Metodologia científica I



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METODOLOGIA CIENTÍFICA I

Ementa:


- Natureza do conhecimento científico

- Método científico

- Técnicas de Pesquisa;

- Normalização de trabalhos científicos.

Bibliografia:

ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. Ed. Atlas, São Paulo. 5a. edição, 2001, 174 p.

ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo. Ed. Perspectiva. 2001, 170 p.

MARCONI, M. A. & LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. Ed. Atlas, São Paulo. 3a. edição, 2000, 289 p.

CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1991.

HEEMANN, Ademar. A roupagem do texto científico: estrutura, citações e fontes bibliográficas. Curitiba: IBPEX, 1999.

LUNA, Sergio Vasconcelos de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 1996.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1996



METODOLOGIA CIENTÍFICA II

Ementa:


- Pesquisa científica: tipos, etapas e anteprojetos;

- Formulação de problemas e elaboração de hipóteses;

- O planejamento da pesquisa científica;

- Técnicas de coleta e interpretação de dados;

- O relatório final da pesquisa.

Bibliografia:

ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. Ed. Atlas, São Paulo. 5a. edição, 2001, 174 p

BARROS, A. J. P. & LEHFELD, N. A. S. Projetos de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis : Vozes, 1991.

DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed. São Paulo : Atlas, 1995.

_________. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. São Paulo : Atlas, 1987.

ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo. Ed. Perspectiva. 2001, 170 p.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo : Atlas, 1991.

HÜME, Leda Miranda (org.). Metodologia Científica. Caderno de textos técnicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Agir, 2000.

MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3. ed. São Paulo : Atlas, 1996.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2.ed. São Paulo : Atlas, 1994.

MARTINS, Gilberto de Andrade e LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000.

SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 9. ed. São Paulo : Martins Fontes, 1999.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo : Cortez, 1996.



DESENVOLVIMENTO REGIONAL E A GESTÃO SOCIAL

Ementa:


O desenvolvimento e a gestão social. História e análise do desenvolvimento nos países desenvolvidos, desde o final da Segunda Guerra Mundial. Análise das vertentes teóricas e das implicações práticas e políticas das grandes escolas do pensamento relativo ao desenvolvimento. O desenvolvimento e a cooperação internacional. A cooperação internacional. As agências multilaterais de desenvolvimento. Ao instituições bancárias de desenvolvimento. O governo social. A política da redução da pobreza. A segurança alimentar. A política dos direitos humanos e a ação humanitária. Análise crítica do discurso e da prática das agências por intermédio destes temas emergentes.

Bibliografia:

ADO, Celso. A construção interrompida. São Paulo: Paz e Terra, 1992.

ARANTES, P. E. Esquerda e Direita no Espelho das ONGs. In: Zero à Esquerda. SP:Conrad, 2004.

BARTELSON, Jens. 2000. Three Concepts of Globalization. In: International Sociology [Journal of the International Sociological Association], volume 15, número 2, junho

DUPAS, Gilberto. Tensões Contemporâneas entre o Público e o Privado. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

FIORI, J. L. Nó cego do desenvolvimento brasileiro. In: Novos Estudos do CEBRAP, São Paulo, nº 40, pp. 125-144.

IANNI, Octavio. (1996), A Era do Globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

IGLESIA-G., Manuel. El impacto econômico y social de la cooperación para el desarrollo. Madri: UCM, 2005.

LIPIETZ, Alain. Miragens e Milagres. Problemas da industrialização no Terceiro Mundo. São Paulo: Nobel, 1988.

MARCOVITCH, Jacques (org.). (1994), Cooperação Internacional: Estratégia e Gestão. EDUSP.

MORAES, Reginaldo C. Correa. Estado, Desenvolvimento e Globalização. São Paulo, UNESP, 2006.

OLIVEIRA, Francisco de. Aproximações ao Enigma: que quer dizer desenvolvimento local? IN: SPINK, Peter et alii (orgs.). Novos Contornos da Gestão Local: Conceitos em Construção. São Paulo: Polis; Programa Gestão Pública eCidadania/FGV-EAESP, 2002, pp. 11-31.

RABOTNOKOF, Nora. La caracterización de la sociedad civil em la perspectiva del BID y del BM. In: Perfiles Latinoamericanos, FLACSO México, dez. 1999, pp. 15-46.

REYNO, Jaime Estay. (1999), Globalización, Empresas Transnacionales y la Sociedad Civil. In: Ensayos de Economía, abril, n.15 (9), pp. 28-59.

STIGLITZ, Joseph. Em busca de um novo paradigma para o desenvolvimento: estratégias, políticas e processos (www.nead.org.br).

TAVARES, Maria Conceição e BELLUZZO, Luiz Gonzaga. A Mundialização do Capital e a Expansão do Poder Americano. In: FIORI, José Luís (org.). O Poder Americano. Petrópolis: Vozes, 2005, pp. 111-138.

VARELA, Manuel. Organización Econômica Internacional. Madri: Pirâmide, 1991.




POLÍTICA, GOVERNO, SOCIEDADE E A EDUCAÇÃO

Ementa:


História do desenvolvimento político e governamental. Formas de governo: reinado, ditadura, república e sistema representativo, liberalismo, democracia (direta, indireta, deliberativa). O Estado e a modernidade: a estruturação das instituições e dos recursos de legitimidade (justiça, burocracia, esfera pública). Instituições/agências na ampliação da democracia contemporânea: a pluralização da esfera pública e a interseção do público e privado. As principais teorias do Estado na sociedade capitalista O desenvolvimento político - a relação entre indivíduo e sociedade: ação coletiva, atores plurais, movimentos sociais, relação entre estado/comunidade. Papel do Estado nas políticas sociais. Governo e o desenvolvimento das condições sociais e políticas no contexto contemporâneo: participação, diálogo/negociação, confiança, transparência, governança, política institucional. A Educação e Sociedade. A evolução da Educação como catalisador do desenvolvimento. Educação como elemento inovador. Políticas educacionais. Relação a sociedade e a escola. Relação entre Estado e Escola. Relação entre Estado e sociedade.

Bibliografia:

BOBBIO, Norberto. Estado, governo, sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 1995 (cap.III - Estado, poder e governo).

BOURDIEU, P. e PASSERON, J.C. 1975. A reprodução – elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves.

BOURDIEU, P. 1998 Escritos de educação. Org. por Maria Alice Nogueira e Afrânio Catani. Petrópolis, Vozes.

CHARLOT, Bernard. 2000 Da relação com o saber: elementos para uma teoria. Porto Alegre, Artes Médicas.

DUBET, F. e MARTUCELLI, D. 1996. Sociologie de l’experience scolaire. L’orientation scolaire et profissionelle, v. 27, n. 2, p.169-187.

DURKHEIM, E. 1965. Educação e Sociologia. São Paulo: Melhoramentos

DURKHEIM, E. 1966. As regras do método sociológico. S.Paulo: Abril Cultural

ENGUITA, M. F, 1989. A face oculta da escola. Porto Alegre: Artes Médicas.

LAHIRE, Bernard. (1997) Sucesso escolar nos meios populares: as razões do improvável.São Paulo, Ática.MERTON, R.

1966. Estrutura social e socialização. In: PEREIRA, L. e FORACCHI, M.A. Educação e Sociedade. São Paulo: Nacional, p. 287-320.

¬TOURAINE, Alain. O que é democracia? Petrópolis: Vozes, 1996 (Parte II, cap.II - A abertura do espaço público; Parte IV: cap.I: Modernização ou desenvolvimento?)

¬SANTOS, W. Guilherme dos. As fronteiras do Estado mínimo. In: Razões da desordem. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.

¬SANTOS, W. Guilherme dos. Cidadania e justiça. Rio de Janeiro: Campus, 1979 (Cap. 4 e 5).

¬NORTH, Douglass C. Institutions. In: Journal of Economic Perspectives, Vol. 5 Nº 1, 1991 (97-112). & Economic performance through time. Prize Lecture in Economic Science in memory of Alfred Nobel. Washington University, St. Louis, 1993.

¬PUTNAM, Robert. Democracia e comunidade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1998. (Cap. 6: Capital social e sucesso institucional).

¬GIDDENS, A. As conseqüências da modernidade. São Paulo: Ed. UNESP, 1991 (Cap.III: Confiança e modernidade - pg. 83 a 113).

¬SANTOS, B.S. Para uma reinvenção solidária e participativa do Estado. In: PEREIRA, WILHEIM (Org.): Sociedade e estado em transformação. São Paulo: Ed.UNESP, Brasília-ENAP, 1999

PARSONS, T. 1959. The school as a social system: some of its functions in american society. Harvard Educational Review, v. 29, n. 4, p. 297-318.

WALLER, W. 1961. The sociology of teaching . N. York: Russel & Russel .

ENGUITA, M. F. (1989) A face oculta da escola. Porto Alegre, Artes Médicas



GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Ementa:


Conceituação de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento; Evolução do conceito de C&T, P&D, P+D+I e das relações entre eles; Gestão de Ciência e Tecnologia; C&T e as mudanças paradigmais: guerras, impactos tecnológicos, econômicos, políticos, sociais e estratégicos; A transferência de tecnologia; A relação universidade-empresa-governo; O modelo da Hélice Tríplice; A articulação entre a oferta, a demanda e o fomento; O governo participativo; O agente de interação empresarial; A universidade empreendedora; A empresa de base tecnológica; Os escritórios de transferência de tecnologia; As áreas interdisciplinares de inovação tecnológica nas universidades; As empresas juniores; As escolas de empreendedores; As associações de capital de risco; As incubadoras de empresas; Avaliação da produção do conhecimento; A comercialização dos resultados gerados pela transferência de tecnologia; A teorização derivada da contribuição de Schumpeter: a evolução e a transição de paradigmas tecnológicos; A escola da regulação: breve caracterização; Universidade, inovação tecnológica e rebatimentos territoriais locais/regionais: os conceitos de parques, polos, tecnópolis e sistemas locais/regionais de inovação; A temática das redes, da governança, do planejamento e do desenvolvimento local/regional, na atualidade: a América Latina e o Brasil; Estudos de casos.

Bibliografia:

intelligence. Boston: Butterworth-Heinemann, 1997. 274p.

ALMEIDA, Mansueto et al. Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. Brasília; IPEA, 2005.

BAESSA, Adriano et al. Políticas de incentivos à inovação tecnológica. Brasília: IPEA, 2008.

LÓPEZ, Andrés et al. Technological innovation in Brazilian and Argentine firms. Brasília: IPEA, 2007.

MATKIN, Gary W. Technology transfer and the university. Phoenix Arizona: Oryx Press, 2000. 329p.


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Ementa:


O que é Desenvolvimento? Indicadores e entraves; O pensamento ambiental, suas origens e evoluções; O que é o ambiente? A questão da sustentabilidade no contexto ambiental e a necessidade de sua busca e equacionamento; Obrigações ambientais: Estudos de Impactos Ambientais e Relatórios de Impactos Ambientais (EIA/RIMA); Obrigações legais nas esferas federais, estaduais (ES) e municipais (São Mateus e região); Medidas para o tratamento dos impactos ambientais negativos: eliminação, redução, mitigação e compensação; Estudos de casos envolvendo a utilização de tecnologias mais limpas para a busca por soluções sustentáveis.

Bibliografia:

ESTEVES, R. Cenários Urbanos e Traffic Calming. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003. Tese D. Sc. Engenharia de Produção.

MOTTA, Ronaldo Seroa da, Economia Ambiental, Editora FGV, 2006.

SOUZA, M.L. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos, Editora Bertrand Brasil, 2002.

DIAS, REINALDO, Gestão Ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade, Editora Atlas, 2003.

MARGULIS, Sergio, Economia do meio ambiente, CENDES, Brasília, 1989.

VEIGA, JOSE ELI DA, Meio Ambiente e Desenvolvimento, Editora SENAC, 2003.




CONTEXTO EMPRESARIAL BRASILEIRO

Ementa:


Organização do Estado; Noções do processo legislativo; A hierarquia das leis; Organização da C&T&I no Brasil: programas governamentais em C&T&I e orçamento público; Ementário de leis e decretos em C&T&I; Leis de Incentivos Fiscais (tecnológica, cultural, esportiva e outras); Leis de Regulamentação da C&T&I; Leis de incentivo fiscal e sua utilização nos empreendimentos de base tecnológica; Simulação do cálculo de benefícios advindos da utilização dessas leis de fomento; Elaboração de trabalho sobre o assunto; Experiência internacional de incentivo à inovação tecnológica.

Bibliografia:

AMARO, Luciano da Silva. Direito Tributário Brasileiro. 9. Ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 493p.

FABRETTI, Laudio Camargo. Código Tributário Nacional Comentado. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2003. 298p.

DENARI, Zelmo. Curso de Direito Tributário. 6. Ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. 328p.

RUSSO, Francisco; OLIVEIRA, Nelson de. Manual Prático de Constituição de Empresas. 11. Ed. São Paulo: Atlas, 2004. 430p.

SANTOS, Edno Oliveira Dos. Administração Financeira da Pequena e Média Empresa. São Paulo: Atlas, 2001. 252p.

EDUCAÇÃO E INCLUSÃO NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Ementa:


Pressupostos teóricos e metodológicos da Acessibilidade e Inclusão; Tendências atuais da Educação Especial; Os sujeitos do processo educacional especial; Perspectivas da Educação Inclusiva no sistema escolar: currículo, avaliação e didática; Histórico da Acessibilidade e Inclusão no Brasil e no mundo; Aspectos legais da acessibilidade e inclusão da educação de pessoas portadoras de necessidades especiais –legislação básica; Orientações teórico-metodológicas para o atendimento ao educando com necessidades especiais; Abordagem educacional na avaliação diferencial.

Bibliografia:

MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Deficiência, educação escolar e necessidades especiais: reflexões sobre inclusão socioeducacional. São Paulo: Editora Mackenzie, 2002.

STAINBACK & STAINBACK. Educação Inclusiva. S. Paulo: Papirus, 1998.

AMARAL, Lígia A . "Sobre crocodilos e avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação". In: AQUINO, Julio G. (org.).

Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998.

BUENO, José G. Educação Especial brasileira: integração/segregação do aluno diferente. São Paulo: EDUC, 1993.

CARVALHO, Rosita E. Educação Inclusiva: os iis da inclusão.Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

MAZZOTA, Marcos J. S. Fundamentos da Educação Especial. São Paulo: Pioneira, 1982.

WERNECK, Cláudia. Ninguém é bonzinho numa sociedade inclusiva. Rio de janeiro: DP&A, 2002.

PATTO, Maria Helena. "A criança da escola pública: deficiente, diferente ou mal trabalhada?". Ciclo Básico. São Paulo: Secretaria da Educação – CENP, 1990.

PRÓ-POSIÇÕES: Dossiê Educação Especial e políticas inclusivas. Campinas: Faculdade de Educação, v. 12, no 2-3 (35-36), jul.-nov. 2001.

OLIVEIRA, Romualdo Portela de e ADRIÃO, Theresa (orgs.). Gestão, financiamento e direito à educação: análise da LDB e da Constituição Federal. São Paulo: Xamã, 2001.

OLIVEIRA, Romualdo Portela de e ADRIÃO, Theresa (orgs.). Organização do ensino no Brasil. São Paulo: Xamã, 2002.




EMPREENDEDORISMO

Ementa:


Empreendedorismo - conceitos e relevância social: conceitos de empreendedorismo, relevância da visão inovadora para o desenvolvimento econômico; criatividade, a comunicação, o trabalho em equipe, a filosofia empreendedora; A identificação de oportunidades: o mercado, os competidores, marketing e vendas; Ferramentas gerenciais para administração de negócios: a contabilidade, a análise de custos, o planejamento financeiro, a precificação de produtos e serviços, o plano de negócios.

Bibliografia:

BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão; fundamentos, estratégias e Dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003.

BRAGA, Hugo R. Demonstrações contábeis: estrutura, análise e interpretação. 6ª. ed. Atlas..2009.

CARDOSO, RICARDO L., MÁRIO, Poueri do Carmo; AQUINO, A. C. Busanelli. Contabilidade gerencial: mensuração, monitoramento e Incentivos. Ed. Atlas. 2007.

CAVALCANTI, Marly (org.). Gestão estratégica de negócios: evolução, cenários, diagnóstico e ação. 2ª. ed. Thomson. 2008.

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2005.

DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor. SÃO PAULO: Cultura Ed. Associados, 1999.

DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 183p.

DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. . Rio de Janeiro: Campus, 2005.

EMPREENDEDORISMO E ESTRATÉGIA; ON ENTREPRENEURSHIP. 8. ed. Tradução: Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 202p.

FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. Ed. Atlas. 5ª. Ed. 2009.

HISRICH, Robert D.; Peters, Michael P. Empreendedorismo. 5. Ed. Tradução: Ribeiro, Lene Belon. Porto Alegre: Bookman, 2004. 592p.

LODISH, Leonard M.; Morgan, Howard Lee; Kallianpur, Amy. Empreendedorismo e Marketing; Lições do Curso de MBA da Wharton School. Tradução: Galman, Roberto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 289p.



POLÍTICAS PÚBLICAS DE DESENVOLVIMENTO

Ementa:


Conceitos de Políticas Públicas; Noções e História das Políticas Públicas; Políticas Públicas de C&T; Os Sistemas de Inovação; O mapeamento dos Sistemas Locais de Inovação; Os Planos de Desenvolvimento Científico; Os Planos de Desenvolvimento Tecnológico; Os Arranjos Institucionais em Projetos Cooperativos; Os Indicadores de C&T; Prospecção Tecnológica; Diagnóstico da Inovação Tecnológica; Infraestrutura Tecnológica; O Papel do Governo na Inovação Tecnológica; A Cultura da Inovação Tecnológica; Avaliação de Ações Governamentais Recentes em Inovação Tecnológica.

Bibliografia:

FAULKNER, WENDY; Senker, Jaqueline.; Velho, Lea. Knowledge Frontiers; Public Sector Research An Industrial Innovation In Biotechnology, Engeneering Ceramics. Oxford: Oxford Univ. Press, 1995. 265p.

NELSON, Richard R. (Edit.). National Innovation Systems; a Comparative Analysis. Oxford: Oxford Univ. Press, 1993. 541p.

ZACHARY, G. Pascal. Endless Frontier; Vannevar Bush, Engineer of the American Century. Cambridge: Mit Press, 1999. 518p.

DRUCKER, Peter Ferdinand..Innovation And Entrepreneurship; Practice And Principles. New York: Harper Business, 1993. 277p.

JUMA, Calestores (Coord.);YEE-CHEONG, Lee (Coord.). Innovation; Applying Knowledge In Development. London: Earthscan, 2005. 194p.

BURSZTYN, Marcel. Políticas Públicas para o Desenvolvimento (Sustentável). In: A difícil sustentabilidade: Política Energética e Conflitos Ambientais. Rio de Janeiro: Garamond, 2001, p. 59-76.

FISCHER, T. Poderes locais, Desenvolvimento e Gestão: introdução a uma agenda. In: Gestão do desenvolvimento e poderes locais: marcos teóricos e avaliação. Salvador: Casa da Qualidade, 2002, p. 12-32.


GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

Ementa:


A gestão e a administração escolar no Brasil. Histórico da gestão e administração escolar. Conceitos vigentes. Teorias. Políticas educacionais e a legislação. Gestão escolar inovadora como fator de desenvolvimento. Estudo de casos.

Bibliografia:

ALONSO, Myrtes. 1976.O papel do diretor na administração escolar. 3ª Ed. São Paulo: DIFEL/EDUC.

APPLE, Michael e BEANE , James. (Organizadores) 2001. Escolas Democráticas. 2ª Edição. São Paulo: Cortez.

AZANHA, José Mario Pires. 1987. Educação: alguns escritos. Atualidades Pedagógicas, V. 135. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

AZEVEDO, Fernando. 1987. Os Sistemas Escolares. In PEREIRA, Luiz e FORACCHI, Maria Alice M. Educação e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

BARROSO, João.1996. O Estudo da Escola. Porto: Porto.

BAESSA, Adriano et al. Políticas de incentivos à inovação tecnológica. Brasília: IPEA, 2008.

BLAU, Peter M. e SCOTT, Richard W.1979. Organizações Formais. Tradução de Maria Ângela e Lobo de Freitas Levy. São Paulo: Atlas.BLAU,

Peter M. 1987. Componentes Burocráticos dos Sistemas Escolares. In PEREIRA, Luiz e FORACCHI, Maria Alice M. Educação e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

BOURDIEU, Pierre. 2004. Escritos de Educação. Organização de Maria Alice Nogueira e Afrânio Catani. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Vozes.

BRAVERMAN, Harry. 1977. Trabalho e Capital Monopolista A Degradação do trabalho no Século XX. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Zahar.

CANÁRIO, Rui. 2004. Uma Inovação apesar das reformas. In CANÀRIO e outros (Organizadores). Escola da Ponte Defender a escola pública. Portugal: Profedições.

_____________.1995. Estabelecimento de Ensino: a inovação e a gestão de recursos educativos. In NÓVOA, Antonio. As Organizações Escolares em Análise. 2ª Edição. Lisboa: Dom Quixote.

CANDIDO, Antonio. 1987. A Estrutura da Escola. In PEREIRA, Luiz e FORACCHI, Maria Alice M. Educação e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

COLARES, Anselmo Alencar e COLARES, Maria Lilia Imbiriba Sousa Colares. 2003. Do autoritarismo repressivo à construção da democracia participativa. História e Gestão Educacional. São Paulo: ANPAE/ Autores Associados.

CURY, Carlos R. J. ET alli. Política e Gestão da Educação. In Revista Brasileira de Política da Educação. São Bernardo do Campo. V. 18. N. 2-p. 153- 297. Jul/dez 2002.

FÉLIX, Maria de Fátima Costa. 1984. Administração Escolar: Um problema Educativo ou Empresarial? Análise da Proposta do Estado Capitalista Brasileiro para Burocratização do Sistema Escolar. São Paulo: Cortez.

FERREIRA, Naura Syria Carapeto e AGUIAR, Márcia Ângela (Organizadoras). 2000. Gestão da Educação Impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez.

FERREIRA, Naura S. Carapeto (Organizadora) 1998. Gestão Democrática da Educação: atuais tendências, novos desafios. São Paulo: Cortez.

GLATTER, Ron. 1992. A gestão como meio de inovação e mudança na escola. . In NÓVOA, Antonio. As Organizações Escolares em Análise. 2ª Edição. Lisboa: Dom Quixote.

HORA, Dinair Leal da. 1994. Gestão Democrática na Escola. Campinas: Papirus.

KUENZER, Acácia Z. 1984. A teoria da Administração educacional: ciência e Ideologia.Cadernos de Pesquisa, nº 48. Fevereiro de 1984, p. 39-46. São Paulo: FCC.

LIMA, Licínio C. V. 2000. Organização Escolar e democracia Radical: Paulo Freire e a governação democrática da escola pública. São Paulo: Cortez.

_______________. 2001. A Escola como organização educativa. São Paulo: Cortez.

LOURENÇO FILHO, Manoel B. 1976. Organização e administração escolar: curso básico. 7ª Edição. São Paulo: Melhoramentos. Brasília: INL.

LÜCK, Heloísa. 2006.A Gestão Participativa na Escola. 2ª Edição. V. III, Série Cadernos de Gestão. Petrópolis: Vozes.

____________2006. Concepções e Processos Democráticos de Gestão Educacional. V. II, Série Cadernos de Gestão. Petrópolis: Vozes.

MOTTA,Fernando C. Prestes. 1986.Organização & Poder: Empresa, Estado e Escola. São Paulo: Atlas.

PARO, Vitor H. 1986. Administração escolar Introdução Crítica. São Paulo: Cortez.

REVISTA BRASILEIRA DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO, Porto Alegre, v. 15. N.2. p. 137-256. Jul/dez 1999.

RIBEIRO, José Querino. 1952. Ensaios de uma Teoria de Administração Escolar. São Paulo: USP.

SANDER, Benno. 1981. Administração da Educação no Brasil: evolução do conhecimento. Brasília ANPAE/ Edições UFC.

________________.1984. Consenso e Conflito: perspectivas analíticas na pedagogia e na administração da educação. São Paulo: Pioneira.

SAVIANI, Demerval. 1996.Educação: do senso comum à consciência filosófica. 12ª Edição. Campinas: Autores Associados.

TEIXEIRA, Anísio. 1961. Que é Administração escolar? Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos .Rio de Janeiro:, v. 36, n. 84, 1961, p. 84-89.




ASSOCIATIVISMO, COOPERATIVISMO E GERAÇÃO DE RENDA

Ementa:


Fundamentos da filosofia associativista/cooperativista. Asociativismo e cooperativismo como forma de trabalho e renda; Gestão de cooperativas; Capital social; Economia solidária; Redes sociais; Gestão Inovadora como fator de desenvolvimento; A Inovação e o cooperativismo; O desenvolvimento regional, o cooperativismo e a geração de renda. Estudos de caso.

Bibliografia:

ABRANTES, José. Programa 8S. Da alta administração à linha de produção: o que fazer para aumentar o lucro. Rio de Janeiro: Interciência2001. (2. ed. março de 2006).

ABRANTES, Jose, 1951-. Associativismo e cooperativismo: como a união de pequenos empreendedores pode gerar emprego e renda no Brasil. Rio De Janeiro: Interciencia, 2004. 127p.

ABRANTES, Jose. Brasil o país dos desperdícios. Rio de Janeiro: Auriverde.

BAESSA, Adriano et al. Políticas de incentivos à inovação tecnológica. Brasília: IPEA, 2008.

VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma evolução pacífica em ação. Rio De Janeiro: DP&A, 2001. 106p.


ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE

Ementa:


Instrumentos de política ambiental pública - Instrumentos de comando e controle - Auto-regulação - Macropolíticas com interface ambiental -Instrumentos econômicos - Transferências fiscais – Taxas e impostos - Ajudas financeiras - Criação de mercados - Mercado de reciclados -Mercado de Seguros - Licenças negociáveis de poluição. O meio ambiente como fator de desenvolvimento regional. O agronegócio e o meio ambiente.

Bibliografia:

ALMEIDA, L.T, Política Ambiental – Uma Análise Econômica, Campinas, SP: Editora UNESP/Papirus, 1998.

CRAMER, D. et al. 1990. Clean technology, industry and environment. V.13. 1-2. UNESP. São Paulo.

MAIMOM, D. 1992. Ensaios sobre a economia do meio ambiente. APED. Rio de Janeiro.

MAIMOM, D. 1994. Eco-estratégia das empresas brasileiras. Revta. Adm. Empr. FGV.

MAIMOM, D. 1996. Passaporte verde: gestão ambiental e competitividade. Qualitymark. Rio de Janeiro. Pp. 111.

MAY, P., LUSTOSA, M.C., VINHA, V. Economia do Meio Ambiente. RJ: Elsevier, Campus, 2003.

MOTTA, Ronaldo Seroa da; Economia Ambiental. Rio de janeiro: editora FGV, 2006. 228 p.

PROPCÓPIO, F.A. 1994. Ecoprotecionismo, comércio internacional, agricultura e meio ambiente. Relatório de Pesquisas no 19. IPEA. Brasília.

SUNKEL, O & LEAL, J. 1986. Economics and environment in a developmental perspective. J. Intern. Soc. Science 109: 411-428

ESTATÍSTICA APLICADA

Ementa:


Estatística descritiva, noções de probabilidade, distribuições binomial, Poisson, exponencial e Normal, amostragem, intervalos de confiança, Testes de Hipóteses, Análise da Variância.

Bibliografia:

ANDERSON, D.R., Sweeney, D.A. e Willians, T.A. - ESTATÍSTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA, tradução da 2ª edição norte-americana por Luiz Sérgio de Castro Paiva, Ed. PIONEIRA THOMSON LEARNING, São Paulo, 2003.

LEVIN, Jack. Estatística aplicada a Ciências Humanas; Editora Harbra Ltda, São Paulo, 1987.

MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatistica Basica Vol 2 – Inferência. / MAKRON BOOKS

SPIEGEL, Murray. R: Estatística. Editora McGraw Hill, 3ª edição, 1993

VIEIRA, Sônia & Hoffmann, Rodolfo. Elementos de estatística: São Paulo: Atlas, 199

GESTÃO DA SAÚDE OCUPACIONAL COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO

Ementa:


Introdução e conceituação de Higiene do Trabalho. Riscos decorrentes de Agentes Físicos: ruído e vibração. Radiação. Iluminação. Pressão Hiperbárica. Temperaturas Extremas. Riscos decorrentes de agentes químicos, aerodispersoides, gases e vapores. Riscos decorrentes de agentes biológicos. Mapeamento de Risco. PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Epidemologia e Doenças Ocupacionais. Doenças causadas por agentes físicos. Doenças causadas por agentes químicos. Doenças profissionais do meio rural. Agentes biológicos. Primeiros socorros.

Bibliografia:

Americo, Sérgio. Agentes Químicos. Apostila Técnica, UFF/CPGST, 1998.

Americo, Sérgio. Agentes Físicos. Apostila Técnica, UFF/CPGST, 1998.

Americo, Sérgio. Controle. Apostila Técnica, UFF/CPGST, 1998.

Colacioppo, Sérgio. Higiene Ocupacional. Apostila Técnica, USP/ São Paulo - SP, 1993.

ABNT. NB-57 - Iluminância de Interiores. Norma Técnica., 1991.

Calzetta, José R. Avaliação da Radiação Ionizante e suas conseqüência para a saúde ., UFSCar, 1993.

ITSEMAP, Manual de Higiene Industrial. Fundacion Mafre.

GANA SOTO, José Manuel Osvaldo et alli. Riscos Químicos. São Paulo: Fundacentro, 1989.

SEGURIDAD, higiene y condiciones de Trabajo y la transferencia de técnicas, 1ª ed. in: Manuais de Educación. Oficina Internacional Del Trabajo, Genebra, 1981.

LA PREVENCIÓN DE LOS ACIDENTES, 1ª ed. in: Manuais de Educación. Oficina Internacional del Trabajo, Genebra, 1988

Jones, Jeffrey R. et all. Environmental and Occupational Toxicology. Section IV, USA

Netto, José M. de Azevedo. Novas Técnologias aplicadas a esgotos sanitários. BR/Brasil



PROJETOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL: AVALIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO

Ementa:


Definição de Projeto de Responsabilidade Social. A Responsabilidade Social como dimensão da atividade empresarial. A estratégica de sua implantação nas empresas e recursos organizacionais. Definição e etapas do desenvolvimento de Projetos de Responsabilidade Social. Os diversos públicos visados e as parcerias. Projetos de responsabilidade social como fator de desenvolvimento regional. Avaliação. Projetos de responsabilidade social como fator de renda. Elaboração. Implantação. Análise de casos.

Bibliografia:

FERREL, O. C.; FRAEDRICH, J.; FERREL, L. Ética empresarial: dilemas, tomadas de decisões e casos. São Paulo: Reischmann & Affonso, 2001.

FISCHER, Rosa Maria e FALCONER, Andrés Pablo. Voluntariado empresarial – estratégias de empresas no Brasil . Revista de Adminstração da USP (RAUSP), São Paulo, v. 36, n. 3, p.15-27, jul-set. 2001.

LEIPZIGER, D. The corporate responsibility codebook. Londres: Greenleaf Publishing, 2003.

MACHADO FILHO, C.A.P. Responsabilidade social corporativa e criação de valor para as organizações: um estudo multicasos, 2002. Tese (Doutorado em Administração). Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, 2002.

MOREIRA, J.M. A ética empresarial no Brasil. São Paulo: Thomson, 2002.

Responsabilidade Social das Empresas – A contribuição das universidades. Instituto Ethos, 1a, 2a, 3a, 4a. e 5a. edição


TÓPICOS ESPECIAIS

Ementa:


Esta disciplina apresenta temas de interesse atuais na área de Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Regional, à qual será ministrada por professores do quadro permanente do Programa ou professores convidados de outras Instituições, participantes ou não do programa. A organização desta disciplina é de responsabilidade do Coordenador do Curso.

Bibliografia:

A Bibliografia será apresentada conforme o conteúdo apresentado pelo professor que ministrará a disciplina.

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Creditos:30

Ementa:

A parte relativa à Dissertação de Mestrado está regulamentada no regulamento do Curso, na seção IX, sendo que o principal é: A dissertação de mestrado constituir-se-á em trabalho final de curso, compatível com as áreas de conhecimento do Programa de Pós Graduação em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Regional - PGGSEDR, tendo caráter individual.



Bibliografia:

Toda a Bibliografia utilizada no programa



ECONOMIA E GESTÃO AMBIENTAL

Ementa:


Princípios da Economia Ambiental. Gestão Ambiental. Conceitos. Instrumentos Econômicos para Gestão Ambiental. Valoração Ambiental. Tipologia dos instrumentos de política ambiental. Diretrizes e estratégias de intervenção. Meio Ambiente na Perspectiva Global. Evolução histórica da questão ambiental. Gestão Ambiental no Brasil. Instrumentos de Gestão Ambiental. O sistema de licenciamento ambiental. A avaliação ambiental. Auditoria e certificação ambiental. Fundamentos da gestão integrada. Gestão Ambiental Urbana. Aspectos gerais da urbanização. Estratégias de sustentabilidade urbana. Cidades sustentáveis. Recursos Naturais. Estudos de casos.

Bibliografia:

Bursztyn, Maria Augusta A.; Benakouche, Rabah e Bursztyn, Marcel (1994). Os Instrumentos econômicos e a política ambiental. Seminário Instrumentos econômicos para a Gestão Ambiental, MMA, 11 a 13 de dezembro de 1994, Brasília

BERTALANFFY, Ludwig Von, Toeria Geral dos Sistemas. Petrópolis, Vozes, 1973 .

Buarque, Cristovam. Teoria Econômica e Meio Ambiente. Revista do Serviço Público, Fundação Centro de Formação do Servidor Público, Brasilia, ano 40, v. 111. n. 4 out/dez. 1983, pág. 83-92.

.Bursztyn , Maria Augusta Almeida, Gestão Ambiental: Instrumentos e Práticas, Brasilia, IBAMA, 1994, p.37-60 .

BUrsztyn, Marcel. Estdo e Meio Ambiente no Brasil: desafios institucionais.

Katz, Danie; Kahn, Robert L. Psicologia Social das Organiações, 3a. ed. São Paulo, Atlas, 1l987, p. 30-45

.May, Peter Herman, Economia Ecológica: aplicações no Brasil. rio de Janeiro: Campus, 1995 .

.May, Peter Herman; Mota, Ronaldo Serôa. Valorando a Natureza: Analise econômica para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

ALMEIDA, L. Política Ambiental: uma análise econômica. Ed. Papitus/Unesp, S.Paulo, 1998.

ALVES CORREIA, Leonilda B.C.G. Comércio e Meio Ambiente: atuação diplomática brasileira em relação ao selo verde. Instituto Rio Branco/Fundação Alexandre Gusmão, Brasília, 1996.

AZQUETA OYARZUN, Diego. Valoración económica de la Calidad Ambiental, Ed. McGraw Hill, Madri, 1996.

BENJAMIN, Antonio Herman (org.). Direito Ambiental das Áreas Protegidas. Ed. Forense Universitária, Rio, 2001.

BENJAMIN, Antonio Herman (org.). Direito, Água e Vida. Vols. I e II, Imprensa Oficial, S. Paulo, 2003.

BURSZTYN, Maria Augusta A. Gestão Ambiental: instrumentos e práticas. Edições IBAMA, Brasília, 1994.

CAVALCANTE, Clóvis (org). Desenvolvimento e Natureza. Ed. Cortez, S. Paulo, 1998.

CAVALCANTE, Clóvis (org). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. Ed. Cortez, S. Paulo, 1997.

DIEGUES, Antônio Carlos. O Mito Moderno da Natureza Intocada. Ed. Hucitec, S. Paulo, 1996.

FERREIRA, Leila da Costa e VIOLA, Eduardo (orgs). Incertezas de Sustentabilidade na Globalização. Ed. Da Unicamp, S. Paulo, 1996.

JORDAN, Andrew et al. Produção Industrial e Política Ambiental. Fundação Konrad Adenauer Stifftung, S. Paulo, 1996.

LEFF, Enrique. Saber Ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Ed. Vozes/PNUMA, Petrópolis, 2001.

LEME MACHADO, Paulo Afonso. Direito Ambiental Brasileiro. Ed. Malheiros, 12ª ed., S. Paulo, 2004.

NOBRE, Marcos & AMAZONAS, Maurício C. Desenvolvimento Sustentável: a institucionalização de um conceito. Ed. IBAMA, Brasília, 2002.

RAYNAUT, Claude & ZANONE, Magda. Cadernos de Desenvolvimento e Meio Ambiente. N. 1, Ed. GRID/UFPR, Curitiba, 1999.

WINSEMIUS, Pieter & GUNTRAM, Ulrich. Mil tons de verde. Ed. Unibahia, Salvador, 2004.




AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE

Ementa:


História da agricultura. Visão energética da agricultura. Agroecossistemas: fatores físicos e sócio-econômicos. Características e interações nos agroecossistemas tropicais. Agricultura tropical: recursos naturais disponíveis e produção de alimentos. Solo como fator ecológico. Ocupação do espaço rural. Noções de solos tropicais: características e propriedades. Distribuição de solos tropicais. Potencialidades de solos tropicais e ocupação da terra. Usos dos solos em ambientes tropicais. Solos e aspectos sócio-econômicos. Impactos da agricultura no meio ambiente. Degradação ambiental: degradação de solos e sustentabilidade.

Bibliografia:

BUARQUE, C. A revolução nas prioridades da modernidade técnica à modernidade ética. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1994. 287 p.

CUNHA, A.(coord.) Uma avaliação da sustentabilidade da agricultura nos Cerrados. Brasília: IPEA, 1994. 256 p.

DAGOGNET, f. Des révolutions vertes: histoire et principes de l'agronomie. Paris: Hermann, 1973. 182 p.

DIAS, B.F. de S.(coord) Alternativa de desenvolvimento dos Cerrados: manejo e conservação dos recursos naturais renováveis. Brasília:

FUNATURA, IBAMA, 1992. 97 p.

MANSVELT, J.D. van; Verkleij, F. Organic agriculture for sustainable development. p. 105-112. In: Benachenhou, A. (org.)

Environment and Development. UNESCO, 1992. 187 p.

RESENDE, M.; Curi, N.; Rezende, S.B; Corrêa, G.F. Pedologia: base para distinção de ambientes. (capítulos 1,2,6 e 7). Viçosa: NEPUT, 1995. 304 p.

RESENDE, M.; Curi, N.; Santana, D.P. Pedologia e fertilidade. Brasília: Ministério da Educação; Lavras: ESAL; Piracicaba: POTAFOS, 1992. 81 p.

SSMRECSÁNYI, T. Pequena história da agricultura no Brasil. São Paulo: Contexto, 1990. 101p.



TIEZZI, E. Tempos históricos, Tempos biológicos. São Paulo: Nobel, 1988. 204 p.

VEIGA, J.E. O desenvolvimento agrícola: uma visão histórica. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: HUCITEC, 1991. 219 p


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