O sistema de ensino ser está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do



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Narrativa mítica
Páginas: 12 a 16
• 
TEMAS: “Ponto de partida”, “Narrativas em foco: do mito à 
crônica” e “Narrativa mítica”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Conceito de mito e mitologia 
e leitura de narrativa mítica.
Objetivos
¥ 
Distinguir a narrativa mítica da narrativa convencional.
¥ 
Relacionar as imagens com o texto a que se referem e dis-
tinguir seu conteúdo diacronicamente.
Estratégias
Inicie a aula propondo a leitura e a exposição oral da 
imagem das páginas 12 e 13: o crocodilo africano. Questione 
os alunos sobre o que eles veem na imagem e peça que 
leiam a legenda. Após identificar o animal, pergunte como é 
a pele dele e a qual classe pertence: os répteis. Explique que 
os répteis são animais que têm bastante resistência à perda 
de água, mas que seu habitat natural é a beira de rios ou la-
gos, geralmente em ambientes selvagens.
Questione-os sobre a origem do nome crocodilo. Con-
te que advém dos gregos que, ao avistarem o animal, acha-
ram-no parecido com uma pedra e, por sua ferocidade, o 
denominaram kroké (pedra) drilos (verme), algo como “ver-
me das pedras”. Ressalte que o crocodilo é um animal próxi-
mo da era jurássica, ou seja, um parente dos dinossauros.
Pergunte aos alunos o porquê de haver uma foto de 
crocodilo nesse módulo e lance a expressão “lágrimas de 
crocodilo”. Deixe que formulem hipóteses sobre a origem 
dessa expressão e explique que se trata de uma crença de 
que os crocodilos se arrependem de devorar suas presas. 
Essa crença advém de um mito da Antiguidade clássica, 
quando se acreditava que os crocodilos emitiam sons que 
atraíam suas presas para cavernas e, nessa armadilha, as 
devoravam. Porém, após devorá-las, uma lágrima era derra-
mada em sinal de arrependimento por tê-las matado. Expli-
que que os crocodilos não choram de remorso. Ocorre que, 
dependendo do tamanho da presa, ela pressiona o canal la-
crimal do crocodilo ao passar por sua cabeça, fazendo soltar 
a lágrima.
Na sequência, leia com os alunos o texto de introdução 
do módulo, na página 13, e verifique os conhecimentos pré-
vios deles por meio da questão proposta na seção Ponto de 
partida.
Ao finalizar a discussão, explique os conceitos de mito 
e mitologia e proponha a leitura silenciosa do texto na página 
14. Depois, solicite a leitura compartilhada do mito “Perseu e 
Medusa”, de Thomas Bulfinch (páginas 15 e 16). Ao término 
da leitura, leia o boxe sobre o autor.
Explore as imagens associadas ao texto e estabeleça 
uma comparação com seus opostos temporais: a ilha de Sé-
rifos, atualmente, e como ela seria na antiguidade; a ilustra-
ção de Dânae e Perseu, e as características das roupas e do 
transporte; e o mapa da Grécia antiga, em comparação ao 
local, na atualidade.
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Para casa
Solicite a realização da seguinte atividade:
 
  As narrativas míticas mais difundidas são oriundas dos 
gregos e dos romanos, mas existem muitos mitos de ou-
tras culturas. Você conhece mitos da cultura brasileira? 
Caso não os conheça, faça uma pesquisa e escreva, de 
forma breve, o enredo de um mito brasileiro.
Espera-se que os alunos conheçam o folclore brasileiro e es-
crevam um mito como o do saci-pererê, da mula sem cabeça, 
cuca, entre outros. Seria interessante conhecerem mitos in-
dígenas também, que podem ser pesquisados na internet.
Páginas: 17 a 19
• 
TEMAS: “Interpretação do texto – Compreensão” e 
“Conversa em jogo”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Levantamento de 
dados e informações do texto e entendimento literal 
da narrativa mítica.
Objetivos
• 
Localizar informações no texto.
• 
Justificar as respostas com base em elementos do texto lido.
• 
Extrapolar o conteúdo do texto, expondo oralmente a pró-
pria leitura de mundo sobre narrativas míticas.
Estratégias
No início da aula, caso seja necessário, peça que os alu-
nos releiam silenciosamente a narrativa mítica “Perseu e 
Medusa” (páginas 15 e 16).
Dedique a aula à realização conjunta dos atividades 1 
a 7 da seção Interpretação do texto – Compreensão (pági-
nas 17 e 18).
Em sala, peça que façam também as atividades da se-
ção  Conversa em jogo (página 19), propondo uma rápida 
discussão e, depois, a exposição conjunta das opiniões para 
a sala. A exposição pode ser feita em formato de roda, fora 
da sala de aula, caso haja espaço na escola.
Atividade complementar
 
  Solicite que os alunos vejam a imagem de Perseu com a 
cabeça de Medusa (página 17) e respondam: Por que Per-
seu teria a cabeça e os olhos baixos ao erguer a cabeça de 
sua inimiga?
Os olhos são baixos em respeito à Minerva, deusa para quem 
Perseu dedicou a cabeça da Medusa.
Para casa
 
  Solicite a observação da imagem de Atlas (página 18), es-
tabelecendo a possível relação que ela tem com a deno-
minação dos atlas geográficos utilizados para se conhe-
cer os diversos mapas do mundo. Se for necessário, peça 
uma pesquisa sobre o assunto.
Atlas, por sua avareza, foi transformado em pedra e conde-
nado por Zeus a sustentar todo o céu. O reino desse gigante 
era maior do que o de muitos homens e, por conhecer muitas 
terras, dominava também a cartografia. Por isso foi dado o 
nome de Atlas ao conjunto cartográfico.
Páginas: 19 a 22
• 
TEMAS: “Interpretação do texto – Linguagem e construção 
do texto” e “Hora de organizar o que estudamos”.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Interpretação de texto, 
momentos e construção de enredo de narrativa mítica.
Objetivos
• 
Identificar a linguagem composicional do gênero narrativa 
mítica.
• 
Distinguir a estrutura do gênero narrativa mítica da estru-
tura das narrativas em geral.
• 
Narrar uma história contendo os momentos da narrativa e 
a estrutura do enredo narrativo, extrapolando o gênero 
em foco.
Estratégias
Nesta aula, o foco está na verificação dos processos 
discursivos do texto e na identificação do gênero, alcançan-
do o nível de interpretação textual.
Como as atividades retomam os trechos do texto, inicie 
apenas lembrando oralmente a história de Perseu e Medusa 
com a ajuda dos alunos. Durante esse momento, identifique 
os momentos da narrativa com perguntas como: A história 
começa de que forma? Quem são os personagens principais? 
O que acontece com eles? Onde a história acontece? Qual é o 
principal conflito da história? Como ela termina?
Em seguida, solicite a realização das atividades da se-
ção Linguagem do texto (página 19). Chame a atenção para 
aspectos estilísticos da composição do texto, como o uso da 
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segunda pessoa do singular, a predominância da ênclise e a 
presença da mesóclise, pouco usada atualmente, mesmo na 
linguagem mais formal.
Depois, peça que façam as atividades da seção Cons-
trução do texto (páginas 20 e 21) e explore os momentos da 
narrativa: personagens, ações, espaço, tempo e narrador. 
Chame a atenção para as peculiaridades da narrativa mítica 
em cada um desses momentos, focando nos momentos do 
enredo, que devem ser preenchidos na página 21.
Faça a correção oralmente e mostre aos alunos como 
essa estrutura é característica das narrativas de forma geral.
Para finalizar a aula, mostre o mapa conceitual da pági-
na 22 e, se necessário, organize oralmente um resumo de 
palavras-chave, na lousa, sobre as características da narra-
tiva mítica e os momentos da narrativa.
Atividade complementar
A próxima aula tem como objetivo apresentar oralmente 
uma narrativa mitológica. Organize a turma em grupos e soli-
cite que pesquisem uma história. Eles podem escolher entre 
as sugestões da página 22 (Ícaro, Prometeu, Ariadne, Pégaso 
ou Narciso) ou pesquisar outros personagens.
Para casa
Solicite a realização da seguinte atividade:
 
  Considerando os momentos da narrativa e a construção 
do enredo de uma narrativa, cite outra história que você 
conheça que se enquadre nessa estrutura textual e que 
não seja uma narrativa mítica. Em seguida, identifique 
nela: a) os personagens, as ações, o espaço, o tempo e o 
narrador; b) a situação inicial, o conflito, o clímax e o des-
fecho da história.
Espera-se que os alunos extrapolem o gênero narrativa mí-
tica e compreendam que as narrativas se constroem, de for-
ma geral, com essa estrutura de momentos e enredo.
Páginas: 22 e 23
• 
TEMA: “Prática de oralidade”.
• 
CONTEÚDO TRABALHADO: Apresentação oral de uma 
narrativa mítica.
Objetivos
¥ 
Transpor a escrita para a oralidade.
¥ 
Conhecer outras narrativas míticas da cultura grega.
¥ 
Avaliar coletivamente a ação de um colega e fazer inter-
venções de forma assertiva.
EstratŽgias
Faça a leitura coletiva da atividade proposta na seção 
Prática de oralidade (páginas 22 e 23). Após, organize a tur-
ma em grupos. Conceda um tempo pequeno para que se or-
ganizem. Circule entre eles e certifique-se de que os narra-
dores foram escolhidos e de que todos tenham uma história 
para contar.
Após a organização inicial, peça aos narradores esco-
lhidos para contarem ao próprio grupo as histórias e oriente 
os demais integrantes a fazer intervenções para auxiliar o 
narrador na tarefa à frente da sala de aula. Se necessário, 
peça que leiam novamente as instruções da atividade.
Inicie a apresentação dos grupos e incentive a inter-
venção coletiva para o aprimoramento das apresentações. 
Chame atenção para as características do gênero e pergun-
te à turma se os elementos do momento e do enredo da 
narrativa mítica foram abordados e, sobretudo, se todos en-
tenderam a história.
Combine com a turma as formas de intervenção para 
que não haja interrupções na fala dos narradores de cada 
grupo. Estimule a escuta ativa e a assertividade das inter-
venções, que devem ser feitas com respeito e clareza.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  A história que seu grupo escolheu foi recontada oralmen-
te na sala de aula, para o conhecimento de todos. Escolha 
uma das histórias que você ouviu, que não seja a de seu 
grupo, e preencha o quadro abaixo, explicando o enredo 
dessa história.
Título da história
Situação inicial
Conflito
Clímax
Desfecho
 2.
  Agora reconte essa história por escrito, considerando 
os momentos da narrativa. É importante que os pará-
grafos tenham um encadeamento que considere as es-
truturas de coesão e coerência (que tenha um início, 
meio e fim).
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Páginas: 23 e 24
• 
TEMA: ÒOutras linguagensÓ.
• 
CONTEòDO TRABALHADO: Apresentação oral de uma 
narrativa mítica.
Objetivos
• 
Estabelecer relaç›es entre outras linguagens que inter-
pretem determinado gênero.
• 
Reconhecer recursos expressivos da pintura, da escultura, 
do cinema e da arte digital.
Estratégias
Esta aula pode ser realizada na biblioteca ou sala de lei-
tura, para que os alunos pesquisem as referências que des-
cobrirem nas imagens. A sala de informática também é uma 
opção para que se possam fazer buscas imediatas das refe-
rências citadas na seção 
Outras linguagens (páginas 23 e 
24). ƒ possível, ainda, deixar que os alunos utilizem a inter-
net no celular para consultar as referências que desejarem.
Inicie a aula perguntando aos alunos se eles conhecem 
as imagens das páginas 23 e 24. Depois, explore-as uma a 
uma, de acordo com o interesse que eles demonstrarem. 
Garanta que leiam as legendas e chame atenção para as da-
tas das composiç›es. Questione-os sobre a impressão que 
as imagens causam e comente sobre o material e as ferra-
mentas utilizadas para comp™-las.
Discuta com os alunos as dificuldades de confecção de 
cada uma das artes apresentadas e relacione essa dificul-
dade ao período em que foram compostas. Relativize o grau 
de dificuldade de cada composição. Por exemplo: a arte digi-
tal poderia ser muito difícil aos olhos de Bernini, se exposta 
a ele em 1 630, assim como o detalhamento da escultura 
desse autor, atualmente, parece de grande complexidade. 
Essa ponderação tem o objetivo de evitar o pensamento de 
que exista uma arte fácil ou difícil.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Você conheceu quatro diferentes tipos de arte que repre-
sentaram Medusa. Pesquise outro tipo de arte, não men-
cionado na seção, que também apresente uma interpre-
tação para a personagem. Recorte a foto e cole no mural 
que será exposto na sala de aula. Não se esqueça de es-
crever uma legenda para a foto encontrada.
Espera-se que os alunos pesquisem outras imagens e tipos 
de arte e elaborem a legenda contendo as especificações 
que estão nas imagens das páginas 23 e 24.
 2.
  Assim como existem várias interpretaç›es para Medu-
sa, outros personagens receberam releituras, sobretudo 
no cinema. Thor é um exemplo. Deus da mitologia n—rdi-
ca, alguns elementos de sua hist—ria e algumas caracte-
rísticas físicas suas foram adaptadas nas hist—rias em 
quadrinhos. Pesquise a hist—ria de Thor na mitologia 
n—rdica e nos quadrinhos e escreva algumas diferenças 
notáveis entre elas.
Na mitologia nórdica, Thor foi o deus do trovão e das tempes-
tades. Nas zonas rurais da região germânica, era mais vene-
rado do que o próprio pai, porque, com sua simplicidade, bon-
dade e a ajuda de seu martelo (Mjolnir – o destruidor), ele 
invocava a força da natureza por meio do trovão. Era muito 
grande e forte, e possuía um cinturão mágico que o deixava 
duas vezes mais forte. Quando lançava seu martelo, este 
destruía o alvo e sempre voltava para sua mão, como um bu-
merangue. Não era muito inteligente, embora tivesse grande 
senso de solidariedade. Era ruivo, tinha barba e cabelo com-
prido e os olhos vermelhos. Era muito amigo de Loki, o deus 
associado à trapaça, que sempre colocava Thor em confu-
são, embora o tenha ajudado a recuperar seu martelo, perdi-
do para gigantes, em uma batalha.
Nos quadrinhos, Thor é retratado loiro e de olhos claros. Não 
tem barba e não é desproporcionalmente forte em relação 
aos outros heróis com os quais convive. Na mitologia nórdica, 
está sempre acompanhado por Odin ou Loki, enquanto, nos 
quadrinhos, está acompanhado de outros heróis das mais 
diferentes nacionalidades e Loki é seu inimigo mortal.
Páginas: 25 e 26
• 
TEMA: ÒConex›esÓ.
• 
CONTEòDOS TRABALHADOS: Her—is mitol—gicos gregos e 
romanos e geografia dos her—is.
Objetivos
• 
Estabelecer relaç›es entre textos, criando sentidos novos 
para as hist—rias.
• 
Identificar a intertextualidade em um texto.
Estratégias
No início da aula, peça que os alunos coloquem no mu-
ral as imagens que encontraram com novas interpretaç›es 
da Medusa e as respectivas legendas. Solicite que imagens 
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semelhantes sejam agrupadas e deixe que eles próprios se 
organizem quanto a essa tarefa. Monitore, se necessário.
Em seguida, comente sobre as imagens trazidas e per-
gunte sobre o tipo de arte que encontraram e quais referên-
cias descobriram.
Depois dessa discussão, continue a exposição sobre 
a temática mitológica, agora apresentando os deuses gre-
gos e romanos cujos nomes estão listados na seção 
Cone-
xões (página 25).
Lembre os alunos que na história de Thor, pesquisada 
em casa, ficam claras as intertextualidades que acontecem 
ao longo do tempo. Questione-os sobre as possíveis causas 
de a mitologia greco-romana ser a mais conhecida e expli-
que que essa referência tem relação com o surgimento das 
primeiras civilizações ocidentais.
Leia com a turma o nome dos deuses que estão no 
item “Gregos e romanos na História: duas civilizações e uma 
mitologia” e os outros povos que também têm histórias mi-
tológicas, dispostos no item “A geografia dos heróis”. Em 
seguida, organize-a em grupos e leia a música “Homem-
-aranha”, de Jorge Vercillo (página 26).
Retome o conceito de intertextualidade: estabeleci-
mento de diálogos entre textos, de gêneros iguais ou diferen-
tes, que evidenciam relações entre eles. Mostre de que modo 
esse conceito se concretiza na letra dessa canção, que trans-
forma o Homem-aranha, um ser extraordinário, em um mor-
tal comum, com suas obrigações e afazeres diários, por causa 
de uma paixão.
Em seguida, solicite que cada grupo escolha algum deus 
ou herói e crie uma letra de canção que contemple os critérios 
de intertextualidade, trazendo um elemento novo, da atuali-
dade. Ressalte a necessidade de pesquisar a história do per-
sonagem escolhido, para que seja possível construir a letra.
Peça que escolham também um ritmo para embalar a 
música.
Para casa
 
  Solicite que os alunos definam, com as próprias palavras, 
o que é intertextualidade.
Espera-se que os alunos se aproximem da definição de in-
tertextualidade abordado durante a explicação: estabeleci-
mento de diálogos entre textos, de gêneros iguais ou dife-
rentes, que evidenciam relações entre eles.
Página: 26
• 
TEMA: “Conexões”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Intertextualidade, mitologia 
de outros povos e composição de letra de música.
Objetivos
¥ 
Conhecer histórias da mitologia de outros povos além dos 
gregos e romanos.
¥ 
Desenvolver a intertextualidade a partir de gêneros distintos.
Estratégias
Nesta aula, os grupos devem criar a letra de canção 
embasada nas histórias dos heróis escolhidos.
Primeiro, organize os grupos e peça que os alunos com-
parem as histórias que cada integrante encontrou. Em segui-
da, solicite que façam uma lista de elementos que podem ter 
potencial uso na letra da canção. Peça que definam também o 
ritmo da música e explique que não se trata de fazer uma pa-
ródia – embora essa construção também apresente inter-
textualidade–, mas, sim, de criar uma letra com base na his-
tória e na melodia.
Disponibilize um tempo para que os alunos criem as letras e 
transite pelos grupos para orientá-los quanto às dúvidas que 
possam surgir. Reserve um tempo no final da aula para as apre-
sentações, que serão mais animadas se os grupos concordarem 
em cantar as composições de acordo com a melodia escolhida.
Durante as apresentações, peça que os grupos con-
tem rapidamente o enredo da história escolhida e, em segui-
da, enunciem qual foi o ritmo definido. Faça a mediação das 
intervenções, para que haja escuta ativa durante as apre-
sentações. Solicite que os demais emitam opiniões funda-
mentadas sobre as letras criadas, atentando para que as 
críticas sejam construtivas.
Certifique-se de que os grupos tenham concretizado o 
objetivo de aplicar a intertextualidade e valorize a criatividade.
Atividade complementar
Solicite que os alunos façam a atividade a seguir:
 
  Você criou em conjunto uma letra de canção contendo in-
tertextualidade. Agora, faça uma reflexão de avaliação e 
de autoavaliação dessa tarefa:
a) Houve conflito entre o grupo durante a realização da 
atividade? Por que ele aconteceu?
Espera-se que os alunos identifiquem que a maior parte 
dos conflitos ocorre por divergência de opinião.
b) Se sim, como esse conflito foi resolvido?
Espera-se que tenham conseguido resolvê-lo de forma 
respeitosa, e não ignorando-o.
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c)  Voc• colaborou positivamente para que o problema 
fosse solucionado?
Espera-se que os alunos tenham adotado uma postura 
assertiva, e não de fomentador.
d) Voc• respeitou a opini‹o de todos no momento da ela-
bora•‹o? E se sentiu respeitado?
Espera-se que o grupo tenha considerado opiniões de 
todos durante a elaboração e que as lideranças não te-
nham dominado exclusivamente a atividade.
Para casa
 
 Solicite que os alunos conversem com familiares ou 
amigos sobre intertextualidades que conhe•am em 
mœsicas. Se considerar necess‡rio, devem explicar o 
conceito de intertextualidade. Pe•a que cantem e ano-
tem a mœsica para que fa•am intertextualidade com 
algo que conhe•am.
Espera-se que os alunos construam o momento de intera-
ção familiar ou com os amigos e que seja possível identificar 
um assunto em comum por meio da música.
Página: 27
• 
TEMA: ÒL’ngua: usos e reflex‹oÓ.
• 
CONTEÚDO TRABALHADO: Rela•›es de sentido 
em um texto.
Objetivos
• 
Reconhecer os elementos de sentido de um texto.
• 
Compreender a rela•‹o entre a coer•ncia e a coes‹o textual.
Estratégias
L’ngua: usos e reflexão Ž uma se•‹o que enfatiza o de-
senvolvimento de recursos de argumenta•‹o. As ativida-
des propostas ser‹o mais bem aproveitadas se realizadas 
em duplas. Organize-as e pe•a que realizem as atividades 1 
e 2 da se•‹o (p‡gina 27).
Fa•a a corre•‹o discutindo a aus•ncia dos elementos 
de liga•‹o entre as frases do bloco A, o que dificulta as rela-
•›es de sentido entre elas. Atente para essa aus•ncia tam-
bŽm no bloco B e questione os alunos sobre a diferen•a de 
sentido entre ambas.
Explique que, em B, a liga•‹o entre as partes Ž feita por 
meio do tema que est‡ sendo exposto, a inf‰ncia, o que n‹o 
acontece em A. Ressalte que essa unidade de sentido entre 
as frases Ž o que se chama de coer•ncia e pe•a que um alu-
no leia a defini•‹o exposta na atividade 2 (p‡gina 27).
Na sequ•ncia, explique que existem alguns elemen-
tos na l’ngua que permitem que um texto seja coerente: os 
chamados elementos de coes‹o. Para que os alunos com-
preendam esse conceito na pr‡tica, pe•a que fa•am, ainda 
em duplas, as atividades 3 e 4 da mesma se•‹o (p‡ginas 
27 e 28). Para fechar a aula, corrija essas duas atividades.
Para casa
Solicite que os alunos respondam ˆ seguinte quest‹o:
 
  Em seu entendimento, a coer•ncia e a coes‹o em um tex-
to est‹o relacionadas? Justifique sua resposta.
Espera-se que os alunos consigam relacionar, ainda com 
base em conceitos incipientes, a relação entre a coerência e a 
coesão em um texto: a coerência é a unidade de sentido do 
texto, permitida pelos elementos de coesão.

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