Mestrado acadêmico em currículo e gestão da escola básica programa da disciplina políticas e práticas pedagógicas no ensino médio e na educaçÃo profissional ementa



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MESTRADO ACADÊMICO EM CURRÍCULO E GESTÃO DA ESCOLA BÁSICA

PROGRAMA DA DISCIPLINA POLÍTICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Ementa: a função social do ensino médio e da educação profissional. As principais ideias em disputa no ensino médio e na educação profissional. Políticas de ensino médio e de educação profissional no Brasil. Teoria e prática do fazer pedagógico no ensino médio e na educação profissional. Ensino integrado e práticas interdisciplinares na escola. Planejamento, avaliação e práticas de ensino para o ensino médio e profissional.

Carga Horária: 60 horas (15 Aulas)

Professor: Ronaldo Marcos de Lima Araujo / Doriedson do Socorro Rodrigues

Programação das aulas


  1. REFERÊNCIAS DA ÁREA DE TRABALHO E EDUCAÇÃO

    1. Marx e a formação omnilateral (AULA 1)

MARX, Karl. Glossas Marginais ao Programa do Partido Operário Alemão. In: Obras Escolhidas, Volume 2, p.203-224.

MARX, Karl. Primeiro Manuscrito. IN: Manuscritos Econômicos e Filosóficos. Lisboa, Portugal: Edições 70, (1975). Tradução de Artur Mourão da tradução de Tom Bottomore revista por Erich Fromm.



Complementar:

MANACORDA, Mário A. Marx e a Pedagogia Moderna. São Paulo: Cortez, 1991.



    1. Gramsci e a Escola Unitária (AULA 2)

MARX, Karl. Glossas Marginais ao Programa do Partido Operário Alemão. In: Obras Escolhidas, Volume 2, p.203-224.

GRAMSCI. Antonio. Organização da escola e da cultura. In: Os intelectuais e a organização da cultura. Ed. Cortez, São Paulo, 1991. Pp. 117-129.

GRAMSCI. Antonio. Para a Investigação do Princípio Educativo. In: Os intelectuais e a organização da cultura. Ed. Cortez, São Paulo, 1991. Pp. 129-139.

Complementar:

MANACORDA, Mário A. Marx e a Pedagogia Moderna. São Paulo: Cortez, 1991.



    1. Pistrak e a Escola Comuna (AULA 3)

PISTRAK. Fundamentos da Escola do Trabalho. São Paulo: Expressão Popular, 2000.

PISTRAK (org). A Escola-Comuna. São Paulo: Expressão Popular, 2009.



Complementar:

FREITAS, Luiz Carlos, A Luta por uma Pedagogia do Meio: revisitando o conceito. In: PISTRAK (org). A Escola-Comuna. São Paulo: Expressão Popular, 2009.



  1. AS PRINCIPAIS IDEIAS EM DISPUTA NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL.

    1. As funções do ensino médio (AULA 4)

KUENZER, Acácia. LIVRO SOBRE ENSINO MÉDIO DO MT.

NOSELLA, PAOLO. Ensino Médio: unitário ou multiforme? IN: ENSINO MÉDIO: controvérsias à luz do pensamento de Gramsci. (No prelo).

MACHADO, Lucília Regina de Souza. “A PROPOSTA SOCIALISTA DE UNIFICAÇÃO ESCOLAR” In: Politecnia, Escola Unitária e Trabalho”. São Paulo: Ed. Cortez, 1989. pp.88-130.

Complementar:

RAMOS, M. N. O projeto unitário de ensino médio sob os princípios do trabalho, da ciência e da cultura. IN: FRIGOTTO, G.; CIAVATTA, M. (Orgs.) Ensino médio: ciência, cultura e trabalho. Brasília: MEC, SEMTEC, 2004.



    1. Frigotto. Instituto Unibanco. Movimento Todos pela Educação. (AULA 5)

FRIGOTTO, Gaudêncio. ENSINO MÉDIO E TÉCNICO PROFISSIONAL: disputa de concepções e precariedade. Texto. In: http://emdialogoamazonia.blogspot.com.br/2013/03/ensino-medio-e-tecnico-profissional.html.

FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise. Apresentação. In: Ensino Médio Integrado: concepções e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.

FRIGOTTO, Gaudêncio. Concepções e Mudanças no Mundo do Trabalho e o Ensino Médio. In: FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise. FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise. Ensino Médio Integrado: concepções e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.

DOCUMENTO DO UNIBANCO OU DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO



    1. As novas diretrizes para o ensino médio e a educação profissional, Programas e projetos para o ensino médio e a educação profissional: Proeja, Projovem, Proemi etc (AULA 6)

BIBLIOGRAFIA A DEFINIR + DOCUMENTOS OFICIAIS...


    1. A educação profissional no Brasil: história e redes. (AULA 7)

ARAUJO, R. e RODRIGUES, D. Referências sobre práticas formativas em educação profissional: o velho travestido de novo frente ao efetivamente novo.

CUNHA, Luiz Antonio Cunha. A Montagem do SENAI. In: O Ensino Profissional na Irradiação do Industrialismo. São Paulo: Editora UNESP; Brasília: FLACSO. 2000. PP. 45 -110.

FRANCO. Maria Ciavatta. Formação Profissional nos Anos 90 – uma questão fora de foco (versão para discussão). II Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia do Trabalho. Lindóia, São Paulo, 1º a 5 de dezembro de 1996.

Definir uma bibliografia sobre redes de educação profissional.

MULLER, Meire Terezinha. As SMO – Séries Métodicas Ocupacionais – como estratégia pedagógica indispensável à educação profissionalizante do SENAI. In: BATISTA, Eraldo leme e MULLER, Meire Terezinha (orgs). Realidades da educação profissional no Brasil. São Paulo: Ícone, 2015. Pp. 179-200.

Complementar:

ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. INSTITUIÇÕES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL HISTÓRIA E PERSPECTIVAS: o projeto da nova institucionalidade da educação profissional brasileira dos anos 1990. In: V Colóquio de Pesquisa Sobre Instituições Escolares: Entre o Individual e o Coletivo (anais). São Paulo: Editora da Uninove, 2008. v. 1. p. 01-17.

FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e trabalho: basespara debater a educação profissional emancipadora. In: Revista Perspectiva. V. 19. N. 1. 2001.

FRIGOTTO, Gaudêncio. Fazendo Pelas Mãos a Cabeça do Trabalhador: o trabalho como elemento pedagógico na formação profissional. In: Cadernos de Pesquisa. Fundação Carlos Chagas. São Paulo, nº 47, p.38-45, novembro de 1983.

LEITE, Elenice M. Educação Profissional no Brasil: no limiar de novas possibilidades. Texto elaborado para o Seminário sobre Educación para el mundo del trabajo y lucha contra la pobreza", Buenos Aires / Argentina, out./95.

RAMOS, Marise. N. Trabalho, educação e correntes pedagógicas no Brasil: um estudo a partir da formação dos trabalhadores técnicos em saúde. 1. ed. Rio de Janeiro: UFRJ; EPSJV/Fiocruz, 2010. v. 1. 290p



  1. TEORIAS E PRÁTICAS DO FAZER PEDAGÓGICO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL.

    1. A Práxis como referência pedagógica (AULA 8)

VÁZQUES, Adolfo Sánchez. O que é práxis. In. VÁZQUEZ, A. S. Filosofia da Práxis. São Paulo: Expressão Popular, 2007.

CANDAU, Vera Maria & LELIS, Isabel Alice. A Relação Teoria-Prática na Formação do Educador. IN: CANDAU, Vera Maria. Rumo À Uma Nova Didática. Petrópolis, Vozes, 1995, pp.49-63.

VEIGA, Ilma Passos A. A Prática Pedagógica do Professor de Didática. 13 ed. Campinas, SP: Papirus, 2011. CAPÍTULO 1.

Complementar:

OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales. Elementos Teórico-Metodológicos no Processo de Construção e Reconstrução da Didática: Para uma Nova Teoria da Prática Pedagógica Escolar. In. Oliveira, M. R. N. S. Didática: Ruptura, Compromisso e Pesquisa. 3 ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.

SAVIANI, D. As Teorias da Educação e o Problema da Marginalidade. In. SAVIANI. D. Escola e Democracia. 41 ed. Revista. Campinas, SP: autores Associados, 2009.

PACHECO, José Augusto e OLIVEIRA, Maria Rita N.S.. OS CAMPOS DO CURRÍCULO E DA DIDÁTICA. IN: OLIVEIRA, M. R. N. S. (Org.); PACHECO, J. A. (Org.). Currículo, didática e formação de professores. 1. ed. Campinas: Papirus, 2013. v. 1. 207p. RAMOS, Marise Nogueira. Trabalho, educação e correntes pedagógicas no Brasil: um estudo a partir da formação dos trabalhadores técnicos em saúde. 1. ed. Rio de Janeiro: UFRJ; EPSJV/Fiocruz, 2010. v. 1. 290p.




  1. ENSINO INTEGRADO E PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES NA ESCOLA.

    1. Ensino integrado como projeto ético-político (AULA 9)

ARAUJO, Ronaldo Lima Araujo e FRIGOTTO, Gaudêncio. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ENSINO INTEGRADO. In: Revista da UFRN. 2015.

Complementar:

ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima (Org.); RODRIGUES, Doriedson do Socorro (Org.). Filosofia da Práxis e Didática da Educação Profissional. 1. ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2011. v. 3000. 147 p. 05/05

ARAUJO, Ronaldo Lima; RODRIGUES, Doriedson do Socorro e SILVA, Gilmar Pereira. ENSINO INTEGRADO COMO PROJETO POLÍTICO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. In: Revista Trabalho e Educação (Prelo)


    1. Ensino integrado e currículo integrado (AULA 10)

MACHADO, Lucília Regina de Souza. Ensino médio e técnico com currículos integrados: propostas de ação didática para uma relação não fantasiosa. In: JAQUELINE MOLL & Colaboradores. (Org.). Educação Profissional e tecnológica no Brasil contemporâneo: Desafios, tensões e possibilidades. Porto Alegre, RS: ARTMED, 2009.

RAMOS, Marise. Possibilidades e desafios na organização do currículo integrado. In: FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise. Ensino Médio Integrado: concepções e contradições. São Paul: Cortez, 2005.

SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. DEFINIR CAPÍTULO


  1. PLANEJAMENTO, AVALIAÇÃO E PRÁTICAS DE ENSINO PARA O ENSINO MÉDIO E PROFISSIONAL.

    1. Organização do trabalho pedagógico e ensino integrado (AULA 11)

FREITAS, Luiz Carlos de. Caracterizando o Problema. In. FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da Didática. Campinas, SP: Papirus, 1995. (capítulo 1 do livro)

ARAUJO, Ronaldo Lima; COSTA, Ana Maria e SANTOS, Manuela Tavares. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO E ENSINO INTEGRADO. In: Revista Trabalho Necessário.



Complementar:

IFRN. Projeto Político-Pedagógico do IFRN: uma construção coletiva - DOCUMENTO BASE - Versão para consulta pública à comunidade acadêmica do IFRN. Natal-RN, IFRN, 2012. 06/05



    1. O trabalho pedagógico e a Educação de Jovens e Adultos (AULA 12)

PINTO, Álvaro Vieira. SETE LICÕES SOBRE EDUCAÇÃO DE ADULTOS. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 2003.

PAIVA, Jane. Histórico da EJA no Brasil: descontinuidades e políticas públicas insuficientes. in: PROEJA: fomação técnica integrada ao ensino médio. boletim 16. Setembro de 2006. Brasília: Ministério da educação. 2006.



Complementar:

ARANHA, Antônia Vitória Soares. Andragogia: avanço pedagógico ou “pedagogia de resultados” na educação profissional de alunos adultos/trabalhadores? IN: www.anped.org.br/reunioes/24/t1873927705492.doc. Acessado em 19/10/2012.

BRASIL. PROEJA: Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Jovens e Adultos. In: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf2/proeja_medio.pdf. acessado em 04/11/2012.

ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima Araujo. A educação profissional e a formação de jovens e adultos: um grande desafio de integração e a proposta do PROEJA. In: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ENSINO INTEGRADO (versão preliminar para discussão – sujeita a revisão) – Relatório de Pesquisa. Belém – Pará. 2013. PP. 91-97.

HENRIQUE, A. L. S. S. J. M. N. da & BARACHO, M. das G. Práticas Pedagógicas de integração no proeja – IFRN: o que pensam professores e estudantes. In. INTER – AÇÃO, GOIÂNIA, V. 36, N. 2, P. 451-468, JUL./DEZ.2011.

NOSELLA. Paolo. Origens da Pedagogia da Alternância. Brasília 2007.




    1. Os saberes de trabalhadores e a educação escolar (AULA 13)

BARROS, Anália Bescia Martins de. A Relação Entre os Saberes-Experiência do Trabalho e os Saberes Escolares, vista Por Alunos do Proeja do IFSUL de Sapucaia do Sul. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Faculdade de Educação/Programa de Pós-Graduação em Educação, 2010 (Dissertação de Mestrado) – Capítulo a Definir.

FOURQUIN, Jean Claude. Saberes escolares, imperativos didáticos e dinâmicas sociais. In: _____. Teoria e Educação. Porto Alegre: Pannonica, 1992.



GODINHO, Ana Cláudia Ferreira; EGGERT, Edla. Escola e mundo do trabalho: (des)encontro de saberes na experiência escolar de estudantes de EJA integrada à educação profissional.Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v.22, n.3, p.197-208, set./dez.2013

SANTOS, Eloísa Helena. Processos de Produção e legitimação de saberes no trabalho. In: GONÇALVES. Luiz Alberto de Oliveira (Org.). Currículo e Políticas Públicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

ZORZI, Fernanda; FRANZOI, Naira Lisboa. Saberes do Trabalho e do Trabalhador: Reflexões no Contexto do PROEJA. In: Trabalho & Educação, Belo Horizonte, v.19, n.3, p.115-127, set./dez.2010.  Acesso em: http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/trabedu/article/viewFile/618/665

Complementar:

ARROYO, Miguel G. O Direito do Trabalhador à Educação. In: GOMEZ, Carlos Minayo et al (Orgs.). Trabalho e conhecimento: dilemas na educação do trabalhador. São Paulo: Cortez, 2002.

FRANZOI, Naira Lisboa; HYPOLITO, Álvaro Moreira; FISCHER, Maria Clara; DEL PINO, Mauro; SANTOS, Simone Valdete dos. Escola, Saberes e Trabalho: a pesquisa do PROEJA no Rio Grande do Sul. Revista Educação e Realidade. jan/abr 2010.


    1. Possibilidades de ensino integrado e avaliação (AULA 14)

LUCKESI, Cipriano Carlos. Planejamento e Avaliação na Escola: articulação e necessária determinação ideológica. IN: Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo, Cortez, 1995.

ARAUJO, Ronaldo Lima e ARAUJO, Maria Auxiliadora Maués. PROBLEMATIZAÇÃO, TRABALHO COOPERATIVO E AUTO ORGANIZAÇÃO: possibilidades de procedimentos de ensino integrado. In: Revista da UFPE (no prelo).

FREITAS, Luiz Carlos de. Avaliação: para além da “forma escola”. Educação, Teoria Prática, Rio Claro, v. 20, n. 35, dez. 2010. Disponível em http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-81062010000200007&lng=pt&nrm=iso. Acesso em  09  maio  2014.

Complementar:

ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Avaliação por competência. In: Fidalgo, Fernando e MAHADO, Lucília (editores). Dicionário da Educação Profissional. Belo Horizonte: NETE, 2000.

BARBIER, Jean-Marie Barbier. A Avaliação em Formação. Porto: Brito, 1985.

ARAUJO, José Carlos Souza. Para uma análise das representações sobre as técnicas de ensino. In: VEIGA, Ilma Passos de Alencastro (org). Técnicas de Ensino: por que não? São Paulo: Papirus, 1991.




  1. O ENSINO MÉDIO, A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E QUESTÕES DE ATUALIDADE

    1. Experiências de ensino médio: Escolas Charter, CFR de Gurupá (AULA 15)

MACHADO, Lucília. PROEJA: o significado socioeconômico e o desafio da construção de um currículo inovador. In: Proeja: formação técnica integrada ao ensino médio. Brasília: MEC, 2006.

BIBLIOGRAFIA A DEFINIR


Avaliação:
Produção de paper (5 a 10 laudas) sobre tema diretamente tratado na disciplina.


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