O projeto de pesquisa em história



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As entidades estudantis (DCE’s e UMES) e sindicais (CUT e sindicatos) organizadoras do ato político da Praça do Ferreira estavam ansiosas e temerosas, pois nas últimas passeatas a quantidade de pessoas tinha diminuído algo que aconteceu em outras localidades Brasil afora, em Fortaleza a situação se agravava em decorrência da ameaça de greve por parte dos motoristas de ônibus. “Segundo os organizadores, mas de 100 mil pessoas deverão comparecer à Praça do Ferreira. Embora temam a greve de ônibus.” (DIÁRIO DO NORDESTE, 29/09/1992, p.14.)

A juventude presente era composta basicamente por estudantes principalmente os secundaristas. Havia um clima de vitória para muitos, aqueles que compreendiam ou pretendiam apenas a retirada do Presidente corrupto do poder, estavam eufóricos com o resultado de quase um mês e meio de constantes atividades pró-impeachment.


Otimistas, os jovens já chegaram a praça festejando a vitória do impeachment. Cada grupo de colegiais [...] que chegavam trazia junto as bandeiras, as faixas, os adesivos e a irreverência expressa nos bonecos de Collor, nas fantasias de fantasmas e de presidiários. A cor predominante era o preto, presente nas caras, nas bocas, e nas roupas. Mas o verde-amarelo não foi esquecido e não faltaram as bandeiras brasileiras. (O POVO, 30/09/1992, p.7D.)

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