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CANÁRIOS DE COR E PORTE
MUTAÇÃO ASAS CINZA

MARCIO FERNANDES

ITATIBA MARÇO 2011

A MUTAÇÃO ASAS CINZA

INTRODUÇÃO
As séries No 033 (Asas Cinza Sem Fator) e No 034 (Asas Cinza Com Fator) reúnem as 18 diferentes cores Asas Cinza que participam dos concursos de Canários de Cor.

É uma mutação relativamente nova, com padrões de concurso definidos em 1988, de muita beleza, mas com presença ainda pequena nos concursos.

Algumas dificuldades na estabilização de linhagens nesta cor podem justificar a menor quantidade de criadores desenvolvendo a mutação.

A NOMENCLATURA DAS CORES
SÉRIE 033 – ASAS CINZA SEM FATOR

CC 299 - AS CZ PR

CC 300 - AS CZ PR DO

CC 301 - AS CZ AM IN

CC 302 - AS CZ AM NV

CC 303 - AS CZ AM MS MC

CC 304 - AS CZ AM MS FE

CC 305 - AS CZ AM MF IN

CC 306 - AS CZ AM MF NV

CC 307 - AS CZ AM MF MS MC

CC 308 - AS CZ AM MF MS FE
SÉRIE 034 – ASAS CINZA COM FATOR

CC 309 - AS CZ VM IN

CC 310 - AS CZ VM NV

CC 311 - AS CZ VM MS MC

CC 312 - AS CZ VM MS FE

CC 313 - AS CZ VM MF IN

CC 314 - AS CZ VM MF NV

CC 315 - AS CZ VM MF MS MC

CC 316 - AS CZ VM MF MS FE

ORIGEM DA MUTAÇÃO ASAS CINZA
A primeira indicação da mutação foi reportada pelos criadores MM. CHALMEAU e HOMERY em meados de 1970, por observação de uma fêmea, filhote de um casal formado por um macho negro marrom oxidado, portador de pastel e isabelino (há menção de que o macho seria um cobre), acasalado com uma fêmea isabelina pastel.

A fêmea nascida deste casal apresentava as primeiras características da nova mutação. Com o propósito de fixar a mutação, foram acasalados o macho do casal original com a fêmea mutante, além de diversos outros casais, formados com os filhotes do casal original.

A nova cor foi oficializada na Europa em março de 1988, com a definição dos padrões de avaliação e julgamento.


CARACTERÍSTICAS DA COR
A mutação Asas Cinza tem sua origem nos Negros Marrons Oxidados Pasteis.
Apresentam forte melanização nas extremidades das penas e bandas despigmentadas visíveis nas penas longas da cauda e asas. Estas bandas mais claras, de cor cinza aperolada, são causadas pela interrupção abrupta do processo de melanização durante o crescimento das penas.

A forte concentração de melanina nas extremidades das penas coberteiras e plumas do dorso, além de áreas mais claras no restante das penas, conduzem a formação de desenhos como se fossem pequenas gotas de melanina.

Esta concentração é responsável pela formação de desenho escamado de aspecto cinza aperolado no dorso dos pássaros, criando um conjunto somente presente nesta cor.


O PROCESSO DE MELANIZAÇÃO
De uma forma simplificada, a melanização nos canários de cor ocorre da seguinte maneira:

No início do choco as células do ovo começam a se dividir, formando os melanoblastos. Estes são deslocados para várias partes, inclusive para a superfície, onde vão dar formação a uma série de células novas, entre elas células para epiderme e plumas.

Os melanoblastos também vão dar formação aos melanócitos, estes sim responsáveis pela transformação do aminoácido tirosina em melanina.

Pela definição de Frans Kop, a tirosina é a substância básica da qual é feita a melanina (tanto a eumelanina como a feomelanina).

Os melanócitos são células produtoras de melanina, com protuberâncias denominadas dendritos, responsáveis pela

transposição dos grânulos de melanina para as células epidérmicas, onde as penas são pigmentadas e adquirem a cor.

Os melanócitos serão responsáveis por produzir e pigmentar as penas e se extinguirão tão logo tenham cumprido seu papel.


A EXPLICAÇÃO DA MELANIZAÇÃO DIFERENCIADA
O processo melânico do canário Asas Cinza é muito diferenciado dos demais canários melânicos.
A mutação Asas Cinza foi originada dos canários pastéis, devido a uma alteração significativa na forma de melanização destes pássaros. Isto ocorreu por influência de modificação genética na mutação. O gene pastel está localizado no cromossoma sexual e há formação de duplo fator pastel por efeito de permuta de genes (“crossing over”) durante a meiose.
Para entender o processo no canário Asas Cinza, é importante entender como este funciona no canário pastel.
Segundo explicação de Frans Kop (referência bibliográfica anexa), nos canários melânicos não pasteis, os melanócitos desencadeiam produção normal de grânulos de melanina que se encarregam de distribuir os pigmentos na superfície das penas.
Assim, os melanócitos produzem os grânulos pigmentares em regime constante e as gotículas plasmáticas são depositadas nas penas ao longo do seu desenvolvimento.

Conforme as penas crescem, crescem proporcionalmente os depósitos de melanina. Os melanócitos vão se desenvolvendo de acordo com a velocidade de deposição, reguladas por estes até que se extinguem, e desaparecem quando ocorre o crescimento total das penas.
Por conseguinte, quando as penas atingem seu completo desenvolvimento, os melanócitos também foram completamente absorvidos por elas.
Nos canários pasteis, os melanócitos produzem as mesmas quantidades de grânulos pigmentares, porém o aporte de melanina nos grânulos não cessa quando estes alcançam seu tamanho e formato normal.
Como o aporte de melanina não é freiado, acontece um crescimento exagerado da pressão sobre as células (dendritos). Este crescimento exagerado dos depósitos de melanina conduzem à destruição dos dendritos, que murcham e sucumbem prematuramente. Como os melanócitos tiveram sua função interrompida, e na falta de dendritos ativos que deveriam fazer a distribuição das melaninas nas penas, as porções de melanina são afetadas por um efeito de redução e clareamento dos pigmentos, dando surgimento ao canário pastel.
O efeito visual é uma melanização de teor reduzido de melanina, porém de depósito uniforme e constante ao longo da pena.
Nos canários Asas Cinza há uma alteração significativa deste processo de melanização. Conforme mencionado por Maurice Pomaréde, (referência bibliográfica anexa), a alteração genética geradora do duplo fator pastel intensifica significativamente o efeito causador da destruição dos melanócitos.
Se no pastel ele já é intenso, no Asas Cinza, ele se torna dramático,

provocando interrupção abrupta destes depósitos a partir de determinado momento.
Assim, as penas recebem depósitos de melanina no início do crescimento até que o duplo fator pastel provoque sua interrupção. As extremidades das penas são melanizadas e escuras até este ponto.

A partir daí, como conseqüência da frenagem dos depósitos, e com as penas continuando seu crescimento, se inicia a formação da banda despigmentada mais clara, de cor cinza aperolada.

Este efeito é muito visível na cauda e nas asas.Nas penas coberteiras e do dorso criam um aspecto de aperolamento específico desta mutação.
Desta forma, apenas as regiões das penas que são pigmentadas na fase inicial do crescimento apresentam depósito intenso de melanina.

As demais partes das penas, crescidas posteriormente, se apresentarão bem mais claras. O efeito é tanto maior quanto maior a quantidade de melanina presente.
Somente os canários com forte quantidade de eumelanina vão gerar bons Asas Cinzas, isto é, os Negro Marrons Oxidados (verdes, azuis e cobres). Os machos apresentam melhores resultados do que as fêmeas pela maior quantidade de melaninas e menor presença de feomelanina, prejudicial a cor.


O PROCESSO GENÉTICO
Durante a meiose há formação de duplo fator pastel, resultante da ruptura do segmento que contém o gene pastel, e ligação deste com outro cromossoma.

Pela descrição da primeira observação da mutação, uma fêmea, resultado do acasalamento de um macho Negro Marrom Oxidado, portador de Isabelino e Pastel, com uma fêmea Isabelina Pastel, podemos montar a seguinte seqüência genética:

1a Geração: Acasalamento,

Macho Negro Marrom Oxidado X Fêmea Isabelina Pastel
XNOP X n oa p XNOP ----------- x -------------- macho -------------

XNOP Y X n oa p
2º Geração: Acasalamento,

Macho Negro Marrom Oxidado, portando Pastel e Isabelino X

Fêmea Isabelina Pastel
XNOP X n oa p XNOP

----------- x ------------- fêmea ----------

X n oa p Y Y
e, por efeito de “crossing over”, deslocamento dos genes P e p :

XNO p

filhote macho -------------- (N.M. Oxidado Pastel, port. Isabelino)

X n oa p

XNOpp

filhote fêmea -------------- (N. M. Oxidado Asas Cinza)

Y

XNOp

filhote macho ------------ (N. M. Oxidado pastel port. Asas Cinza)

X n oa pp


3a Geração: Acasalamento entre filhotes do casal inicial , machos portadores de Asas Cinza e fêmeas Asas Cinza, gerando filhotes machos Asas Cinza.
XNOp XNOpp XNOpp

------------- X ------------ ------------- (macho asas cinza)

X n oa pp Y X n oa pp

A hipótese levantada do acoplamento de dois gens inicialmente situados no cromossoma sexual tem respaldo em outras experimentações genéticas. Por exemplo, nas moscas Drosófilas, na mutação conhecida como “olho bar”, em que tal fenômeno se repete.
Podemos então afirmar que a cor Asas Cinza é uma mutação, é sexo ligada, recessiva e derivada do fator pastel.

A hipótese de maior aceitação é a de formação de duplo fator pastel.
A mutação apresenta alguma complexidade adicional ainda não

completamente explicada, como :
-- Penas arrancadas de canários Asas Cinza renascem sem

apresentar bandas claras, assemelhando-se melanicamente

as penas de canário pastel.

-- As barras claras presentes em alguns canários tendem a

desaparecer após a muda no ano seguinte.
-- Da mesma forma como ocorreu o acoplamento, que gerou o

duplo fator pastel, o efeito inverso também pode ocorrer

durante a meiose, desfazendo-se o duplo fator. Assim, é comum

nascerem filhotes pasteis do acasalamento de um macho Asas

Cinza com fêmea N.M.Oxidada. Da mesma forma, pode ocorrer

o nascimento de filhotes pasteis de um casal de canários Asas

Cinza.

-- Há reconhecida dificuldade em se fixar linhagens que apresentem

razoáveis padrões de qualidade.

Criadores experientes confirmam as significativas variações de

fenótipo em filhotes do mesmo casal e até entre irmãos da

mesma ninhada.
Vários autores comentam o processo de melanização do Asas Cinza, chegando a detalhes que incluem fotos tiradas em microscópio mostrando detalhes dos efeitos do fator sobre melanócitos e dendritos (Frans Kop - referência bibliográfica anexa).
Annie Filleul (referência bibliográfica anexa) sugere a ocorrência não de apenas um, mas de vários genes modificadores, livres, que se somariam a ocorrência do duplo fator pastel e também influenciariam a melanização do Asas Cinza. Isto explicaria as grandes variações de fenótipos resultantes de filhotes do mesmo casal, e as dificuldades em se fixar linhagem.
O detalhamento da ocorrência genética do duplo fator pastel é também muito bem explicado por José Luiz de Castro e Silva (referência bibliográfica anexa).


DOMINÂNCIA DO FATOR

O fator Asas Cinza forma uma série alelomórfica (sequência de mutações ocorrida num mesmo gene) com o fator original Negro Marrom Oxidado. A dominância entre eles é mostrada abaixo:
N.M.O.  N.M.O.Pastel  ASAS CINZA

I I

Dominância Total Dominância Intermediária ou Parcial

A dominância intermediária ou parcial entre os fatores N.M.O.Pastel e ASAS CINZA também pode explicar a importante variação nos fenótipos de filhotes nascidos do mesmo casal.


AVALIAÇÃO E JULGAMENTO
Como todo canário melânico, o Asas Cinza é julgado conforme abaixo:
TEÓRICO PRÁTICO
VARIEDADE (cor de fundo) 15 14

CATEGORIA (repartição do lipocromo) 10 9

TIPO (natureza e grau de pigmentação

das melaninas) 30 29

------- -------

TOTAL COR 55 52
PLUMAGEM 15 14

FORMA + TAMANHO 15 14

ELEGÂNCIA 10 9

APRESENTAÇÃO 5 5

----- -----

TOTAL 100 94

AVALIAÇÃO DO TIPO DO ASAS CINZA
Quanto ao tipo, o Manual de Julgamento de Canários de Cor da OBJO define os critérios de avaliação como a seguir:
- Os pássaros mais valorizados serão os que apresentarem bandas cinza pérola nas asas e cauda bem largas e definidas. Estas bandas deverão ocupar praticamente as rêmiges e retrizes, com exceção das extremidades, que deverão conter pequena faixa de melanina de cor cinza chumbo. No restante da plumagem, o pássaro deverá mostrar o efeito da dupla diluição, isto é, as penas deverão ter as extremidades melanizadas e o centro claro. Especialmente, o dorso deverá

apresentar desenho escamado, de cor cinza aperolado.


Excesso de despigmentação, mesmo que cinza aperolado, deverá ser penalizado.
A ausência de banda despigmentada nas rêmiges e/ou retrizes

será motivo para desclassificação do pássaro.
A presença de feomelanina é indesejável. Quanto mais presente, maior a penalização.
O Manual define os seguintes parâmetros para o julgamento:

ÓTIMO

Asas e cauda apresentando as bandas típicas da despigmentação Asas Cinza bem nítidas e largas. Desenho afetado pelo fator de dupla diluição, mostrando-se em forma de escamas aperoladas no dorso. Ausência de marrom na plumagem.

Bico, pés e unhas fortemente oxidados.
Total de pontos------------29

BOM

Asas e cauda apresentando as bandas típicas da despigmentação Asas Cinza. Desenho afetado pelo fator de dupla diluição, mostrando-se em forma de escamas aperoladas no dorso, porém com ligeira presença de marrom no manto.

Bico, pés e unhas oxidados.
Total de pontos------------27 a 28

REGULAR

Asas e cauda apresentando as bandas da despigmentação Asas Cinza, nítidas, porém com largura menor que a ideal.

Desenho dorsal se assemelhando ao do Negro Marrom Oxidado Pastel, ou dorso totalmente despigmentado, apesar de aperolado.

Presença de marrom no manto.
Total de pontos------------24 a 26

FRACO

Asas e cauda apresentando banda de despigmentação reduzida e pouco nítida. Desenho dorsal semelhante ao do Negro Marrom Oxidado Pastel e com presença importante de marrom.
Total de pontos------------18 a 23


AVALIAÇÃO -- PRINCIPAIS DEFEITOS
-- Bandas das asas despigmentadas e cauda escura sem a banda cinza aperolada.

-- Asas e/ou cauda com bandas claras, mas dorso apresentando desenho tendendo ao pastel, sem aperolamento.

-- Despigmentação excessiva no dorso, apesar de mostrar aperolamento.

-- Asas e/ou cauda com algumas penas semelhantes ao canário pastel, sem apresentar as bandas mais claras.

-- Asas e cauda com bandas claras, mas dorso com gotas de melanina irregulares, algum vestígio de desenho pastel e excesso de feomelanina.


AVALIAÇÃO – DEFEITOS DESCLASSIFICATÓRIOS
-- Ausência de bandas claras na cauda e/ou asas.

-- Dorso com forte tendência ao desenho pastel.


CUIDADOS NA CRIAÇÃO – ACASALAMENTOS
Os acasalamentos seguem as receitas clássicas das demais cores, como por exemplo:


ACASALAMENTO COM MACHO ASAS CINZA:


Macho Asas Cinza X Fêmea Asas Cinza

Filhotes: - Macho Asas Cinza

- Fêmea Asas Cinza


Macho Asas Cinza X Fêmea Pastel

Filhotes: - Macho Pastel / Asas Cinzaà Tipo Intermediário

- Fêmea Asas Cinza

Macho Asas Cinza X Fêmea Normal

Filhotes: - Macho Normal / Asas Cinza

- Fêmea Asas Cinza

ACASALAMENTO COM MACHO PASTEL / ASAS CINZA


Macho Pastel / Asas Cinza X Fêmea Asas Cinza

Filhotes: - Macho Pastel / Asas Cinzaà Tipo Intermediário

- Macho Asas Cinza

- Fêmea Pastel

- Fêmea Asas Cinza


Macho Pastel / Asas Cinza X Fêmeas Pastel

Filhotes: - Macho Pastel

- Macho Pastel / Asas Cinzaà Tipo Intermediário

- Fêmea Pastel

- Fêmea Asas Cinza

Macho Pastel / Asas Cinza X Fêmeas Normal

Filhotes: - Macho Normal / Pastel

- Macho Normal / Asas Cinza

- Fêmea Pastel

- Fêmea Asas Cinza

Como na montagem de qualquer casal de canários, as características dos pais devem ser analisadas para a geração de filhotes de boa qualidade. No caso do Asas Cinza é ainda mais importante, devido às dificuldades inerentes a fixação de linhagem nesta cor.


Algumas considerações:
-- Os casais de Machos Puros com Fêmeas Puras, mesmo que bem marcados, tenderão a gerar filhotes com diluição maior que a dos pais. Dependendo do grau de diluição do casal, os filhotes poderão passar do ponto ideal para concurso. Este efeito é muito sentido no desenho escamado, que neste caso poderá apresentar excesso de diluição, apesar de se intensificar o efeito aperolado.
Acasalamento de macho Asas Cinza muito diluído com fêmea Asas Cinza também diluída com certeza vai conduzir a filhotes muito diluídos, passados do ponto ideal. A tendência será a de acentuar a diluição, reduzindo as marcações de cauda, asas e no aperolado do dorso. Esta situação deverá ser evitada.
A observação do tom de diluição da sub plumagem é um elemento de análise importante na formação dos casais. O equilíbrio entre os tons da fêmea e do macho deve ser tentado para se obter bons canários Asas Cinza. Por exemplo, tons muito escuros na sub plumagem do macho e também da fêmea vão conduzir a filhotes tendendo mais ao pastel do que ao Asas Cinza.
Não esquecer que esta observação não terá validade quando os canários machos portarem canela. Neste caso a sub plumagem será negra, perdendo-se desta forma a possibilidade desta avaliação.

CONCLUSÃO

A mutação Asas Cinza não é uma cor fácil de criar.
A dificuldade de se manter um padrão relativamente uniforme na criação e a grande variação do fenótipo da prole, são dificuldades inerentes ao Asas Cinza.
Fixar uma linhagem nesta cor não é tarefa para iniciantes.
As quantidades apresentadas para concurso nos Clubes e no Campeonato Brasileiro não são significativas.
A qualidade dos pássaros apresentados não tem evoluído na mesma proporção das demais cores.
O desafio é grande e justificável pela beleza dos pássaros obtidos quando se é bem sucedido.
BIBLIOGRAFIA

-- Manual de Julgamentos – Canários de Cor – OBJO - FOB

-- Como Criar Canários - Frans Kop – FOB

-- Os Canários de Cor – Genética Aplicada ‘as Mutações -

José Luiz de Castro e Silva - FOB

-- Lê Canari – Préci de Canariculture – Maurice Pomaréde –

Lês Éditions du Point Véterinaire

-- Criação de Canários – A Genética da Cores – Eliane e Gilberto

Seixas

-- Manuel Technique Dês Canaris Couleurs – Annie FILLEUL –

l’ Imprimerie du Correzien

-- Técnicas de Acasalamento dos Canários de Cor – Eliane e

Gilberto Seixas

-- Arquivo de fotos – Carlito Lemo carlito@copygraph.com.br


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