O sistema de ensino ser está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do



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Página: 43
• 
TEMA: “Produção de texto”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Narrativa mítica e coesão no 
texto oral.
Objetivo
• 
Elaborar um resumo sobre narrativa mítica, adequado à 
leitura oral.
Estratégias
Proponha que a atividade da seção Produção de texto 
(página 43) seja realizada na íntegra em sala de aula. Trans-
creva para a lousa os elementos que estão no esquema inicial 
da seção, sobre o contexto de produção do resumo, e expli-
que que ele será o norteador da intencionalidade de produção.
Em seguida, faça a leitura coletiva da proposta e con-
ceda um tempo para que os alunos elaborem o resumo. É 
importante também chamar atenção para os elementos de 
coesão que devem ser usados para compor a unidade tex-
tual da narrativa mítica.
Quando os alunos terminarem a redação, organize-os 
em duplas e peça que cada um leia o texto do colega e faça 
anotações sobre a composição, com base no quadro da pági-
na 21. Solicite mais uma leitura para adequação à norma culta.
Por fim, peça que reescrevam o texto, ponderando so-
bre as sugestões feitas pelos colegas.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Com a reescrita de seu resumo em mãos, grave, com o 
auxílio de um gravador (aparelho próprio ou do celular), a 
leitura em voz alta de seu texto, que deve ser feita tam-
bém para seus familiares.
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 2.
  Ou•a sua grava•‹o e verifique se a leitura teve a fluidez 
esperada para um discurso oral. Considere como fluidez 
uma narra•‹o pr—xima da fala formal, que garanta as pau-
sas nos locais adequados e uma entona•‹o com altera•‹o 
mel—dica e variável, para que os momentos-chave da 
narrativa sejam facilmente identificáveis. Caso sua leitura 
n‹o esteja fluida, fa•a outra grava•‹o, realizando as ade-
qua•›es necessárias.
Página: 44
• 
TEMA: ÒProdu•‹o de textoÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Composi•‹o de 
personagens e narrativa baseada em her—is 
contempor‰neos.
Objetivos
¥ 
Composi•‹o de personagens: características físicas e psi-
col—gicas.
¥ 
Acionar os conhecimentos prŽvios sobre composi•‹o de 
her—is contempor‰neos.
Estratégias
Primeiramente, sistematize na lousa o contexto de nar-
rativa, expondo as quest›es feitas nos bal›es da se•‹o Pro-
dução de texto (página 44). Preencha-os com as respostas 
dos alunos sobre cada uma das partes composicionais e, em 
seguida, inicie a elabora•‹o de cada uma das partes da pro-
posta, a come•ar pela elabora•‹o dos personagens.
Chame aten•‹o para o interlocutor: a turma, na sala de 
aula. Explique que os personagens criados devem possuir al-
gum nível de complexidade, para que contribuam com o enre-
do da hist—ria e sejam interessantes aos colegas da turma.
Fa•a a leitura compartilhada da descri•‹o dos tr•s her—is 
contempor‰neos Ð Wolverine, incrível Hulk e Batman (ainda 
na página 44). Depois, leia a ficha do Super-Homem e desta-
que cada uma das partes que caracterizam o personagem.
Solicite que os alunos elaborem uma ficha semelhante, 
que contenha as características de um her—i que será o prota-
gonista de uma narrativa a ser realizada em outro momento. 
Retome com eles os itens da ficha modelo e pondere a neces-
sidade de inclus‹o de outros itens, como, por exemplo, a ves-
timenta ou as características psicol—gicas do personagem.
ƒ importante ressaltar a diversidade de g•nero e expli-
car que os personagens podem ser heroínas. Aborde ainda 
outras culturas como possibilidades de embasamento para 
os personagens, como, por exemplo, os her—is dos mangás 
e animes, da cultura japonesa.
Ressalte que os personagens precisam ser elaborados 
pensando na composi•‹o da narrativa que será desenvolvi-
da em outro momento.
Deixe o tempo restante de aula para os alunos criarem os 
personagens e transite pela sala para orientar as composi•›es.
Para casa
Solicite a realiza•‹o das seguintes atividades:
 1.
  Com o mesmo processo de produ•‹o desenvolvido para o 
her—i, crie uma ficha para um anti-her—i, ou seja, o vil‹o, 
que será o responsável pelo conflito da hist—ria que voc• 
produzirá.
 2.
  Desenhe os dois personagens Ð her—i e anti-her—i Ð para 
caracterizar visualmente os elementos que os comp›em 
e que voc• escreveu.
Página: 45
• 
TEMA: ÒProdu•‹o de textoÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Composi•‹o de 
personagens e narrativa baseada em her—is 
contempor‰neos.
Objetivo
¥ 
Elaborar um enredo para o texto com base em um planeja-
mento sobre o tema e o g•nero.
Estratégias
Inicie a aula pedindo que os alunos releiam as fichas de 
seus her—is e comecem a desenvolver um enredo para a his-
t—ria que esteja embasado nos itens 1 e 2 da se•‹o Produção 
de texto (página 45).
Na sequ•ncia, pe•a que esquematizem no caderno o 
enredo da hist—ria, em t—picos.
Para orientá-los, solicite que utilizem como base o 
quadro da página 21.
Pe•a que organizem as fichas dos personagens e pres-
tem aten•‹o ao planejamento do texto e aos momentos do 
enredo, pensando na quest‹o do encadeamento coerente.
Oriente as dœvidas no processo de planejamento. 
Como forma de intera•‹o entre eles, pe•a que fa•am uma 
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avalia•‹o dos planejamentos uns dos outros. Eles devem 
ajudar os colegas em poss’veis incoer•ncias, redund‰ncias e 
observa•›es, para que, no momento da escrita, a esquema-
tiza•‹o facilite o processo de produ•‹o do texto.
Para casa
Solicite a realiza•‹o das seguintes atividades:
 1.
  Verifique as sugest›es feitas pelo seu colega e corrija as 
eventuais incoer•ncias em sua hist—ria.
 2.
  Comece a cruzar os elementos de enredo e de persona-
gens, testando as possibilidades de cria•‹o do seu texto. 
A ideia Ž fazer um esbo•o para a aula seguinte.
Página: 45
• 
TEMA: ÒProdu•‹o de textoÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Produ•‹o de texto 
e flu•ncia de leitura.
Objetivos
• 
Produ•‹o de narrativa m’tica baseada em her—is contem-
por‰neos.
• 
Expressar a escuta ativa e a leitura oral fluente.
Estratégias
Pe•a que os alunos, a partir do planejamento e do es-
bo•o elaborado em casa, escrevam as narrativas. Auxilie-os 
nesse processo, orientando o encadeamento l—gico e sint‡-
tico dos textos.
Conforme eles forem terminando a produ•‹o, v‡ for-
mando duplas para fazerem a avalia•‹o cruzada dos textos. 
Oriente-os a entregar a avalia•‹o por escrito para o colega, 
assim ele poder‡ decidir mais acertadamente sobre as su-
gest›es. Cada um dever‡ verificar poss’veis incoer•ncias no 
texto e no desenrolar da hist—ria embasado nas caracter’s-
ticas dos personagens.
Em seguida, inicie o momento de leitura e escuta ativa. 
Convide a turma para, voluntariamente, candidatar suas nar-
rativas para leitura. Cada candidato que desejar que seu texto 
seja lido deve escolher um colega como leitor. Essa estratŽgia 
permite verificar as inadequa•›es formais realizadas pelos 
alunos, de acordo com o desenrolar da leitura do outro.
Ap—s a sele•‹o, disponha a sala em um c’rculo e inicie 
as leituras compartilhadas. Combine com os alunos que os 
questionamentos e as intera•›es dever‹o ser realizados 
no final da leitura, para que sejam incentivados respeito e 
escuta ativa.
Fa•a a media•‹o das intera•›es, para que n‹o ocorram 
interrup•›es durante a leitura e, nos momentos adequados, 
incentive breves processos de compreens‹o, por meio de 
perguntas aos alunos.
Para casa
Solicite a realiza•‹o das seguintes atividades:
 1.
  Para fixar o conteœdo estudado, preencha o quadro com 
informa•›es sobre a estrutura de um dos textos dos co-
legas lido em sala.
T’tulo escolhido
Situa•‹o inicial
Conflito
Cl’max
Desfecho
 2.
  Ainda sobre a narrativa, responda:
a) Onde se passa a hist—ria?
b) Quais s‹o os personagens e os papŽis que desem-
penham?
c)  Por que o autor fez essas escolhas de personagem? 
Elas t•m alguma caracter’stica especial, como no caso 
do Homem-Aranha, que foi picado por uma aranha e 
se tornou her—i, ou apenas depende da tecnologia para 
vencer os vil›es, como no caso do Batman?
Crônica
Páginas: 46 a 51
• 
TEMA: ÒCr™nicaÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Apresenta•‹o do g•nero, 
caracter’sticas gerais da cr™nica e leitura de uma cr™nica.
Objetivos
• 
Conceituar cr™nica e definir suas caracter’sticas gerais.
• 
Delimitar as semelhan•as de tipologia textual entre cr™ni-
ca e narrativa m’tica.
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Estratégias
Para iniciar esta aula, explique aos alunos que o tipo de 
texto narrativo também está presente na crônica. Porém, a 
temática se modifica: enquanto a narrativa mítica narra os 
feitos dos heróis de mitos, a crônica narra feitos cotidianos 
de um tempo atual. A principal característica desta é narrar 
um evento corriqueiro, com ironia, humor, lirismo, dramatici-
dade, para chamar atenção do leitor para algo que ele, no de-
correr do dia, não percebe.
Na sequência, escreva na lousa a etimologia do termo 
cr™nica: do grego, kr—nos, que significa tempo. Questione os 
alunos sobre outras palavras que eles conheçam que tam-
bém tenham como radical esse termo grego e tragam algu-
ma relação com o tempo. Na página 46 há sugestões de pa-
lavras:  cr™nico (que dura muito), cron™metro (medidor do 
tempo), entre outras.
Explique que o nome do gênero tem relação estreita 
com o significado etimológico, porque a crônica é uma nar-
rativa baseada em determinado momento, como se uma 
fotografia fosse tirada e recebesse uma narração atenta 
para aspectos que tivessem passado despercebidos.
Após fazer essa analogia e apresentar as característi-
cas gerais do gênero, pergunte aos alunos sobre crônicas 
que eles conheçam. Deixe que se expressem quanto aos 
enredos das histórias e pergunte sobre a autoria dos textos 
que citarem. Esse compartilhamento de informações pode 
incentivar a busca de outros alunos pela leitura.
Findado o diálogo, inicie a leitura coletiva da crônica 
“Emergência”, de Luís Fernando Verissimo (páginas 47 e 
48). Destaque as palavras do glossário e também para o mi-
nicurrículo do autor.
Peça que os alunos façam as atividades da seção In-
terpreta•ão do texto Ð Compreensão (páginas 49 a 51). A 
correção deverá ser realizada no início da próxima aula.
Para casa
Solicite que os alunos respondam às seguintes ques-
tões:
 1.
  O que há de semelhante entre a crônica e a narrativa mítica?
Ambos os textos são narrativos.
 2.
  Quais são as principais características do gênero crônica?
A crônica é uma narração de um fato cotidiano, momentâ-
neo, que é exposto de uma forma pela qual corriqueiramente 
passa despercebido.
Páginas: 48 e 49
• 
TEMA: “Crônica”
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Apresentação do gênero, 
características gerais da crônica e leitura de crônica.
Objetivos
• 
Compreender o medo como uma sensação natural.
• 
Desenvolver atitudes proativas para controle de situa-
ções de pânico.
Estratégias
Inicie esta aula com a correção coletiva das atividades 
de compreensão, mas, para tanto, peça que os alunos leiam 
novamente a crônica, desta vez, em silêncio.
Durante a atividade 7 da seção Interpreta•ão do texto 
Ð Compreensão (página 50), enfatize a questão da segu-
rança apresentada no avião e pergunte se os alunos con-
cordam com o posicionamento do personagem principal, 
que se sente coagido por orientações como “respire nor-
malmente” se o avião estiver com problemas.
Pergunte aos alunos qual é o efeito de sentido que a 
crônica causou neles: Fez com que rissem? Chorassem? Fi-
cassem perplexos? Destaque que essa sensação é cons-
truída linguisticamente pelo autor, de forma estratégica.
Ao finalizar a correção das atividades, disponha a tur-
ma em um círculo e discuta o tema “Você tem medo de 
quê?”, na seção Conversa em jogo (página 51). Pergunte aos 
alunos se eles têm experiências para contar sobre voar de 
avião e sobre alguma situação de medo pela qual já tenham 
passado relacionada a aviões.
Em seguida, proponha a leitura do texto do boxe e con-
duza a discussão sobre as formas de medo. Questione os 
alunos sobre outros medos corriqueiros que eles possam 
ter. É importante ponderar que a sensação do medo é natu-
ral diante de uma situação ameaçadora e proporciona um 
estado de alerta para os acontecimentos.
Após, discorra sobre o comportamento do persona-
gem: enganou o vizinho de poltrona, destratou a aeromoça, 
entre outras reações que mostraram descontrole. Conclua, 
então, que o medo é algo natural e a forma de se lidar com 
ele é que fará a diferença em relação ao efetivo enfrenta-
mento de situações na vida.
Tomando como referência o pavor expresso pelo per-
sonagem da crônica, questione os alunos sobre as possibili-
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dades que ele poderia perder se não enfrentasse seu medo: 
uma viagem, uma oportunidade de trabalho ou mesmo as 
belas paisagens que podem ser vistas do alto.
Incentive também a discussão sobre atitudes de com-
preensão que precisam ser desenvolvidas por todos para 
que seja possível controlar situações de pânico que possam 
acontecer.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Procure na biblioteca da escola ou na internet outra crôni-
ca que faça parte do livro Mais cr™nicas para ler na escola
de Luís Fernando Verissimo. Após ler a crônica, responda 
às questões a seguir:
a) Qual é o título da crônica?
b) Sobre qual fato cotidiano ela discorre?
 2.
  Na crônica lida há marcas de discurso informal? Exem-
plifique.
Páginas: 51 a 53
• 
TEMAS: “Linguagem do texto” e “Construção do texto”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Estrutura do enredo no 
gênero crônica e linguagem da crônica.
Objetivos
• 
Identificar características linguísticas peculiares ao gêne-
ro crônica.
• 
Relacionar a linguagem ao gênero.
Estratégias
Inicie a aula recordando a temática e o enredo da crôni-
ca “Emergência”, de Luís Fernando Verissimo (páginas 47 e 
48). Para tanto, retome as características do gênero e refor-
ce o fato de ele possuir uma estrutura narrativa que tam-
bém estava presente na narrativa mítica. Para sistematizar, 
peça que os alunos identifiquem essa estrutura na crônica 
de Verissimo, a partir do preenchimento dos quadros da se-
ção Constru•‹o do texto (páginas 52 e 53).
Explique aos alunos que, assim como a estrutura, a lin-
guagem da crônica também identifica sua forma e tem ca-
racterísticas peculiares. Organize-os em duplas para que 
façam as atividades propostas na seção Linguagem do tex-
to (páginas 51 e 52). Corrija-as oralmente, destacando os 
aspectos de informalidade que a linguagem da crônica apre-
senta (coloquialidade e temática do cotidiano).
Cite alguns autores de crônica para que os alunos co-
nheçam, como Rubem Braga, Lygia Fagundes Telles, Moacir 
Scliar, Mario Prata, Antônio Prata, Cecília Meireles, Nelson 
Rodrigues, Fernando Sabino, Carlos Drummond de Andrade, 
Clarice Lispector, entre outros. Organize-os em grupos e 
peça que escolham um dos autores.
Para casa
Solicite a pesquisa de algumas crônicas do autor esco-
lhido e a seleção de uma delas para ser lida aos colegas em 
sala de aula. Peça também a pesquisa sobre a vida do autor 
escolhido e a elaboração de um minicurrículo para ele, se-
guindo o modelo de Verissimo (páginas 47 e 48).
Páginas: 53 e 54
• 
TEMA: “Sequências textuais”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Sequências narrativas, 
conversacionais, descritivas e argumentativa/opinativa.
Objetivos
• 
Distinguir os modos de citação do discurso.
• 
Identificar a sequência textual com base em informações 
linguísticas e composicionais.
Estratégias
Explique o conceito de sequência textual que está na 
página 53. Proponha, então, aos alunos, que resolvam o De-
safio (página 54). No momento da correção, a cada identifi-
cação de um tipo de sequência nas alternativas, explique 
como ela se manifesta com base nos conceitos expostos na 
mesma página.
Mostre como as tipologias podem se mesclar quando 
há uma sequência descritiva dentro de uma narrativa. Para 
exemplificar, leia coletivamente os textos da página 54, 
apontando traços que identifiquem a sequência.
Esclareça também o conceito de turno de fala, que 
significa a produção de um falante enquanto ele está com a 
fala. Por fim, esquematize os conceitos na lousa, com a 
ajuda dos alunos.
Ao finalizar as explicações, peça aos grupos formados 
na aula anterior que se reúnam e escolham um leitor para a 
crônica e outro para apresentar o minicurrículo do autor. Em 
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seguida, inicie as apresenta•›es e fa•a a media•‹o das in-
terven•›es, para garantir a escuta ativa e evitar interrup-
•›es durante os momentos de leitura. Ap—s, identifique co-
letivamente o tipo de sequ•ncia textual ao qual elas perten-
cem e discuta sobre o enredo da crônica lida.
Pe•a que os alunos fa•am as atividades 1 a 3 da se•‹o 
Atividades: sequências textuais (p‡ginas 58 a 60).
Para casa
Solicite a realiza•‹o da seguinte atividade:
 
  Com base nas crônicas lidas em grupo, Ž poss’vel inferir 
um estilo de composi•‹o para o autor? Assinale, abaixo, 
aquele que mais se aproxima do efeito das crônicas lidas:
( ) L’rica
( ) Jornal’stica
( ) Humor’stica
( ) Dram‡tica
( ) Filos—fica
( ) Outro efeito. Qual?
 
 
P‡gina: 56
• 
TEMA: ÒModos de cita•‹o do discurso de outrosÓ.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Discurso direto e discurso 
indireto.
Objetivos
• 
Reconhecer a abrang•ncia dos conceitos de texto e dis-
curso.
• 
Identificar como se manifestam as diferentes vozes do 
discurso em uma sequ•ncia narrativa.
Estratégias
O conteœdo desta aula se insere na se•‹o Linguagem do 
texto, porque auxilia os alunos a reconhecer as vozes presen-
tes nos textos. Para que compreendam essa intencionalidade, 
Ž importante estabelecer a rela•‹o entre texto e discurso. 
Defina o texto como algo palp‡vel, que se materializa por le-
tras, palavras ou imagens, com uma unidade de sentido. Por 
sua vez, discurso Ž o que perpassa todo o texto, verbal ou n‹o 
verbal, e que incute nele intencionalidades. Ou seja, por tr‡s 
da combina•‹o das palavras, das letras e das imagens, est‹o 
presentes ideologias, inten•›es, ou seja, o conjunto que se 
constitui de texto e intencionalidade Ž o discurso.
Depois de delimitar essa diferen•a, explique que o nar-
rador de um texto pode contar a hist—ria de v‡rias maneiras 
e inserir as vozes de terceiros em meio à pr—pria fala dele, 
contando a hist—ria de maneira direta ou fazendo uma re-
produ•‹o da fala do outro por meio da pr—pria fala.
Mostre, primeiramente, a diferen•a entre o discurso direto 
e o indireto. Por meio da leitura dos trechos da crônica ÒEmer-
g•nciaÓ, destacados na p‡gina 56, explique as defini•›es que 
est‹o nos quadros. Para exercitar a identifica•‹o desses concei-
tos, volte à crônica (p‡ginas 47 e 48) e, coletivamente, identifique 
outros momentos em que esses tipos de discurso aparecem.
Depois, apresente aos alunos o conto ÒA cartomanteÓ, 
de Machado de Assis. Ele foi publicado em 1884, no jornal 
gazeta de notícias, do Rio de Janeiro. Pode ser reproduzido 
livremente do site: texto/bv000257.pdf>.
Fa•a uma leitura compartilhada do conto e, ao tŽrmino, 
pergunte sobre o tipo de discurso que parece predominar. 
Embora esteja bastante dividido, o discurso que predomina 
Ž o indireto, j‡ que as falas do discurso direto acabam por 
complementar de forma breve alguma fala das personagens 
que j‡ havia sido dita de forma indireta.
Finalize a aula fazendo algumas perguntas de com-
preens‹o e interpreta•‹o sobre o pr—prio conto, tais como: 
Onde Rita queria ir e por qu•?, Por que Camilo ria dela?, 
Como Rita e Camilo se apaixonaram?, Quem era o Vilela?, O 
que a cartomante falava para Rita se sentir mais calma?, 
Qual era a inten•‹o da cartomante ao aconselhar Rita?, 
Qual era o sentimento de Camilo com rela•‹o à Rita?, entre 
outras perguntas que se relacionem ao entendimento lite-
ral, ao levantamento de dados e informa•›es do texto e à 
reordena•‹o de ideias para identificar intencionalidades e 
informa•›es impl’citas.
Para casa
Solicite a realiza•‹o das seguintes atividades:
 1.
  Releia o trecho abaixo, do conto ÒA cartomanteÓ, de Ma-
chado de Assis:
No dia seguinte, estando na repartição, recebeu Ca-
milo este bilhete de Vilela: “Vem já, já, à nossa casa; preci-
so falar-te sem demora”.
 
  Se o conto machadiano n‹o tivesse o fim tr‡gico, como 
poderia ter sido o di‡logo entre Vilela e Camilo, de forma 
civilizada, para resolver a tens‹o entre eles? Escreva 
abaixo.

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