O sistema de ensino ser está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do



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Aula 35
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Narrativas em foco: do mito ˆ cr™nica
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Estratégias
Leia coletivamente o mito de Crono (página 64) e dis-
cuta aspectos da compreensão e interpretação do texto por 
meio de perguntas como: Quem era Crono? Quais eram 
suas principais características? O que ele fazia com seus fi-
lhos? Como Zeus se salvou? Como ele derrotou Crono? Qual 
foi o destino de Zeus? E o de Crono?
Aproveite para retomar também algumas característi-
cas do gênero narrativa mítica, pedindo que os alunos iden-
tifiquem a presença de traços desse gênero no texto.
Em seguida, realize a leitura coletiva das explicações 
sobre a crônica de Pero Vaz de Caminha aos portugueses 
(página 64), narrando sua visão e interpretação sobre o Bra-
sil, e do trecho da referida crônica.
Discuta oralmente com os alunos como foi o processo 
de chegada dos portugueses ao Brasil. Parta do próprio ter-
mo  descobrimento, comumente usado, e chame atenção 
para o fato de que, se já havia índios nesse local, as terras 
não foram descobertas, apenas conhecidas pelos viajantes 
europeus das Grandes Navegações. Explique que essa é 
uma visão eurocêntrica, ou seja, do europeu colonizador.
Pondere com os alunos que os índios não tinham cultura 
escrita, mas tradição oral, e que foram obrigados a se alfabe-
tizar segundo os preceitos dos jesuítas, que eram designados 
para vir ao Brasil para ensinar a língua portuguesa a fim de 
catequisá-los segundo os preceitos cristãos católicos.
Na sequência, organize os alunos em duplas e peça 
que discutam como teria sido a narrativa oral dos índios so-
bre a chegada dos portugueses ao Brasil. Depois, individual-
mente, devem escrever uma crônica sobre a visão indígena 
em relação à chegada dos portugueses, levando em consi-
deração aspectos culturais, como, por exemplo, o fato de os 
índios não conhecerem os artefatos que os portugueses 
trouxeram para o escambo nem mesmo as vestimentas da 
cultura europeia. Lembre-os de que o texto deve apresentar 
marcas da linguagem oral, pois a cultura indígena não pos-
suía a técnica da escrita. Ao finalizar, peça que troquem a 
crônica com o colega para que realizem a leitura comentada 
do texto do outro.
Para casa
Solicite a releitura oral da crônica feita pelo colega e a 
redação, em forma de tópicos, de sugestões de aprimora-
mento do texto. Os alunos devem se atentar para a necessi-
dade de apresentar características orais e ser representati-
vo da cultura indígena. Se for necessário, oriente-os a pes-
quisar um pouco sobre a vida dos indígenas brasileiros antes 
da chegada dos portugueses e escrever algumas observa-
ções para o colega.
P‡ginas: 65 e 66
• 
TEMAS: “A crônica e a literatura”, “Instruções de segurança 
de voo em linguagem visual” e “A letra de canção como uma 
declaração de amor ao Rio de Janeiro”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Crônica oral e crônica 
musicada.
Objetivos
• 
Reconhecer a relação entre a história e a ideologia discursiva.
• 
Conhecer outros gêneros que podem abarcar a temática 
de um retrato de momento.
Estratégias
Para esta aula, prepare o áudio da música “Samba do 
avião” (página 66). Providencie um aparelho de som ou ou-
tra mídia para a reprodução, que será feita nos momentos 
finais desta aula.
Inicie a aula oferecendo tempo para que os alunos apri-
morem as crônicas orais. Peça que ponderem as observa-
ções e sugestões dos colegas e também aprimorem o texto 
com base nas pesquisas que realizaram.
Em seguida, abra espaço para que leiam as crônicas a 
todos. Deixe que a leitura seja voluntária e, para torná-la 
mais focada na escuta ativa, sugira uma roda de leitura.
Faça a mediação dos momentos de leitura e, ao final de 
cada uma delas, abra espaço para comentários. Valorize as 
pesquisas e as redações e faça também comentários sobre 
possíveis ajustes, sobretudo no que se refere à adequação 
ao gênero crônica oral. Pergunte aos alunos sobre o efeito 
de sentido pelo qual optaram: lírico, poético, humorístico, 
dramático, entre outros.
Para finalizar a aula, leia coletivamente o texto “A crô-
nica e a literatura” (página 65), as “Instruções de segurança 
de voo em linguagem visual” (página 65) e proporcione a 
escuta da canção “Samba do avião”, pedindo que os alunos 
acompanhem a letra na página 66.
Para casa
Solicite que os alunos respondam às seguintes 
questões:
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Narrativas em foco: do mito ˆ cr™nica
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 1.
  Por que a crônica é um gênero que, atualmente, agrada a 
leitores e escritores?
Porque o cronista pode se inspirar em assuntos cotidianos e 
criar um texto ficcional, n‹o mais precisando registrar fatos 
da realidade, apenas. Por ter linguagem agradável e ser bre-
ve, Ž de fácil leitura, proporcionando uma reflex‹o ao leitor.
 2.
  Tom Jobim, quando fez a canção “Samba do avião” para a 
cidade do Rio de Janeiro, estava inspirado pela vista pro-
porcionada a bordo de um avião. Nesse caso, ele estava 
chegando ou saindo do Rio de Janeiro? Justifique com tre-
chos da letra da canção, que comprovem sua afirmação.
Estava chegando, o que pode ser comprovado por meio do 
trecho ÒAperte o cinto, vamos chegar / çgua brilhando, olha 
a pista chegando / E vamos n—s / AterrarÓ.
Páginas: 67 a 69
• 
TEMA: “Língua: usos e reflexão”.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Uso de pronomes para 
coerência e coesão.
Objetivos
• 
Identificar mecanismos simples e explícitos de coesão por 
pronomes em um texto.
• 
Estabelecer relações entre partes de um texto, identifi-
cando repetições ou substituições que contribuem para a 
continuidade de um texto.
Estratégias
O objetivo desta aula, partindo do conceito de prono-
me como elemento de coesão, é que os alunos dominem 
formas de coesão dentro do texto. São abordados mecanis-
mos simples e explícitos sobre a coesão pelos pronomes, 
conteúdo que será aprofundado nos anos seguintes.
Realize a leitura compartilhada das explicações da pá-
gina 67 e, concomitantemente, coloque os exemplos na lou-
sa para explicar a lógica da referência pelo pronome.
Após, determine um tempo para que os alunos façam as 
atividades 1 a 3 da seção Língua: usos e reflexão – Uso de 
pronomes (páginas 67 a 69). Promova, finalmente, a correção 
e a sistematização das funcionalidades dos pronomes por 
meio de questionamentos aos alunos, cujas respostas serão 
emergentes da compreensão das atividades realizadas.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Complete as lacunas do texto com os pronomes que es-
tão no quadro abaixo, de forma que ele fique coerente.
Pronomes 
pessoais
Pronomes 
possessivos
Pronomes
demonstrativos
eu (singular)
nós (plural)
tu (singular)
vós (plural)
ele(s), ela(s)
você(s)
a gente
meu(s)/
minha(s)
me,
mim comigo
(oblíquos)
teu(s), tua(s) / te, 
ti, contigo
(oblíquos)
seu(s), sua(s)
se, si, consigo 
(oblíquos)
nosso(s),
nossa(s)
vosso(s).
vossa(s)
dele(s),
dela(s)
este(s), 
esta(s), isto
esse(s), 
essa(s), isso
desse(s),
dessa(s), disso
aquele(s), 
aquela(s), aquilo
Pronomes
indefinidos
Pronomes
interrogativos
Pronomes
relativos
algum, alguns
alguma(s)
nenhum,
nenhuns,
nenhuma(s)
todo(s), toda(s)
muito(s),
muita(s)
pouco(s),
pouca(s)
tanto(s),
tanta(s)
certo(s),
certa(s)
outro(s),
outra(s)
qualquer,
quaisquer
qual, quais
quanto(s), 
quanta(s)
o que
onde
quem
quando
o qual, a qual
os quais, as quais
cujo(s), cuja(s)
que
 acho 
 natural não pensar em 
nada e, por 
, dou risada de 
 mesmo, às 
vezes, quando fico sozinho. Não sei bem por que faço  
, mas se 
 soubesse, seria igual a 
 
 gente 
 pensa. Fico imaginando o que 
pensaria um muro a 
 respeito e sobre a 
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 sombra. Ës vezes, fico 
 perguntando 
sobre 
 até me dar conta de que 
 pé 
dormiu. 
 pensará 
 de 
? Ora, 
nada pensa nada! Será 
 a terra, 
 exis-
tem tantas plantas, tem consciência 
? Bem, se 
ela tiver consciência de ter 
 plantas, 
 
tenha! O que 
 
 importa? Se eu pen-
sasse 
 coisas, deixaria de vê-las. E deixaria 
também de ver outras. Deixaria de ver a Terra, para ver só 
os 
 pensamentos. 
 iria entristecer e 
acabar ficando no escuro. ƒ por 
 que, sem pen-
sar, 
 posso ter a Terra e o Céu.
Adaptado de: ÒAcho t‹o natural que n‹o se penseÓ, de Alberto Caeiro. 
Dispon’vel em: texto/wk000216.pdf>. Acesso em: ago. 2015.
Eu; muito; isso; mim; isso; eu; essa; que; meu; minha; me; isto; 
meu; O que; isto; aquilo; que; na qual; disso; essas; que; isso; 
me; nessas; meus; Eu; isso; eu
 2.
  Explique com suas palavras os sentidos que esses prono-
mes conferem ao texto.
Pronomes 
pessoais
Pronomes 
possessivos
Pronomes
demonstrativos
Definem a 
pessoa do 
discurso 
(quem fala, 
com quem fala 
e de quem fala).
Indicam posse.
Indicam a 
posição de uma 
pessoa ou de um 
objeto em 
relação à pessoa 
do discurso.
Pronomes
indefinidos
Pronomes
interrogativos
Pronomes
relativos
São imprecisos 
e, geralmente, se 
referem à 
terceira pessoa 
do discurso.
Expressam 
perguntas 
diretas ou 
indiretas.
Relacionam 
uma oração a 
um substantivo 
que se relaciona 
a ela.
P‡gina: 69
• 
TEMA: ÒHora de organizar o que estudamosÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Revis‹o sobre o conceito de 
coes‹o e elementos de coes‹o.
Objetivos
¥ 
Verificar os conhecimentos sobre coes‹o e coer•ncia em 
situa•›es pr‡ticas.
¥ 
Reconhecer os efeitos de sentido quando s‹o aplicados 
os elementos de coes‹o em diferentes situa•›es de 
comunica•‹o.
EstratŽgias
Corrija a tarefa de casa e comente sobre a funcionali-
dade de referencia•‹o dos pronomes no texto, promovendo 
a coes‹o.
Em seguida, fa•a a revis‹o de conceitos proposta na 
se•‹o Hora de organizar o que estudamos (p‡gina 69). Essa 
sistematiza•‹o pode ser realizada na lousa, por meio de 
questionamentos aos alunos, sobre os conceitos de cada 
item promotor da coes‹o. Incentive-os a criar exemplos 
significativos com base nas pr—prias realidades e interesses.
Pe•a que fa•am a atividade 1 da se•‹o Atividades: coe-
s‹o textual com o uso de pronomes (p‡gina 69).
Para casa
Solicite a realiza•‹o da seguinte atividade:
 
  Complete a sequ•ncia conceitual a seguir.
 
  Existem muitos
 
 
de coes‹o que estabelecem 
 
 
entre os termos de um texto. Os
 
, por 
exemplo, fazem refer•ncia ˆ
 
 
(quem fala, de 
quem se fala,
 
 
se fala) e s‹o inseridos nos textos 
para evitar
 
 
e fazer a refer•ncia a termos j‡ 
mencionados, garantindo assim a
 
 
do texto. 
Outros elementos s‹o as
 
, que ligam as pala-
vras; as
 
 
, que ligam frases; e os advŽrbios, que 
indicam o
 
 
de a•‹o, modificando o
 
 
.
elementos; ligações; pronomes; pessoa do discurso; com 
quem; repetições; unidade/coerência; preposições; conjun-
ções; modo; verbo
P‡ginas: 69 a 71
• 
TEMA: ÒAtividades: coes‹o textual com o uso de pronomesÓ.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Uso de pronomes para 
coer•ncia e coes‹o.
Objetivos
¥ 
Aplicar o uso de pronomes para estabelecer a coes‹o em 
um texto.
¥ 
Reconhecer os efeitos de sentido que os pronomes esta-
belecem na unidade do texto.
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EstratŽgias
Esta aula tem como objetivo verificar os conheci-
mentos que os alunos adquiriram sobre coesão e coer•n-
cia para aplicá-los em situa•›es diversas e transp™-los a 
g•neros variados.
Organize os alunos em duplas para que realizem as ati-
vidades 2 a 4 da se•ão Atividades: coesão textual com o 
uso de pronomes (páginas 70 e 71). Fa•a a corre•ão conjun-
tamente e comente os conceitos de acordo com sua aplica-
•ão nas atividades.
Para casa
Solicite a realiza•ão das seguintes atividades:
 1.
  Releia o trecho do texto “Entre feras”, de Flávia Lins e Silva, 
reproduzido na atividade 4 das páginas 70 e 71, e responda:
a) Por que a narradora se sentiu apavorada e como ela 
reagiu?
Ela se sentiu apavorada porque ouviu um rugido e, por 
ser a segunda vez que o escutava, sabia que se tratava 
de uma jaguatirica. Ela apertou a m‹o do amigo e eles fo-
ram procurar um lugar seguro para se abrigarem.
b) Qual era o invento da menina e de seus amigos?
Ela inventou que poderia voar com a ajuda de um guarda-
-chuva e, segurando no cabo deste, foi parar na copa da 
‡rvore.
c)   Como as crian•as afugentaram a jaguatirica?
Lan•ando nela lupa, apito, caderno e v‡rios outros obje-
tos que estavam no fundo do superbolso delas.
 2.
  No texto, a narradora menciona ter um superbolso. Por 
que ela o chama dessa forma?
Porque se saem do fundo de um bolso tantos objetos, trata-
-se de um elemento m‡gico, ligado a superpoderes.
Páginas: 72 e 73
• 
TEMA: “Frase, ora•ão e per’odo”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Conceitos e atividades sobre 
frase, ora•ão e per’odo.
Objetivos
¥ 
Identificar frases, ora•›es e per’odos em um texto para 
compreender as rela•›es de sentido entre eles.
¥ 
Reconhecer como os elementos de coesão de um texto 
apresentam funcionalidades diferentes ao ligarem frases, 
ora•›es e per’odos.
EstratŽgias
Inicie a aula apresentando o tema e informando aos 
alunos que esse assunto já foi estudado nos anos anteriores 
e que este Ž um momento de revisão e aprofundamento dos 
conceitos, para que eles possam ser relacionados a outros 
conteúdos do discurso mais adiante.
As páginas 72 e 73 abarcam explica•›es e exemplos 
sobre esses tr•s conceitos. Quando estiver expondo o con-
ceito de frase, deixe claro aos alunos que são enunciados 
que fazem sentido dentro de um determinado contexto de 
que fazem parte. Depois de explicar o conceito de per’odo, 
fa•a a diferencia•ão entre ambos os conceitos, mostrando 
como a frase precisa do contexto e a ora•ão recebe sentido 
com o pr—prio substrato lingu’stico.
Em seguida, proceda ˆ leitura coletiva dos textos dessas 
páginas e solicite a realiza•ão da atividade 1 da se•ão Ativida-
des: frase, oração, período (página 74). Para finalizar a aula, fa•a 
a corre•ão comentada dessas atividades, esclarecendo as dú-
vidas dos alunos e sistematizando os conceitos vistos na teoria.
Para casa
Solicite que os alunos respondam ˆs seguintes 
quest›es:
 1.
  Qual Ž a diferen•a entre frase e ora•ão?
Frases s‹o enunciados que fazem sentido dentro de um de-
terminado contexto, enquanto a ora•‹o tem sentido com 
seu pr—prio substrato lingu’stico.
 2.
  Defina a rela•ão entre frase, ora•ão e per’odo e informe 
quais são os tipos de per’odo.
As frases constru’das em torno de verbos s‹o ora•›es. Se 
as ora•›es tiverem apenas um verbo como nœcleo, consti-
tui-se um per’odo simples; mas se tiverem dois ou mais ver-
bos como nœcleos constitui-se um per’odo composto.
Página: 73
• 
TEMA: “Hora de organizar o que estudamos”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Revisão dos conceitos de 
frase, ora•ão e per’odo.
Objetivos
¥ 
Compreender a rela•ão morfossintática entre frase, ora-
•ão e per’odo.
¥ 
Identificar o efeito de sentido decorrente da organiza•ão 
morfossintática de um discurso.
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EstratŽgias
Esta aula está destinada à revisão dos conceitos sobre 
frase, oração e período. Para tanto, reproduza o quadro con-
ceitual da página 73 na lousa e converse com os alunos so-
bre esses conceitos, reformulando-os conforme o entendi-
mento que eles apresentarem. Aprofunde as explicações 
necessárias.
Em seguida, disponibilize um tempo para os alunos rea-
lizarem, individualmente, as atividades 2 e 3 da seção Ativi-
dades: frase, oração, período (páginas 75 e 76). Depois, faça 
a correção conjunta dessas atividades, atentando para as 
dúvidas que surgirem.
Para casa
 
 Solicite que os alunos respondam à seguinte questão: 
Quais são os tipos de frase que existem e como elas são 
estruturadas?
Existem dois tipos de frase: nominais e verbais. As frases 
nominais são construídas sem verbo, enquanto as verbais 
se constituem com um verbo como nœcleo.
P‡gina: 76
• 
TEMA: “Termos da oração: sujeito e predicado”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Sujeito e predicado.
Objetivos
¥ 
Reconhecer as funções sintáticas de sujeito e predicado, 
segundo seus conceitos.
¥ 
Relacionar o conceito de sujeito e predicado à funcionali-
dade que exercem nos enunciados.
EstratŽgias
Para expor os conceitos de sujeito e predicado, primei-
ro verifique os conhecimentos prévios dos alunos por meio 
de perguntas sobre esse conteúdo e de exemplos coloca-
dos na lousa, que podem ser as orações já em destaque na 
página 76.
No momento em que estiver explicando sobre sujeito e 
predicado, estabeleça a relação desses termos com a con-
cordância verbal.
Ao finalizar a explicação na lousa, realize a leitura com-
partilhada da página 76 e, na sequência, peça que os alunos, 
individualmente, façam a atividade 1 da seção Atividades: 
tipos de sujeito (página 83). Finalize a aula fazendo a corre-
ção coletiva da atividade.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Explique como é possível identificar o sujeito e o predica-
do das orações.
Primeiro, localiza-se o verbo. Em seguida, verifica-se quem é 
o responsável pela ação expressa pelo verbo. Esse é o sujei-
to. O predicado é toda a consequência da ação do verbo, in-
cluindo o próprio verbo.
 2.
  Leia as orações abaixo e identifique o sujeito e o predicado 
delas. Caso haja mais de uma oração, encontre o sujeito e 
o predicado de cada uma delas.
a) Ele faz questão de sentar num banco de corredor per-
to da porta.
Sujeito: ele
Predicado: faz questão de sentar num banco de corredor 
perto da porta.
b) A aeromoça vem lhe oferecer um jornal, mas ele recusa.
Sujeito: a aeromoça
Predicado: vem lhe oferecer um jornal
Sujeito: ele
Predicado: recusa
c)   Parem esse troço que eu vou descer.
Sujeito: vocês (subentendido)
Predicado: parem esse troço
Sujeito: eu
Predicado: vou descer
P‡gina: 77
• 
TEMA: “Tipos de sujeito e relações de concordância”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Sujeito simples, sujeito 
composto e sujeito desinencial ou subentendido.
Objetivos
¥ 
Reconhecer os tipos de sujeito segundo a identificação do 
núcleo verbal da oração.
¥ 
Relacionar o conceito de sujeito desinencial ou subenten-
dido à coesão textual.
EstratŽgias
Inicie esta aula por meio da correção das atividades 
para casa.
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Em seguida, fa•a a leitura coletiva do item ÒSujeito desi-
nencial ou subentendidoÓ (p‡gina 77) quando forem apresenta-
das novas ora•›es para exemplificar. Pare a leitura e explique 
uma a uma na lousa. Questione os alunos sobre os conheci-
mentos prŽvios deles para o termo sujeito oculto e explique que 
essa terminologia Ž evitada atualmente por apresentar a falsa 
ideia de um sujeito que esteja escondido. Assim, usam-se as 
nomenclaturas ÒsubentendidoÓ e ÒdesinencialÓ porque elas 
apontam para um sujeito que pode ser determinado, localizado 
pelo contexto. Chame aten•‹o tambŽm para o fato de que esse 
tipo de sujeito pode estar determinado pela desin•ncia do ver-
bo (por isso usa-se a nomenclatura desinencial) e, assim, ser 
usado como elemento de coes‹o para evitar a repeti•‹o de um 
mesmo termo.
Depois, volte aos conceitos de sujeito simples e sujeito 
composto. Use a mesma estratŽgia de explica•‹o por meio 
de leitura coletiva e sistematiza•‹o de exemplos na lousa.
Para finalizar a aula, fa•a com os alunos a atividade 2 da 
se•‹o Atividades: tipos de sujeito (p‡gina 83).
Para casa
Solicite a realiza•‹o das seguintes atividades:
 1.
  Releia o trecho a seguir, de ÒA cartomanteÓ, e com base 
nos verbos destacados classifique os sujeitos das ora-
•›es em simples, composto e desinencial/subentendido.
 
  Cuido que ele ia falar, mas reprimiu-se, n‹o queria arran-
car-lhe as ilusões. Também ele, em criança, e ainda de-
pois, foi supersticioso, teve um arsenal inteiro de crendi-
ces, que a mãe lhe incutiu e que aos vinte anos desapare-
ceram. No dia em que deixou cair toda essa vegetação 
parasita, e ficou só o tronco da religião, ele, como tivesse 
recebido da mãe ambos os ensinos,  envolveu-os na 
mesma dúvida, e logo depois em uma só negação total. 
Camilo não acreditava em nada.
Desinencial Ð simples Ð simples Ð simples Ð simples Ð simples 
Ð simples Ð subentendido - subentendido Ð simples Ð simples
 2.
  Agora escreva qual Ž o sujeito de cada um dos verbos ou 
locu•›es verbais destacados.
Cuido: eu Ð desinencial; ia falar: ele; queria: ele; foi: ele; teve: 
ele; incutiu: a mãe; desapareceram: os vinte anos; deixou cair: 
ele Ð desinencial; ficou: o tronco da religião; envolveu: ele; 
acreditava: Camilo.
Páginas: 78 e 79
• 
TEMA: ÒTipos de sujeito e rela•›es de concord‰nciaÓ.
• 
CONTEÚDO TRABALHADO: Sujeito indeterminado.
Objetivos
¥ 
Diferenciar o sujeito indeterminado do desinencial de ter-
ceira pessoa.
¥ 
Relacionar o conceito de sujeito desinencial ou subenten-
dido ˆ coes‹o textual.
EstratŽgias
Siga a mesma estratŽgia da aula anterior para apre-
sentar o sujeito indeterminado (p‡gina 78). Fa•a a explica-
•‹o, d• exemplos na lousa e promova a leitura coletiva dos 
conceitos.
Chame aten•‹o para a indetermina•‹o do sujeito com 
a terceira pessoa e explique que isso s— ocorrer‡ se o con-
texto n‹o apontar a refer•ncia do verbo, porque, muitas ve-
zes, a terceira pessoa Ž usada apenas para evitar a repeti•‹o 
do termo j‡ referenciado.
Disponha aten•‹o especial tambŽm ao se como ’ndice 
de indetermina•‹o do sujeito, e se considerar adequado es-
tabele•a a diferen•a com o se part’cula apassivadora.
Pe•a que os alunos fa•am as atividades da p‡gina 79.
Disponibilize um tempo para os alunos fazerem, em 
dupla, a atividade 4 da se•‹o Atividades: tipos de sujeito 
(p‡gina 84) e aplicarem os conceitos referentes ao sujeito 
indeterminado. Depois, fa•a a corre•‹o coletivamente.
Para casa
 
  Solicite que os alunos indiquem a diferen•a entre o sujeito 
indeterminado e o sujeito desinencial de terceira pessoa 
do plural, criando um exemplo para cada caso.
A indeterminação do sujeito só ocorrerá se o contexto não 
apontar a referência do verbo, porque, muitas vezes, a ter-
ceira pessoa é usada apenas para evitar a repetição do ter-
mo já referenciado.
Exemplos: Entraram na minha casa ontem e roubaram tudo! 
(Sujeito indeterminado) / Meus pais fizeram a maior festa 
quando eu falei que queria fazer faculdade. Até aumentaram 
minha mesada. (Sujeito subentendido)
Páginas: 80 e 81
• 
TEMA: ÒTipos de sujeito e rela•›es de concord‰nciaÓ.
• 
CONTEÚDO TRABALHADO: Ora•‹o sem sujeito.
Objetivo
¥ 
Identificar os contextos em que ocorrem as ora•›es sem 
sujeito.
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EstratŽgias
Siga a mesma estratégia da aula anterior para apre-
sentar a Òora•‹o sem sujeitoÓ: explica•›es dos exemplos na 
lousa e leitura coletiva dos conceitos.
Os verbos associados ˆs ora•›es sem sujeito ocorrem 
em situa•›es espec’ficas. Por isso, ser‡ proveitoso se for es-
quematizado um quadro no canto da lousa, para ser preen-
chido com essas situa•›es.
D• aten•‹o especial também ˆ conjuga•‹o verbal 
sempre em terceira pessoa do singular, que caracteriza as 
ora•›es sem sujeito.
Pe•a que os alunos fa•am as atividades da p‡gina 81 e 
também a 3 e 5 da se•‹o Atividades: tipos de sujeito (p‡gi-
nas 84 e 85). Para finalizar, realize a corre•‹o coletiva.
Para casa
Solicite que os alunos respondam ˆs seguintes 
quest›es:
 
  Jorge Ben Jor é o autor de uma mœsica chamada ÒChove 
chuvaÓ. Considerando que o verbo chover expressa um 
fen™meno natural, responda:
 a) Qual é o sujeito dessa ora•‹o?
Chuva.
b) A ora•‹o est‡ normativamente adequada ˆ linguagem 
formal? Explique.
Não, porque os verbos que expressam fenômenos natu-
rais deveriam ser impessoais e, nesse caso, o autor expli-
cita que é a chuva que deve chover.
c)   Por que o autor da mœsica teria feito essa constru•‹o?
Ele expressou uma redundância ao especificar que seria 
necessário chover, mas provavelmente fez isso como re-
curso expressivo para afirmar a chuva com ênfase.
Páginas: 81 e 82
• 
TEMA: ÒNo dia a diaÓ.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Usos do verbo haver.
Objetivos
¥ 
Compreender o conceito de erro no que se refere a usos 
cristalizados na l’ngua.
¥ 
Formar opini‹o sobre a vivacidade e o dinamismo da l’ngua.
EstratŽgias
Para esta aula, procure reservar a sala de inform‡tica 
ou outro local que tenha f‡cil acesso ˆ internet para que os 
alunos possam realizar pesquisas.
A se•‹o No dia a dia (p‡ginas 81 e 82) aborda usos lin-
gu’sticos da fala cotidiana que n‹o est‹o descritos na gram‡-
tica normativa, porém est‹o cristalizados na fala. Um exem-
plo s‹o alguns usos do verbo haver, entre eles, sua substitui-
•‹o pelo verbo ter quando exprime o sentido de existir.
Leia coletivamente o exemplo disposto na p‡gina 82, 
mas n‹o realize a atividade com os alunos, pois essa tarefa 
ser‡ indicada para casa.
Pe•a que procurem em reportagens ou outros g•neros 
formais da internet exemplos que mostrem essa utiliza•‹o 
do ter em lugar de haver. Oriente os alunos para que copiem 
o trecho, identifiquem a troca dos verbos e mencionem de-
vidamente a fonte. Dois exemplos s‹o suficientes para que 
se proceda ˆ discuss‹o da atividade complementar.
Atividade complementar
 
  Nos exemplos encontrados, a substitui•‹o do verbo ha-
ver por ter ocorre em um contexto formal de enuncia•‹o. 
Mas, se est‡ em desacordo com a gram‡tica normativa, 
ent‹o esse uso em contextos formais é considerado um 
erro. Discuta essa afirma•‹o coletivamente.
Espera-se que os alunos reconheçam que a língua é viva e di-
nâmica e se modifica com o passar do tempo. Ao orientar essa 
discussão, chame atenção para o fato de que o conceito de 
erro não pode ser somente balizado pela gramática normati-
va, já que nem todos os preceitos contidos nela são aplicáveis 
na língua cotidiana. Use como exemplo a mesóclise, em desu-
so. Destaque que a língua se modifica conforme o uso que os 
falantes fazem dela. Por isso, se o uso de 
ter em lugar de haver 
se cristalizou no uso formal, não há necessidade de ser corri-
gido ou considerado erro. De todo modo, deve-se atentar às 
normas e regras gramaticais, pois elas ainda podem ser co-
bradas de forma literal, dependendo do contexto.
Para casa
Solicite a realiza•‹o da atividade da se•‹o No dia a dia 
(p‡gina 82).
Página: 82
• 
TEMA: ÒHora de organizar o que estudamosÓ.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Organiza•‹o das ora•›es.
Objetivos
¥ 
Sistematizar as classifica•›es dos tipos de sujeito.
¥ 
Identificar os tipos de sujeito constantes nas ora•›es.
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Estratégias
Nesta aula, devem ser retomadas as classifica•›es so-
bre os tipos de sujeito.
Organize a turma em grupos e leiam, coletivamente, o 
esquema da se•‹o Hora de organizar o que estudamos (p‡-
gina 82). Questione os alunos sobre os conceitos de cada 
um e, em seguida, pe•a que as duplas elaborem um exemplo 
para cada um dos tipos de sujeito.
Corrija coletivamente os exemplos e, na sequ•ncia, 
solicite que os alunos fa•am a atividade 6 da se•‹o Ativida-
des: tipos de sujeito (p‡ginas 85 e 86). Finalize a aula com a 
corre•‹o dessa atividade.
Para casa
Solicite a realiza•‹o das seguintes atividades:
 1.
  Classifique os tipos de sujeito de acordo com os verbos 
destacados nos trechos das mœsicas a seguir:
a) ÒS— por hoje n‹o quero mais te ver / S— por hoje n‹o vou 
tomar minha dose de voc•.Ó (ÒNa sua estanteÓ, Pitty)
desinencial / desinencial
 b) ÒFoi aqui seu mo•o / Que eu, Mato Grosso e o Joca / 
Construímos nossa maloca.Ó (ÒSaudosa MalocaÓ, 
Adoniran Barbosa)
inexistente / composto
 c) ÒA gente espera do mundo e o mundo espera de n—s / 
Um pouco mais de paci•ncia.Ó (ÒPaci•nciaÓ, Lenine)
simples / simples
 2.
  Agora, cite os referentes desses sujeitos.
a) 
eu / eu (desinencial)
b) 
inexistente / Eu, Mato Grosso e o Joca
c)  
A gente / o mundo
P‡gina: 86
• 
TEMA: ÒA posi•‹o do sujeito em rela•‹o a um verboÓ.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Ordem direta e ordem inversa.
Objetivos
¥ 
Reconhecer a ordem can™nica das ora•›es.
¥ 
Identificar os efeitos de sentido que ocorrem quando h‡ 
invers‹o da ordem direta.
Estratégias
Nesta aula, os alunos devem ser estimulados a alterar 
a ordem direta das ora•›es e verificar as adequa•›es ne-
cess‡rias para manter a sem‰ntica.
Explique como as ora•›es s‹o canonicamente estru-
turadas na l’ngua portuguesa em sujeito > verbo > objeto, 
conhecida como ordem direta, e mostre como a altera•‹o 
dessa ordem pode mudar o sentido da mensagem ou a ex-
pressividade dela. Para tanto, pe•a que fa•am a atividade 2 
(p‡gina 87). Durante a corre•‹o, explique que o elemento 
colocado ˆ frente em uma ora•‹o tem uma carga de •nfase 
maior, j‡ que a aten•‹o do leitor se volta primeiro para o in’-
cio da ora•‹o.
Escreva na lousa o exemplo da p‡gina 86 e explique a 
anteposi•‹o do verbo. Depois, pe•a que os alunos fa•am as 
atividades 1, 3 e 4 (p‡ginas 86 a 88). Para finalizar a aula, 
corrija-as oralmente.
Para casa
Solicite que os alunos modifiquem a ordem direta da 
ora•‹o a seguir, pelo menos, de duas maneiras.
 
  Achei minha caneta da sorte na gaveta da c™moda hoje 
de manh‹, antes da aula.
Hoje de manhã, antes de aula, achei minha caneta da sorte 
na gaveta da cômoda.
Na gaveta da cômoda, hoje pela manhã, antes da aula, achei 
minha caneta da sorte.
P‡ginas: 89 e 90
• 
TEMA: ÒProdu•‹o de textoÓ.
• 
CONTEÚDO TRABALHADO: G•nero: cr™nica.
Objetivos
¥ 
Observar um momento detalhadamente, construindo 
uma narrativa mental para ele.
¥ 
Levantar informa•›es subentendidas em uma imagem.
Estratégias
Nesta produ•‹o textual os alunos criar‹o uma cr™nica 
para ser publicada em um jornal. Se a escola possuir jornal, in-
centive os alunos a se organizar para que as cr™nicas sejam 
gradativamente publicadas. Caso a escola n‹o tenha, pode ser 
uma —tima oportunidade de cri‡-lo e atŽ de promover a inter-
disciplinaridade, construindo reportagens, editoriais e not’cias 
ligadas a assuntos de diversas ‡reas do conhecimento.
Antes do in’cio da produ•‹o, anuncie que ser‡ desen-
volvida uma cr™nica e lembre com os alunos as principais 
caracter’sticas do g•nero e da linguagem que ela usa.
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Sistematize as etapas na lousa, de acordo com as falas 
dos alunos.
Explique que a crônica a ser desenvolvida terá como 
base uma imagem e faça novamente o paralelo com o mo-
mento capturado, como ocorre na crônica escrita.
Em seguida, peça que os alunos, silenciosamente, 
leiam cada uma das fotos e anotem elementos que se des-
tacam para eles, além de sensações que elas trazem. Finda-
do o tempo, abra uma discussão coletiva e questione os alu-
nos sobre os elementos que viram: detalhes e cores, sensa-
ções, características dos personagens e do cenário, entre 
outros. Chame atenção para a legenda e para o autor e dis-
cuta com os alunos qual teria sido a intencionalidade dele ao 
captar aquele momento.
Peça que os alunos escolham uma das fotos, pois, na 
próxima aula, eles começarão a escrever a crônica.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Revise suas anotações sobre a crônica, para relembrar a 
estrutura desse gênero e a linguagem utilizada. Veja tam-
bém as anotações de aprimoramento relacionadas à crô-
nica que você já produziu. Essas revisões serão essenciais 
para a crônica que você desenvolverá.
 2.
  Pesquise sobre a produção do autor das fotos que estão 
nas páginas 89 e 90, para que você possa conhecer mais 
sobre o trabalho e a intencionalidade deles. Esse conheci-
mento poderá auxiliá-lo a criar sua crônica com mais de-
talhamento.
P‡ginas: 89 e 90
• 
TEMA: “Produção de texto”.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Planejamento do texto escrito.
Objetivo
¥ 
Realizar um planejamento de texto escrito do gênero 
crônica.
Estratégias
Sugira aos alunos o início do planejamento dos textos. 
Escreva na lousa, em forma de itens, alguns direcionamen-
tos que pretendem dar à crônica e peça que completem es-
ses itens no caderno, com elementos dos próprios textos. 
No item “Inspiração e planejamento da crônica” (página 90) 
estão dispostas algumas orientações.
Atividade complementar
Analise com seus colegas a possibilidade de produzir um 
jornal para a escola. Caso a escola já tenha um jornal, organizem-
-se para conversar com os responsáveis, de forma a garantir que 
as crônicas possam ser publicadas gradativamente no jornal.
Para casa
 
 Solicite que os alunos respondam à seguinte questão: 
Qual é a importância de realizar um projeto de texto?
O projeto de texto organiza as ideias, o que possibilita uma 
visão mapeada do texto e, consequentemente, maior pro-
babilidade de ele ser escrito de maneira coerente.
P‡ginas: 89 e 90
• 
TEMA: “Produção de texto”.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Produção de crônica.
Objetivos
¥ 
Elaborar uma crônica com base na leitura de imagem.
¥ 
Utilizar um projeto de texto como norteador da produção 
efetiva.
Estratégias
Como o módulo está se aproximando do final, é impor-
tante que as produções textuais sejam supervisionadas 
mais de perto, para ser possível verificar pontualmente as 
falhas dos alunos, bem como seu progresso.
Oriente os alunos a se nortear por seus projetos de 
texto e começarem a produção da crônica. Explique que o 
projeto pode sofrer alterações, mas é importante que se 
mantenha a essência do que foi previamente planejado para 
que o tempo de estudo não seja perdido.
Circule pela sala de aula para esclarecer possíveis 
dúvidas.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Finalize sua crônica e, depois de uma pausa de 15 minutos 
ou mais, releia sua produção e verifique se é necessário 
fazer adequações no gênero ou na gramática.
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 2.
  Você conseguiu seguir seu projeto de texto? Justifique 
sua resposta.
Espera-se que os alunos tenham conseguido seguir o proje-
to, mesmo que tenha sido necess‡rio adequ‡-lo.
Páginas: 89 e 90
• 
TEMA: ÒProdução de textoÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Revisão e reescrita.
Objetivos
¥ 
Desenvolver um texto baseado na leitura de uma imagem.
¥ 
Elaborar uma produção escrita com base em um projeto 
de texto.
Estratégias
Nesta aula, espera-se que os alunos tragam as cr™ni-
cas finalizadas. Organize a turma em duplas e peça que um 
aluno leia a redação do outro e anote observaç›es tanto so-
bre o estilo e a composição em si quanto sobre a gram‡tica e 
a adequação ao gênero.
Quando os alunos sinalizarem o tŽrmino dessa tarefa, 
solicite que destroquem os textos para que os autores ve-
jam as anotaç›es. Abra espaço para que as dœvidas sejam 
expostas.
Ap—s essa etapa, proponha a reescrita dos textos, 
ponderando as observaç›es dos colegas e adequando as 
cr™nicas ao objetivo final: publicação no jornal da escola.
Atividade complementar
 
  Converse com a turma sobre como foi a experiência de 
ter seu texto analisado por um colega de sala.
Fa•a a intermedia•‹o da discuss‹o para que seja mantido o 
respeito em rela•‹o ˆs interven•›es dos colegas. Explique 
quando é necess‡rio, de um lado, haver respeito pelo texto 
do colega e, de outro, haver pondera•‹o para ler criticamen-
te as sugest›es e decidir se elas devem ou n‹o ser incorpo-
radas ao texto final.
Para casa
 
  Solicite que os alunos respondam ˆ seguinte questão: Em 
sua opinião, a atividade de reescrita de um texto Ž impor-
tante? Justifique sua resposta.
Espera-se que os alunos considerem que é por meio da rees-
crita que um texto pode ser aprimorado.
Páginas: 89 e 90
• 
TEMA: ÒProdução de textoÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Oralidade e escuta ativa.
Objetivos
¥ 
Ouvir atentamente a leitura de um texto.
¥ 
Ler uma cr™nica de forma fluida e adequada ao gênero.
Estratégias
Nesta aula, promova a escuta ativa dos alunos, organi-
zando uma roda de leitura na qual poderão ler as produç›es 
antes de serem enviadas ao jornal da escola. Essa atividade 
pode ser realizada em uma sala de leitura ou em c’rculo, fora 
da sala de aula.
No momento das leituras, faça a mediação para garan-
tir que todos tenham tempo para a leitura e para a fala.
Para casa
Solicite que os alunos respondam ˆs seguintes 
quest›es:
 1.
  Por que a leitura em voz alta Ž importante?
Porque ela incentiva o desenvolvimento da oralidade e da 
fluidez de entona•‹o e ritmo.
 2.
  Descreva qual foi sua sensação ao ler sua cr™nica para o 
grupo.
Resposta pessoal.
Página: 91
• 
TEMA: ÒOutro texto do mesmo gêneroÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Leitura e estudo do texto de 
forma oral.
Objetivos
¥ 
Mobilizar os conhecimentos prŽvios sobre o gênero cr™nica.
¥ 
Participar de uma exposição de ideias, praticando a escuta 
ativa e a intervenção em momentos apropriados.
Estratégias
Leia a hist—ria coletivamente e, ao final, realize a interpre-
tação oral do texto. Comece verificando os conhecimentos 
prŽvios dos alunos, perguntando a eles se j‡ tiveram cachorros 
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e como eles eram. Deixe que contem as histórias e faça per-
guntas sobre os animais, por exemplo: Ele fazia alguma arte?
Por meio dessas perguntas, faça um gancho com o 
conteœdo do texto e parta para questionamentos mais dire-
cionados à compreensão e interpretação, tais como: Quem 
decidiu sobre o cachorro? Como foi a recepção do animal? 
Por que o narrador menciona que o cachorro era chato? 
Quais eram as travessuras que o cachorro fazia? Por que o 
título do texto é “Prova falsa”? Por quem essa prova teria 
sido implantada e por quê? Qual é o efeito de sentido esco-
lhido para essa narração?
O objetivo é verificar o entendimento literal, fazer 
constatações sobre a mensagem, localizar dados e infor-
mações no texto, reordenar as ideias, relacionar os dados do 
texto com dados do universo dos alunos e fazer inferências 
justificadas sobre o conteœdo e sobre os recursos linguísti-
cos empregados.
Por fim, realize a atividade complementar coletivamente.
Durante toda esta aula, que tem foco exclusivamente 
oral, faça a mediação das intervenções dos alunos, buscan-
do organizar uma escuta ativa e considerar as experiências 
dos alunos.
Atividade complementar
 
  Converse com seus colegas sobre a seguinte questão: Ter 
um cachorro é uma tarefa fácil ou difícil?
Espera-se que os alunos compreendam que ter um cachorro 
envolve comprometimento e dedicação, o que pode ser fácil 
para alguns, mas dif’cil para outros.
Para casa
 
  Solicite que os alunos respondam à seguinte questão: O tex-
to “Prova falsa”, de Stanislaw Ponte Preta, possui caracterís-
ticas que o classificam como uma cr™nica. Quais são elas?
ƒ escolhido um fato corriqueiro, como ter um cachorro, e so-
bre ele são narrados epis—dios factuais, como se houvesse 
ali um retrato geral de toda a estadia do cachorro na casa. O 
autor opta pelo efeito de sentido c™mico por meio do empre-
go da linguagem.
Página: 92
• 
TEMA: “Ponto de chegada”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Revisão sobre os gêneros 
narrativa mítica e cr™nica e revisão sobre os tipos de 
discurso.
Objetivos
¥ 
Verificar os conhecimentos prévios sobre o gênero cr™ni-
ca e o gênero narrativa mítica.
¥ 
Construir as relações entre gênero e linguagem.
EstratŽgias
Nesses momentos de encerramento do módulo, é im-
portante que as atividades sejam realizadas individualmen-
te, para que os alunos retomem conhecimentos sobre o 
conteœdo e consolidem os conceitos-chave dos gêneros e 
do que estudaram.
A atividade 1 da seção Ponto de chegada (página 92) pro-
põe a sistematização das relações entre os dois gêneros estu-
dados no módulo. É uma importante atividade de extrapola-
ção, por meio da qual os alunos verificarão os conhecimentos 
sobre os conceitos aprendidos para estabelecer comparação 
mental entre os gêneros e, depois, transportá-la para o papel.
Sugira que façam a atividade em silêncio e, depois, dis-
cutam coletivamente as respostas.
Em seguida, peça a realização da atividade 2 da mesma 
seção (página 92), que sistematiza o uso dos discursos. 
Igualmente, faça a correção comentada.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Quais são as principais características do gênero cr™nica e do 
gênero narrativa mítica? Monte um quadro que as exponha.
Narrativa mítica
Crônica
¥ 
Narra feitos heroicos 
mitol—gicos.
¥ 
Possui uma estrutura 
narrativa.
¥ 
A linguagem Ž mais 
formal.
¥ 
Narra um epis—dio 
cotidiano que tenha se 
destacado para o autor.
¥ 
Possui uma estrutura 
narrativa.
¥ 
A linguagem Ž menos 
formal, por se tratar do 
registro de um feito 
cotidiano.
Página: 93
• 
TEMA: “Ponto de chegada”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Revisão sobre os tipos de 
sujeito, os elementos de coesão e sujeito e predicado.
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Objetivos
¥ 
Relacionar os elementos linguísticos à coerência de um texto.
¥ 
Verificar conhecimentos prévios sobre coesão textual.
EstratŽgias
Por meio das atividades da página 93, os alunos devem 
ser incentivados a verificar os conhecimentos sobre os 
efeitos de sentido da linguagem – a coesão e a coerência – e 
as consequências das escolhas linguísticas para o estabele-
cimento desses sentidos.
É importante que os alunos façam a relação entre a es-
trutura linguística e a expressividade, além de identificar as 
funcionalidades dos elementos linguísticos formais para a 
unidade do texto.
Por isso, novamente, deixe que os alunos realizem de 
forma individual as atividades 1 e 2 da seção Ponto de che-
gada (página 93) e, depois, faça a correção oralmente.
Para casa
Solicite a pesquisa de títulos de notícias ou reportagens 
que ilustrem cada um dos tipos de sujeito.
P‡gina: 94
• 
TEMA: “Produção: crônica”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Aquecimento e proposta de 
trabalho.
Objetivos
¥ 
Construir, de forma autônoma, as intencionalidades de 
sua produção textual.
¥ 
Identificar a linguagem mais adequada à produção de de-
terminado gênero.
¥ 
Montar um cenário contextual para a produção escrita.
EstratŽgias
Permita que esta produção seja construída de forma 
mais autônoma.
Faça uma ambientação por meio da recuperação de 
aspectos linguísticos e formais do gênero crônica, verifican-
do conhecimentos prévios dos alunos. Lembre-os do gêne-
ro em detalhes e retome as produções anteriores sobre a 
crônica, para que vejam o que foi necessário aprimorar e 
deve receber mais atenção nessa produção.
Se possível, leve os alunos para a biblioteca ou sala de 
leitura. Nesse local, questione-os sobre os cronistas que 
conhecem. Escreva o nome dos autores na lousa e, depois, 
proponha aos alunos que procurem livros de crônicas para 
conhecer os estilos composicionais e as histórias de diver-
sos cronistas.
Oriente-os que façam anotações sobre a linguagem e 
o estilo desses autores e selecionem algum desses livros 
para levar para casa.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Selecione uma crônica do livro que você escolheu e a leia 
em detalhes, prestando atenção ao estilo do autor e à lin-
guagem empregada. Depois, responda:
a) Quais são as características da linguagem da crônica 
que você selecionou?
b) Qual é o efeito de sentido que o autor quis dar ao texto?
c)   Quais são os elementos da narrativa e como ele constrói 
o enredo? Faça um breve resumo e identifique as partes.
 2.
  Revise suas produções anteriores e escreva em seu ca-
derno, em tópicos, elementos da crônica sobre os quais 
você deverá apresentar maior atenção no momento da 
elaboração.
P‡ginas: 94 e 95
• 
TEMA: “Produção: crônica”
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Preparo da produção escrita: 
características do gênero e como fazer.
Objetivos
¥ 
Montar um planejamento para a realização da própria pro-
dução textual.
¥ 
Definir, com autonomia, o assunto de uma temática livre.
EstratŽgias
Incentive os alunos a realizar um projeto de texto para 
organizarem as produções textuais. Peça a eles que estejam 
munidos dos estudos contextuais que fizeram nas aulas an-
teriores e leiam o item B – “Proposta de trabalho: criação de 
crônica”, da seção Ponto de chegada (páginas 94 e 95).
Oriente-os a definir também o tema, o interlocutor, a 
intenção comunicativa (efeito de sentido) e se atentar às 
características do gênero.
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Enquanto os alunos realizam esse planejamento, cir-
cule pela sala de aula para esclarecer poss’veis dœvidas. Em-
bora seja uma atividade individual, permita que haja conver-
sas paralelas, pois nelas podem estar discuss›es importan-
tes. Monitore para que n‹o haja dispers‹o do objetivo.
Para casa
Solicite que os alunos revisem o projeto de texto, de 
forma a deixar bem organizada a sequ•ncia que utilizará 
para realizar a produ•‹o.
P‡gina: 94
• 
TEMA: ÒProdu•‹o: cr™nicaÓ.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Roteiro de planejamento 
e escrita.
Objetivo
• 
Produzir um texto com base em um projeto previamente 
elaborado.
Estratégias
Nesta aula, pe•a que os alunos retomem o exemplo de 
planejamento de produ•‹o escrita já estudado no m—dulo e 
que complementem com o ÒRoteiro de planejamento para a 
produ•‹o da cr™nicaÓ (página 95).
Deixe todo o espa•o para que os alunos construam as 
produ•›es textuais, conforme os itens dispostos no roteiro. 
Oriente-os a utilizar efetivamente o planejamento, para que 
a escrita seja direcionada e pouco digressiva.
Para casa
 
  Solicite que os alunos respondam, com as pr—prias pala-
vras, por que Ž importante fazer um projeto de texto?
Espera-se que os alunos reconhe•am como o planejamen-
to contribui para a escrita direcionada e efetiva, minimizan-
do os efeitos digressivos que podem acarretar em proble-
mas na unidade do texto. O projeto de texto Ž um direciona-
mento ao autor.
P‡gina: 95
• 
TEMA: ÒProdu•‹o: cr™nicaÓ.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Avalia•‹o e reescrita.
Objetivos
• 
Ponderar sugest›es de outros no pr—prio texto.
• 
Decidir sobre as modifica•›es a serem feitas no pr—prio 
texto.
Estratégias
Organize a turma em duplas e pe•a que um leia a reda-
•‹o do outro, fazendo anota•›es e sugest›es sobre a ade-
qua•‹o ao g•nero, ˆ linguagem escolhida, entre outros as-
pectos formais.
ƒ importante que os alunos tenham em m‹os o projeto 
de texto do colega para verificarem se houve sequ•ncia e se 
o autor levou em considera•‹o o pr—prio trabalho realizado 
anteriormente.
Para casa
Solicite que os alunos preencham a produ•‹o textual e 
analisem as sugest›es feitas pelos colegas. Pe•a tambŽm 
que a leiam em voz alta, se poss’vel gravando-a, para que se 
autoavaliem e percebam as defici•ncias de flu•ncia leitora.
P‡gina: 95
• 
TEMA: ÒProdu•‹o: cr™nicaÓ.
• 
CONTEÚDO TRABALHADO: Leitura oral e expressiva.
Objetivos
• 
Praticar a escuta ativa de textos de terceiros.
• 
Ler de forma expressiva a pr—pria produ•‹o textual.
Estratégias
Esta atividade pode ser realizada fora da sala de aula, 
para motivar os alunos. Se for poss’vel, grave o desempe-
nho da turma e, depois, disponibilize os v’deos a eles. Se 
tiverem celulares, fa•a o v’deo com o aparelho de cada um 
deles. ƒ importante que haja autoriza•‹o para utilizar es-
sas imagens.
Pe•a que fa•am a leitura expressiva dos textos. No 
momento das leituras, chame aten•‹o para o desempenho 
oral e aponte formas de aprimoramento. Incentive tambŽm 
a escuta ativa dos textos e, ao final de cada leitura, abra es-
pa•o para comentários coletivos.
Oriente os alunos a guardar as cr™nicas, pois elas ser‹o 
utilizadas na pr—xima aula.
Aula 60
Aula 61
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Para casa
Solicite que os alunos procurem no pr—prio caderno to-
das as produ•›es escritas no m—dulo e as releiam, verifican-
do a necessidade de alguma modifica•‹o ou aprimoramen-
to. Pe•a tambŽm que digitem os textos e leve-os para a sala 
de aula, colocando cada um em um saco pl‡stico com quatro 
furos, pr—prio para pastas A4.
Página: 95
• 
TEMA: ÒNarrativas em um s— lugarÓ.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: ÒCompila•‹o das produ•›es 
escritasÓ.
Objetivo
¥ 
Organizar-se coletivamente em prol da confec•‹o de um 
produto final.
EstratŽgias
Nesta aula ser‹o compiladas todas as produ•›es es-
critas pelos alunos em um s— livro, que pode ser proposto a 
eles como ÒNarrativas em um s— lugarÓ.
O nome do livro pode ser escolhido coletivamente, 
mas explique que o objetivo tem de ficar claro ao leitor. Leve 
uma pasta preta modelo A4, para que os alunos possam ar-
mazenar nela seus textos.
Fa•a a media•‹o da organiza•‹o desse livro e explique 
sobre a necessidade de haver ’ndice, capa, contracapa, 4
a
 capa, 
lombada, entre outros elementos formais de um livro. Nomeie 
respons‡veis por viabilizar cada uma das tarefas identificadas 
para a produ•‹o. Organize a turma em grupos e delegue para 
cada um deles uma tarefa: organizar os textos na pasta, fazer o 
’ndice, criar uma capa, uma contracapa e uma lombada, etc.
Ao final da aula, haver‡ um exemplar de livro colabora-
tivo que pode ser disposto na biblioteca da escola para futu-
ras consultas.
Para casa
Solicite que os alunos combinem com os colegas quem 
da turma levar‡ a obra produzida ˆ biblioteca e conversar‡ 
com o respons‡vel para verificar a possibilidade de a obra 
ser indexada ao acervo e circular.
Referências bibliográficas
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S‹o Paulo: Par‡bola, 2011.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 2. ed. S‹o Paulo: 
Martins Fontes, 1997.
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. 
rev. e ampl. Rio de Janeiro: Lucerna, 2000.
BORBA, Francisco da Silva. Dicionário de usos do português do 
Brasil. S‹o Paulo: çtica, 2002.
BRANDÌO, Helena Nagamine (Coord.). Gêneros do discurso na 
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ca. 5. ed. S‹o Paulo: Cortez, 2012.
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sino Fundamental: matrizes de refer•ncia, t—picos e descrito-
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. MinistŽrio da Educa•‹o. Secretaria de Educa•‹o Fun-
damental.  Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e 
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Bras’lia, 1998.
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CASTILHO, Ataliba Teixeira de (Org.). Gramática do português 
falado. Campinas: Ed. da Unicamp, 2002. v. 3.
.  Nova gramática do português brasileiro. S‹o Paulo: 
Contexto, 2012.
COSTA, SŽrgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo 
Horizonte: Aut•ntica, 2008.
DIONÍSIO, ångela P.; MACHADO, Anna R.; BEZERRA, Maria A. 
(Org.). Gêneros textuais e ensino. S‹o Paulo: Par‡bola, 2010.
GANCHO, C‰ndida Vilares. Como analisar narrativas. 9. ed. S‹o 
Paulo: çtica, 2006.
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gra-
m‡tica. S‹o Paulo: Contexto, 2001.
; BASSO, Renato. O português da gente: a l’ngua que es-
tudamos, a l’ngua que falamos. 2. ed. S‹o Paulo: Contexto, 2012.
KLEIMAN. ångela. Leitura: ensino e pesquisa. 2. ed. Campinas: 
Pontes, 1996.
.  Oficina de leitura: teoria e pr‡tica. 14. ed. Campinas: 
Pontes, 2012.
Os significados do letramento. Campinas: Mercado de 
Letras, 1995.
.  Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 9. ed. 
Campinas: Pontes, 2005.
Aula 63
Narrativas em foco: do mito ˆ cr™nica
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KOCH, Ingedore Villaça. A coes‹o textual. 17. ed. São Paulo: 
Contexto, 2002.
Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 
2002.
Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2. ed. 
São Paulo: Contexto, 2010.
O texto e a constru•‹o dos sentidos. 9. ed. São Paulo: 
Contexto, 2007.
Texto e coer•ncia. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do 
texto. São Paulo: Contexto, 2006.
; TRAVAGLIA, Luiz C. A coer•ncia textual. 16. ed. São 
Paulo: Contexto, 1990.
; VILELA, Mário. Gram‡tica da l’ngua portuguesa. Porto, 
Portugal: Almedina, 2001.
MACHADO, Irene A. Literatura e reda•‹o: os gêneros literários e 
a tradição oral. São Paulo: Scipione, 1994.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. An‡lise da conversa•‹o. 6. ed. São 
Paulo: Ática, 2007.
MORAES, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. 4. ed. 
São Paulo: Ática, 1998.
PERINI, Mário. Sintaxe portuguesa: metodologia e funções. 
2. ed. São Paulo: Ática, 1994.
RANGEL, Egon de Oliveira; ROJO, Roxane (Coord.). L’ngua Por-
tuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educa-
ção/Secretaria da Educação Básica, 2007. (Explorando o En-
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ROJO, Roxane (Org.). A pr‡tica da linguagem em sala de aula
São Paulo: Educ/Campinas: Mercado de Letras, 2001.
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Os gêneros escolares. 
In: ROJO, Roxane; CORDEIRO, Glaís Sales (Org.). G•neros orais e 
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VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 4. ed. São Paulo: 
Martins Fontes, 2008.
ANOTAÇÕES
 
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ano
8
Ensino 
Fundamental
1
caderno
LÍNGUA 
PORTUGUESA
PROFESSOR
O sistema de ensino SER está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do 
patrimônio cultural nacional. Por isso, ao longo dos anos finais do Ensino Fundamental, você 
conhecerá pontos importantes de todas as regiões brasileiras, retratados nas capas do material 
didático. Acompanhe-nos nessa viagem!
A Lagoa da Pampulha é um dos cartões-postais de Minas Gerais. Com 18 quilômetros de 
extensão, o complexo abriga, em Belo Horizonte, o conjunto arquitetônico concebido nos 
anos 1940 por Oscar Niemeyer e emoldurado pelo paisagismo de Burle Marx. A Igreja de São 
Francisco de Assis faz parte desse cenário. Além da arquitetura moderna, ela é caracterizada 
por painéis que retratam a Via Sacra, assinados pelo artista Cândido Portinari.
A Igreja da Pampulha é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional 
(IPHAN). Próximo ao local, em 1965, estabeleceu-se o estádio do Mineirão.
www.ser.com.br                 0800 772 0028
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