Mte implanta ferramenta Empregador web que permite ao empregador informar, via internet, o requerimento do Seguro-Desemprego pelo trabalhador



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Boletim TRAB-PREV-RH em 15.set.2014

"A amizade começa onde termina ou quando conclui o interesse." (Cícero)

MTE implanta ferramenta Empregador WEB que permite ao empregador informar, via internet, o requerimento do Seguro-Desemprego pelo trabalhador.


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realiza mais uma ação de modernização visando aperfeiçoar o atendimento ao trabalhador. Trata-se da disponibilização do Empregador Web, aplicativo que vai facilitar o envio de requerimentos do Seguro-Desemprego pelas empresas. 

A melhoria atende a uma reivindicação dos empregadores para que informem digitalmente os requerimentos do Seguro-Desemprego, de forma individual ou por meio de arquivo gerado a partir dos sistemas de folha de pagamento da empresa. Com isso, será possível a impressão do Requerimento Seguro-Desemprego pelo próprio Sistema, dispensando a necessidade de aquisição de formulários pré-impressos, atualmente obtidos em papelarias. 

Outra melhora significativa trazida pela ferramenta é a possibilidade de cruzamento prévio das informações dos trabalhadores com outras bases de dados governamentais, assegurando maior segurança em casos de notificações pelo não cumprimento de requisitos legais para recebimento do benefício. 

O uso do "Empregador Web", que poderá ser acessado no sitio eletrônico http://maisemprego.mte.gov.br, em breve se tornará a única forma de encaminhamento das informações dos Requerimentos de Seguro-Desemprego pelo empregador. 

Empregador WEB tem por finalidade assegurar o melhor atendimento ao trabalhador demandante do benefício do Seguro-Desemprego com foco na modernização dos processos de encaminhamento dos requerimentos com segurança e economia. Pelo novo processo o empregador poderá, pela internet, informar os requerimentos dos trabalhadores de forma individual ou por meio de arquivo gerado a partir do sistema de folha de pagamento. Com isso, será possível a impressão do Requerimento Seguro-Desemprego pelo próprio Sistema, dispensando a necessidade de aquisição de formulários pré-impressos, atualmente obtidos em papelarias. 

De posse do Requerimento Seguro-Desemprego emitido pelo sistema, o trabalhador quando procurar os postos de atendimento terá as suas informações já disponíveis no banco de dados do MTE, com isso, agiliza-se o processo de atendimento ao trabalhador permitindo assim que as ações da intermediação de emprego e verificação de curso, possam ser melhor implementadas. 

Funcionalidades do Empregador Web 
1 - Cadastro de procuração sem a necessidade de Certificado Digital para atender às empresas que não possuem Certificado, mas que são representadas por escritórios de contabilidade que possuem o Certificado. 
2 - A possibilidade da empresa matriz cadastrar suas filiais e encaminhar os requerimentos das mesmas utilizando somente o Certificado Digital da matriz.

3 - A possibilidade da empresa cadastrar matrícula de CEI e encaminhar os requerimentos dos mesmos utilizando o Certificado Digital da empresa.



Contribuinte está vencendo no STJ disputa sobre o SAT

11 de setembro de 2014 14:52

Os contribuintes estão perto de obter no Superior Tribunal de Justiça (STJ) uma vitória contra o aumento da contribuição ao Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) – que passou a se chamar Riscos Ambientais do Trabalho (RAT). Já há maioria de votos no julgamento pela 1ª Turma do processo de uma empresa do grupo Fiat que teve a alíquota do tributo alterada com a edição do Decreto nº 6.957, de 2009, sem apresentação de justificativas.

viaContribuinte está vencendo no STJ disputa sobre o SAT | Valor Econômico.



As sete profissões que estão em alta

Momento econômico explica busca por profissionais capazes de aumentar vendas, controlar custos e melhorar a eficiência das operações

por O Globo

11/09/2014 7:46 / Atualizado 11/09/2014 7:49

RIO — A empresa de recrutamento Robert Half mapeou as carreiras com maior demanda em sete diferentes áreas este ano. De acordo com o levantamento, os cargos em alta são: gerente contábil, gerente de riscos, gerente de vendas, gerente de marketing, engenheiro de vendas, gerente comercial/novos negócios e advogado sênior especializado em consultivo tributário.

O aumento na demanda por estes cargos, segundo Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half no Brasil, pode ser explicado em função do momento econômico do país.

— Em cenários menos favoráveis, a regra é alavancar vendas, controlar custos e melhorar a eficiência das operações — aponta o executivo.

Confira, a seguir, a lista dos profissionais mais procurados em cada área e os motivos para o aquecimento na demanda:

Finanças e Contabilidade: gerente contábil

— O mercado de finanças e contabilidade sofre com uma contínua escassez de profissionais que tenham conhecimentos em inglês e perfil “parceiro do negócio”.

Perfil esperado dos profissionais: formação em contabilidade, com CRC ativo, inglês fluente, atualizado com as normas contábeis brasileiras e internacionais, que seja capaz de entender e influenciar o negócio e que tenha boa comunicação.

Mercado Financeiro: gerente de riscos (mercado, crédito, liquidez, operacional)

— Os bancos têm se readequado às novas legislações e às regulações do Banco Central. Para isto, a demanda em áreas de controles, compliance e risco está aquecida.

Perfil esperado dos profissionais: formação em cursos como administração, economia e engenharia, Profissionais analíticos, com perfil organizado e de processos. Inglês fluente é mandatório.

Vendas: gerente de vendas

— O momento econômico tem forçado as empresas a apostar na força de vendas para alavancar os resultados e a rentabilidade. A profissionalização de alguns setores, especialmente os relacionados a serviços, vem impactando ainda mais a demanda na área de vendas das empresas.

Perfil esperado dos profissionais: consultivo, com foco na necessidade do cliente e visão global de negócios. O nível da formação acaba ficando em segundo plano e a experiência conta, principalmente, quando se trata de produtos e serviços específicos e relacionamento prévio com clientes-chave.

Marketing: gerente de marketing

— A área de marketing vem passando por um momento de reestruturação nos últimos semestres. As organizações optaram por estruturas mais enxutas, ganho de sinergia e agrupamento de mais responsabilidades sob equipes menores. O gerente de marketing com experiência e visão de negócios é mais valorizado nesse cenário.

Perfil esperado dos profissionais: formação em faculdades de primeira linha, experiência internacional e línguas são valorizadas, principalmente em empresas globais.

Engenharia: engenheiro de vendas

— O engenheiro consultivo e integrado ao negócio vem sendo cada vez mais demandado em diferentes indústrias, principalmente quando se trata da área comercial técnica. A indústria dá preferência a contratar engenheiros nas áreas comerciais, pois a formação técnica permite que ele entenda a necessidade do cliente de forma específica para propor soluções completas.

Perfil esperado dos profissionais: Além dos conhecimentos técnicos, as empresas valorizam cada vez mais habilidades como comunicação, visão estratégica, negociação e relacionamento interpessoal. Inglês fluente continua a ser uma exigência para muitos cargos. Formação em faculdades renomadas é um diferencial.

Seguros: gerente comercial/novos negócios

— Com a profissionalização e o desenvolvimento da indústria de seguros e resseguros no país, cresceu a demanda por foco em desenvolvimento de relacionamento em novas contas.

Perfil esperado dos profissionais: capacidade de conquistar novos clientes para aumentar a carteira, além de experiência e habilidade estratégica para identificar as melhores oportunidades no mercado.

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Jurídico: advogado sênior especializado em consultivo tributário

— Com o aumento da preocupação das empresas em desenvolver planejamentos tributários que possibilitem economia financeira, cresce a demanda por advogados com conhecimento na área.

Perfil esperado dos profissionais: tanto para empresas, quanto para escritórios, os profissionais devem ter formação de primeira linha, especialmente em direito e contabilidade. Para os escritórios é essencial a formação jurídica e, para empresas, dependendo do escopo, apenas o contábil supre as necessidades, mas o profissional mais valorizado é o que possui as duas formações. É valorizada a experiência pregressa em empresas de auditoria.

Read more: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/as-sete-profissoes-que-estao-em-alta-13900405#ixzz3DFR9XZq5



Pontualidade nas entregas: um legado do eSocial

  • Postado por José Adriano em 8 setembro 2014 às 13:00

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Por Sheila Comachio

Um dos principais desafios das organizações é a pontualidade das entregas no Portal do eSocial. No âmbito da Saúde e Segurança do Trabalho, os prazos exigidos pelo Governo para a transmissão das informações podem ter periodicidade de entrega mensal, anual, tempestiva e sob demanda.

Esta ação depende do comprometimento e, principalmente, da efetiva comunicação entre as áreas de Recursos Humanos, Fiscal e Saúde e Segurança do Trabalho das empresas. Num processo de admissão de um funcionário, por exemplo, além das informações referentes aos direitos e deveres trabalhistas e previdenciários, haverá a necessidade de informar questões inerentes a aptidão do trabalhador para exercer suas atividades (ASO – Atestado de Saúde Ocupacional), a identificação dos riscos ocupacionais, os responsáveis pelos programas de prevenção de riscos e saúde ocupacional e as condições diferenciadas de trabalho, como periculosidade e insalubridade.

Da mesma forma, como nos demais processos - rescisão, retorno ao trabalho, mudança de função e exames periódicos - os prazos deverão ser cumpridos de acordo com sua finalidade. A vantagem para o empregador é a entrega dos documentos envolvidos nos processos junto aos órgãos públicos participantes, que será realizada em um único local dispensando o uso de papéis e formulários.

Os empregadores tiveram a oportunidade de conhecer o eSocial em junho de 2013, quando o portal foi disponibilizado para envio das informações do empregado doméstico. Diante disso e das prorrogações de prazo definidas pelo Governo e, ainda, como no mais recente adiamento foi inserido uma etapa para testes e possíveis ajustes, acredito que as empresas terão tempo hábil e êxito na preparação e estruturação para atendimento a legislação. Para isso, devem começar desde já a implementação de ações internas que visem o cumprimento das transmissões das informações no Portal do eSocial.

Importante lembrar que o prazo para implantação do eSocial foi prorrogado mais uma vez e a obrigatoriedade só será contada a partir da publicação da versão definitiva do manual de orientação. Ou seja, ainda não existe um layout definitivo estabelecido. E, após seis meses de testes, entrará em vigor, tornando-se obrigatório (julho e setembro de 2015). Considerando que o Governo poderá consultar e cruzar os dados em tempo real, o eSocial tem como proposta fazer cumprir todas as obrigações legais previstas na esfera federal (trabalhista, previdenciária e fiscal).

Os órgãos envolvidos: Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, Ministério da Previdência – MPS, Ministério do Trabalho e Emprego – MTE e Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, terão acesso imediato a todas as informações transmitidas no Portal, logo a fiscalização será mais eficaz. 

Do ponto de vista dos negócios, é possível afirmar que haverá um grande enfoque nas áreas de apoio operacional das organizações, uma vez que os empregadores terão que despender atenção e investimento em recursos e tecnologia de informação com o objetivo de garantir a pontualidade das entregas. Cabe a ressalva que as empresas estarão sujeitas as multas por atraso como já previstas nas legislações previdenciária, fiscal, trabalhista e do FGTS. Com o eSocial, esses prazos serão monitorados mediante o envio das informações por meio do portal.



http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/pontualidade-na...

eSocial Sem Movimento: informação no S-1399

  • Postado por José Adriano em 8 setembro 2014 às 15:00

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Na versão anterior do "Perguntas Frequentes" disponível no portal do eSocial, havia a informação que o CNPJ sem Movimento deveria ser informado na DCTF-Prev.

Agora mudou.

Veja a resposta 39 do novo "Perguntas Frequentes":

Ausência de Fato Gerador Ausência de Fato Gerador 

39. O CNPJ sem movimento, como por exemplo das empresas de fundos de investimento, 
deverá ser informado no eSocial? Em caso positivo, como informar e qual a 
periodicidade do envio? 

Sim. Não havendo fatos geradores na competência, essa informação deve ser enviada 

no S-1399 (fechamento), que terá validade até o final do ano-calendário, ou até que 
haja uma nova movimentação. 

----------



Comentário da Zê: Até agora já li até a pergunta 39 e já vi que tem umas orientações "divergentes" do leiaute dos arquivos 1.2 beta 3 (o famoso "proibidão"), como esta, já que o S-1399 ainda não foi publicado (só o S-1299, que tem a informação acima)... vou ler as outras respostas oficiais. Porém, mesmo esse FAQ requer cuidados, já que o leiaute definitivo ainda não foi divulgado. Assim, fiquem atentos e aguardem a publicação do leiaute e manual, pois até mesmo essas perguntas podem ter respostas diferentes depois, como essa 39 que mudou.

http://www.zenaide.com.br/2014/09/esocial-sem-movimento-informacao-...




Currículo vital
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.bràs 08:04 hs.







09/09/2014 - Ele é o cartão de visitas do candidato frente ao empregador em potencial, mas muitos profissionais ainda cometem erros básicos ao elaborá-lo. Saiba como evitar as gafes mais comuns e preparar um CV vencedor

Elaborar um currículo bem estruturado é um desafio para quem está em busca de uma vaga. Considerado pelos recrutadores como a “propaganda do profissional”, o documento deve apresentar as informações essenciais sobre o indivíduo e tem como objetivo a conquista de uma entrevista presencial.

Apesar disso, várias falhas ainda são cometidas na hora de preparar essa carta de apresentação do candidato a futuro funcionário. “Em relação à estrutura do currículo, acredito que apenas um em cada 10 recebidos está bem escrito. Em geral, os candidatos apresentam currículos muito extensos ou com erros de português, o que torna o material desinteressante”, avalia a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), Elaine Saad.

Segundo pesquisa feita pela consultoria Robert Half, nos Estados Unidos, a maioria dos recrutadores têm pouca tolerância com erros de digitação no currículo. Para 46% dos entrevistados, dois erros bastam para que o candidato seja desconsiderado, enquanto 27% toleram até três erros e 17% relevam apenas um. “Se apresentar erros de digitação constantes, muitas vezes o candidato nem é chamado para a entrevista”, ressalta o gerente de divisão da Robert Half, Lucas Nogueira. “Redigir o texto com calma, em um lugar fora do ambiente de trabalho e sem pressa é uma boa maneira de evitar os erros. Pedir para alguém revisar o currículo antes de inseri-lo no mercado é outra alternativa”, completou.

Entre os principais equívocos cometidos pelos candidatos, ainda estão contar vantagem ao descrever as atividades que realizou na empresa, além de problemas na estruturação das informações. “Esse é um erro grave que é facilmente percebido na entrevista. Currículos muito longos e genéricos, nos quais o indivíduo quer colocar tudo o que fez na vida, são cansativos para o recrutador. A apresentação deve ser objetiva e focada na vaga pretendida”, explica a consultora de RH Emmily Mathias.

Recrutadores também condenam currículos sem objetivos ou com fotografias pouco profissionais. “Na maioria das situações, a foto é dispensável. Quando solicitada, a imagem escolhida deve ser coerente com a finalidade profissional”, ressalta. “Muitas vezes, o candidato também acrescenta ao currículo objetivos profissionais muito amplos, como ‘quero mostrar meu valor dentro da empresa’. É importante ser específico. Colocações desse tipo passam a impressão de que ele não sabe realmente o que quer”, alerta.



No caminho certo
Para não cair no erro, o estudante do penúltimo semestre de engenharia civil Geraldo Malvar, 22 anos, procurou a consultoria de um especialista no momento de elaborar o CV para candidatar-se a uma vaga de estágio. “Todas as empresas que visitei me pediam para apresentar um currículo, e eu nunca tinha precisado criar um. Na hora, tive muitas dúvidas em relação ao conteúdo e à estrutura”, conta. Ainda sem experiência profissional na área na época, ele ressalta que acrescentou ao currículo outros conhecimentos e vivências pessoais que foram importantes para passar para a fase da entrevista. “Incluí alguns cursos e experiências que tive como um intercâmbio no Canadá, além da fluência em dois idiomas: inglês e espanhol.

No momento da entrevista, os avaliadores consideraram essas competências um diferencial para a vaga”, percebe Geraldo. “Depois que concluir o curso, vai ficar mais fácil fazer um novo currículo. Agora só preciso atualizar as informações e experiências.”



Divulgação
Outra atividade que deve ser levada em conta é o momento de distribuir o currículo para as empresas. “Eu costumo dizer que é igual a jogar sementes: você nunca sabe quais vão brotar. Semeando no asfalto, dificilmente dará certo. É importante analisar a empresa e candidatar-se para vagas que estão de acordo com seu perfil”, explica Marcelo Abrileri, diretor da Curriculum — organização que oferece serviços on-line para quem busca recolocação profissional. “Se você tem um profissional que diz que faz tudo, a impressão que dá é que ele não faz nada direito. Se a pessoa é específica em relação a funções e vagas que procura, as chances de obter sucesso são maiores”, completa Abrileri.

Experiência traduzida
O consultor Marcos Guimarães, 27 anos, precisou traduzir o currículo para concorrer a uma vaga de emprego em uma empresa britânica. “O cargo era para atuar durante a Copa do Mundo, e precisavam de alguém fluente”, explica. Ele consultou alguns modelos de currículos estrangeiros na internet para saber quais informações deveria priorizar. “Como tenho domínio suficiente do idioma, eu mesmo fiz a tradução. Depois, pedi para alguns amigos revisarem”, conta.

Para empresas multinacionais ou com sede no exterior, é comum adotar a apresentação do currículo em inglês. Segundo Ho Mien Mien, diretora da Outliers Professional Language School — empresa que oferece serviços de tradução do currículo —, a apresentação do currículo em inglês costuma ser solicitada quando a utilização do idioma é fundamental para desempenhar o cargo ou quando o recrutador é estrangeiro. “Como o conhecimento em inglês é cada vez mais básico para vagas estratégicas, várias companhias passaram a adotar a prática.”





Para a diretora, um dos principais equívocos na elaboração do currículo em inglês é o mesmo problema apresentado nos currículos em português: pouca revisão e falta de objetividade. “Se a pessoa tiver inglês fluente e confiança na escrita, pode fazer a tradução do currículo sozinha, mas se tiver alguma dúvida, aconselho que procure um profissional. Os tradutores automáticos podem funcionar para uma palavra ou outra, mas para frases inteiras as chances de dar errado são enormes! Também é difícil acertar termos profissionais específicos”, afirma Ho.

O diretor e superintendente da Fundação Fisk, Elvio Peralta, destaca ainda que é preciso ser minucioso, já que deslizes podem demonstrar pouco domínio do idioma. “É nos detalhes que o candidato denuncia se tem bons conhecimentos da língua ou não”, explica.






Fonte: Correio Braziliense / DF

Os profissionais mais buscados em 10 países das Américas

  • Postado por José Adriano em 10 setembro 2014 às 10:00

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Engenheiros, profissionais de finanças, TI e vendas são escassos no continente, diz estudo; veja a situação em países como Brasil, México, EUA e Canadá

Vagas pelo continente

São Paulo - O mundo está cada vez mais "carente" de profissionais qualificados para algumas atividades - principalmente no continente americano.

Essa é a conclusão da 9ª edição de uma pesquisa sobre escassez de talentos realizada pelo Manpower Group. O levantamento teve a participação mais de 37 mil empregadores em 42 países.

Em 2014, a média global de falta de talentos foi de 36%, a maior desde 2007, quando chegou a 41%. Entre os profissionais com ensino superior mais demandados estão engenheiros, profissionais de finanças e gerentes de vendas.

Entretanto, dominam o ranking profissionais como técnicos, motoristas, operários e trabalhadores de ofício manual, isto é,  autônomos especializados como sapateiros, eletricistas, pedreiros e costureiros. 

Certos países americanos estão entre os mais afetados pelo quadro, segundo o estudo. Peru,Argentina e Brasil estão entre os cinco que mais sofrem com a situação, com índices de escassez de 67%, 63% e 63%, respectivamente.

Nas Américas, os principais motivos atribuídos a essa ausência são falta de competências técnicas e habilidades mensuráveis (34%), falta de experiência (29%) e falta de candidatos disponíveis (25%).

Confira a galeria completa com os 10 profissionais mais buscados em 10 países americanos:

Íntegra em http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-profissionais-mais-b...


Sete hábitos inteligentes cultivados por grandes inovadores
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.bràs 08:14 hs.




10/09/2014 - Adotar tais atitudes irá impulsionar seu nível de aprendizagem e criatividade, o que, por sua vez, leva à inovação e a mudanças

RIO — O maior equívoco da maioria das pessoas é pensar que o que você fez ontem vai ajudá-lo a ter sucesso amanhã. Para se sobressair na sua área e manter sua liderança, é preciso inovar, sempre, afirma Lolly Daska, CEO e consultora global especializada em liderança e desenvolvimento empresarial.

E, para inovar, diz ela, o profissional precisar continuar a aprender, pensar, questionar, explorar, experimentar e trocar ideias. Em artigo publicado no site Inc.com, a consultora listou sete hábitos que devem ser desenvolvidos por aqueles que querem fazer da inovação uma rotina. Segundo ela, adotar tais hábitos irá impulsionar seu nível de aprendizagem e criatividade, o que, por sua vez, leva à inovação e a mudanças.

Busque ligar os pontos, sempre:

Grandes inovadores têm o hábito constante de contemplar e observar a fim de conectar questões e ideias que aparentemente não se relacionam. Quando se conecta os pontos, você acaba tendo um novo insight e percebe conexões que antes eram praticamente invisíveis.

Faça perguntas:

Grandes inovadores são, normalmente, curiosos. Costumam fazer muitas perguntas, mesmo sobre coisas que acha que sabe. Ao fazer perguntas, você desafia o conhecimento que já tinha e ganha novas perspectivas. A parte mais difícil de estabelecer este hábito não é a busca por respostas, mas chegar a grandes questões que o obriguem a revelar respostas.

Teste coisas novas:

Pessoas com espírito inovador vivem testando novas ideias, seja criando protótipos ou lançando projetos-piloto. Um bom exemplo é Thomas Edison, que disse: “Eu não falhei. Eu simplesmente encontrei 10 mil maneiras que não funcionam”. O grande barato de inovar, segundo Lolly, não está na busca de novos horizonte, mas sim ver o horizonte sob uma nova luz.

Encontre pontos de intersecção com outras pessoas:

Grandes inovadores têm o hábito de encontrar e testar novas ideias através de uma rede de pessoas e organizações. Inovação é algo que acontece quando você interage com os outros. Para as ideias germinarem e a inovação acontecer, um conjunto diversificado de perspectivas, pensadores, questionadores e realizadores são necessários.

Tenha senso de propósito:

Inovadores costumam ser estimulados por sua paíxão e usam isso como um senso de propósito. Sua finalidade é impactar e fazer a diferença. Assim, nunca estão satisfeitos com as coisas da forma como elas são, e não esperam para mudar o status quo. Simplesmente fazem, movidos pelo seu senso de propósito.

Ideias cruzadas:

Grandes inovadores têm o hábito de combinar coisas surpreendentes. A criatividade acontece quando duas coisas colidem para criar uma ideia totalmente nova, e exige que os desafios sejam resolvidos através de novas perspectivas. Isso acontece melhor quando trabalhamos com pessoas de fora de nosso meio ou área.

Faça da inovação uma rotina diária:

Pessoas inovadores têm o hábito de inovar e aprender. Não é algo que se faz por acaso, mas por meio de um ritual diário de exploração e de tentar coisas novas. Se quiser se tornar um mestre em qualquer assunto, é preciso disciplina e comprometimento.


Fonte: O GLOBO



Veja 7 erros que você deve evitar em uma entrevista de emprego
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.bràs 09:36 hs.




10/09/2014 - Entrevista de emprego

Improviso e interrupção devem ser evitados durante a entrevista

Ao chegar à etapa da entrevista de emprego, o candidato já eliminou vários concorrentes. E como superar os outros na nova fase? Como deixar uma boa impressão para o recrutador? Para a consultora de carreiras Jen Hubley Luckwaldt, do PayScale, além de se "vender" bem, o profissional precisa evitar erros comuns.

Veja abaixo 7 comportamentos que não podem ocorrer durante a conversa:

1) Cheiro e perfumes fortes

Ninguém quer chegar ao local da entrevista cheirando a cigarro, bebida, comida ou café. Os candidatos precisam prestar atenção ao que vão comer e beber antes da entrevista. Ter uma bala de hortelã ou escova e pasta de dente sempre à mão pode ajudar.

Também é importante tomar cuidado com o perfume escolhido. E se o recrutador for alérgico? A melhor solução é optar por perfumes suaves.

2) Improviso

Antes de entrar no local da entrevista, o candidato precisa saber com quem vai falar, quais são as experiências do recrutador e também por que ele é uma boa opção para a vaga. Contar somente com o improviso e com a sorte pode ser fatal.

3) Interrupção

Interromper o recrutador não demonstra apenas falta de educação, mas também indica que o profissional é um mau ouvinte. E isso não é uma característica valorizada por quem atua com recursos humanos.

4) Atraso

Chegar atrasado para uma entrevista já deixa uma impressão ruim para o recrutador. Isso também passa a ideia de que o profissional é desorganizado e não valoriza o tempo. O ideal é chegar um pouco antes do horário marcado, mesmo que o candidato tenha de esperar.

5) Levar pessoas ou objetos

Uma pesquisa do Workpolis, site de empregos do Canadá, diz que 3% dos candidatos da geração Y (os nascidos nas décadas de 1980 e 1990) levaram seus pais para uma entrevista de emprego. Mesmo que a presença de familiares ou conhecidos possa ajudar o profissional a se sentir melhor, somente o entrevistado deve comparecer.

6) Deixar de fazer perguntas

Quando o recrutador fala "você tem alguma pergunta?", o candidato não deve ficar imóvel e calado. É preciso estar preparado para fazer boas perguntas e aproveitar para esclarecer dúvidas que surgiram durante a entrevista.

7) Chegar despreparado

No primeiro contato com o futuro empregador, o profissional precisa mostrar suas habilidades e como poderá ajudar a empresa. Ele deve fazer uma pesquisa sobre a companhia para ter uma ideia de como será a conversa com o recrutador.


Fonte: G1 - Rio de Janeiro/RJ

As fronteiras da liderança

Talvez você não seja muito bom para liderar subordinados, mas isso não o impede de se tornar um líder eficaz

Liderança é uma daquelas habilidades que valorizam o passe de qualquer trabalhador, mas nem todo mundo consegue se dar conta disto. Algumas pessoas, inclusive, costumam falar coisas do tipo: "Eu não quero ser gestor, então não preciso aprender a liderar". Será?

Comentários como esse são decorrentes de uma visão míope acerca da amplitude e valor da liderança e provam que muita gente ainda acredita que este atributo só serve para quem conduz uma equipe de trabalho sem perceber que se trata de uma capacidade decisiva também para quem não é responsável por orientar e motivar subordinados diretos.

Aliás, guiar um time pode não ser tão simples assim, mas é reconhecidamente a tarefa menos complexa que cabe a um líder. Se você analisar friamente verá que investe muito mais tempo tentando persuadir pessoas que não têm obrigação funcional nenhuma de seguir suas recomendações do que colocando os subordinados no eixo. Ainda mais se seu trabalho envolve atender clientes, gerenciar as expectativas dos acionistas, consolidar uma carteira de fornecedores confiáveis, manter um bom relacionamento com as autoridades públicas ou conversar de vez em quando com os formadores de opinião.

Vendedores, por exemplo, precisam ser líderes. Devem ter a capacidade de despertar o interesse dos seus clientes a fim de promover os produtos e serviços que comercializam, exalar credibilidade enquanto apresentam a sua proposta de valor e conquistar o respeito dos concorrentes que brigam pelo mesmo mercado. E o mais interessante é que a maioria deles não tem um liderado direto sequer dentro do organograma da empresa.

O mesmo vale para profissionais que atuam em projetos nos quais pessoas de diferentes empresas ou unidades operacionais trabalham juntas. Nos primeiros dias tudo parece dar certo, contudo não leva muito tempo até que os interesses conflitantes aflorem e o caos se instale, a não ser que algum membro com capacidade de articulação consiga mostrar que todos estão no mesmo barco.

Você talvez não seja muito bom para liderar subordinados, mas isso não o impede de se tornar um líder eficaz, principalmente se tem o talento de aglutinar indivíduos para um propósito comum ou então ajudar na difusão de ideias que jamais prosperariam sem aquele entusiasmo contagiante que demonstrou na última apresentação para a diretoria.

Por outro lado, se o seu objetivo é chegar ao topo da pirâmide, quanto mais avança em direção aos cargos de gestão estratégica mais perceberá que o seu sucesso depende da capacidade de influenciar aqueles que não são subordinados diretos e, especialmente, quem se encontra além das fronteiras da organização. Neste sentido, a máxima é: quando o discurso e as ações não reverberam crescentemente, é difícil pensar em grandes feitos futuros.

Contudo, como elevar o grau de influência sobre outros indivíduos? É preciso ter a capacidade de aprender, agir com integridade, ser emocionalmente equilibrado, apresentar inteligência social e tomar decisões corajosas. Ou seja, conquistar a credibilidade das pessoas que lidam contigo por ser quem você é. Demostrar que merece a confiança daqueles que convivem contigo há muito tempo e também das demais pessoas que acabaram de conhecê-lo

Infelizmente, muitos profissionais se ressentem dos comportamentos de seus chefes e pares porque esquecem que precisam influenciá-los. Ficam amarrados à inércia e se vitimizam por acreditarem que não podem fazer nada para que a relação com estas pessoas se torne saudável. O famoso complexo de coitadinho.

Como você já pode compreender, é difícil pensarmos em grandes realizações enquanto líderes quando nos prendemos às convenções que os cargos parecem impor ou então continuamos a identificá-la apenas com aquilo que diz respeito à gestão de uma equipe de trabalho. Se você é professor, dona de casa, operário de fábrica, enfermeira ou presidente de uma grande corporação, quem define as fronteiras da liderança em sua vida e profissão é você mesmo.

Wellington Moreira, palestrante e consultor empresarial

Fraude no seguro-desemprego desvia benefício para servidores, vereadores e até prefeitos

Esquema envolve 465 funcionários públicos e provoca prejuízo de R$ 2,5 milhões, segundo auditoria da CGU

por Geralda Doca

07/09/2014 6:00 / Atualizado 07/09/2014 8:23

BRASÍLIA — As fraudes no seguro-desemprego acontecem debaixo do nariz do governo em pagamentos indevidos a servidores públicos, sócios de empresas e ocupantes de cargos eletivos, como prefeitos e vereadores. Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), prestes a ser concluída, descobriu que, no ano passado, pelo menos 812 pessoas receberam o auxílio de forma irregular: 465 são funcionários públicos, 107 tinham vínculo societário ou exerciam atividade empresarial e 240 foram eleitas e assumiram cargos no Legislativo. As fraudes resultaram em prejuízo de R$ 2,5 milhões. O problema com o pagamento indevido de seguro-desemprego a servidores públicos foi detectado pela primeira vez em 2011, quando uma auditoria da CGU identificou 1.242 servidores que receberam o benefício irregularmente, mas nada foi feito no sentido de inibir as irregularidades.

Na auditoria de 2013, foram identificados pagamentos indevidos de seguro-desemprego a servidores de vários ministérios, inclusive do Ministério do Trabalho, que tem a missão de controlar os gastos com o benefício. Do total, 148 servidores estão na administração direta, e o restante está distribuído entre bancos públicos, autarquias, fundações e universidades. Entre os empresários que receberam o beneficio, 60 estão em São Paulo; 13, na Paraíba; 11, no Rio Grande do Sul; e dois, no Rio. O seguro também foi pago a três prefeitos, 11 vice-prefeitos e 226 vereadores. Os nomes dos beneficiados não foram divulgados pela CGU.

As irregularidades foram apontadas a partir do cruzamento de informações relativas ao pagamento do seguro-desemprego em 2013 com o banco de dados do funcionalismo, que é controlado pelo Ministério do Planejamento. Também foram utilizadas como fonte a base do CNPJ da Receita Federal e o cadastro de eleitos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



MÁ-FÉ OU FALTA DE CONHECIMENTO

Na avaliação de fontes do Ministério do Trabalho, o problema ocorre principalmente entre os concursados, que, por má-fé ou falta de conhecimento, negociam a demissão no setor privado e entram com requerimento para receber o seguro-desemprego, acumulando duas fontes de rendimentos com recursos públicos, o que é vedado. Os técnicos alegam ainda que enfrentam dificuldades de acesso ao banco de dados do Planejamento para verificar se os requerentes ao benefício recebem remuneração da União.

Em nota, o Ministério do Trabalho informou que foram abertos 122 processos administrativos para ressarcimento ao erário, dirigidos aos respectivos órgãos para apurar responsabilidades. Além dos processos individuais, a pasta respondeu à CGU que foram instaurados outros 25 processos para que as superintendências regionais de Trabalho apurem o foco dos problemas.

“O Ministério do Trabalho e Emprego, antes do pagamento, cruza as informações com os diversos cadastros e tem solicitando ao MPOG (Ministério do Planejamento), detentor da base Siape (Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos do Governo Federal), permissão para cruzamento automatizado das informações da base de dados do sistema Siape com o seguro-desemprego, para que esse processo de batimento ocorra no ato de habilitação e também no pagamento de cada parcela, com a finalidade de coibir recebimento indevido do benefício”, informou a pasta em nota.

O ministério, no entanto, não informou as providências tomadas em 2011, quando a CGU identificou o pagamento indevido do seguro-desemprego a 1.242 servidores públicos. Também não divulgou valores eventualmente ressarcidos. Em nota, o Ministério do Planejamento informou que não recebeu pedido do Trabalho sobre o pagamento indevido do seguro a esses funcionários: “Quanto à auditoria de 2011, não identificamos qualquer solicitação ao Ministério do Planejamento”, diz a nota.

O texto informa ainda, que, em relação a 2013, o Planejamento editou uma portaria em julho do ano passado, determinando aos órgãos que exigissem dos novos servidores, no ato da posse no cargo público, declaração de que não é beneficiário do seguro-desemprego. Destaca também que foram iniciados os trabalhos para integração dos sistemas dos dois ministérios, para identificar e evitar eventual concessão irregular do seguro-desemprego. “Após análises das equipes técnicas dos dois órgãos, e resguardada a política de segurança da informação estabelecida para o Siape, foi estabelecido um novo modelo para validação das informações sistêmicas que deve ser implantado ainda em 2014”.

O pagamento indevido do seguro-desemprego tem sido recorrente, conforme atesta a CGU, envolvendo trabalhadores do setor privado e servidores públicos. Em 2011, por exemplo, dos 7,168 milhões de auxílios desembolsados, 53.903 foram indevidos, um prejuízo aos cofres públicos de R$ 108,7 milhões. Foram detectados 4.609 beneficiários com vínculo empregatício ativo; 5.006 beneficiários do INSS, 22 mortos, 31.604 sem carteira assinada e, portanto, sem os requisitos para o recebimento do seguro, além de 1.242 servidores públicos.

GASTOS COM BENEFÍCIO CRESCEM 10% ESTE ANO

No relatório da auditoria realizada em 2011, a CGU apontou “fragilidades” no pagamento do seguro-desemprego e alega que os controles são “inadequados e ineficazes”. O órgão destacou ainda o alto grau de rotatividade, de cerca de 80%, no quadro de pessoal do Ministério do Trabalho nos últimos anos, “que em consequência afetou as atividades da unidade responsável pelo seguro-desemprego”.

As fraudes contribuem para aumentar as despesas com o seguro-desemprego, que devem subir 10,35% este ano, atingindo R$ 35,204 bilhões. Para o próximo ano, o gasto está projetado em R$ 40,262 milhões, alta de 14,36%. Os recursos para o pagamento do seguro-desemprego vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que deve registrar déficit recorde de R$ 12 bilhões neste ano e de outros R$ 19,9 bilhões em 2015. A situação financeira cada vez mais complicada do Fundo tem exigido constantes aportes do Tesouro Nacional.

Além das fraudes, outro grande fator de pressão no rombo do FAT é a política do governo de reajuste real do salário mínimo, que afeta também as despesas com o abono salarial (PIS). Segundo dados do Ministério do Trabalho, enquanto a inflação (IPCA) subiu 187% entre 2002 e 2013, o salário mínimo subiu 339% no período. O processo de formalização do mercado de trabalho no Brasil e a alta rotatividade de mão de obra também ajudam a elevar os gastos com seguro-desemprego.

O Conselho Deliberativo do FAT defende que o governo faça investimentos nas agências públicas de emprego (Sine), tanto em sistemas quanto em pessoal, para que esses órgãos sejam mais eficientes na intermediação de mão de obra, no encaminhamento dos trabalhadores a cursos de qualificação e na avaliação prévia sobre o direito dos requerentes ao benefício.

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Regras gerais da licença maternidade

Publicado por Gláucia Martinhago Borges - 4 dias atrás



I. Regras gerais da licença maternidade

Período de tempo: Mamães empregadas, vocês têm direito a 120 (cento e vinte) dias de repouso garantido por lei, sem prejuízo do emprego e do salário.

Me refiro às “mamães” de forma geral porque não só as gestantes têm esse direito, mas também aquelas que adotarem ou obtiverem guarda judicial para fins de adoção, independente da idade da criança (mediante apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã), segundo a nossa Constituição Federal, somado a Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.



Estabilidade: A lei ainda garante à gestante estabilidade no emprego, ou seja, é vedada a dispensa da gestante de forma arbitrária ou sem justa causa.

A nossa legislação ainda frisa em um dispositivo específico que não constitui justa causa para a rescisão do contrato de trabalho o fato da mulher estar grávida (ou ainda, por haver contraído matrimônio). Sim, foi necessária a criação de um artigo deste pelo nosso constituinte para que não houvesse demissões por estes motivos. Levando-se em consideração que a CLT é de 1943, pensamos nas dificuldades que passaram nossas avós, bisavós, tataravós(...) para que chegássemos ao ponto de transformar isto em artigo de lei. Parece tão óbvia esta frase hoje em dia, não? Pois é, antigamente não era, nem perto do óbvio. Então, temos que agradecer o quanto elas lutaram para que atualmente tivéssemos esses direitos!

No tocante ao tempo da estabilidade para a empregada gestante, foi positivado no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT, que se dará desde a confirmação da gravidez até 05 (cinco) meses após o parto.

Quanto a este assunto faço um adendo:

1) O que é a ADCT? Trata-se, no sentido literal da palavra e tentando ser bem clara, de uma regulamentação provisória daquilo que ainda não está regulamentado. Sim, alguns artigos da Constituição Federal e dos nossos códigos dispõem sobre o direito das pessoas seguidos da frase “nos termos de lei complementar” (ou seja, uma lei que “regulamente” melhor este direito) e, enquanto esta lei não é criada e se faz necessário algum tipo de especificação, pois normalmente está gerando muitos conflitos de entendimentos, cria-se os artigos da ADCT.

2) Críticas a este artigo: existem muitas discussões no seguinte sentido, se a gestante tem estabilidade desde a confirmação da gravidez até 05 (cinco) meses após o nascimento do bebê, não teria ela direito a 05 (cinco) meses de licença-maternidade e não de 120 (cento e vinte) dias – que equivale a 04 (quatro) meses - já que ela ainda está estável? No meu entendimento jurídico não. Respondo: A estabilidade refere-se a não rescisão do contrato de trabalho por aquele período de tempo (descoberta da gravidez até cinco meses após o nascimento) por motivos injustificados. A licença-maternidade refere-se ao período que a mamãe poderá estar em repouso remunerado ante ao nascimento de seu filho. Isso quer dizer que após você voltar da sua licença-maternidade, ainda terá mais um mês trabalhado garantido contra dispensas arbitrárias e sem justa causa. Uma coisa não se confunde com a outra, elas são, na realidade, garantidoras uma da outra: A mamãe pode descansar tranquila durante o período de licença-maternidade por estar estável.

Outro ponto interessante é que a lei dispõe que a estabilidade provisória incide ainda que durante o prazo do aviso prévio trabalhado ou indenizado.

Mamães, pelo que estudo e vejo, sei que os sentimentos afloram na gravidez, os hormônios estão “à flor da pele”, porém, não saiam “xingando” seus empregadores ou fazendo coisas erradas/ilícitas no seu trabalho. A lei garante a estabilidade contra despedidas arbitrárias e SEM justa causa. Em nada fala sobre a proibição da rescisão de trabalho por justa causa.



Início do período de afastamento: O início da licença pode ocorrer entre o 28º dia antes do parto ou da data da ocorrência deste.

Não basta simplesmente se afastar, deve-se notificar o empregador, mediante atestado médico, sobre a data do afastamento do emprego.



Prorrogação: Os períodos de repouso, antes e depois do parto, poderão ser aumentados de 02 (duas) semanas cada um, mediante atestado médico.

Parto antecipado: Caso ocorra, em nada muda seu direito de 120 (cento e vinte) dias.

Você pode pedir demissão?: A lei fala tanto em proteção ao emprego da gestante que parece que não poderemos sair daquele emprego mesmo se quisermos. Na realidade ela não especifica sobre outros motivos, então vou trazer aqui apenas o que já está positivado, assim, mediante atestado médico, é facultado à mulher grávida romper o compromisso resultante de qualquer contrato de trabalho, desde que seja prejudicial à gestação. Outros motivos deverão ser discutidos e muito bem fundamentados eu acredito, senão poderá prejudicar o empregador.

Aborto: Infelizmente, pode acontecer. E a lei não te desamparará totalmente. Assim, ela garante a você, mulher, que teve um aborto não criminal (ou seja, não abortou de propósito/porque quis/sem motivo – frisando que no Brasil isso é crime), um repouso remunerado de 02 (duas) semanas, assegurado ainda o direito de retornar à função que ocupava antes de seu afastamento. Claro, existe um requisito para essa concessão: atestado médico oficial comprovando que não foi aborto-crime.

Curiosidade: O exame de gravidez não pode ser exigido pelo empregador para fins de admissão ou manutenção no emprego (Lei 9029/95 – que constitui como crime essa exigência). Para tanto, em nada há impedimento dessa exigência no ato da dispensa, trata-se na verdade, de garantia para as partes.
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