Masp recebe a orquestra sinfônica heliópolis e grupos de câmera do instituto baccarelli no dia 19 de novembro



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Encontro26.08.2018
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MASP RECEBE A ORQUESTRA SINFÔNICA HELIÓPOLIS E GRUPOS DE CÂMERA DO INSTITUTO BACCARELLI NO DIA 19 DE NOVEMBRO

Com participação do regente convidado Francisco Valero-Terribas, o Instituto Baccarelli oferece para o público duas apresentações no terceiro domingo do mês





Orquestra Sinfônica Heliópolis (Crédito: Gerogia Leopoldi)
No dia 19 de novembro, o Instituto Baccarelli promove duas apresentações no MASP com três grupos diferentes, a Orquestra Sinfônica Heliópolis, o Quarteto de Cordas e o Quinteto de Metais.

A partir das 11h, o MASP recebe o concerto da Orquestra Sinfônica Heliópolis. Essa apresentação traz um convidado especial, o regente espanhol Francisco Valero Terribas, que foi avaliado por especialistas como um dos jovens regentes mais interessantes nos últimos anos, após participar de renomados festivais de música clássica, como Nikolai Malko Competition, Lucerne Festival, Cabrillo Contemporary Music Festival e Järvi Suvefestival.


Em um primeiro momento, os integrantes da Orquestra apresentam a abertura de As Ruínas de Atenas, Op.113, do consagrado compositor Ludwig Van Beethoven. Esta obra, escrita em 1811, retrata a literatura grega contando um pouco da mitologia sobre Minerva, Júpiter e Mercúrio. Pode ser considerada uma música tanto de circunstância, já que ela serviu como abertura na inauguração do Teatro Imperial Húngaro, quanto uma música incidental, por ter sido escrita especialmente para uma peça teatral.

Em seguida, os músicos interpretam a Sinfonia nº 5 em Si Bemol Maior, Op.100, de Sergei Prokofiev, compositor russo mais importante do século XX e que viveu até 1953. De todas as sinfonias escritas por ele, a quinta é uma das mais importantes de sua carreira, e foi composta em 1944, dez anos após Prokofiev retornar dos Estados Unidos, onde viveu exilado, para a União Soviética. O primeiro ato da obra é solene, iniciando com flauta e fagote, o segundo é o allegro marcato, tema utilizado na obra de Romeu e Julieta, já o terceiro se sustenta pelos graves da orquestra e o quarto, e último,serve de introdução para o tema principal que se ouve com clarinetes. Como os dois compositores são de épocas muito diferentes, o repertório se completa por retratar dois momentos distintos da música.


Já na parte da tarde, às 16h, o Quarteto de Cordas e o Quinteto de Metais do Instituto Baccarelli se apresenta com um repertório diferenciado. O Quinteto, formado por Tamires Kamisaka, na trompa, Cristiano Miranda e Fernando Mattos, nos trompetes, Hellington Gonçalves, no trombone, e Diego Boscolo, na tuba, apresenta A Arte da Fuga, BWV 1080: Contrapunctus 1, do compositor alemão Johann Sebastian Bach. A obra foi composta em 1742 e demonstra o domínio de Bach no arte da composição, sendo uma das mais elaboradas da época. Além dessa, Quinteto n° 1, de Victor Ewald, Ricochet, de Kerry Turner, La Fille Aux Cheveux de Lin (A Garota Dos Cabelos de Linho), de Claude Debussy e Jobim Medley, um arranjo com obras de Antonio Carlos Jobim, importante compositor brasileiro.

Já o Quarteto de Cordas, formado por Gabriel Géglio e Gabriel Pereira (violinos), Luan Costa (viola) e Larissa Rosa (violoncelo), interpreta o Quarteto nº 6 em Si Bemol Maior, Op.18 nº 6, de Ludwig Van Beethoven.


O valor do ingresso é um atrativo das apresentações: R$10 (inteira) e R$5 (meia).
ORQUESTRA SINFÔNICA HELIÓPOLIS E GRUPOS DE CÂMARA DO INSTITUTO BACCARELLI - MASP AUDITÓRIO

Datas: 19 de novembro

Endereço: Avenida Paulista, 1578

Horário: 11h e 16h

Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia)

Capacidade: 374 pessoas; há acesso para portadores de necessidades especiais

Vendas: bilheteria do MASP ou pela Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br ou 11/4003.1212)

Classificação etária: livre
ORQUESTRA SINFÔNICA HELIÓPOLIS

A Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH), principal formação do Instituto Baccarelli, promove prática orquestral e conhecimento de repertório sinfônico a alunos avançados da instituição. Com direção artística de seu maestro titular, Isaac Karabtchevsky, a orquestra, reconhecida internacionalmente por sua qualidade artística, tem como patrono o maestro indiano Zubin Mehta, que visitou a instituição em 2005 e se encantou com o poder da música enquanto ferramenta de transformação social. Até hoje, a OSH é a única orquestra de toda a América do Sul que teve a oportunidade – e orgulho – de ser regida por Mehta. A versatilidade do grupo permite à Sinfônica transitar pelo universo da música de concerto e da música popular, mantendo alto padrão de excelência na execução das obras. Assim, já se apresentou sob a regência dos maestros Zubin Mehta, Peter Gülke, Yutaka Sado, acompanhada de Julian Rachlin, Erik Schumann, Domenico Nordio, Paula Almerares, Leonard Elschenbroich, Arnaldo Cohen, Jean-Louis Steuerman, Antonio Meneses, Ricardo Castro e de artistas populares consagrados como Ivete Sangalo, Milton Nascimento, João Bosco, Luiz Melodia, Lenine, Paula Lima, Toquinho, Fafá de Belém, Ivan Lins e Daniela Mercury, entre outros. O grupo já tocou em palcos como a Sala São Paulo, os Theatros Municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro, Gasteig (Alemanha) e Muziekgebouw (Holanda), além de ter participado de eventos como o Festival Beethoven (Bonn/Alemanha) e Rock In Rio, com Mike Patton.



GRUPOS DE CÂMARA DO INSTITUTO BACCARELLI

O Quinteto de Metais e o Quarteto de Cordas do Instituto Baccarelli integram uma iniciativa à prática de música de câmara, que propicia um estudo mais aprofundado das peças executadas, trabalhando refinamentos  sonoros, dinâmicas e equilíbrio entre os sons dos instrumentos, já que cada músico desempenhará, em alguma parte, papel de solista. O repertório explorado transita pelo universo da música de concerto e da música popular, mantendo alto padrão de excelência. Os grupos de câmara do Instituto Baccarelli já se apresentaram em importantes espaços culturais como MASP, Centro Cultural São Paulo, Theatro Municipal de São Paulo, Sala São Paulo, além de terem realizado diversos concertos para a comunidade, em locais como o Hospital Heliópolis, a Paróquia São João Clímaco e o próprio Instituto Baccarelli.


INSTITUTO BACCARELLI

Em 1996, sensibilizado por um incêndio de grandes proporções em Heliópolis, o maestro Silvio Baccarelli prontificou-se a ensinar música para 36 crianças e jovens da comunidade, como forma de diminuir o sofrimento das famílias atingidas e contribuir para a autoestima e possibilidade de educação desses menores. Como o bairro da zona sul paulistana não dispunha de local apropriado para as atividades, o maestro cedeu o próprio imóvel, o Auditório Baccarelli (localizado na Vila Clementino), para dar início às aulas. Dos participantes desse estágio inicial, dois ex-integrantes do coral que o maestro regeu por várias décadas em São Paulo permaneceram à frente do Instituto: os irmãos Edilson e Edmilson Venturelli. Além da gestão executiva e da imagem institucional, eles foram os responsáveis pelo desenvolvimento das diferentes atividades da entidade, e por ampliar significativamente a dimensão da instituição de ensino.



Organização sem fins lucrativos voltada para ensino musical com intuito de promover formação artística e inserção social, o Instituto Baccarelli atende anualmente mais de 1.000 crianças e jovens por meio de programas socioculturais, cuja premissa é a excelência pedagógica, contribuindo dessa forma para o desenvolvimento pessoal e para a criação de oportunidades de profissionalização no campo da música erudita.

Hoje com sede própria na comunidade de Heliópolis, o Instituto dispõe de ampla estrutura, distribuída em dois prédios, onde ocorrem práticas de conjunto em 5 orquestras, 14 corais, 20 grupos de musicalização infantil, 52 classes coletivas de instrumentos, 20 grupos de câmara, além de aulas em grupo e individuais sob a responsabilidade de 78 profissionais de música.

O Instituto conta com a direção artística do maestro Isaac Karabtchevsky e com o patronato do regente indiano Zubin Mehta, que visitou a instituição em 2005 e se encantou com o poder da música enquanto ferramenta de transformação social.

A Instituição constrói dia a dia uma história de conquistas, fruto de um amplo trabalho educacional, que transcende a profissionalização musical, suscitando autodisciplina, respeito, criatividade, convivência e senso colaborativo em grupo – essenciais tanto para as relações intersubjetivas quanto para a consolidação da noção de cidadania.



Para a manutenção de suas atividades, o Instituto Baccarelli conta com os seguintes patrocinadores, distribuídos por categorias. Ouro: Vivo e Volkswagen; Prata: Cielo, Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre e Banco Volkswagen; Bronze: Pernambucanas, BTG Pactual, Bradesco e Instituto Votorantim.


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