Manual de Primeiros Socorros 2003 Ministério da Saúde



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tropicais. São bastante agressivas, mas não colocam em perigo a vida
humana.
Devido à dificuldade em coletar quantidades adequadas de veneno,
pouco se conhece sobre o mecanismo de ação, sugerindo-se atividade
exclusivamente local, mas na maioria das vezes o quadro clínico é benigno,
causando apenas envenenamento local sem maiores conseqüências,
caracterizado por dor local imediata em queimação, de intensidade variável,
que pode permanecer por várias horas, acompanhada ou não de prurido,
hiperemia, edema e com evolução para necrose superficial.
Sintomas
Eventualmente podem estar presentes sintomas tais como cefaléia,
vômitos, ansiedade, agitação, angústia, pulso irregular, tonturas, paresia
ou dormência da região afetada, linfadenite, linfangite e alterações
cardíacas passageiras.
Lagartas Venenosas
A ordem Lepidóptera possui mais de cem mil espécies de insetos
distribuídos pelo planeta. A maioria desses animais pode ser encontrada
em árvores e arbustos, alimentando-se de suas folhas. São conhecidos na
forma adulta como borboletas ou mariposas. As formas adultas raramente
causam problemas ao homem.
Quase todos os acidentes com lepidópteros decorre de contato com
as formas larvais do inseto (lagartas, taturana ou tatarana, sauí, lagarta-
de-fogo, chapéu-armado, taturana-gatinho e taturana-de-flanela). Os surtos
epidêmicos de dermatite são resultantes do contato da pele com lagartas

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urticantes, quando há contato entre a pele e os feixes de espinhos
venenosos. São acidentes comuns no Brasil, e ocorrem com maior
freqúência nos meses quentes.
A ação do veneno é pouco conhecida. O quadro clínico apresenta
manifestações que dependem da intensidade e extensão do contato. As
três principais manifestações clínicas são as seguintes: dermatológicas,
hemorrágicas e osteoarticulares.
No momento do acidente a vítima sente uma sensação intensa de
queimação e dor no local, de leve a muito intensa, podendo ocorrer
irradiação da dor para as axilas e regiões inguinais. Acompanha eritema,
edema, lesões papulares e prurido. As flictenas e as vesículas podem formar-
se 24 horas após o acidente com necrose superficial e hiperpigmentação.
Mal-estar, sensação febril, náuseas, vômitos, diarréia, lipotimia e outros
sintomas podem aparecer. Geralmente o quadro regride em 2 a 3 dias,
sem complicações ou seqüelas.
As manifestações hemorrágicas são causadas principalmente pelas
lagartas taturana ou tatarana. Estas quando em contato com a pele humana
produzem queimaduras. Entre 2 e 72 horas após o acidente aparecem
hematomas, equimoses, hematúria, gengivorragia, cefaléia e palidez.
Acredita-se que o veneno tenha ação fibrinolítica e ação semelhante à
coagulação intravascular disseminada. Ocorre o consumo de fatores de
coagulação e a seguir aparece, como complicação dos fenômenos
hemorrágicos, a insuficiência renal aguda, que pode ocorrer em até 5%
dos casos, em pacientes acima de 45 anos e com sangramento intenso.
As manifestações osteoarticulares, as periartrites, normalmente
falangeanas, ocorrem principalmente nos seringueiros da região Amazônica
que entram em contato com as lagartas comumente chamadas de
pararama. Pararamose, assim como é chamada popularmente, é a doença
considerada profissional, de natureza inflamatória, causada pelo contato
acidental com as cerdas destas lagartas. A reação cutânea inicial é
semelhante ao das outras espécies de lagartas (dor, prurido e eritema). A
exposição subseqüente e continuada acaba por levar o paciente a uma
artrite crônica deformante.
Primeiros Socorros para picadas de Insetos
Não existe tratamento específico de primeiros socorros que seja eficaz
no caso de picadas de insetos.
Após observação do estado geral de uma vítima de picada de inseto,
com atenção para os sintomas descritos acima, proceder da seguinte
maneira:
Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação

182
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
· Mantenha a calma.
· Instituir imediatamente o suporte básico à vida, observando os
sinais e funções vitais.
· No caso de múltiplas picadas de abelhas ou vespas, levar o
acidentado rapidamente ao hospital, juntamente com uma amostra dos
insetos que provocaram o acidente.
· Abelhas deixam o ferrão e o saco de veneno no local da picada. Se
houver suspeita de picada de abelha, retirar cuidadosamente o ferrão e o
saco de veneno da pele. Não usar pinça, pois provocam a compressão dos
reservatórios de veneno, o que resulta na inoculação do veneno ainda
existente no ferrão. A melhor técnica é a raspagem do local com uma
lâmina limpa, até que o ferrão se solte sozinho. Após a remoção o local
deve ser lavado com água e sabão, para prevenir a ocorrência de infecção
secundária. Aplicar bolsa de gelo para controlar a dor.
· Nos acidentes com lagartas recomenda-se a lavagem na região
atingida com água fria, aplicação de compressas frias, elevação do membro
acometido e encaminhar para atendimento médico os indivíduos que
apresentam ardor intenso.
· Não dê bebidas alcoólicas à vítima.
· Nos casos de dores intensas, encaminhar a vítima para atendimento
especializado.
· Remover com a maior urgência para atendimento especializado,
em caso de reação de hipersensibilidade.
· Não pegue o animal agressor com a mão.
· Se possível levar o animal para identificação.
Finalizando, deve ser salientado que os acidentes por animais
peçonhentos constituem emergência médica freqüente em nosso meio,
requerendo tratamento adequado e imediato, evitando com isso que
muitos doentes evoluam para o óbito.
Prevenção contra picadas de insetos
Existem alguns procedimentos de orientação que devem ser
observados na execução de trabalhos de campo e que auxiliam na
prevenção destes tipos de acidentes, são eles:
· Quando ocorrer surtos de Hylesia (Mariposa-da-coceira) afastar-
se de luminárias, principalmente com lâmpadas de mercúrio e
fluorescentes. Nestas ocasiões a troca de roupas de cama, antes de dormir,
faz-se necessária, bem como a limpeza por meio de pano úmido, retirando-
se, dessa forma, as inúmeras e microscópicas cerdas.

183
· A remoção das colônias de abelhas e vespas,situadas em lugares
públicos ou residências, deve ser efetuada por profissionais capacitados e
equipados.
· Evite aproximar-se de colméias de abelhas africanizadas Apis
mellifera sem estar com equipamento e vestuário específico (macacão,
luvas, máscara, botas, fumigador, etc.)
· Evitar a aproximação dos ninhos quando as vespas estiverem em
intensa atividade, cujo pico é atingido geralmente entre 10 e 12 horas.
Evitar a aproximação dos locais onde as vespas estejam coletando materiais,
como hortas, onde estes insetos buscam lagartas para alimentação de
suas proles; jardins (coleta de néctar); galhos, troncos e folhas (onde eles
coletam fibras para construir ninhos de celulose); locais onde haja água
principalmente em dias quentes, outras fontes de proteína animal e
carboidratos tais como frutas caídas, caldo de cana, pedaços de carne e
lixo doméstico. Evitar aproximar o rosto de determinados ninhos de vespas,
pois algumas esguicham o veneno, podendo provocar sérias reações nos
olhos.
· Evitar caminhar e correr na rota de vôo percorrida pelas vespas e
abelhas. Ter cuidado ao entrar em local que possa abrigar colméia.
· Não usar perfume fortes, desodorantes, sabonete, loção pós-barba
e spray fixador para cabelo. O próprio suor intenso do corpo desencadeiam
o comportamento agressivo e conseqüente o ataque de abelhas e vespas.
· Usar roupas claras, pois as escuras (principalmente azul escuro e
preto) atraem as abelhas
· Não gritar: as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os
agudos
· Evitar movimentos bruscos e excessivos quando próximo a alguma
colméia.
· Examinar a área de trabalho antes de montar acampamento ou de
utilizar equipamentos motorizados.
· Prestar atenção ao zumbido característico de um enxame.
· Observar se há abelhas entrando ou saindo do mesmo lugar.
· Ficar alerta ao executar as atividades de trabalho de campo.
· Na prevenção de acidentes com Lonomia sp, deve-se verificar a
presença de folhas roídas na copa de ariticuns, cedros, ipês, pessegueiros,
ameixeiras, abacateiros; verificar casulos e fezes de lagartas no solo,
parecidos com pimenta-do-reino. Observar durante o dia os troncos de
árvores, locais onde as larvas poderão estar agrupadas. À noite, as taturanas
dirigem-se para as copas das árvores para se alimentarem das folhas.
· Utilizar luvas de borracha, especialmente as pessoas que têm
contato freqüente com as plantas.
Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação

184
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Escorpiões
O envenenamento escorpiônico, muito freqüente no Brasil, é o
responsável por um significativo número de mortes, especialmente entre
crianças. Cerca de 80% dos acidentes registrados são da região Sudeste e
15% da região Nordeste, com coeficiente de incidência anual de 2,5 casos
por 100.00 habitantes e com letalidade em torno de 1%.
Tal como ocorre com as serpentes, o maior número de acidentes
surge nos meses de calor, diminuindo muito no inverno; além disso, é
interessante notar que o número de acidentes, nos diversos períodos do
dia e da noite, parecem depender tão somente das circunstâncias e não
de alguma particularidade ecológica.
Os acidentes têm ocorrência regional e sazonal, sendo a maioria em
indivíduos de 15 a 50 anos, com discreto predomínio no sexo masculino.
Os membros superiores e inferiores são os locais mais acometidos (70%)
dos casos). O gênero Tityus é o que tem maior importância no Brasil. Estes
tipos de escorpiões têm na maioria de 6 a 7 cm de tamanho.
Freqüentemente escondem-se em lugares sombrios e frescos, sob
madeiras, pedras, cascas de árvores, tijolos, folhas, telhas, etc, junto a
domicílios. Picam ao serem molestados.
Quadro XXVII - Características de alguns dos escorpiões mais comuns
no Brasil
O veneno do escorpião exerce uma ação neurotóxica direta sobre
os neurônios do córtex, cerebelo e medula espinhal. Pode ocorrer a
impregnação dos núcleos neurovegetativos do bulbo, levando à morte
por choque e apnéia.
Muitos escorpiões, porém, produzem ferroadas inócuas, com os sinais
comuns de vários graus de edema, com dor e alteração de cor da pele.
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Os sintomas sistêmicos dos acidentes por escorpiões são
apresentados no Quadro XXVIII.
Quadro XXVIII - Sintomas dos acidentes por escorpiões
Os sintomas sistêmicos nos casos moderados e graves podem surgir
após intervalo de minutos até horas (2 a 3). A gravidade destes acidentes
depende da espécie e tamanho do escorpião (os acidentes com escorpiões
amarelos têm maior gravidade), da quantidade de veneno inoculado e da
sensibilidade da vítima ao veneno. Influirão na evolução do quadro a
precocidade do diagnóstico, o tempo decorrido desde a picada até o início
do atendimento, o uso de soroterapia e a perfeita manutenção das funções
vitais.
Observar rapidamente o estado geral da vítima para avaliar o grau
de perigo existente no envenenamento. Se for possível identificar o tipo
de escorpião envolvido, pois facilita a atuação das ações de primeiros
socorros.
É boa conduta conhecer a ocorrência de escorpiões na unidade de
trabalho e saber reconhecer os tipos mais comuns.
Primeiros Socorros
· Lavar a região atingida com água.
· Colocar saco com gelo ou compressa de água gelada sobre o local
da ferroada para auxiliar no alívio da dor.
· Toda atenção deverá ser dada para o caso de desenvolvimento de
reações sistêmicas, ou de ferroadas por Tityus serrulatus.
· Pode ser necessário a instituição de suporte básico à vida e
prevenção do estado de choque.
· Remoção imediata para atendimento médico.
· Não pegue o animal agressor com a mão.
· Se possível levar o animal para identificação.
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Capítulo IV Envenenamento e Intoxicação

186
Manual
 
de Primeiros
 Socorros
Prevenção
As principais medidas para minorar a ocorrência dos acidentes por
escorpiões são:
· Manter limpos os locais de trabalho, domicílios, quintais, jardins,
sótãos e garagens.
· Evitar acúmulo de lixo ou entulho próximo ao seu local de trabalho
ou domicílio.
· Eliminar ou empilhar adequadamente sobras de materiais de
construção, jornais e outros.proteger as mãos e pés ao manipular entulhos
ou sobras de materiais.
· No trabalho de campo, o uso de calçados e de luvas de raspas de
couro pode evitar acidentes.
· Observar com cuidado sapatos e roupas, principalmente os menos
usados, sacudindo-os antes de usa-los, pois escorpiões podem se esconder
neles e picam ao serem comprimidos contra o corpo.
· Não por as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres.
· Usar telas em ralos de chão, pias ou tanques.
· Acondicionar adequadamente o lixo, a fim de evitar a proliferação
de insetos de que se alimentam os escorpiões.
· Preservar os predadores naturais, como aves de hábitos noturnos
(coruja, João-bobo), sapos, gansos, galinhas, pássaros e lagartos.
Aranhas
No Brasil existem numerosas aranhas venenosas, distribuídas por
todas as regiões. Os acidentes envolvendo aranhas têm importância médica
por sua freqüência de ocorrência e potencial risco de complicações
associadas.
Os aracnídeos têm hábitos noturnos, alimentam-se de pequenos
insetos, e por isso os acidentes ocorrem, de um modo geral, no domicílio
ou em regiões do peridomicílio. No Brasil, mais de 95% dos casos notificados
de araneísmo ocorrem nas regiões Sudeste e Sul.
As partes do corpo mais freqüentemente atingidas nestes acidentes
são os membros superiores e inferiores com 85% dos acidentes.
Gênero: Loxoceles
Nome Comum: Aranha Marron
Características:
Tamanho do corpo: 1 cm.
Envergadura: 3 cm
Coloração: cor marrom clara uniforme, dorso verde-oliva,
pernas finas e longas, pêlos escassos.

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Observações:
São responsáveis por cerca de 20% do total de acidentes no Brasil.
São consideradas aranhas mansas, picando quando espremidas contra o

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