Motivação – ibcf – 08/11/09 – Prescrição Bíblica Para Um Viver Alegre e gracioso Introdução 3 Jo. 1-3



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Motivação – IBCF – 08/11/09 – Prescrição Bíblica Para Um Viver Alegre E Gracioso
Introdução

1. (3 Jo.1-3) – Sempre vemos propagandas de que o viver alegre, gracioso, é desfrutado por adquirir aptos, carros e equipamentos de luxo, como se o viver alegre e gracioso pudesse ser adquirido por coiseras fúteis. Mas, o que é o viver alegre, gracioso? Como a nossa IBCF pode ser manter famílias alegres e graciosas?

2. Para obter um viver alegre, gracioso como resultado de uma boa saúde espiritual é necessário um proativo vigor. Isto é, requer um sadio coração, um forte sistema imunológico, e exercício regular.

3. De acordo com o texto que lemos, creio que a Bíblia, a Palavra escrita de Deus Onipotente é uma excelente referência para prescrições médicas à nossa saúde espiritual e física. Como estudamos na semana passada, a mente saudável produz alegria, assim como o corpo saudável produz energia.

4. Observe que o ap. João não se contentava apenas em expressar cuidados físicos, mantendo em foco a saúde espiritual, que é muito mais importante que a higidez do corpo. Assim, pois, ele rejeitava o materialismo mundano.

5. Acima de tudo o ap. João não queria que Gaio só ficasse preocupado com o corpo, isto é, cuidar, lavar, perfumar, que embora sejam práticas importantes, porém não se pode descuidar da vida espiritual, porque muitas pessoas possuem corpos saudáveis, mas possuem almas desesperadamente enfermas.

6. Entretanto, uma das coisas que podem contribuir para que tenhamos um forte sistema imune, é a prática de exercícios regulares, quando entendemos que somos salvos para servir. Todos nós somos capacitados pelo Senhor para realizar a obra Dele. Nenhuma outra pessoa pode fazer o que Deus exclusivamente nos equipou para fazer.
II – SERVIR SAUDÁVEL

1. Saibam que a injustiça deste mundo sempre atinge ao Senhor. O mundo é a casa que todos nós humanos temos o dever de administrar. Vemos muitos problemas: muita sujeira, muita falta de educação, muita injustiça, muita violência, muito abandono, muita maldade, muita doença, destruição, poluição e tantos outros que nos vêm à mente a partir da menção destes.

2. Quando vemos todo este mal, a pergunta é: de quem é a culpa? Alguns acusam Deus de todo o caos da vida no planeta, mas Ele com certeza não é o culpado. A culpa é do mordomo. Cada humano deste planeta é culpado de tudo de mal que nele acontece. Somos os mordomos de Deus neste mundo.

3. Fomos criados para a mordomia, e isso não é sinônimo de uma vida de regalias como esta expressão tem sido entendida por muitos. Mordomia é: o manejo responsável dos recursos do mundo de Deus que foram confiados a uma pessoa ou a um grupo. Mordomo, é o administrador dos bens de uma casa ou de um estabelecimento alheio.

4. A Igreja, o planeta, tudo pertence a Deus e nós somos seus mordomos, se algo está errado a culpa é nossa. E Ele reage, alcançando o mundo com o ministério da igreja local. O ir.Santana nos falou que sempre cuidamos dos efeitos, nunca da verdadeira causa. Como IBCF o que estamos atacando, a causa ou apenas cuidando dos efeitos?
SOLUÇÃO

1. Exercitar a nossa responsabilidade no servir:

(a) – o texto de (I Co.15.58 diz: “Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil”). Nós vivemos numa cultura que supervaloriza o talento e ao mesmo tempo, subestima responsabilidade, todavia, Deus colocou a mim e a você aqui na IBCF onde pudéssemos encontrar e aproveitar a possibilidades de servir tanto a Ele como as demais pessoas.

(b) – e em cada ministério há um ministro cujo coração anseia pelo que é importante para Deus. É com vistas a isso que todo o nosso serviço cristão deve ser avaliado. Todavia, nosso narcisismo(mania dos que se olham no espelho como o Narciso da fábula ou se envaidecem facilmente), nos faz querer ser servidos em vez de servir.

(c) – achamos que nosso significado, a nossa alegria, terminará em ser servidos comodamente. Esquecemos que as necessidades das pessoas, as necessidades da obra de Deus, não a nossa conveniência pessoal, decidem até que ponto iremos e qto faremos. Perante o tribunal do Senhor Jesus Cristo, o meu e o seu serviço serão julgados, não segundo o qto fizemos, mas segundo o qto eu e você poderíamos ter feito.

(d) – aos olhos do Senhor, a minha e a sua contribuição é medida não segundo qto eu e você demos, mas segundo o qto eu e você poderíamos ter dado e o qto eu e você retivemos depois de fazer a nossa oferta. Em outras palavras, temos que ter o coração maior do que o nosso bolso.

(e) – devemos dizimar, ofertar não do que sobra, mas, das nossas próprias necessidades. É ofertar sacrificialmente, porque mesmo sendo pobres, enriquecemos a obra do Senhor, no nome de Jesus. Quando agimos assim, olhamos a contribuição não como um peso, mas como uma graça, como um dom imerecido de Deus.

(f) – saibam meus amados que nenhuma dádiva faz o doador mais pobre. A riqueza divina está aberta para os que amam a Deus e ao próximo. O doador não se faz mais pobre, senão mais rico, porque seu próprio dom é a chave que lhe abre os dons e as riquezas de Deus. Temos poucos desempregados na IBCF, para a glória de Deus

(g) – portanto, nós precisamos nos exercitar na piedade, devemos trabalhar na IBCF, e outras áreas que requerem o nosso envolvimento, enfim, devemos trabalhar enquanto há ainda tempo e oportunidade dadas pelo Senhor, porque existe muito trabalho a ser feito, até a volta Dele.

(h) – isto quer dizer que todo trabalho no Senhor, será devidamente recompensado. Os moradores do céu não descansam dia e noite do seu reverente serviço em adoração ao Senhor. Confessamos publicamente o nosso maior desejo de logo estar em nossa habitação celestial, portanto, devemos começar a servir ao Senhor aqui na terra como o faremos no céu de maneira firme e inabalável.


(continuará)...


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