Manual de Primeiros Socorros 2003 Ministério da Saúde



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corpo. Têm hábitos noturnos e constroem teias irregulares em fendas de
barrancos e cascas de árvores. Dentro de casa situam-se, geralmente,
atrás de móveis, rodapés soltos, cantos de parede, sótãos, garagens, pilhas
de tijolos ou telhas. Este acidente, muitas vezes é inicialmente negligenciado
pela ausência de manifestações precoces, mas pode evoluir e produzir
quadros graves. É mais comum em mulheres adultas, com picadas
geralmente na coxa, tronco ou braços.
Sinais e sintomas:
Precoce:
Ausentes ou dor local discreta.
Tardios (>12-24 horas):
Forma cutânea - (87% a 98%) dor local (queimadura) de
intensidade crescente; sinais locais discretos, evoluindo com vesículas e
flictênulas hemorrágicas, que necrosam e ulceram (difícil cicatrização);
hipertermia, náusea, mal estar, cefaléia, exantema pruriginoso morbiliforme
ou petequial.
Foram cutaneovisceral - (hemolítica) 1% a 13%: icterícia,
hemoglobinúria, insuficiência renal aguda, anemia hemolítica (4%) e
trombocitopenia.
Gênero: Phoneutria
Nome Comum: Aranha Armadeira, Aranha da Banan, Aranha dos
Mercados de Frutas
Características:
Tamanho do corpo: 4-5 cm.
Envergadura: 15 cm
Coloração: colorido acinzentado ou marrom, corpo coberto
de pêlos cinzentos e curtos..
Observações:
São responsáveis pela maioria dos acidentes em quase todas as
regiões brasileiras. De hábito noturno, não fazem teia e ao serem molestadas
apóiam-se nas patas traseiras e erguem as dianteiras preparando-se para
atacar. Abrigam-se em roupas, sapatos, madeiras, materiais de construção
acumulados, bananeiras, folhagens e cupunzeiros inativos. Os acidentes
acometem principalmente mãos e pés.
Sinais e sintomas:
  Precoce:
Dor (ardência) intensa com irradiação, associada ou não a
sudorese e a edema e eritema locais, câimbra, mialgias, hiperreflexia e
náusea. Nos casos graves: choque neurogênico com sudorese fria,
Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação

188
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
agitação, salivação, broncorréia, priapismo, taquicardia e arritmias
respiratórias.
Gênero: Latrodectus
Nome Comum: Viúva Negra, Aranha Ampulheta e Flamenguinha
Características:
Tamanho do corpo: 1,5 cm.
Envergadura: 3 cm
Coloração: abdômen globoso, quase esférico, com
manchas vermelhas em fundo negro; mancha vermelha em forma de
ampulheta no ventre.
Observações:
Há poucos casos registrados no país, sendo relatados
especialmente no Nordeste. São de hábito diurno e teia irregular. Encontrada
em casa da zona rural, plantações, praias, arbustos, montes de lenha e
cupinzeiros. As fêmeas são pequenas, de abdômen globular,e picam
quando espremidas contra o corpo. Os machos são muito menores (3
mm) e não causam os acidentes.
Sinais e sintomas:
Precoce:
Dor intensa, irradiada; hiperestesia, eritema e sudorese
locais, contraturas musculares generalizadas, rigidez muscular, mialgia,
convulsões tetânicas, sialorréria, priapismo, bradicardia, hipotensão, febre,
hipertensão liquórica, arritmias e psicoses. Em 5% dos acidentes: eritema
facial, blefaroconjuntivite, queilite e trismo dos masseteres.
Gênero: Lycosa
  Nome Comum: Tarântula, aranha da grama, aranha do campo e
aranha de jardim.
  Características:
Tamanho do corpo: 2-3 cm.
Envergadura: 5 cm
Coloração: ventre negro e dorso do abdômen com desenho
em forma de seta.
  Observações:
São aranhas que não constroem teias. Vivem em gramados,
junto a piscinas e jardins e a materiais empilhados. Não são agressivas,
picando quando se sentem ameaçadas. Os acidentes são, em geral, sem
gravidade.
 Sinais e sintomas:
   Precoce:
Dor local, leve a moderada, edema e eritema locais discretas.
  Tardios (>12-24 horas):
Necrose superficial (< 1% dos casos)

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Gênero: Grammostola
Nome Comum: Caranguejeira
Características:
Tamanho do corpo: 2-7 cm.
Envergadura: até 20 cm
Coloração: cor negra ou castanho clara, corpo densamente
coberto de pêlos.
Observações:
Há numerosas espécies de caranguejeiras no Brasil. Impressionam
muito por haver espécies de dimensões avantajadas. São aranhas muito
pilosas, encontradas em terrenos pedregosos e seus arredores, importantes
pela liberação de pêlos urticantes (nuvem de pêlos). Os sintomas geralmente
são passageiros. O veneno desta aranha apresenta poucos efeitos no
homem, com exceção do gênero Trechoma, que é neurotóxico.
Sinais e sintomas:
  Precoce:
Prurido local intenso; edema e pápulas locais, irritação de
mucosas com tosse, às vezes, intensa.
Primeiros Socorros
A pessoa que for prestar os primeiros socorros precisa saber
identificar o mais rapidamente possível o tipo de picada que a vítima levou
e providenciar imediatamente sua remoção para onde haja pessoal capaz
de aplicar o tratamento por soro.
Para amenizar a dor da vítima, enquanto não ocorre o atendimento
especializado, aplicar bolsa de gelo ou compressa de água gelada. Se for
possível, poderá ser feita a imersão da parte atingida em água fria. Deve-
se acalmar e tranqüilizar a vítima, não demonstrando apreensão com seu
estado, observar atentamente os sinais vitais, estando pronto para prevenir
choque e instituir o suporte básico à vida.
O tratamento depende do diagnóstico acertado e da identificação
do aracnídeo e, por vezes, inclui soroterapia. A notificação dos casos é
indispensável para garantir o fornecimento adequado de soro pelo sistema
de saúde, além de permitir um melhor conhecimento de sua relevância
epidemiológica.
Prevenção
Existem algumas medidas que auxiliam na prevenção de acidentes
com aracnídeos, são elas:
· Manter limpos os ambientes de trabalho, domicílios, quintais,
jardins, sótãos e garagens.
Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação

190
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
· Evitar acúmulo de folhas secas, lixo, materiais de construção e
entulho próximo a locais de trabalho e domicílios.
· Evitar folhagens densas (trepadeiras, plantas ornamentais, arbustos,
bananeiras e outras) junto a paredes e muros das edificações.
· Manter a grama aparada.
· Limpar os terrenos baldios, vizinhos, pelo menos, numa faixa de
um a dois metros junto a edificações.
· Eliminar ou empilhar adequadamente sobras de materiais de
construção, jornais e outros.
· Proteger mãos e pés ao manipular entulhos ou sobras de materiais
e podas de árvores.
· Observar com cuidado sapatos e roupas, sacundindo-os antes do uso.
· Não pôr as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres.
· O uso de calçados e de luvas de couro pode evitar acidentes.
· Evitar a proliferação de insetos, para evitar o aparecimento das
aranhas que deles se alimentam.
· Preservar os predadores naturais (sapo, galinha, pássaros e lagartos).
Cobras
Os acidentes por cobras merecem atenção, visto que são importantes
do ponto de vista da saúde pública, por sua freqüência e potencial
gravidade, sobretudo em países como o Brasil, que apresenta características
geográficas favoráveis à existência de grande número de espécies de co-
bras venenosas. Estima-se que anualmente, atinjam cerca de um milhão
de acidentes com vítimas, com óbito estimado em 30 a 50 mil.
Fonte: Manual para Monitores em Primeiros Socorros - Petrobrás - Serviço de Saúde Ocupacional
Quadro XXIX -  Distribuição geográfica de algumas cobras venenosas
mais comuns
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Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação
É importante possuir noções para identificação do ofídio agressor
(Quadro XXX), caracterizando-o como peçonhento ou não, pois um grande
número de acidentes ofídicos ocorre por serpentes não peçonhentas, tendo
fundamental importância no tratamento e também na autoproteção. A
identificação do gênero é importante nos casos de serpentes peçonhentas,
uma vez que a soroterapia específica é o recurso terapêutico fundamental
para a vítima. A identificação pode ser realizada através de suas
características anatômicas ou dos sintomas apresentados pela vítima, já
que as características das peçonhas se mantêm relativamente constantes
entre os ofídios do mesmo gênero.
* - A diferença entre as corais e as falsas corais é difícil; em geral, nas corais os anéis coloridos(pretos e vermelhos
intercalados com anéis brancos ou amarelados) envolvem toda a circunferência do corpo; nas falsas corais, em geral, os anéis
se interrompem na região ventral. Há na região amazônica algumas corais de cor marrom escura, sem anéis e com manchas
avermelhadas na região ventral.
** - Orifício localizado entre o olho e a narina, com função sensitiva.
Fonte: Ministério da Saúde. Manual de diagnóstico e Tratamento de Acidentes Ofídicos, 2001
Quadro XXX - Principais características das cobras
Principais características das cobras peçonhentas e não peçonhentas 
Anatomia 
Bothrops, Lachesis 
e,Crotalus 
Micrurus* 
Não 
peçonhentas 
Cabeça 
Triangular Arredondada 
Arredondada 
Pupilas 
Em fenda 
Redondas 
Redondas ou 
em fendas 
Fosseta 
Loreal** 
Presente Ausente 
Ausente 
Presas 
inoculadoras 
Grandes, móveis, 
anteriores, inseridas 
no maxilar superior, 
ocas como agulhas 
de injeção. Deixa 
marca de 2 presas no 
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Pequenas, 
fixas, inseridas 
mais no 
interior da 
boca, sulcadas. 
Ausentes ou 
pequenas, 
inseridas bem 
posteriormente 
na boca. 
Cauda 
Curta e com 
afilamento súbito; 
lisa: Bothrops 
Escamas eriçadas: 
Lachesis 
Em chocalho: 
Crotalus 
Lisa e com 
afilamento em 
geral 
progressivo 
Lisa e com 
afilamento em 
geral 
progressivo 
 

192
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
A Figura 49 serve para distinguir as características externas das
mordidas de serpentes venenosas e não venenosas.
Figura 49 - Características externas das mordidas de serpentes
venenosas e não venenosas
As serpentes venenosas são mais freqüentes nas áreas cultivadas,
principalmente em plantações, campos e pastos. Elas têm hábitos noturnos,
ficando em esconderijos durante o dia, como tocas de tatus, tocos de
árvores, covas de raízes e montes de lenha. Em geral, fogem dos lugares
que recebem sol diretamente, a não ser nas primeiras horas da manhã e
nas últimas horas da tarde. A cascavel escolhe lugares mais secos ou
pedregosos e as Bothrops, os mais úmidos. As corais preferem abrigo
subterrâneo. As enchentes dos rios fazem com que as serpentes, nessas
ocasiões, procurem lugares mais elevados, aumentando sua concentração.
Os acidentes causados por serpentes ocorrem principalmente nos
meses quentes de novembro a abril, sendo em número muito reduzido de
maio a outubro. Quanto à hora do acidente, praticamente fica condicionada
apenas às circunstâncias, já que a estatística os demonstra em todos os
horários. As emas, seriemas, corujas e gaviões são inimigos naturais das
serpentes, Preservar a vida dessas aves e os locais onde habitam representa
grande proteção ao homem e ao equilíbrio ecológico.
No Brasil o maior número de acidentes são provocados por serpentes
venenosas do gênero Bothrops (90,8%), seguindo-se por Crotalus (8,4%)
e corais venenosas (0,8%). De modo geral, gravidade e letalidade são maiores
para os acidentes por ofídios do gênero Crotalus, seguindo-se a ele os

193
acidentes pelos gêneros Lachesis, Micrurus e Bothrops.
Entre as serpentes não venenosas foram constatadas 32 espécies
causadoras de acidentes sem gravidade; as mais freqüentes pertenciam
aos gêneros Helicops (7,2%), Philodrias (3,9%), Thamnodynastes (33%) e
corais não venenosas (1,4%).
As serpentes venenosas em geral não se movimentam muito nem
se locomovem rapidamente; as não venenosas são mais rápidas, fugindo
ou perseguindo com ligeireza. Atacam quando alguém delas se aproxima
ou quando são tocadas ou pisadas. Mesmo depois de se alimentarem ou
de picarem, ainda conservam veneno suficiente para outra agressão. Não
são conhecidos produtos químicos ou agentes vegetais que repilam as
serpentes.
As partes do corpo mais freqüentemente atingidas são as pernas,
seguidas dos braços, mais da metade dos acidentes acontecendo em áreas
abaixo dos joelhos. O acidente nas mãos e antebraço ocorre, geralmente,
no momento em que o indivíduo manipula o animal em atividades labora-
torial ou em trabalho de campo. Não só as cobras venenosas são perigosas
para o homem. As cobras não venenosas gigantes, com a sucuri e a jibóia,
que chegam a medir até trinta metros de comprimento, podem matar um
animal do porte de uma vaca, enrodilhando-se em torno do corpo de
animal e esmagando-o com sua força.
Vale ressaltar ainda que as venenosas, quando perseguidas, se
preparam para dar o bote, enrodilhando-se; possuem movimentos
vagarosos e cauda curta, que se afina bruscamente. As cobras não
venenosas possuem movimentos rápidos, fogem quando perseguidas e a
cauda é longa e se afina gradativamente.
A cobra venenosa ataca dando o "bote" podendo distender até 50%
do seu comprimento. Ela mira e escolhe o alvo através da associação de
estímulos visuais e térmicos que ela é capaz de captar.
A picada tem dois orifícios como marca, e o tipo de perigo da picada
depende de fatores, como o tipo de bote que foi dado, a maneira como as
presas se prendem no local e das condições de alimentação do ofídio: se a
alimentação anterior foi recente, o teor de veneno na glândula é menor.
A jararaca é de cor amarelada, cinza ou verde-escura, desenhos
escuros e lateralmente, triangulares. Mede de 1 a 1,5 m. É relativamente
fina e habita preferencialmente os campos e os lugares mais ou menos
planos.
A urutu é de cor castanho-escura, com desenhos escuros,
contornados de branco, que têm a forma de ferrara, com abertura voltada
para o lado do ventre. Habita de preferência margem dos rios e córregos.
A cascavel é de cor pardo-escura, tendo no dorso uma série de
losangos, que se alternam com outros laterais. É, em geral, muito lerda e,
quando fustigada, ataca. Na cauda encontra-se um chocalho ou guizo
Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação

194
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
formado de anéis. Uma picada de cascavel é considerada uma emergência
médica. Vive nos campos e nas regiões secas.
A surucucu é uma cobra muito agressiva, que habita matas e
florestas. No dorso notam-se desenhos rombóides escuros, que se
destacam num fundo róseo.
As cobras do tipo coral verdadeira são pouco agressivas, finas, em
geral pequenas, vistosas, ornadas de anéis de cor vermelho-coral, preta e
amarela, os quais se alternam diversamente, conforme as espécies. Convém
não confundí-las com as "falsas corais", que são mansas, inofensivas e não
tentam picar. A coral verdadeira apresenta algumas características de co-
bras não venenosas que podem dificultar sua identificação.
Sintomas
O Quadro XXXI apresenta os sintomas gerais dos acidentes por ofídios
venenosos.
Quadro XXXI- Sintomas gerais
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