O sistema de ensino ser está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do



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. Acesso em: jul. 2015.
 1.
  Leia a tira reproduzida a seguir.
WATERSON, Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo. S‹o Paulo, 20 dez. 2014. Caderno 2, p. C4.
Calvin & Hobbes, Bill 
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son/Dist. by Uni
ver
sal Uclic
k
O sinal :: representa uma pausa feita 
pelo falante.
Narrativas em foco: do mito à crônica
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WATERSON, Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo. S‹o Paulo, 15 dez. 2014. Caderno 2, p. C4.
Calvin & Hobbes, Bill 
W
at
ter
son 
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989 
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at
ter
son/Dist. by Uni
ver
sal Uclic
k
a) 
No segundo quadrinho, Calvin lista motivos para n‹o sair de onde est‡. Que pala-
vra Calvin emprega para indicar que vai come•ar uma lista?
A palavra primeiro, um numeral.
b) 
Fa•a uma lista das outras express›es que Calvin emprega nessa fala para organi-
zar, encadear seus motivos. 
Depois, a’, ent‹o.
 2.
  Leia outra tira com a personagem Calvin. Na conversa entre Calvin e os pais, v‡rios 
marcadores organizam as falas. 
 
  Quais s‹o as express›es que exercem, nessas falas, a fun•‹o de marcadores?
Claro, a’, t‡ bem.
 3.
  Leia os quadrinhos reproduzidos a seguir.
[...]
1
3
7
6
© Mauricio de S
ousa/Mauricio de S
ousa P
roduções Ltda.
Sugere-se que esta 
atividade seja feita 
coletivamente com a 
finalidade de garantir tanto a 
formula•‹o de hip—teses 
como maior intera•‹o para a 
consolida•‹o de conteœdos.
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SOUSA, Mauricio de. Almanaque do Casc‹o. São Paulo: Panini Comics, nov. 2014. p. 10.
 
  Para produzir os quadrinhos como uma conversa espont‰nea, foram empregados 
vários recursos de coesão e marcadores próprios da oralidade. Indique os elementos 
utilizados com as funções mencionadas em cada caso:
¥ 
quadrinho 2: expressão de espanto; 

¥ 
quadrinho 3: expressões que indicam reação imediata numa interação; 
calma (repetida) e o uso do vocativo M™nica.
¥ 
quadrinho 5: expressões que garantem continuidade e encadeamento das ideias 
numa conversa; 
pense bem/ é mesmo
¥ 
quadrinho 6: expressão empregada apenas como recurso de expressividade; 
viu
¥ 
quadrinho 4 e 7: marcas próprias de conversas, muito empregadas na fala do dia a 
dia, que confirmam a posição de quem fala
né, claro
¥ 
quadrinho 8: expressões que ao ter a garantia da aceitação por parte do interlocu-
tor, reafirmam posições de quem fala. 
pronto, não acha?
5
4
2
8
© Mauricio de S
ousa/Mauricio de S
ousa P
rodu•›es Ltda.
Acesse o portal SER e leia o 
texto "Exemplos de coesão e 
coer•ncia textuais".
www.ser.com.br
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Produ•‹o de texto
G•nero: narrativa m’tica (resumo)
Para qu•?
Atrair para a leitura 
do mito.
O qu•?
Resumir a 
narrativa mítica.
Para quem?
Para familiares 
ou amigos.
Narrativa m’tica
(resumo)
É importante que o aluno seja capaz de resumir 
textos nos diferentes gêneros, procurando manter os 
elementos que o estruturam. 
Em Construção do texto, na página 21, foi proposto a você que fizesse um quadro com todos os momentos da narrativa 
do texto “Perseu e Medusa”. O desafio agora é resumir essa história para contá-la à sua família ou a um amigo que não a co-
nheça. Talvez assim eles sintam vontade de ler o mito. 
O resumo é uma forma reduzida, breve, do texto original. Para manter seu resumo fiel ao original, você deve:
¥ 
manter todos os momentos da narrativa;
¥ 
evitar detalhes;
¥ 
utilizar linguagem própria, em vez de repetir a linguagem do original;
¥ 
evitar a cópia de trechos do original.
A seguir, há elementos de coesão que podem ser usados para relacionar os diferentes momentos da narrativa. Empre-
gue-os em seu resumo conforme considerar adequado.
¥ 
Para a situa•‹o inicial:
H‡ muito tempo.../Era uma vez.../H‡ muitos e muitos anos.../Outrora...
¥ 
Para o conflito:
Um dia.../Mas, um dia.../Entretanto, certa vez.../PorŽm, um dia... 
¥ 
Para o cl’max:
Ent‹o.../Naquele momento...
¥ 
Para o desfecho:
Assim.../Finalmente...
Minerva, por ter competido em beleza com a deusa. Todos que a olhavam transformavam-se em pedra.
Minerva deu a Perseu um escudo, e Mercúrio, sandálias aladas. Assim, ele p™de se aproximar de Medusa 
e, usando o escudo como espelho Ð para não olhar diretamente para ela Ñ, cortou-lhe a cabeça e 
ofereceu-a a Minerva.
Levando consigo a cabeça de Medusa, Perseu viajou pelo mundo e chegou ao reino de Atlas, que não o 
aceitou com medo de que o herói roubasse suas maçãs de ouro. Como punição, Perseu mostrou-lhe a 
horrível cabeça. Atlas, petrificado, foi transformado em montanhas e condenado a levar nos ombros o 
céu com as estrelas. 
Sugestão:
Há muito tempo, nasceu Perseu, filho de Júpiter 
e D‰nae. Seu av™, que tinha ouvido uma profecia 
de que seria morto pelo neto, colocou mãe e 
filho no mar, numa arca. Encontrados por um 
pescador, os dois foram levados ao rei do lugar.
Um dia, Perseu, já adulto, foi mandado pelo rei 
para combater Medusa, uma jovem que tivera 
seus cabelos transformados em serpentes por 
Nik Neves/Arqui
v
o da editora
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G•nero: narrativa inspirada em her—i contempor‰neo
Para quem?
Para ler com a 
turma da sala.
O qu•? 
Narrar os feitos de um 
her—i criado a partir das 
caracter’sticas de outro 
her—i contempor‰neo.
Para qu•?
Divertir, emocionar... 
estimulando a imaginação dos 
leitores com acontecimentos 
grandiosos.
Narrativa 
inspirada em her—i 
contempor‰neo 
Her—is contempor‰neos e cria•‹o de personagem
Em todos os tempos e lugares, h‡ hist—rias que revelam feitos extraordin‡rios de personagens heroicas. Atualmen-
te, narrativas 
protagonizadas
 por her—is estão presentes em hist—rias em quadrinhos, em filmes e em desenhos ani-
mados. 
Alguns her—is das hist—rias em quadrinhos fazem muito sucesso no cinema. Veja alguns deles:
Wolverine, criado por Len Wein, John 
Romita e Roy Thomas em publica•‹o da 
Marvel, 1974. Na foto, o ator Hugh Jackman 
interpreta Wolverine no filme X-Men 2, de 
Bryan Singer, 2003.
O incrível Hulk, criado por Stan Lee e Jack 
Kirby em publica•‹o da Marvel, 1962. Na 
foto, o ator Mark Ruffalo como Hulk, no 
filme Os vingadores, de Joss Whedon, 2012.
Batman, o homem morcego, criado por Bill 
Finger e Bob Kane em publica•‹o da DC 
Comics, 1939. Na foto, o ator Christian Bale 
como Batman no filme O cavaleiro das 
trevas, de Christopher Nolan, 2008.
Leia uma ficha com as caracter’sticas de um her—i atual bastante conhecido.
R
eprodução/Arqui
v
o da editora
Super-Homem
Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster 
em 1938
Identidade secreta: Clark Kent, rep—r-
ter do jornal Planeta Diário
Local de nascimento: concebido no 
planeta Krypton, nasceu da matriz 
gestacional em Pequen—polis, Kansas 
(Estados Unidos)
Namorada: Lois Lane
Comunidade a que pertence: Metr—-
polis
Altura: 1,90 m
Peso: 102 kg
Olhos: azuis
Cabelos: negros
Poderes: força sobre-humana, invul-
nerabilidade, capacidade de se mover, 
voar e lutar em velocidades extraor-
dinárias, visão de raios X, visão teles-
c—pica, visão microsc—pica, visão de 
calor, sentidos sobre-humanos
Fonte dos poderes: fisiologia krypto-
niana carregada por radiação solar
protagonizar
: interpretar o 
papel da personagem principal.
© 20th Century F
o
x Film Corp./Everet
t Collection/
K
eystone Brasil
©W
alt Disney Studios Motion Pictures/cour
tesy 
Everet
t Collection/K
eystone Brasil
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arner Bros Pictures/L
egendary Pict./DC Comics/
Stephen V
aughn/Album/Latinstoc
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 1.
  Crie um her—i. Inspire-se nos her—is contempor‰neos que voc• conhece, do cinema ou das hist—rias em quadrinhos, e crie o seu: 
pense em sua apar•ncia e em suas caracter’sticas que o tornam especiais. 
 2.
  Use a ficha do Super-Homem como modelo para sintetizar as caracter’sticas do seu her—i.
Planejamento da narrativa m’tica de seu her—i
 1.
  Imagine uma hist—ria em que o her—i Ž a figura criada por voc•. Pense qual pode ser o feito grandioso em que seu her—i estar‡ 
envolvido, considerando este desenvolvimento:

  uma grande amea•a est‡ prestes a atingir uma comunidade;

  essa amea•a compromete o futuro dessa comunidade;

  o her—i dever‡ enfrentar essa amea•a com intelig•ncia e muita coragem, pois se importa com a comunidade e com as pessoas 
em geral.
 2.
  Reflita sobre:

  a situa•‹o inicial da hist—ria antes de a comunidade ser amea•ada;

  o tipo de amea•a;

  como essa amea•a chegar‡ ˆ comunidade: por quais meios e de onde vir‡;

  como o her—i poder‡ enfrentar essa amea•a;

  que feito grandioso ser‡ exigido dele.
 3.
  Ao escrever sua narrativa, use os elementos de coes‹o que o ajudar‹o a dar continuidade, unidade e coer•ncia a seu texto. Para 
isso, consulte os quadros a seguir e escolha os conectivos que forem apropriados para o bom desenvolvimento da narrativa.
Conex›es que 
indicam tempo
Conex›es que 
indicam oposi•‹o
Conex›es que indicam 
modo e conclus‹o
um dia
ent‹o
depois
enquanto isso
inicialmente
atŽ
mas
entretanto
embora
apesar de
todavia
mesmo assim
finalmente
enfim
assim
Revis‹o e reescrita
 1.
  Releia sua narrativa procurando imaginar de que modo um leitor a compreenderia. Verifique se:

  os elementos e os momentos da narrativa est‹o bem trabalhados;

  o tom da narrativa corresponde ao que voc• planejou;

  a linguagem utilizada est‡ adequada ˆ sua inten•‹o ao criar a hist—ria;

  os elementos de coes‹o ajudam a desenvolver a hist—ria.
 2.
  Reescreva seu texto fazendo as corre•›es que considerar necess‡rias. 
 3.
  Sugest‹o: ilustre sua narrativa. 
Compartilhando as hist—rias
 1.
  Monte com seus colegas um painel com as fichas dos her—is e com as narrativas produzidas.
 2.
  Com a classe toda, converse sobre o que h‡ em comum entre esses her—is e analise por que compartilham determinadas ca-
racter’sticas.
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Cr™nica
2
 Cap’tulo
3/3/2
015 ˆs 1
7h07
Demanda
 nos voos 
domŽsti
cos cresce 9,1% e
 
oferta sobe 4% em jan
eiro, 
diz 
Anac
Disponív
el em:

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