logo sistem‡tico:
1. Portugu•s : Ensino fundamental    372.6
2015
ISBN 978 85 08 17657-1 (AL)
ISBN 978 85 08 17643-4 (PR)
1» edição
1» impressão
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LÍNGUA 
PORTUGUESA
GUIA DO PROFESSOR
Ana Maria Trinconi Borgatto
Licenciada em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). 
Mestre em Letras pela USP. Pós-graduada em Estudos 
Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela USP. 
Pedagoga graduada pela USP. Professora universitária 
Professora de Língua Portuguesa dos Ensinos 
Fundamental e Médio.
Terezinha Costa Hashimoto Bertin
Licenciada em Letras pela USP. Mestre em Ciências da 
Comunicação pela USP. Pós-graduada em Comunicação 
e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São 
Paulo (PUC-SP). Professora universitária. Professora de 
Língua Portuguesa dos Ensinos Fundamental e Médio.
Vera Lúcia de Carvalho Marchezi
Licenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista 
(Unesp – Araraquara, SP). Mestre em Letras pela USP.
Pós-graduada em Estudos Comparados de Literaturas 
de Língua Portuguesa pela USP. Professora universitária.
Professora de Língua Portuguesa dos Ensinos 
Fundamental e Médio.
ENSINO FUNDAMENTAL – 

-
 ano
Narrativas em foco: 
do mito à crônica – 63 aulas
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Apresentação do 
material didático
Abertura do módulo
Apresenta uma imagem em página 
inteira e um pequeno texto de 
introdução ao conceito do módulo.
Ponto de partida
Essa seção traz questões que ajudam 
os alunos a refletir sobre o conceito que 
será trabalhado no módulo, aguçando a 
curiosidade e convidando-os a explorar 
os conteúdos.
Estrutura dos capítulos
Os capítulos começam com imagens e 
um texto introdutório que prepara os 
alunos para as descobertas que eles 
farão no decorrer dos estudos.
1
2
Cada um dos capítulos concentra o 
estudo em um gênero textual, tendo 
como base os textos propostos como 
Leitura.
interpretação de texto

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público federal
Processo seletivo
processo licitatório
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seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Relatório técnico
Universidade estadual
Conselho municipal
técnico científico
direitos humanos
científico período
espírito santo
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Curriculum vitae
Sequência didática
Quarta feira
prefeito municipal
conselho municipal
distrito federal
nossa senhora
língua portuguesa
educaçÃo secretaria
Pregão presencial
segunda feira
recursos humanos
Terça feira
educaçÃO ciência
agricultura familiar