O pibid enquanto promotor de conhecimento no universo tecnológico graciele Denise Kramer1



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O PIBID ENQUANTO PROMOTOR DE CONHECIMENTO NO UNIVERSO TECNOLÓGICO
Graciele Denise Kramer1, Ana Paula Ferreira de Oliveira2 , Allana Mürmann Knebel3 , Patricia Schwandes Marques4 , Heloisa Helena Appel Mazo

1 Bolsista PIBID/Pedagogia URI-Santo Ângelo, e-mail: graciele.kramer@yahoo.com.br

2 Bolsista PIBID/Pedagogia URI-Santo Ângelo, e-mail: anapauladeoliveira1602@gmail.com

3 Bolsista PIBID/Pedagogia URI-Santo Ângelo, e-mail: murmann.allana@gmail.com

4 Bolsista PIBID/Pedagogia URI-Santo Ângelo, e-mail:patriciasmarques27@gmail.com

5Coordenadora local do sub projeto PIBID/Pedagogia Ensino Médio, URI-Santo Ângelo, e-mail: heloisam@urisan.tche.br
RESUMO:
O presente artigo tem como objetivo relatar os saberes construídos a partir da produção do documentário “Saberes importantes para o professor iniciante”, o qual foi elaborado, após a realização de estudos sobre o uso das tecnologias na educação, assim como de ter participado de oficinas e entrevistas com profissionais da área da computação, de letras e profissionais práticos na área de filmagem. Para balizar esse estudo autores como Hasbani (2001), Napolitano (2004), Salles (2010), Magalhães (2010) dentre outros, acompanharam a caminhada. Ao se concluir o projeto pode-se afirmar que a concretização do mesmo possibilitou ao grupo de acadêmicos realizarem um diálogo profícuo entre teoria e prática, permitindo-lhes desenvolver mais a autonomia cognitiva, a capacidade de realizar trabalhos colaborativos e de tomar decisões, fato que certamente os torna cidadãos com mais habilidades para viver e conviver em sociedade.
Palavras Chaves: Educação. Tecnologias. Documentário.

1 INTRODUÇÃO

A sociedade contemporânea vive um vertiginoso processo de mudanças. Hoje, era da pós-modernidade, a forma de ser e estar no mundo é substancialmente diferente da realidade existente há 50 anos. O volume de tarefas a cumprir, o número de informações e conhecimentos que o homem necessita assimilar, exige o desenvolvimento de diferentes habilidades como autonomia cognitiva, criatividade, capacidade de realizar atividades de forma colaborativa ou em rede, assim como o manuseio das ferramentas digitais.

Diante desse cenário, a escola vem sendo solicitada a repensar os seus conceitos, pois o modo tradicional como ainda encaminha o processo ensino- aprendizagem já não satisfaz os ideais da atual conjuntura. Para acompanhar o frenético desenvolvimento precisa aderir às mudanças da modernidade, pois a inserção do universo tecnológico é uma responsabilidade que não pode se abster, uma vez que a sociedade atual demanda a preparação do educando para atuar nas diferentes esferas do âmbito social.

A compreensão dessa realidade exige do professor conhecimentos do universo midiático que muitas vezes desconhece, uma vez que a formação inicial tem em sua maioria, um currículo que não contempla a construção ou a ampliação desses saberes.

Intencionando suprir algumas lacunas percebidas, o grupo do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da URI, campus de santo Ângelo/RS foi desafiado a conhecer um pouco mais o mundo digital. Para isso, precisavam organizar uma intervenção pedagógica na escola – campo, utilizando como recurso uma ferramenta tecnológica ainda pouco conhecida, o Movie Maker. Utilizando o referido programa deveriam produzir um documentário contendo dicas para professores iniciantes. Ao finalizar esse processo, os acadêmicos também foram solicitados a fazer uma reflexão sobre as aprendizagens construídas no percurso, buscando clarificar que habilidades, competências e áreas do conhecimento que são significadas no momento da realização de uma prática educativa cunhada nesses moldes.

2 METODOLOGIA

A elaboração do documentário passou por diferentes momentos. Inicialmente se realizou uma pesquisa bibliográfica de cunho exploratória. Após esse momento de revisão teórica, ocorreu a elaboração do roteiro do documentário, o qual foi precedido de um amplo debate, buscando esclarecer aspectos que seriam apresentados e as consequências dessa exposição. Nesse momento, também se percebeu a necessidade de entrevistar e de participar de algumas oficinas com profissionais que já tivessem conhecimentos mais balizados sobre as ferramentas tecnológicas a serem utilizadas, em especial o Movie Maker, assim como o manuseio da filmadora e conhecimentos breves sobre produção e edição de vídeos. Igualmente houve a preocupação em contatar com uma professora da área de Literatura, Letras e Artes, uma vez se perceber que para a elaboração do referido produto seria necessário ter maior conhecimento sobre oratória, postura em palco ou, nesse caso, frente ás câmeras. Na sequência, o grupo assistiu várias produções cinematográficas relacionadas ao tema do documentário, “Saberes importantes para o professor iniciante”, com a intenção de coletar imagens que poderiam ilustrar partes do roteiro criado pelos acadêmicos do curso de Pedagogia, bolsistas do programa de iniciação à docência (PIBID), as quais foram cadastradas para posterior utilização. Após essas etapas, aconteceram as filmagens das entrevistas com alguns profissionais da educação sobre as temáticas que estavam sendo abordadas no vídeo. Concluída essa fase, o grupo iniciou o trabalho de construção efetiva do documentário, momento que foi realizado a análise das falas das educadoras entrevistadas e, a edição das cenas, do áudio. Para finalizar, foi organizada uma sessão especial para que todos os participantes do projeto assistissem o produto gerado, pontuando aspectos positivos e pontos ainda a serem revistos, constituindo-se assim, em um espaço de avaliação processual, onde os três momentos do processo ensino-aprendizagem se fizeram presentes, ou seja ação-reflexão e ação.



3 RESULTADOS E ANÁLISE

Em decorrência da crescente globalização do mundo o ser humano vive em constante evolução. Devido às incessantes modificações ao longo dos tempos a humanidade foi se adaptando a novas formas de viver, produzindo modernos conhecimentos e aperfeiçoando os meios de comunicação. Neste viés, o indivíduo para participar efetivamente nessa realidade precisa assimilar as mudanças que o rodeiam, responsabilidade que a escola não pode se abster.

Assim, por se compreender o quanto é importante o educador ter um domínio competente das ferramentas digitais, percebeu-se a necessidade de realizar uma atividade onde teoria e prática pudessem dialogar. Para isso, foi produzido um documentário, tarefa que gerou diversas pesquisas dentre as quais: Qual a diferença entre documentário e curta-metragem? Quais as ferramentas online são disponíveis gratuitamente? E, qual a importância do documentário e do uso das tecnologias no processo de ensino- aprendizagem.

O passo inicial para a efetivação do trabalho proposto foi através de uma pesquisa bibliográfica. Nessa se esclareceu que um curta- metragem diferencia-se de um documentário porque um curta-metragem segundo o Dicionário Aurélio “registra, interpreta e comenta um fato, um ambiente, ou determinada situação.”

Logo, o documentário deve ser baseado em fatos reais, ou como muito bem aborda Magalhães
[...] diferente da ficção, o documentário deve estar vinculado ao que realmente ocorreu, sabendo que nunca estaremos frente a frente com o mesmo instante documentado e sim com o sentido que o produto concebeu, mas que a percepção transmitida pode fazer o espectador ver o mundo de forma diferente, trata-se de um sentido que gera sentidos. Um filme é possibilidade da constituição de novos sentidos. (2010, p. 86).
Outro aspecto pesquisado foi quanto a elaboração do documentário, em termos mais práticos. Em vista disso, Napolitano expressa:

O documentário, mesmo o mais didático e voltado para o público escolar, é um gênero de filme que implica um conjunto de regras de linguagem para a elaboração do roteiro, técnicas de filmagens, princípios de montagem e edição, ou seja, implica um conjunto de escolhas dos profissionais envolvidos na sua realização (até porque seria impossível uma abordagem totalitária e unívoca de um problema social ou fenômeno natural). Portanto, o professor deve saber reconhecer essas escolhas por meio do próprio produto final e apontar controvérsias, interpretações diferentes, problemas não aprofundados, enfim, todas as questões que o documentário em questão não abordou. (2004, p.31).


Nesse aspecto, ao escolher o documentário então, o professor deve estar atento aos vários jeitos presentes no conjunto desta obra como: a linguagem adequada, postura frente à câmera, organização antecipada, domínio do conteúdo que será exposto e outros.

Esclarecida as questões iniciais, optou-se em realizar um documentário, pois a temática a ser discutida necessitava a expressão de situações do cotidiano escolar, nesse caso especificamente, o posicionamento de atores reais, os diretores, coordenadores e educadores presentes na produção.

Além desses cuidados, outro momento importante ocorreu antes mesmo de se iniciar o projeto, ou seja, no momento em que o grupo discutiu a mensagem que pretendia veicular. Nesse encontro, todas as vozes do grupo foram ouvidas intencionando com isso, diluir dúvidas e até mesmo posicionamentos preconceituosos e extremistas. Como refere Salles (2010) esse cuidado é essencial porque um documentário traz em seu bojo o olhar do seu realizador. Por essa razão, é essencial que antes de colocar na tela qualquer posicionamento, é imprescindível que faça uma reflexão sobre a sua forma de ser e estar no mundo. Nesse aspecto, o documentarista conscientemente ou inconscientemente revela seu próprio ponto de vista ao realizar o documentário, expressando assim, seus ideais mediante a filmagem em diferentes aspectos.

O documentarista deve ter clareza de que o produto que está elaborando não é uma ficção e que os sujeitos que dele participam não são personagens que tem sua vida extinta ao acabar o filme. Ao contrário, o participante ou o produtor de um documentário expressa um posicionamento, razão pela qual se torna responsável pelas mensagens emanadas. Por essa razão, responsabilidade e ética são palavras de ordem.

Após essa etapa, também houve o cuidado de conhecer a ferramenta tecnológica mais adequada, sendo eleito para esse projeto o programa Movie Maker, por se entender que este recurso permite que os indivíduos possam transitar em um mundo tecnológico por meio da construção de filmes domésticos, edições de textos, imagens e vídeos, adicionando efeitos de transição e áudio.

Complementando esses conhecimentos, dois acadêmicos do curso de Matemática e bolsistas do PIBID, os colegas Arthur Copatti e Fernando Parahyba, os quais realizaram uma oficina para explicar como se deve utilizar o recurso do Movie Maker, explanando sobre a utilização de filmes já editados e como deve-se usar imagens e textos transformando-os em vídeos.

Segundo Moura (2011), a implementação de novos recursos tecnológicos no processo ensino-aprendizagem permite que a aquisição do conhecimento ocorra de forma mais dinâmica, lúdica e, consequentemente mais significativa para o educando. O docente que inclui esta ferramenta no seu planejamento pedagógico estimula a autoria e a criatividade do aluno, fazendo-lhes usufruírem de vários métodos disponíveis pelo software, para a elaboração dos trabalhos escolares, modificando a alternativa tradicional, como a leitura do livro escolar ou a projeção de filmes ilustrativos na televisão sem objetivos definidos.

Além dos cuidados referentes à intenção pedagógica do uso da ferramenta tecnológica, é imprescindível que o educador e/ou educando desenvolva algumas competências para a utilização do Software Windowns Movie Maker, dentre elas destaca-se: a obtenção do conhecimento básico Windows 7, saber efetuar uma câmera digital para obter e editar imagens, e saber manipular os recursos presentes no aplicativo. Através desses conhecimentos, o docente terá um controle mais elaborado da ferramenta, podendo desenvolver com sua turma conhecimentos mais eficazes, vindo a gerar a aprendizagem de uma forma inovadora e segura, trazendo um ótimo resultado no processo ensino-aprendizagem.

Além desses aspectos, para que o documentário fosse desenvolvido houve a necessidade de ampliar os conhecimentos sobre a oralidade e a expressão corporal. Para isso, a professora e mestre em Letras: Linguística Aplicada Dinalva Agissé de Souza foi convidada a realizar uma oficina de oratória, na qual diferentes aspectos foram tratados, dentre os quais: como o sujeito deve portar-se ao falar em frente à câmera, como deve ser a entonação de voz, o ritmo, a apresentação do conteúdo que será veiculado, a vestimenta, assim como outros aspectos relacionados ao assunto, pois como assevera Hasbani:


A maneira como você fala contribui, e muito para o estilo de sua apresentação. Embora deva ser você mesmo e falar como normalmente faz, há uma tendência em ter um tom artificial ou comportar-se de determinada maneira quando se esta sob pressão. (2001, p.03).
Neste aspecto, o orador para se expressar adequadamente precisa desenvolver técnicas que orientem sua comunicação. Assim, cabe destacar que é necessário ter a organização de um roteiro para nortear o discurso bem como o domínio do assunto a ser explanado. Ainda, vale salientar o cuidado com os vícios de linguagem, mantendo uma boa articulação durante a fala, evitando utilizar palavras repetitivas. Polito (2001) expressa que
Os tiques, na comunicação falada, são os sons emitidos sem nenhuma finalidade. Tiram a beleza da apresentação e podem comprometer a concentração dos ouvintes. Os mais conhecidos são: né?, tá?, huumm, ããã, ééé. (2001, p.81).
Ainda na ocasião da oficina, a professora Dinalva Souza enfatizou a necessidade do comunicador organizar previamente um esquema com os pontos principais, tendo o cuidado de organizá-lo de forma que sejam consoantes com os defendidos anteriormente, a menos que você queira se contradizer propositadamente. Outra sugestão importante para o momento que vai se falar em público é se imaginar estar conversando com alguém próximo, assim é possível driblar um pouco o nervosismo, de forma que o discurso seja estabelecido com naturalidade e confiança. Como afirma Bowden:
Todos nós nos comunicamos diariamente sem medo de falhar. Se você puder entender como a comunicação passada verbalmente funciona de modo normal e relaxado, saberá o que fazer e assim o fará quando estiver falando em publico. (2001, p. 50).
Souza (2015), ao proferir a oficina também asseverou que ao se fazer uma fala, um bom orador deve preocupar-se em escrever um discurso simples e conciso; Praticá-lo do início ao fim, evitando ser prolixo ou repetitivo. Para concluir, enfatizou que um bom comunicador deve ser preocupar em observar os sinais que o público emite, pois como a referida educadora diz, “o corpo fala, e ao se observar sinais de cansaço ou desinteresse, os quais poderão ser minimizados com a mudança no tom de voz, com a contação de uma pequena história, dente alternativas simples”. Ainda, com relação aos sinais dados pelo corpo também fez pontuou que além do público emanar sinais de aceitação ou rejeição, o mesmo ocorre com o orador, ou seja, a forma com que ocupa o espaço, os movimentos que faz com o corpo, também comunicam mensagens, muitas vezes mais claras que o próprio discurso. Sobre essa questão Júnior e Mattoso, fazem algumas considerações dizendo que:
Em relação aos movimentos do corpo, um leve avanço para o auditório traduz um sentimento de aproximação psíquica; um leve recuo, um passo preliminar para argumentar contra maneira de ver falsas, que sabemos bastante generalizadas. Efeitos equivalente têm os movimentos do busto em posição parada, conforme ele vai ligeiramente para frente ou para trás. (1986, p. 24).
Os autores supracitados complementam dizendo que os movimentos que são feitos  com a cabeça ou facial, se o comunicador demonstra muita agitação, caminhando de um lado para outro, são comportamentos que podem sugerir insegurança ou até mesmo falta de sinceridade no que está sendo veiculado.

Após a realização dessas etapas, a confecção do documentário foi permeada por constantes momentos de compartilhamento de saberes, uma vez que o grupo de bolsistas apresentava saberes heterogêneos, mesmo tendo participado das oficinas acima relatadas. É importante salientar que as diferenças existentes não se constituíram em problemas, ao contrário foram aspectos que permitiram a aproximação do grupo, admitindo que todos ocupassem o assento de ensinantes e aprendentes, movimento que também oportunizou viver o que Freire preconizou como espaço realmente educativo, onde todos ensinam e aprendem em comunhão.



4 CONCLUSÕES

Ao finalizar o presente estudo pode-se afirmar a urgência das instituições de ensino como instituição social, aderir às transformações da modernidade incluindo a tecnologia digital como ferramenta auxiliar no processo ensino-aprendizagem. A inserção do universo tecnológico é uma responsabilidade que a escola não pode se abster, pois a sociedade atual exige a preparação do educando para atuar nas diferentes esferas do âmbito social.

Para isso, o educador enquanto mediador, precisa apropriar-se dos saberem advindos do meio digital, sistematizando-os em sua prática pedagógica. Entretanto, ao utilizar a tecnologia como ferramenta pedagógica, deve compreender em quais situações ela ajuda no aprendizado dos educandos. Nessa direção, cabe ao educador aumentar o repertório de conhecimentos referentes ao universo digital, uma vez que o conhecimento de múltiplos recursos tecnológico lhe permite ampliar o espaço educativo para além da sala de aula, possibilitando assim, o uso de diversas linguagens, inserindo nas imagens, sons, textos, efeitos e outros que poderão proporcionar diferentes sentidos e significados inesperados.

Ao utilizar ou estimular o educando a usar as tecnologias, a instituição escolar transpõe os limites de espaço de mero transmissor de saberes, passando a se constituir em local em que o aprender a aprender se faz presente. Nesse processo, o educando desenvolve a autonomia cognitiva, a capacidade realizar trabalhos colaborativos e de tomar decisões, tornando-se dessa forma um cidadão com mais habilidades para viver e conviver em sociedade.



5 REFERÊNCIAS

AURÉLIO, Dicionário online. Disponível em http://slideplayer.com.br/slide/2745214/ Acesso em: 10 de abril 2015.


BOWDEN, John. Falando em público. [tradução Maria de Lourdes Hubner]. São Paulo: Market Books, 2001.
HASBANI, Ghassan. Fazendo excelente apresentações: coisas que realmente são importante. [tradução Marina Massaranduba] São Paulo: Market Books, 2001.
JÚNIOR, Camara, Júnior, MATTOSO, Joaquim. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes, 1986.
MAGALHÃES JUNIOR, Antônio Germano. Luz, Câmera e Emoção: vídeos documentários e história da educação. In: Vasconcelos, José Gerardo et al (orgs) Tempo Espaço e Memória da Educação: pressupostos teóricos, metodológicos e seus objetos de estudo. Vasconcelos et al (orgs). Fortaleza: edições UFC, 2010.
MOURA, Eliane Salvador de, et al. Movie Maker e formação de professores: uma relação a ser construída. Disponível em http://websmed.portoalegre.rs.gov.br/escolas/revistavirtualagora/movie.pdf. Acessado em: 04/04/2015.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004.
SALLES, João Moreira. O documentário e a verdade: eis a questão. Disponível em https://rodandonao.wordpress.com/2010/04/. Acessado em: 14/04/2015.


URI, 10-12 de junho de 2015 Santo Ângelo – RS – Brasil.


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