O sistema de ensino ser está preocupado com a preservação das paisagens brasileiras e do



Baixar 2.22 Mb.
Pdf preview
Página10/15
Encontro25.03.2020
Tamanho2.22 Mb.
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   15

 é dividida em 
compreensão,
 construção linguagem. O 
principal objetivo é o desenvolvimento das 
habilidades de leitura. A seção 
Compreensão
 conta sempre com a 
Conversa em jogo, em que há uma 
proposta de argumentação oral 
relacionada com o texto lido.
Ao final de cada capítulo há questões para 
organizar e fixar os conceitos mais 
importantes, trabalhos em equipe, 
propostas de pesquisas e atividades 
práticas ligadas a experimentos científicos.
Prática de oralidade
Essa seção vai exercitar a habilidade em 
organizar a fala de acordo com a 
situação comunicativa proposta, 
produzindo gêneros orais afinados com 
os estudos do capítulo.
Língua: usos e reflexão
O objetivo principal dessa seção é estudar 
as estruturas linguísticas fundamentais 
dos gêneros trabalhados nos capítulos.
Ao final há a apresentação, na seção 
Hora de organizar
 o que estudamos, do 
mapa conceitual que organizará o 
conteúdo sobre o gênero e as 
estruturas linguísticas estudadas.
3
4
1
2
3
2
Narrativas em foco: do mito à crônica
SER_EF2_Portugues8_M1_Guia_001_048.indd   2
10/1/15   9:49 AM

7
8
Conexões
A seção traz textos em diferentes 
linguagens verbais e não verbais, 
indicando relações entre o texto de 
leitura e muitos outros e favorecendo, 
sempre que possível, a 
interdisciplinaridade, relacionando as 
diferentes áreas do saber.
Produção de texto
Os alunos serão convidados a produzir 
textos escritos e orais aplicando o que 
estudaram no capítulo.
5
6
Ponto de chegada
Essa seção encerra o módulo 
apresentando uma visão geral dos 
principais conteúdos estudados para 
que possa haver reflexão sobre o que foi 
aprendido.
Quadro de ideias
Aponta, de forma organizada, os temas 
estudados no módulo, auxiliando os 
alunos a estruturar o que foi aprendido.
7
8
Estudar a Língua Portuguesa é fundamental para dominar habilidades de leitura e de 
produção de textos apropriadas a diversas situações comunicativas. É essencial 
também para que os alunos reflitam sobre aspectos linguísticos e se habituem a 
identificar os contextos de produção e de circulação dos gêneros textuais.
Esse estudo é proposto também para encantá-los com a linguagem ao ler e ouvir 
textos, interpretá-los e conversar informalmente sobre música, fotografia, opiniões. 
Assim, eles vão se encantar com a linguagem e redescobri-la a cada dia.
www.ser.com.br
Este selo indica que 
há conteúdo no portal SER.
Esse ícone organiza as atividades 
e procura direcioná-las para 
serem feitas a cada aula, de 
acordo com o assunto estudado.
Para praticar: atividades para 
serem feitas em casa, para os 
alunos continuarem exercitando o 
que aprenderam.
Para construir: atividades para os 
alunos complementarem o 
conhecimento aula a aula.
Para aprimorar: atividades para 
ampliar o conhecimento dos 
assuntos estudados. Podem ser 
feitas em casa ou em sala.
4
6
5
3
LÍNGU
A
 
POR
TUGU
ES
A
Narrativas em foco: do mito à crônica
SER_EF2_Portugues8_M1_Guia_001_048.indd   3
10/1/15   9:49 AM

A língua e as 
transformações no tempo
Páginas: 2 a 4
• 
TEMAS: “A língua e as transformações no tempo” e “A ação 
do tempo”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Apresentação da linguagem 
no tempo e as relações de tempo na linguagem.
Objetivos
• 
Identificar como acontecem as modificações na língua 
com o passar do tempo.
• 
Conhecer registros escritos históricos.
• 
Estabelecer relações entre os registros linguísticos histó-
ricos e os registros atuais.
Estratégias
Prepare um pen drive ou CD para reproduzir as músicas 
“Pra dizer adeus”, “Barato total”, “Desencontros” e “Como 
uma onda”, sugeridas nas páginas 2 e 3. Elas devem ser repro-
duzidas em volume baixo, se possível na entrada dos alunos.
Apresente-se e peça que os alunos façam o mesmo, 
propondo uma dinâmica simples: como possivelmente eles 
já se conhecem, sabem muitas informações uns dos outros. 
Então, deixe-os conversando por dois minutos, em duplas, e 
solicite que contem ao outro algo inusitado que já tenham 
feito na vida. Exemplifique o que pode ser esse “algo inusita-
do”: uma viagem, um costume ou qualquer outra experiência 
marcante que lhe pareça pertinente trabalhar em sala de 
aula. Quando acabarem, peça que cada dupla vá à frente da 
sala e apresente o amigo, contando à turma o tal fato inusi-
tado dito por ele.
Ao término das apresentações, explique que o material 
de Língua Portuguesa é dividido em módulos nos quais são 
trabalhados os gêneros textuais, que são os modelos de textos 
que eles vêm aprendendo desde o 6
o
 ano e que serão aprofun-
dados. Se considerar pertinente, explique que, nas diversas si-
tuações cotidianas que necessitam de quaisquer tipos de lin-
guagem para interagir, estão implícitas essas estruturas que 
norteiam o nível de formalidade da fala e da escrita, o formato 
do texto, o tipo de domínio cognitivo ativado (a capacidade de 
narrar, de relatar, de argumentar e de expor).
Em seguida, peça que os alunos folheiem o módulo e vá 
destacando quais gêneros serão trabalhados. Chame a 
atenção para a estrutura do material e para as habilidades 
que estão sendo desenvolvidas: uso da língua oral e escrita 
e análise e reflexão sobre a língua. Questione-os sobre qual 
é a habilidade que está sendo desenvolvida desde o início da 
aula e como ela pode ser importante para a vida deles.
Pergunte aos alunos se eles perceberam as músicas 
que ambientam a aula e se as conhecem. Deixe-os falar de 
suas experiências e, em meio a elas, vá identificando as mú-
sicas das páginas 2 e 3. Pergunte também se eles conhe-
cem os compositores e outras músicas dos autores.
Depois, chame a atenção para os elementos linguísti-
cos que marcam a passagem do tempo nas letras das músi-
cas, tais como “cedo”, “tarde”, “jamais”, “aconteceu dez mi-
nutos atrás”, “foi 
 será”, entre outros.
Peça que os alunos façam a atividade 1 da página 4.
Para casa
Solicite a realização das seguintes atividades:
 1.
  Assim como a música “Como uma onda”, muitas outras 
letras de canção versam sobre a passagem do tempo 
usando metáforas. Explique, com suas palavras, o que é 
metáfora e cite pelo menos um trecho de letra de música 
que você conheça que registre a passagem do tempo por 
meio de metáfora.
Aula 1
Narrativas em foco: 
do mito à crônica
Plano de aulas sugerido
• 
Carga semanal de aulas: 7
• 
Número total de aulas do módulo: 63
Narrativas em foco: do mito à crônica
4
SER_EF2_Portugues8_M1_Guia_001_048.indd   4
10/1/15   9:49 AM

Metáfora é uma figura de linguagem que usa uma articulação 
linguística, uma palavra ou expressão em um sentido que 
não lhe é próprio, mas que estabelece semelhança com esse 
sentido que se quer representar.
Sugestões de músicas com passagens do tempo ou metá-
fora: “Equalize”, Pitty (“E porque quando você me abraça / O 
mundo gira devagar” – o tempo passa devagar); “Roda 
Viva”, Chico Buarque (“Mas eis que chega a roda viva / E car-
rega o destino pra lá...” – a roda viva, em toda a música, é 
uma metáfora para o passar do tempo da vida, como se fos-
se uma roda, cíclica); “Paciência”, Lenine (“O mundo vai gi-
rando / Cada vez mais veloz” – o tempo passa mais rápido). 
Se possível, disponibilize aos alunos o áudio dessas canções.
 2.
 Quais outras marcas linguísticas sobre a passagem do 
tempo são encontradas nas músicas que você se lembrou?
Resposta pessoal.
Páginas: 4 e 5
• 
TEMA: “Linguagem: comunicação e memória”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: Leitura de imagens, 
curadoria de fontes, interpretação diacrônica de 
informações.
Objetivos
• 
Exercitar a própria capacidade de leitura de imagens.
• 
Compreender a influência do diacronismo na interpreta-
ção de dados de um texto ou imagem.
Estratégias
Inicie a aula corrigindo as tarefas de casa da aula ante-
rior. Escreva na lousa alguns trechos das músicas que os 
alunos identificaram e marque os elementos linguísticos que 
explicitam a passagem do tempo e que estão na superfície 
do texto.
Dê continuidade à abordagem da passagem do tempo 
e sua influência na língua. Relacione o fio temático das letras 
das canções (páginas 2 e 3) para verificar os conhecimentos 
prévios dos alunos e estabeleça a relação que elas fazem 
com o tempo. Para estimular a compreensão e a interpreta-
ção textual, peça que os alunos façam as atividades 2 e 3 da 
página 4. Durante a resolução da atividade 3, chame a aten-
ção para a paráfrase feita com o poema de Camões e explique 
que se trata de um recurso intertextual que, nesse caso, 
marca também a passagem do tempo por meio do resgate 
de um texto muito antigo em outro, contemporâneo.
Em seguida, mostre como essa passagem do tempo é 
abordada também na arte, e explore a linguagem não verbal 
das obras Trabalho gráfico de Caulos e A persistência da 
memória, de Salvador Dalí, levando exemplos dessas ima-
gens. Passe, então, às imagens da página 5 e deixe que os 
alunos observem os detalhes das fotografias.
Estimule a leitura de imagens por meio de questiona-
mentos que as explorem e conduza os alunos a entender 
que também se trata de um registro que comprova a passa-
gem do tempo. Algumas possibilidades de questões são: 
Quais são os desenhos retratados? Quais são as cores utili-
zadas? Como seriam feitos os materiais de pintura naquela 
época? Quais eram os temas comumente representados? 
Por que seriam esses os temas retratados?
Explique que se tratam de pinturas rupestres, desenhos 
que retratam costumes e crenças das primeiras civilizações e 
que os registros mais antigos dessa arte datam de 40 mil 
anos a.C. Conte que ela é encontrada em paredes rochosas, 
dentro de grutas e cavernas e, algumas, estão ao ar livre.
Chame a atenção dos alunos também para os créditos 
das imagens e mostre que eles trazem os dados sobre a 
fonte delas. Explique que essa curadoria é importante para 
que se possam minimizar as alterações na informação origi-
nal, nesse caso, a imagem. Relate que as pinturas mostradas 
advêm de duas cavernas na França: Chauvet (pronuncia-se 
“Chovê”), onde as pinturas têm, aproximadamente, 32 mil 
anos; e Lascaux (pronuncia-se “Lascô”), onde se estimam 
que as pinturas datem de 15 mil anos a. C.
Para finalizar a aula, sugira e oriente a pesquisa a ser 
feita em casa, especificada a seguir.
Para casa
 
  Solicite que os alunos pesquisem na internet outros locais 
no mundo que têm registros de pinturas rupestres, esco-
lhendo um link para compartilhar com a turma na próxima 
aula. Peça também que explorem o link escolhido e sele-
cionem uma imagem, buscando informações sobre ela: 
localização, desenho retratado, data da pintura, entre ou-
tras que considerarem importantes para a compreensão 
do contexto de produção dessa imagem.
Espera-se que os alunos recuperem os conhecimentos vis-
tos em aula sobre a curadoria de fontes e a localização das 
imagens, explorando diversos 
sites que sejam oficiais, de 
institutos, fundações, parques, entre outros, e selecionem 
fontes confiáveis. Muitos 
sites de outros países disponibili-
zam informações em inglês, o que pode estimular a leitura 
nesse idioma, mesmo que ainda de forma superficial. Orga-
Aula 2
Narrativas em foco: do mito à crônica
5
LÍNGU
A
 
POR
TUGU
ES
A
SER_EF2_Portugues8_M1_Guia_001_048.indd   5
10/1/15   9:49 AM

nize a turma em grupos para que a pesquisa seja apresenta-
da na próxima aula.
Caso a escola não possua acesso à internet, para que possa 
ser feita a apresentação dos 
links e visualização por toda a 
turma, peça que os alunos elaborem um cartaz com as infor-
mações solicitadas.
Páginas: 6 a 8
• 
TEMAS: “Linguagem: comunicação e memória”, “A escrita 
cuneiforme”, “A escrita hieroglífica” e “A escrita chinesa”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: História da escrita e tipos de 
escrita.
Objetivos
• 
Desenvolver a habilidade de oralidade.
• 
Relacionar a Língua Portuguesa a outras áreas do conhe-
cimento, como História e Geografia.
• 
Perceber que as áreas do conhecimento não são delimita-
das e estáticas, mas inter-relacionadas.
Estratégias
Para esta aula, procure reservar um recurso multimí-
dia com acesso à internet (sala de informática, lousa digital, 
projetor ou outro disponibilizado pela escola) para que os 
alunos apresentem a pesquisa que fizeram em casa. Se não 
for possível, desenvolva a aula com base nos cartazes fei-
tos por eles.
Se possível, separe um mapa-múndi para identificar 
com os alunos a localização dos lugares onde estão as pin-
turas rupestres que eles encontraram.
Registre na lousa a ordem de apresentação dos gru-
pos e divida o tempo entre eles. Reserve aproximada-
mente 15 minutos para os conteúdos que complementam 
esta aula.
Durante as apresentações, atente-se para as fontes uti-
lizadas e fomente discussões orais que envolvam a impor-
tância da curadoria de fontes digitais. Considere que a quanti-
dade de informações é um fator positivo, porém, em contra-
ponto, dificulta o reconhecimento da fidedignidade e da quali-
dade dos conteúdos. Para aprofundar os conhecimentos 
nessa temática, leia o artigo “Avaliação de fontes de informa-
ção na internet: critérios de qualidade”, disponível em: ies.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/viewFile/293/216>.
Durante as apresentações, certifique-se de que os grupos 
se ativeram na exploração das características da imagem se-
lecionada e conseguiram fazer a relação com a diacronia em 
suas interpretações. Verifique também se indicaram a data da 
pintura e o local onde ela está originalmente.
Se estiver na sala de informática, estimule que os alu-
nos entrem nos 
sites indicados pelo grupo que estiver 
apresentando, mas garanta que haja atenção dos demais 
para a fala do grupo.
Caso esteja em um ambiente com acesso à internet 
em uma mídia central (lousa digital ou projetor), é interes-
sante deixar que o próprio grupo apresente o que encon-
traram na internet. Ao final da atividade, caso ninguém te-
nha mencionado, aponte o patrimônio brasileiro que é o 
Parque Nacional Serra da Capivara, localizado na cidade de 
Raimundo Nonato, no Piauí, onde estão diversas pinturas 
rupestres. O 
site do parque é: .
Após as apresentações, retome o conteúdo da página 
5, mostrando onde está localizado Chauvet e Lascaux. Em 
seguida, apresente as outras formas de linguagem que es-
tão na página 6:
• 
Insígnia de Ur, Mesopotâmia – Ur é uma cidade da Meso-
potâmia que, hoje, se denomina Iraque. Mostre no mapa 
onde está esse país. Há duas teorias sobre a função do 
artefato. A primeira acredita que seja um instrumento 
musical, por se tratar de uma caixa em formato triangular. 
A segunda é que se trata de um cofre para arrecadação 
de dinheiro que estaria destinado a projetos civis e reli-
giosos. Essa “caixa” foi encontrada em um cemitério da 
cidade de Ur, ao lado do corpo de um soldado que, prova-
velmente, a levava em procissões reais e, por isso, o ar-
queólogo que a encontrou deu o nome de insígnia, uma 
espécie de estandarte. É feita de conchas, calcário ver-
melho e lápis-lazúli, com fundo de madeira. As linhas são 
feitas de ferro fundido. A parte da frente denomina-se 
“guerra” e a de trás, “paz”. Peça que os alunos descrevam 
as gravuras da insígnia.
• 
Torre da observação, China – são construções em pontos 
altos de uma cidade que permitem visualizar essa locali-
dade por inteiro. A imagem mostra a miniatura de uma tor-
re que, em seu tamanho original, está localizada na China. 
A miniatura pertence a um túmulo. Pergunte aos alunos 
sobre os detalhes que eles reconhecem nessa miniatura.
• 
Relevo com cenas do nascimento de Buda, Índia – ques-
tione os alunos sobre os detalhes do que está sendo re-
tratado. Pergunte se sabem quem é Buda. Caso haja dú-
vidas, explique que foi uma liderança religiosa da Índia 
Aula 3
Narrativas em foco: do mito à crônica
6
SER_EF2_Portugues8_M1_Guia_001_048.indd   6
10/1/15   9:49 AM

cujo primeiro representante foi Sidarta Gautama, prova-
velmente retratado nos relevos que falam de seu nasci-
mento. Para saber a descrição exata da imagem, acesse 
o  site  do Museu Britânico: org/explore/highlights/highlight_objects/asia/l/
drum_slab_-_siddharthas_birth.aspx/>.
• 
Jogo de bola representado em vaso, América Central – 
pergunte aos alunos as diferenças e semelhanças do jogo 
de bola retratado com os jogos de bola atuais. Explore os 
detalhes da imagem, tais como os chapéus, as roupas, as 
posições dos jogadores e o próprio tamanho da bola. 
Questione-os sobre como a bola teria sido feita: provavel-
mente, com couraça de animais.
• 
Pedra asteca do Sol, México – é o calendário asteca utili-
zado por esse povo para medir a passagem do tempo por 
meio da posição solar, durante um ano inteiro. Os astecas 
viveram na região que hoje é o México, até o século XVI. 
Atualmente, a pedra pode ser vista no Museu Nacional de 
Antropologia do México.
Ao término da exploração das imagens, questione os 
alunos sobre o porquê de elas serem tão importantes na 
atualidade. Estimule a relevância da compreensão cultural 
de outros povos e também o fato de que os registros de 
seus modos de vida podem contribuir, atualmente, para a 
compreensão de como as civilizações evoluíram.
Use como exemplo dessa evolução as diferentes for-
mas de escrita que foram registradas na Mesopotâmia, no 
Egito e na China, mostradas nas páginas 7 e 8.
Atividade complementar
 
  Solicite que os alunos discutam com os colegas sobre como 
os conhecimentos históricos e geográficos podem se rela-
cionar à Língua Portuguesa quando se fala em registros de 
escrita. Depois, escreva a resposta para essa questão.
O conhecimento histórico e geográfico pode auxiliar na com-
preensão de aspectos da Língua Portuguesa, como, por 
exemplo, entender a evolução das formas de escrita até 
chegar àquela que conhecemos hoje.
Para casa
 
  Solicite a elaboração de um resumo sobre as formas de re-
gistro escrito que os alunos conheceram, citando qual foi o 
povo que as utilizou e a época em que foram registradas.
Espera-se que o resumo aborde os desenhos rupestres, as 
esculturas com representações pictográficas e as escritas 
cuneiforme, hieroglífica e em ideogramas.
Páginas: 9 a 11
• 
TEMAS: “A invenção do alfabeto” e “Portadores textuais”.
• 
CONTEÚDOS TRABALHADOS: História da escrita, suportes 
de escrita, história da Língua Portuguesa.
Objetivos
• 
Relacionar a história da escrita com a presença no siste-
ma de escrita que conhecemos atualmente em Língua 
Portuguesa.
• 
Comparar os suportes de escrita que existiram historica-
mente com os suportes atuais para compreender suas 
funcionalidades.
• 
Identificar as modificações que os suportes trazem às 
maneiras de registrar e interagir com a escrita.
Estratégias
Verifique os conhecimentos prévios dos alunos sobre 
os tipos de escrita aprendidos e, depois, explique sobre o 
surgimento do alfabeto, de acordo com o texto da página 9.
Na página 10 é abordada a inter-relação entre áreas do 
conhecimento, por meio da identificação, no mapa-múndi, 
das regiões onde estavam localizados os povos responsá-
veis pelo desenvolvimento da escrita. Faça a relação com a 
atualidade, mostrando quais são os países que, hoje, estão 
consolidados onde esses povos viviam.
Conte aos alunos, em forma de bate-papo, um pouco 
sobre a história da língua portuguesa. Explique que ela veio do 
latim vulgar, quer dizer, o latim falado na rua. Esse latim foi o 
aprendido pelos povos que habitavam a península Ibérica e foi 
sendo modificado ao longo de séculos, resultando no galego 
português e, tardiamente, no português arcaico, trazido ao 
Brasil na época da colonização. Aqui, sofreu influência das lín-
guas indígenas e africanas, distanciando-se do português 
europeu e se modificando por meio do uso dos falantes.
Depois dessa conversa, mostre aos alunos os supor-
tes textuais que estão dispostos nas páginas 10 e 11 e discu-
ta com eles sobre as mudanças que a tecnologia trouxe na 
relação com o texto, como, por exemplo, a possibilidade de 
imprimir adesivos e colá-los em diferentes locais; os com-
putadores, que trouxeram como consequência a diminuição 
da escrita à mão livre, a leitura em aparelhos eletrônicos, en-
tre outros. Em paralelo a essa discussão, mostre os supor-
tes que estão nas imagens da página 11, como os muros, os 
outdoors, as placas e as vitrines.
Aula 4
Narrativas em foco: do mito à crônica
7
LêNGU
A
 
POR
TUGU
ES
A
SER_EF2_Portugues8_M1_Guia_001_048.indd   7
10/1/15   9:49 AM

Atividade complementar
Solicite que os alunos respondam à seguinte questão:
 
  A escrita, como a conhecemos, é uma herança dos povos 
latinos. No Brasil, essa escrita só chegou após o contato 
com os portugueses, durante a colonização. Em sua opi-
nião, o aprendizado dessa língua e da forma escrita foi fácil 
para os indígenas que aqui habitavam?
A cultura que aqui se estabelecia era predominantemente 
oral. Os registros dos indígenas eram as artes rupestres. Por 
isso, os suportes que utilizavam eram muito diferentes da-
queles apresentados pelos portugueses. Já os registros 
destes últimos, principalmente os cronistas e os missioná-
rios jesuítas, eram feitos em português e latim, por meio de 
manuscritos, os quais os indígenas não possuíam a técnica 
nem o material para realizar. Espera-se, portanto, que os 
alunos compreendam que a apropriação dessa nova forma 
cultural pelos indígenas não deve ter sido fácil, já que foi im-
posta de maneira desrespeitosa pelo processo de acultura-
ção, ou seja, fazendo com que elementos da cultura europeia 
se sobrepusessem, como modo de dominação, aos da cultu-
ra indígena, muitas vezes de modo violento.
Para casa
 
  Solicite que os alunos citem dois suportes de escrita que 
fazem parte do dia a dia e expliquem como modificaram a 
maneira de interagir e escrever.
Tablets, computadores e celulares são os suportes mais uti-
lizados atualmente para a escrita. Uma das modificações 
mais relevantes é que se passou a digitar, em vez de escre-
ver, o que diminuiu a habilidade motora relacionada à grafia 
feita à mão livre. Outra possibilidade é a reorganização do 
texto de forma não linear, por meio de recursos proporciona-
dos pela própria tecnologia, como o atalho Ctrl + C / Ctrl + V, 
que permite recortes e reagrupamentos de partes do texto.
Baixar 2.22 Mb.

Compartilhe com seus amigos:
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   15




©bemvin.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Prefeitura municipal
santa catarina
Universidade federal
prefeitura municipal
pregão presencial
universidade federal
outras providências
processo seletivo
catarina prefeitura
minas gerais
secretaria municipal
CÂmara municipal
ensino fundamental
ensino médio
concurso público
catarina município
Dispõe sobre
reunião ordinária
Serviço público
câmara municipal
público federal
Processo seletivo
processo licitatório
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Relatório técnico
Universidade estadual
Conselho municipal
técnico científico
direitos humanos
científico período
Curriculum vitae
espírito santo
pregão eletrônico
Sequência didática
Quarta feira
prefeito municipal
conselho municipal
distrito federal
língua portuguesa
nossa senhora
educaçÃo secretaria
segunda feira
Pregão presencial
recursos humanos
Terça feira
educaçÃO ciência
agricultura familiar