Manual de Primeiros Socorros 2003 Ministério da Saúde



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acatadas e recomendadas internacionalmente pela Liga de Sociedade da
Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, conforme estabelecido no Curso
de Formação de Monitores de Primeiros Socorros, na Cruz Vermelha
Brasileira, Caderno nº 2, capítulo 10, 1973.
O transporte de acidentados ou de vítimas de mal súbito requer de
quem for socorrer o máximo cuidado e correção de desempenho, com o
objetivo de não lhes complicar o estado de saúde com o agravamento das
lesões existentes.
Antes de iniciar qualquer atividade de remoção e transporte de
acidentados, assegurar-se da manutenção da respiração e dos batimentos
cardíacos; hemorragias deverão ser controladas e todas as lesões traumato-
ortopédicas deverão ser imobilizadas. O estado de choque deve ser
prevenido. O acidentado de fratura da coluna cervical só pode ser
transportado, sem orientação médica ou de pessoal especializado, nos
casos de extrema urgência ou iminência de perigo para o acidentado e
para quem estiver socorrendo-o.
Enquanto se prepara o transporte de um acidentado, acalmá-lo,
principalmente demonstrando tranqüilidade, com o controle da situação.
É necessário estar sereno para que o acidentado possa controlar suas
próprias sensações de temor ou pânico. É recomendável o transporte de
pessoas nos seguintes casos:

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· Vítima inconsciente.
· Estado de choque instalado.
· Grande queimado.
· Hemorragia abundante. Choque.
· Envenenado, mesmo consciente.
· Picado por animal peçonhento.
· Acidentado com fratura de membros inferiores, bacia ou coluna
vertebral.
· Acidentados com luxação ou entorse nas articulações dos membros
inferiores.
O uso de uma, duas, três ou mais pessoas para o transporte de um
acidentado depende totalmente das circunstâncias de local, tipo de acidente,
voluntários disponíveis e gravidade da lesão. Os métodos que empregam
um a duas pessoas socorrendo são ideais para transportar um acidentado
que esteja inconsciente devido a afogamento, asfixia e envenenamento.
Este método, porém, não é recomendável para o transporte de um ferido
com suspeita de fratura ou outras lesões mais graves. Para estes casos,
sempre que possível, deve-se usar três ou mais pessoas.
Para o transporte de acidentados em veículos, alguns cuidados
devem ser observados. O corpo e a cabeça do acidentado deverão estar
seguros, firmes, em local acolchoado ou forrado. O condutor do veículo
deverá ser orientado para evitar freadas bruscas e manobras que
provoquem balanços exagerados. Qualquer excesso de velocidade deverá
ser evitado, especialmente por causa do nervosismo ou pressa em salvar o
acidentado. O excesso de velocidade, ao contrário, poderá fazer novas
vítimas. Se for possível, deve ser usado o cinto de segurança.
Antes de remover um acidentado, os seguintes
procedimentos devem ter sido observados:
·Restauração ou manutenção das funções respiratória e
circulatória
·Verificação de existência e gravidade de lesões
·Controle de hemorragia
·Prevenção e controle de estado de choque
·Imobilização dos pontos de fratura, luxação ou entorse.
Para o transporte, cuidar para que se use veículo grande e
espaçoso, a ser dirigido por motorista habilitado. Além
disto:
·Acompanhar e assistir o acidentado durante o transporte,
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  Capítulo I Geral

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Manual
 
de Primeiros
 Socorros
verificando e mantendo as funções respiratória e
circulatória, monitorizando o estado de consciência e
pulso, sempre que for necessário, solicitado ou na
ausência de pessoal de saúde especializado para realizar
estas ações.
·Orientar o motorista para evitar freadas súbitas e
manobras que provoquem balanços.
·Assegurar o conforto e segurança do acidentado dentro
do veículo transportador.
·Sempre que possível anotar e registrar, de preferência
em papel, todos os sinais e sintomas observados e a
assistência que foi prestada. Estas informações devem
acompanhar o acidentado, mesmo na ausência de quem o
socorreu, e podem vir a ser de grande utilidade no
atendimento posterior.
Métodos de Transporte - uma pessoa só socorrendo
Transporte de Apoio
Passa-se o braço do acidentado por trás da sua nuca, segurando-a
com um de seus braços, passando seu outro braço por trás das costas do
acidentado, em diagonal (Figura 9).
Figura 9 - Transporte de apoio
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Este tipo de transporte é usado para as vítimas de vertigem, de
desmaio, com ferimentos leves ou pequenas perturbações que não os
tornem inconscientes e que lhes permitam caminhar.
Transporte ao Colo
Uma pessoa sozinha pode levantar e transportar um acidentado,
colocando um braço debaixo dos joelhos do acidentado e o outro, bem
firme, em torno de suas costas, inclinando o corpo um pouco para trás
(Figura 36). O acidentado consciente pode melhor se fixar, passando um
de seus braços pelo pescoço da pessoa que o está socorrendo. Caso se
encontre inconsciente, ficará com a cabeça estendida para trás, o que é
muito bom, pois melhora bastante a sua ventilação.
Figura 10 - Transporte ao colo
Usa-se este tipo de transporte em casos de envenenamento ou picada
por animal peçonhento, estando o acidentado consciente, ou em casos
de fratura, exceto da coluna vertebral.
Transporte nas Costas
Uma só pessoa socorrendo também pode carregar o acidentado
nas costas. Esta põe os braços sobre os ombros da pessoa que está
socorrendo por trás, ficando suas axilas sobre os ombros deste (Figura
37). A pessoa que está socorrendo busca os braços do acidentado e segura-
os, carregando o acidentado arqueado, como se ela fosse um grande
saco em suas costas.
O transporte nas costas é usado para remoção de pessoas
envenenadas ou com entorses e luxações dos membros inferiores,
previamente imobilizados.
  Capítulo I Geral

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Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Figura 11 - Transporte nas costas
Transporte de Bombeiro
Primeiro coloca-se o acidentado em decúbito ventral. Em seguida,
ajoelha-se com um só joelho e, com as mãos passando sob as axilas do
acidentado, o levanta, ficando agora de pé, de frente para ele.
A pessoa que está prestando os primeiros socorros coloca uma de
suas mãos na cintura do acidentado e com a outra toma o punho,
colocando o braço dela em torno de seu pescoço. Abaixa-se, então, para
frente, deixando que o corpo do acidentado caia sobre os seus ombros.
A mão que segurava a cintura do acidentado passa agora por entre
as coxas, na altura da dobra do joelho, e segura um dos punhos do
acidentado, ficando com a outra mão livre. Conforme a seqüência de
procedimentos mostrados na Figura 12.
Figura 12 - Transporte de Bombeiro
Este transporte pode ser aplicado em casos que não envolvam
fraturas e lesões graves.  É um meio de transporte eficaz e muito útil, se
puder ser realizado por uma pessoa ágil e fisicamente capaz.

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  Capítulo I Geral
Transporte de Arrasto em Lençol
Seguram-se as pontas de uma das extremidades do lençol, cobertor
ou lona, onde se encontra apoiada a cabeça do acidentado, suspende-se
um pouco e arrasta-se a pessoa para o local desejado (Figura 13).
Figura 13 - Transporte de arrasto
Manobra de Retirada de Acidentado, com Suspeita de Fratura
de Coluna, de um Veículo.
A pessoa que for prestar os primeiros socorros, colocando-se por
trás passa as mãos sob as axilas do acidentado, segura um de seus braços
de encontro ao seu tórax, e a arrasta para fora do veículo, apoiando suas
costas nas coxas, como pode ser visto na seqüência de procedimentos
mostrados na Figura 14 a seguir.
Esta manobra deve ser feita apenas em situações de extrema
urgência.
 Figura 14 - Manobra de retirada de acidentado

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Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Métodos de Transporte Feito por Duas Pessoas
Transporte de Apoio
Passa-se o braço do acidentado por trás da nuca das duas pessoas
que estão socorrendo, segurando-a com um dos braços, passando o outro
braço por trás das costas do acidentado, em diagonal (Figura 15).
Este tipo de transporte é usado para pessoas obesas, na qual uma
única pessoa não consiga socorrê-lo e removê-lo. Geralmente são de
vertigem, de desmaio, com ferimentos leves ou pequenas perturbações
que não os tornem inconscientes.
Figura 15 - Transporte de apoio
Transporte de Cadeirinha (Figura 16)
a) As duas pessoas se ajoelham, cada uma de um lado da vítima.
Cada uma passa um braço sob as costas e outro sob as coxas da vítima.
Então, cada um segura com uma das mãos o punho e, com a outra, o
ombro do companheiro. As duas pessoas erguem-se lentamente, com a
vítima sentada na cadeira improvisada.
b) Cada uma das pessoas que estão prestando os primeiros socorros
segura um dos seus braços e um dos braços do outro, formando-se um
assento onde a pessoa acidentada se apóia, abraçando ainda o pescoço e
os ombros das pessoas que a está socorrendo.

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  Capítulo I Geral
Figura 16 - Transporte de Cadeirinha
Transporte pelas Extremidades
Uma das pessoas que estão prestando os primeiros socorros segura
com os braços o tronco da vítima, passando-os por baixo das axilas da
mesma. A outra, de costas para o primeiro, segura as pernas da vítima
com seus braços (Figura 17).
Figura 17 - Transporte pelas extremidades

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Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Transporte ao Colo
A vítima é abraçada e levantada, de lado, até a altura do tórax das
pessoas que a estão socorrendo.
O acidentado pode ser um fraturado ou luxado de ombro superior
ou inferior, e o membro afetado deve sempre ficar para o lado do corpo
das pessoas que estão socorrendo, a fim de melhor protegê-lo (tendo
sido antes imobilizado), conforme mostrado na Figura 18.
Figura 18 - Transporte ao colo
Transporte de Cadeira
Quando a vítima está numa cadeira, pode-se transportar esta com a
vítima, da seguinte maneira: uma pessoa segura a parte da frente da
cadeira, onde os pés se juntam ao assento. O outro segura lateralmente os
espaldares da cadeira pelo meio. A cadeira fica inclinada para trás, pois a
pessoa da frente coloca a borda do assento mais alto que a de trás (Figura
19).
A atenção durante a remoção é muito importante para que a vítima
não caia.
Figura 19 - Transporte de cadeira

61
  Capítulo I Geral
Transporte de Maca
A maca é o melhor meio de transporte. Pode-se fazer uma boa maca
abotoando-se duas camisas ou um paletó em duas varas ou bastões, ou
enrolando um cobertor dobrado em três, envolta de tubos de ferro ou
bastões (Figura 51). Pode-se ainda usar uma tábua larga e rígida ou mesmo
uma porta.
Nos casos de fratura de coluna vertebral, deve-se tomar o cuidado
de acolchoar as curvaturas da coluna para que o próprio peso não lese a
medula.
Se a vítima estiver de bruços (decúbito ventral), e apresentar vias
aéreas permeáveis e sinais vitais presentes, deve ser transportada nesta
posição, com todo cuidado, pois colocá-la em outra posição pode agravar
uma lesão na coluna.
Figura 20- Transporte de maca
Métodos de Transportes Feito  por Três ou Mais Pessoas
Transporte ao Colo
Havendo três pessoas, por exemplo, eles se colocam enfileirados ao
lado da vítima, que deve estar de abdômen para cima. Abaixam-se apoiados
num dos joelhos e com seus braços a levantam até a altura do outro
joelho.
Em seguida, erguem-se todos ao mesmo tempo, trazendo a vítima
de lado ao encontro de seus troncos, e a conduzem para o local desejado.
Veja o passo a passo na Figura 47

62
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Figura 47 - Transporte ao colo

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  Capítulo I Geral
Transporte de Lençol pelas Pontas
Com quatro pessoas, cada um segura uma das pontas do lençol,
cobertor ou lona, formando uma espécie de rede onde é colocada e
transportada a vítima (Figura 22). Este transporte não serve para lesões
de coluna. Nestes casos a vítima deve ser transportada em superfície rígida.
Figura 22- Transporte pelas pontas
Transporte de Lençol pelas Bordas
Coloca-se a vítima no meio do lençol enrolam-se as bordas laterais
deste, bem enroladas. Estes lados enrolados permitem segurar firmemente
o lençol e levantá-lo com a vítima. Em geral, duas pessoas de cada lado
podem fazer o serviço, mais três é melhor (Figura 23).
Para colocar a vítima sobre o cobertor, é preciso enfiar este debaixo
do corpo dela. Para isto, dobram-se várias vezes uma das bordas laterais
do lençol, de modo que ela possa funcionar como cunha. Enfia-se esta
cunha devagar para baixo da vítima. Depois disso é que se enrolam as
bordas laterais para levantar e carregar a vítima. Este transporte também
não é recomendado para os casos de lesão na coluna. Nestes casos a
vítima deve ser transportada em superfície rígida.

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Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Figura 23- Transporte pelas bordas
Remoção de vítima com suspeita de fratura de coluna
(consciente ou não)
A remoção de uma vítima com suspeita de fratura de coluna ou de
bacia e/ou acidentado em estado grave, com urgência de um local onde a
maca não consegue chegar, deverá ser efetuada como se seu corpo fosse
uma peça rígida, levantando, simultaneamente, todos os segmentos do
seu corpo, deslocando o acidentado até a maca (Figura 24).
Figura 24- Remoção de vítima

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  Capítulo I Geral
A falta dos cuidados anteriormente descritos pode agravar
as lesões ocorridas nos acidentes.
Devido às circunstâncias em que muitas emergências
ocorrem, é importante que estejamos capacitados a tomar
decisões corretas e saiba  improvisar os materiais
necessários à sua ação, a partir dos recursos disponíveis
no local da ocorrência.
Esta capacidade requer bom senso, criatividade e espírito
prático, que constituem elementos fundamentais para
formação de quem for socorrer a vítima.
Assim, daremos apenas alguns exemplos de improvisação de macas
para o transporte de vítimas:
1.Cabos de vassoura, galhos resistentes de árvores, canos, portas,
tábuas, pranchas, cobertores, paletós, camisas, lençóis, lonas, tiras de
pano, sacos de pano, cordas, barbantes, cipós e uma série de materiais
são adequados e de utilidade para se improvisar uma maca.
Varas, cabos de vassoura, canos ou galhos podem ser introduzidos
em dois paletós, casacos, gandula. As mangas deverão ser viradas do
avesso e passadas por dentro do casaco ou gandula, e estes abotoados
para que fiquem firmes.
2. Cipó, corda, barbante ou arame de tamanho adequado podem
ser trançados entre dois bastões rígidos dos exemplos já sugeridos, para
formar uma espécie de rede flexível e esticada.
3. Manta, cobertor, lençol, toalha ou lona podem ser dobrados sobre
dois bastões rígidos (conforme sugerido) da maneira com está indicada
na Figura 25.
4. Os mesmos materiais do exemplo anterior poderão ainda servir
de maca, mesmo que não seja possível encontrar bastões rígidos (conforme
sugerido). Deve-se agir como indicado na Figura 25.
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Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Figura 25- Improvisação de macas

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Hemorragias
Definição
É a perda de sangue através de ferimentos, pelas cavidades naturais
como nariz, boca, etc; ela pode ser também, interna, resultante de um
traumatismo.
As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e
venosas, e, para fins de primeiros socorros, em internas e externas.
Hemorragias Arteriais: É aquela hemorragia em que o sangue sai em
jato pulsátil e se apresenta com coloração vermelho vivo.
Hemorragias Venosas: É aquela hemorragia em que o sangue é mais
escuro e sai continuamente e lentamente, escorrendo pela ferida.
Hemorragia Externa: É aquela na qual o sangue é eliminado para o
exterior do organismo, como acontece em qualquer ferimento externo,
ou quando se processa nos órgãos internos que se comunicam com o
exterior, como o tubo digestivo, ou os pulmões ou as vias urinárias.
Hemorragia Interna: É aquela na qual o sangue extravasa em uma
cavidade pré-formada do organismo, como o peritoneu, pleura, pericárdio,
meninges, cavidade craniana e câmara do olho.
Conseqüências das Hemorragias
· Hemorragias graves não tratadas ocasionam o desenvolvimento
do estado de choque e morte.
· Hemorragias lentas e crônicas (por exemplo, através de uma úlcera)
causam anemia (ou seja, quantidade baixa de glóbulos vermelhos).
Quadro Clínico
Varia com a quantidade perdida de sangue, velocidade do
sangramento, estado prévio de saúde e idade do acidentado.
A. Quantidade de sangue perdido (Quadro IX)
Quanto maior a quantidade perdida, mais graves serão as
hemorragias. Geralmente a perda de sangue não pode ser medida, mas
pode ser estimada através da avaliação do acidentado (sinais de choque
compensado ou descompensado).
  Capítulo I Geral

68
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Quadro VIIII - Quadro clínico apresentado nas hemorragias
B.Velocidade
Quanto mais rápida as hemorragias, menos eficientes são os
mecanismos compensatórios do organismo. Um indivíduo pode suportar
uma perda de um litro de sangue, que ocorre em período de horas, mas
não tolera esta mesma perda se ela ocorrer em minutos. Não pode ser
medida, mas pode ser estimada através de dados clínicos do acidentado.
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