NÃo mordam e devorem: o mandamento na prática



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Encontro14.09.2017
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NÃO MORDAM E DEVOREM: O MANDAMENTO NA PRÁTICA
Morder e devorar são atividades próprias de feras. É como se Paulo nos dissesse: “Quando vocês tratam desta maneira uns aos outros, estão deixando de agir como seres humanos, e muito menos, como cristãos”.

Morder e devorar é o mesmo que expressar hostilidade e má vontade para com o irmão, por meio de ataques sobre o seu caráter, valores, propósitos, crenças ou ações, a fim de estabelecer alguma vantagem ao atacante.

Esse mandamento traz consigo, no mínimo, quatro implicações práticas:

1. Os cristãos devem evitar, ao máximo, as desavenças e as discussões. Haverá, é claro, situações em que uns discordarão do pensamento de outros. Haverá momentos em que pensamentos e atitudes de alguém tenham de ser avaliados e serão reconhecidos como falhos. Mas, seja qual for a situação, nunca os irmãos deverão rebaixar-se ao nível dos ataques pessoais. Antes, devem procurar, dentro de um ambiente de mútuo amor, sujeitando-se uns aos outros, encontrar uma solução que se harmonize com as Escrituras.

2. Os cristãos precisam dar-se conta de que o se morderem e se devorarem uns aos outros traz uma séria ameaça à vida da igreja. As mútuas hostilidades podem resultar na mútua destruição espiritual e emocional dos irmãos. O grupo ou igreja pode ficar sem nada que se pareça com a verdadeira comunhão.

3. Morder e devorar é pecar contra a lei do amor. O amor edifica e presta serviço ao irmão (Gálatas 5.14); isto é totalmente oposto ao morder.

4. O contexto do mandamento oferece a seguinte lição: o cristão que se entrega à prática de morder e devorar está satisfazendo os desejos da carne (Gálatas 5.16), em vez de andar pelo Espírito (Gálatas 5.25).

A atividade de morder e devorar pode ser comparada a algumas das obras da carne mencionadas em Gálatas 5.19-21. As que mais contribuem para hostilizar e rebaixar pessoalmente ao irmão, talvez sejam estas: ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja. O egocentrismo de tudo isso é pavoroso: quem morde e devora os irmãos está procurando os seus próprios interesses, não os do Senhor Jesus e do Seu Corpo, a Igreja. Os cristãos são membros uns dos outros (Romanos 12.5). O valor prático deste mandamento aponta que se eles começarem a morder e devorar uns aos outros, em certo sentido, estarão praticando a autodestruição. É impossível que o Corpo de Cristo realize devidamente os seus ministérios internos, e, tão pouco, a sua tarefa de demonstrar ao mundo e a unidade, quando está envolvido em guerras internas. Essa infecção é mortífera: ameaça a vida da igreja e torna inacessível o alvo de glorificar a Deus.

IGREJA PRESBITERIANA DE JUNDIAÍ

APLICAÇÕES PARA O PEQUENO GRUPO
ESTUDO 21: NÃO MORDAM E DEVOREM: O MANDAMENTO NA PRÁTICA
Devocional: Gálatas 5.13-21
1. Este mandamento emprega uma linguagem pitoresca. Qual linguagem pode ser vista e o que ela quer dizer?

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2. O que a ideia de morder e devorar expressa?

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3. A primeira aplicação prática afirma que “os cristãos devem evitar, ao máximo, as desavenças e as discussões”. Como devem agir para cumprir esta exortação?

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4. Morder e devorar trazem várias ameaças à vida da Igreja? Você poderia descrever algumas?

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5. Por que morder e devorar é um pecado? Explique.

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6. A atividade de morder e devorar pode ser comparada a algumas das obras da carne. Quais obras podem ser identificadas a esta atividade?

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7. Qual o valor prático deste mandamento?

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Reflita e pratique: Morder e devorar estão relacionados à obra da carne. Para combater estas obras precisamos estar cheios do Espírito e dar total controle de nossa vida a Ele (Efésios 5.18). Somente desta forma o fruto do Espírito será manifestado em sua vida.


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