Motivos de oraçÃO



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MOTIVOS DE ORAÇÃO

  1. Programação 2016, Curas, Reconciliações, Multiplicação de Células.

  2. Pelos pastores Mendes & Mírian e família: Jônatas, Jéssica, Ma. Mendes e Elias.

  3. Pela unidade com os pastores Mendes & Mírian, principalmente DPGs e liderança em geral.

  4. Pelas crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos da igreja.

  5. Pelos desviados e pelos decididos, declarando reconciliação e integração.

  6. Pelo nosso país. Repreendendo e expulsando espíritos malignos que agem através da corrupção, impunidade, violência e morte.

  7. Pelas autoridades: Pastores Neri (Supervisor Distrital) & Jeanete, Raimundo Alves (Presidente Estadual), Fco. Montefusco (Presidente Nacional) & Regiane.

  8. Pelo MIV-MODELO IGREJA VENCEDORA, pelas gerações de discípulos e nossas células, declarando multiplicação.

  9. Pelos pastores aliados ao MIV: Enivaldo/Elma, Nonato/Priscila, Lelis/Jane (Rio), Romulo/Marluce, João de Deus & Luzenir.

TÍTULOS DAS MINISTRAÇÕES DE CADA UM DOS 21 DIAS:

1° Dia - A natureza do povo do Reino - Parte 1

2o Dia - A natureza do povo do Reino - Parte 2

3o Dia - A influência do povo do Reino

4o Dia - A lei do Reino

5o Dia - A lei do Reino a respeito do homicídio

6o Dia - A lei do Reino e o adultério

7o Dia - A lei do Reino e o juramento

8o Dia - A lei do Reino a respeito do perverso

9o Dia - A espiritualidade do Reino: as esmolas

10° Dia - A espiritualidade do Reino e a oração

11° Dia - Como orar no Reino

12° Dia - A espiritualidade do Reino: o jejum

13° Dia - O povo do Reino e seus bens

14° Dia - O povo do Reino e as riquezas

15° Dia - O povo do Reino e a ansiedade

16o Dia - A vida no Reino: Não julgueis

17o Dia - A vida no Reino: peça, busque e bata

18° Dia - A vida no Reino: os dois caminhos

19° Dia - Advertências sobre os falsos profetas

20° Dia - Condições para entrar no Reino

21° Dia - O crente prudente e o insensato
Ore, como se tudo dependesse de Deus e trabalhe, como se tudo dependesse de você” (Joel Goldsmith).






5º. DIA – 05/08/2016 – 6ª.

A LEI DO REINO: O HOMICÍDIO

A LEI DO REINO: O HOMICÍDIO

MATEUS 5.21-26

Nesse texto, Jesus novamente está mostrando o padrão excedente da constituição do reino dos céus ao dar um novo nível para a Lei. Sempre que diz “Eu, porém, vos digo...”, Ele está excedendo o mandamento anterior.

1. O CONTRASTE ENTRE A LEI DE MOISÉS E A NOVA LEI DO REINO

A velha lei era o mandamento para não matar. Ao dizer “ouviste o que foi dito”, Jesus confirma a velha lei, mas ao prosseguir dizendo “eu, porém, vos digo”, é a nova lei sendo promulgada. Como o próprio Jesus disse, Ele não estava revogando a lei, mas ampliando-a.

Enquanto a velha lei dizia apenas para não matar, a lei do Reino mostra que o pecado da ira pode ter diferentes níveis. Vejamos cuidadosamente a sequência desse pensamento. O primeiro nível é irar-se sem motivo contra o irmão. O segundo nível é desprezá-lo, proferindo um insulto contra ele. O terceiro nível é condenar o irmão chamando-o de tolo.

Sabemos que nem toda ira é errada, pois no Evangelho de Marcos vemos que Jesus ficou irado. Portanto, nem toda ira será julgada, mas Jesus mostra que alguns tipos de ira ofendem a Deus e o irmão. Na carta de Paulo aos Efésios, ele nos diz que não devemos nos irar ao ponto de pecar, e que existe um limite de tempo para nossa raiva: até o pôr do sol (Ef. 4.26).

Jesus colocou a ira no mesmo nível do assassinato porque o que Deus olha é o coração. Muitas vezes, não chegamos a matar apenas porque nossa posição ou envolvimento físico nos impedem de consumar o ato, mas o pensamento e o desejo da morte já foram concebidos em nosso coração.

2. JULGAMENTO

Jesus disse que quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito ao julgamento do tribunal, e quem lhe chamar de tolo estará sujeito ao inferno de fogo.

Alguns perguntam se essa mensagem realmente é para nós que aceitamos Jesus e já somos salvos, pois não sabem ou não concordam de que os salvos também serão julgados. O Sermão do Monte é, sim, para nós que conhecemos o Senhor e queremos fazer sua vontade. Pensar que a salvação nos exime de julgamento é um engano, pois a Palavra de Deus afirma que haverá um julgamento para aqueles que aceitaram o Senhor Jesus (2 Co. 5.10).

Neste texto de 2 Coríntios, está claro que todos seremos julgados; contudo, nós, os salvos, não para a perdição nem para a condenação, mas para recebermos a recompensa ou disciplina segundo o bem ou mal que tivermos feito.

A ira é progressiva, como Jesus mostra no sermão, e temos que cortá-la desde o começo.

Como já vimos, o Senhor diz para não se irar, mas nem toda ira é pecado. O próprio Deus se ira e, no capítulo 21 de Mateus, temos o relato de uma ocasião em que Jesus ficou irado - quando chegou ao templo, virou a mesa dos cambistas e disse que não fizessem da casa de seu Pai um covil de salteadores (Mt. 21.13). Sabemos que Jesus se irou, e também que Ele não pecou; portanto, há uma ira que é pecado e outra que não é.

Em Efésios 4.26, lemos o seguinte conselho: Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira”. Ele diz que há situações em que é legítimo ficarmos nervosos ou irados, mas essa ira não pode ir muito longe. Quando resolvemos chamar alguém de tolo, proferir insultos, ela se torna pecado.

Outra situação em que a ira se torna pecado é quando o sol se põe sobre ela. Ira que demora a sair vira alimento para demônios. Temos até o pôr sol para resolver nossa ira. Depois disso, ela se torna algo demoníaco. O rei Saul é um exemplo de ira guardada e amanhecida (I Sm. 10.6-10). A Bíblia conta que Davi saiu para a guerra e venceu, então as mulheres começaram a cantar que Saul havia vencido seus milhares, mas Davi, seus dez milhares. Saul não gostou daquilo. Ficou com despeito e inveja e o resultado foi uma ira incontida.

A Bíblia mostra que a ira de Saul durou até o dia seguinte, e o resultado dessa demora foi que um demônio entrou nele. Como isso é sério! A ira é alimento de demônios. Se ela durar mais de um dia, já não é algo natural. Torna-se uma questão espiritual.

Existem pessoas iracundas, que vivem mal humoradas. Isso é algo espiritual.

Problemas espirituais normalmente geram atitudes desproporcionais. Assim, se diante de um pequeno problema temos uma grande ira, isso é sinal de que pode haver um demônio agindo por trás dessa situação.

3. A CONDIÇÃO PARA SE OFERTAR A DEUS

No Velho Testamento, exigia-se apenas que a oferta fosse apropriada, mas agora o ofertante também precisa ser qualificado. A primeira condição para isso é que, antes de ofertarmos, precisamos nos reconciliar com nosso irmão (Mt. 5.23,24).

Muitos pensam nessa oferta citada por Jesus apenas como o dinheiro que ofertamos ao Senhor, e acham que se trata do momento em que a entregamos durante o culto. Contudo, hoje não temos mais na vida da Igreja um templo e um altar como aquele. Sei que muitos ainda têm uma herança templista e acreditam que o púlpito é um altar, mas agora nós somos o templo do Senhor. Portanto, o que o texto está dizendo é que, quando formos ter comunhão com Deus e nos lembrarmos de que nosso irmão tem alguma coisa contra nós (pelo contexto, entendemos que essa “alguma coisa” citada no verso 23 se refere à ira do verso anterior), se nesse momento nos lembrarmos de nosso pecado, devemos parar o que estamos fazendo e, primeiro, nos reconciliar com nosso irmão. Somente depois, voltamos e fazemos nossa oferta, pois antes de ofertar, precisamos ter a nossa consciência limpa. Deus não permitirá que entremos em Sua presença sem que haja essa reconclliação.

Estamos aqui para cumprir um propósito, um chamado divino. Por isso, não podemos brincar, precisamos ter temor. Deus é Santo e sem santidade ninguém verá o Senhor. Devemos ter temor de guardar mágoa, de dar lugar à ira, de insultar nosso irmão, de proferir palavras tolas que chegarão aos ouvidos de Deus. Antes de olharmos para um lado e para o outro, para ver se alguém está vendo o que estamos fazendo, devemos olhar para cima, pois Deus está olhando. Todos prestaremos contas diante de Deus, por isso devemos entrar em acordo com nosso adversário e resolver hoje o problema.



Muitos têm orado e pedido algo a Deus, mas nada tem acontecido. Talvez seja esse seja o motivo. Não adianta tentar receber as coisas sem fazer o que a Palavra diz!
Do livro “21 DIAS COM JESUS NO MONTE” de Aluízio A. Silva (Pastor da Igreja Videira).


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