Língua Portuguesa Afogados da Ingazeira pe



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Língua Portuguesa
Afogados da Ingazeira – PE

APRESENTAÇÃO
A Secretaria de Educação, ao assumir o compromisso de assegurar a todos(as) os(as) 
estudantes o direito à educação pública de qualidade social, vem desenvolvendo um conjunto 
de ações com vistas à melhoria da qualidade do ensino na rede pública, de forma a garantir o 
acesso, a permanência e a terminalidade nos diversos níveis e modalidades de ensino aos que 
neles ingressem, com resultados bem sucedidos.
Nessa  direção,  uma  das  prioridades  da  Secretaria  de  Educação  de  Pernambuco  é 
oferecer  aos(as)  estudantes  novas  oportunidades  de  ensino  e  aprendizagens  para  os  que 
encontram dificuldades nesse processo.
É com essa compreensão que essa Secretaria elaborou o PROJETO APRENDER MAIS, 
em consonância com a LDB – 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que 
estabelece  como  dever  do  Estado  garantir  padrões  mínimos  de  qualidade  do  ensino  e  a 
obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para 
casos de baixo rendimento escolar, como política educacional.
O PROJETO APRENDER MAIS visa atender aos (as) estudantes da 4ª série/5º ano, 8ª 
série/9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio das escolas estaduais que 
apresentam  defasagem  e/ou  dificuldades  de  aprendizagens  em  relação  aos  conteúdos 
ministrados  e  prescritos  no  currículo  escolar.  Serão  desenvolvidas  ações  de  reensino,  em 
horários  regulares  e  em  horários  complementares,  de  forma  concomitante  aos  estudos 
realizados no cotidiano da escola.
Este  Caderno  contém  um  conjunto  de  ORIENTAÇÕES  TEÓRICO  METODOLÓGICAS 
visando  contribuir  com  as  práticas  de  docência,  com  foco  nos  descritores/conteúdos 
curriculares estabelecidos pela Secretaria de Educação.
É importante que você professor (a), ao identificar as dificuldades e possibilidades dos 
estudantes, organize as atividades pedagógicas desenvolvendo dinâmicas de sala de aula que 
possibilitem ao (a) estudante construir o seu próprio conhecimento. A problematização de 
situações didáticas que estimulem a compreensão, interpretação, análise e síntese das novas 
aprendizagens, priorizando as diferentes linguagens devem ser desenvolvidas com dinâmicas 
diversificadas, utilizando materiais existentes na escola – jogos didáticos, revista, livros, DVD e 
CD, entre outros.
Considerando a complexidade desse processo, sabemos que os resultados em um grupo 
de  estudantes  não  são  homogêneos.  Essa  realidade  requer  trabalhos  e  atendimentos 
pedagógicos  específicos  aos  que  apresentam  dificuldades,  de  modo  a  possibilitar  o 
aperfeiçoamento do desempenho escolar. Há estudantes que necessitam de mais tempo ou de 
outras formas e metodologia para aprender.
A Escola tem o papel social de promover todas as formas de ensino para que o (a) 
estudante desenvolva aprendizagens bem sucedidas, e você professor (a) desempenha papel 
primordial como mediador no processo de construção do conhecimento junto ao estudante.
É  importante  envolver  a  família  do  (a)  estudante  nesse  processo  uma  vez  que  a 
educação é tarefa de todos.
Bom trabalho!
DANILO CABRAL
Secretário de Educação do Estado
Eduardo Henrique Accioly 
G
OVERNADOR
 
DO
 E
STADO
 
DE
 P
ERNAMBUCO
Danilo Jorge de Barros Cabral
S
ECRETÁRIO
 
DE
 E
DUCAÇÃO
 
DO
 E
STADO
Nilton da Mota Silveira Filho
C
HEFE
 
DE
 G
ABINETE
Margareth Costa Zaponi
S
ECRETÁRIA
 E
XECUTIVA
 
DE
 G
ESTÃO
 
DE
 R
EDE
Aída Maria Monteiro da Silva
S
ECRETÁRIA
 E
XECUTIVA
 
DE
 D
ESENVOLVIMENTO
 
DA
 E
DUCAÇÃO
Cantaluce Mércia Ferreira Paiva de Barros Lima
Gerente de Políticas Educacionais do Ensino Médio
Campos
Idealização:
Cecília Maria Peçanha Esteves Patriota
G
ESTORA
 
DA
 G
ERÊNCIA
 R
EGIONAL
Olegária Maria de Oliveira
G
ERENTE
 
DA
 U
NIDADE
 
DE
 D
ESENVOLVIMENTO
 
DE
 E
NSINO
 – UDE
Organização:
Aldineide Lelian de Souza
Jany-Cléa Alves Xavier Gomes
Maria de Lourdes Souza
T
ÉCNICAS
 
DE
 E
NSINO
Apoio da Equipe:
Rosângela Oliveira Cruz Pimenta
Sônia Virginia Martins Pereira
T
ÉCNICAS
 
DE
 E
NSINO
 
DE
 L
ÍNGUA
 P
ORTUGUESA
 
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ERÊNCIA
 
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OLÍTICAS
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DUCACIONAIS
 
DO
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ÉDIO

APRESENTAÇÃO
A Secretaria de Educação, ao assumir o compromisso de assegurar a todos(as) os(as) 
estudantes o direito à educação pública de qualidade social, vem desenvolvendo um conjunto 
de ações com vistas à melhoria da qualidade do ensino na rede pública, de forma a garantir o 
acesso, a permanência e a terminalidade nos diversos níveis e modalidades de ensino aos que 
neles ingressem, com resultados bem sucedidos.
Nessa  direção,  uma  das  prioridades  da  Secretaria  de  Educação  de  Pernambuco  é 
oferecer  aos(as)  estudantes  novas  oportunidades  de  ensino  e  aprendizagens  para  os  que 
encontram dificuldades nesse processo.
É com essa compreensão que essa Secretaria elaborou o PROJETO APRENDER MAIS, 
em consonância com a LDB – 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que 
estabelece  como  dever  do  Estado  garantir  padrões  mínimos  de  qualidade  do  ensino  e  a 
obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para 
casos de baixo rendimento escolar, como política educacional.
O PROJETO APRENDER MAIS visa atender aos (as) estudantes da 4ª série/5º ano, 8ª 
série/9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio das escolas estaduais que 
apresentam  defasagem  e/ou  dificuldades  de  aprendizagens  em  relação  aos  conteúdos 
ministrados  e  prescritos  no  currículo  escolar.  Serão  desenvolvidas  ações  de  reensino,  em 
horários  regulares  e  em  horários  complementares,  de  forma  concomitante  aos  estudos 
realizados no cotidiano da escola.
Este  Caderno  contém  um  conjunto  de  ORIENTAÇÕES  TEÓRICO  METODOLÓGICAS 
visando  contribuir  com  as  práticas  de  docência,  com  foco  nos  descritores/conteúdos 
curriculares estabelecidos pela Secretaria de Educação.
É importante que você professor (a), ao identificar as dificuldades e possibilidades dos 
estudantes, organize as atividades pedagógicas desenvolvendo dinâmicas de sala de aula que 
possibilitem ao (a) estudante construir o seu próprio conhecimento. A problematização de 
situações didáticas que estimulem a compreensão, interpretação, análise e síntese das novas 
aprendizagens, priorizando as diferentes linguagens devem ser desenvolvidas com dinâmicas 
diversificadas, utilizando materiais existentes na escola – jogos didáticos, revista, livros, DVD e 
CD, entre outros.
Considerando a complexidade desse processo, sabemos que os resultados em um grupo 
de  estudantes  não  são  homogêneos.  Essa  realidade  requer  trabalhos  e  atendimentos 
pedagógicos  específicos  aos  que  apresentam  dificuldades,  de  modo  a  possibilitar  o 
aperfeiçoamento do desempenho escolar. Há estudantes que necessitam de mais tempo ou de 
outras formas e metodologia para aprender.
A Escola tem o papel social de promover todas as formas de ensino para que o (a) 
estudante desenvolva aprendizagens bem sucedidas, e você professor (a) desempenha papel 
primordial como mediador no processo de construção do conhecimento junto ao estudante.
É  importante  envolver  a  família  do  (a)  estudante  nesse  processo  uma  vez  que  a 
educação é tarefa de todos.
Bom trabalho!
DANILO CABRAL
Secretário de Educação do Estado
Eduardo Henrique Accioly 
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Danilo Jorge de Barros Cabral
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Nilton da Mota Silveira Filho
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Margareth Costa Zaponi
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Aída Maria Monteiro da Silva
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ECRETÁRIA
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XECUTIVA
 
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ESENVOLVIMENTO
 
DA
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DUCAÇÃO
Cantaluce Mércia Ferreira Paiva de Barros Lima
Gerente de Políticas Educacionais do Ensino Médio
Campos
Idealização:
Cecília Maria Peçanha Esteves Patriota
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Olegária Maria de Oliveira
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 – UDE
Organização:
Aldineide Lelian de Souza
Jany-Cléa Alves Xavier Gomes
Maria de Lourdes Souza
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ÉCNICAS
 
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NSINO
Apoio da Equipe:
Rosângela Oliveira Cruz Pimenta
Sônia Virginia Martins Pereira
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ÉCNICAS
 
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ÉDIO

03
AULA DE PORTUGUÊS
 
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, seqüestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES

03
AULA DE PORTUGUÊS
 
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, seqüestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
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 S
UPLEMENTARES

05
C
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TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES
ÍNDICE
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Fundamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Identificação dos Descritores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Primeiro grupo: Descritores segundo a Matriz Curricular de Referência                            
para o estado de Pernambuco – SAEPE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Segundo grupo: Matriz de Referência Saeb - Prova Brasil Tópicos e Descritores . . 22
Terceiro grupo: Descritores segundo Base Curricular Comum para as Redes               
Públicas de Ensino de Pernambuco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Propostas de atividades de leitura e compreensão de textos escritos. Compilação              
de itens do SAEPE da Prova Brasil, do ENEM e do ENCCEJA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
O que é o ENEM? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151
Conceito de Competência e Habilidade, segundo o Documento Básico do                      
Exame Nacional do Ensino Médio, publicado pelo MEC em 2000 . . . . . . . . . . . . . . . 151
Competências – ENEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
Habilidades - ENEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
Temas de redação do ENEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154
Competências Básicas em Produção de textos escritos, segundo a Base                         
Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco . . . . . . . . . . . . 156
Condução de processos de produção escrita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
Propostas de produção de textos escritos. Os temas de redação propostos                       
pelo ENEM em seus 10 anos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161
Referencial Bibliográfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191

05
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES
ÍNDICE
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Fundamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Identificação dos Descritores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Primeiro grupo: Descritores segundo a Matriz Curricular de Referência                            
para o estado de Pernambuco – SAEPE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Segundo grupo: Matriz de Referência Saeb - Prova Brasil Tópicos e Descritores . . 22
Terceiro grupo: Descritores segundo Base Curricular Comum para as Redes               
Públicas de Ensino de Pernambuco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Propostas de atividades de leitura e compreensão de textos escritos. Compilação              
de itens do SAEPE da Prova Brasil, do ENEM e do ENCCEJA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
O que é o ENEM? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151
Conceito de Competência e Habilidade, segundo o Documento Básico do                      
Exame Nacional do Ensino Médio, publicado pelo MEC em 2000 . . . . . . . . . . . . . . . 151
Competências – ENEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
Habilidades - ENEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
Temas de redação do ENEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154
Competências Básicas em Produção de textos escritos, segundo a Base                         
Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco . . . . . . . . . . . . 156
Condução de processos de produção escrita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
Propostas de produção de textos escritos. Os temas de redação propostos                       
pelo ENEM em seus 10 anos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161
Referencial Bibliográfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191

07
APRESENTAÇÃO
 
Muitas são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da 
Língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabe-se quanto a dificuldade da 
escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas do 
que seja o fenômeno lingüístico. Sabe-se o quanto é injusta a seletividade, a manutenção da 
estrutura  de  classes  e  a  reprodução  da  força  de  trabalho  (cf.  Carraher,  1986),  que, 
incondicionalmente,  decorrem  também,  dessa  dificuldade  e  dessas  distorções.  Sabe-se, 
ainda, que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política. 
É, portanto, pertinente que seja aceito com determinação, o desafio de rever e de reorientar 
práticas de ensino da Língua.
Este caderno de Atividades Suplementares é o resultado de uma construção coletiva, 
que  exigiu  riscos,  criticidade,  disponibilidade  para  o  diálogo,  pesquisa  e  consciência  do 
inacabado, tendo por base os resultados do Sistema de Avaliação do Ensino no Estado de 
Pernambuco - SAEPE, centrado nas séries terminais do Ensino Fundamental e Médio. Uma das 
ações a favor da reorientação do Ensino de Língua Portuguesa é, portanto, a elaboração deste 
Caderno de Atividades Suplementares, que se constitui numa retomada de ações na projeção 
de novos princípios, de outras perspectivas e a expectativa de continuidade, em cada recriação 
empreendida pelos professores.
O momento conjuntural é de luta pela conquista da cidadania ativa. 
O ensino da língua, portanto, deverá favorecer o desenvolvimento político e social do(a) 
estudante, ampliando suas possibilidades comunicativas.
Em Pernambuco, no caso específico de Língua Portuguesa e Matemática, nas séries 
supracitadas, o ensino-aprendizagem tem sido objeto de frequentes e sérias avaliações. Tais 
avaliações têm como objetivo alcançar a compreensão dos prováveis fatores que dificultam 
e/ou impedem a obtenção de resultados mais consistentes e identificar os fundamentos para 
uma prática diferente, em que o ensino da Língua se converta numa experiência socialmente 
relevante e produtiva.
É evidente que esta proposta de atividades, na sua natural incompletude, pretende 
também, imbricar-se com o estudo, a crítica e a reflexão de todos aqueles que participam de 
sua aplicação.
É ao longo da Educação Básica que a escola assegura ao (a) estudante a oportunidade 
de ousar o desafio da leitura, da escrita, da fala, para além do conversacional, com todos os 
gostos e riscos que isso pode trazer. Assumindo, assim, a experiência comunicativa com a auto-
confiança de que todo sujeito é capaz de exercer, também pela competência linguística, a   
cidadania a que todos têm direito.
C
ADERNO
 
DE
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TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES

07
APRESENTAÇÃO
 
Muitas são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da 
Língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabe-se quanto a dificuldade da 
escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas do 
que seja o fenômeno lingüístico. Sabe-se o quanto é injusta a seletividade, a manutenção da 
estrutura  de  classes  e  a  reprodução  da  força  de  trabalho  (cf.  Carraher,  1986),  que, 
incondicionalmente,  decorrem  também,  dessa  dificuldade  e  dessas  distorções.  Sabe-se, 
ainda, que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política. 
É, portanto, pertinente que seja aceito com determinação, o desafio de rever e de reorientar 
práticas de ensino da Língua.
Este caderno de Atividades Suplementares é o resultado de uma construção coletiva, 
que  exigiu  riscos,  criticidade,  disponibilidade  para  o  diálogo,  pesquisa  e  consciência  do 
inacabado, tendo por base os resultados do Sistema de Avaliação do Ensino no Estado de 
Pernambuco - SAEPE, centrado nas séries terminais do Ensino Fundamental e Médio. Uma das 
ações a favor da reorientação do Ensino de Língua Portuguesa é, portanto, a elaboração deste 
Caderno de Atividades Suplementares, que se constitui numa retomada de ações na projeção 
de novos princípios, de outras perspectivas e a expectativa de continuidade, em cada recriação 
empreendida pelos professores.
O momento conjuntural é de luta pela conquista da cidadania ativa. 
O ensino da língua, portanto, deverá favorecer o desenvolvimento político e social do(a) 
estudante, ampliando suas possibilidades comunicativas.
Em Pernambuco, no caso específico de Língua Portuguesa e Matemática, nas séries 
supracitadas, o ensino-aprendizagem tem sido objeto de frequentes e sérias avaliações. Tais 
avaliações têm como objetivo alcançar a compreensão dos prováveis fatores que dificultam 
e/ou impedem a obtenção de resultados mais consistentes e identificar os fundamentos para 
uma prática diferente, em que o ensino da Língua se converta numa experiência socialmente 
relevante e produtiva.
É evidente que esta proposta de atividades, na sua natural incompletude, pretende 
também, imbricar-se com o estudo, a crítica e a reflexão de todos aqueles que participam de 
sua aplicação.
É ao longo da Educação Básica que a escola assegura ao (a) estudante a oportunidade 
de ousar o desafio da leitura, da escrita, da fala, para além do conversacional, com todos os 
gostos e riscos que isso pode trazer. Assumindo, assim, a experiência comunicativa com a auto-
confiança de que todo sujeito é capaz de exercer, também pela competência linguística, a   
cidadania a que todos têm direito.
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TIVIDADES
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UPLEMENTARES

09
Carta ao(à) Professor(a):
Caro(a) Professor(a),
Este caderno de atividades tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da 
aprendizagem  dos  estudantes  sobre  os  conteúdos  expostos  e  propostos  nas  Orientações 
Curriculares de Pernambuco (BCC e OTM's) e considerando a Matriz de Habilidades do SAEPE. 
Ele  apresenta  sugestões  de  atividades  que  favorecem  uma  reflexão  sobre  a  língua  numa 
perspectiva sociodiscursiva.  Compreende-se que para aprender os conteúdos propostos para o 
3º ano do Ensino Médio na sua condição de término da escolarização básica e obrigatória, o 
sujeito precisa entender as relações entre os falantes/escritores da nossa língua, tanto nos 
aspectos lingüísticos, quanto textuais e pragmáticos, construindo, dessa forma, sua condição 
de produtor da língua portuguesa nas mais variadas situações em que ela se realiza. Condição 
esta que o tornará um falante, escritor e leitor cada vez mais proficiente.
Assim sendo, pretendemos contribuir com sugestões/orientações que sirvam de apoio 
para o aluno conseguir enfrentar as dificuldades   que   encontra no 3º ano do Ensino Médio, 
ultrapassando a leitura que não resulte em compreensão e a escrita de textos que não seja para 
revelar suas intenções, com um gênero adequado e que atenda ao seu propósito comunicativo. 
Este  perfil  de  leitor/escritor  revelará  uma  progressiva  autonomia  por  parte  do  aluno  como 
usuário competente da língua portuguesa, contribuindo para o fortalecimento de sua auto-
estima e na crença de sua capacidade.
 
Entendemos que usar a língua de forma competente no seu dia a dia, interpretando os 
fenômenos sociais, econômicos, naturais, históricos etc., é um direito de todos os alunos e não 
apenas daqueles que têm mais acesso aos bens culturais simbólicos. Isto torna-os sujeitos da 
sua  própria história, pois a língua nos constitui como pessoas e nos ajuda a constituir o mundo. 
Perceber isto nos ajuda a compreender o mundo à nossa volta e a poder atuar nele. E a todos, 
indistintamente, deve ser dada essa oportunidade de compreensão e atuação como cidadão.
Enfim, este é um material que se apresenta como um instrumento significativo para 
estimular a participação dos estudantes em práticas sociais de leitura e escrita, como também 
para dar continuidade aos estudos posteriores e exercer plenamente a cidadania.
Desejamos a todos(as) um bom trabalho.
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UPLEMENTARES

09
Carta ao(à) Professor(a):
Caro(a) Professor(a),
Este caderno de atividades tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da 
aprendizagem  dos  estudantes  sobre  os  conteúdos  expostos  e  propostos  nas  Orientações 
Curriculares de Pernambuco (BCC e OTM's) e considerando a Matriz de Habilidades do SAEPE. 
Ele  apresenta  sugestões  de  atividades  que  favorecem  uma  reflexão  sobre  a  língua  numa 
perspectiva sociodiscursiva.  Compreende-se que para aprender os conteúdos propostos para o 
3º ano do Ensino Médio na sua condição de término da escolarização básica e obrigatória, o 
sujeito precisa entender as relações entre os falantes/escritores da nossa língua, tanto nos 
aspectos lingüísticos, quanto textuais e pragmáticos, construindo, dessa forma, sua condição 
de produtor da língua portuguesa nas mais variadas situações em que ela se realiza. Condição 
esta que o tornará um falante, escritor e leitor cada vez mais proficiente.
Assim sendo, pretendemos contribuir com sugestões/orientações que sirvam de apoio 
para o aluno conseguir enfrentar as dificuldades   que   encontra no 3º ano do Ensino Médio, 
ultrapassando a leitura que não resulte em compreensão e a escrita de textos que não seja para 
revelar suas intenções, com um gênero adequado e que atenda ao seu propósito comunicativo. 
Este  perfil  de  leitor/escritor  revelará  uma  progressiva  autonomia  por  parte  do  aluno  como 
usuário competente da língua portuguesa, contribuindo para o fortalecimento de sua auto-
estima e na crença de sua capacidade.
 
Entendemos que usar a língua de forma competente no seu dia a dia, interpretando os 
fenômenos sociais, econômicos, naturais, históricos etc., é um direito de todos os alunos e não 
apenas daqueles que têm mais acesso aos bens culturais simbólicos. Isto torna-os sujeitos da 
sua  própria história, pois a língua nos constitui como pessoas e nos ajuda a constituir o mundo. 
Perceber isto nos ajuda a compreender o mundo à nossa volta e a poder atuar nele. E a todos, 
indistintamente, deve ser dada essa oportunidade de compreensão e atuação como cidadão.
Enfim, este é um material que se apresenta como um instrumento significativo para 
estimular a participação dos estudantes em práticas sociais de leitura e escrita, como também 
para dar continuidade aos estudos posteriores e exercer plenamente a cidadania.
Desejamos a todos(as) um bom trabalho.
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TIVIDADES
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UPLEMENTARES

11
Quanto ao uso deste Caderno...
O  presente  caderno  de  atividades  visa  propor  um  estudo  mais  aprofundado  e 
sistemático dos descritores que se encontram na Base Curricular Comum (BCC) de Língua 
Portuguesa, do Saeb, do Saepe e das Competências e Habilidades do ENEM. Isto requer, 
previamente, que o professor leia tais documentos na íntegra, para se apropriar de maneira 
mais  fundamentada  dos  descritores  e  das  competências  e  habilidades  que  são  aqui 
apresentados.  Também  requer  um  planejamento  de  suas  aulas  em  que  se  organize  uma 
sequência didática quanto ao ensino destes descritores/competências/habilidades, para que 
os alunos percebam as similaridades e as diferenças de cada um de exame para exame.  
Na  medida  em  que  o  aluno  vai  entendendo  o  que  cada  descritor  /  competência  / 
habilidade requer, as questões vão sendo apresentadas e ele, inclusive, deverá reconhecer que 
descritores / competências / habilidades estão envolvidos naquele item.
A intenção de construção deste material é tornar explícito para o aluno o que ele deve 
desenvolver como competência / habilidade em cada aspecto da língua e com isso ser capaz de 
refletir e responder atividades diversificadas que envolvam tais aspectos, mas não no sentido 
de negar a autonomia do professor e do aluno quanto à identificação de outras necessidades de 
aprendizagem, demandadas pelos alunos e identificadas pelo professor.  
Esta publicação será adotada para aulas de ampliação da aprendizagem, na qual são 
expostos os conteúdos de acordo com a BCC de Pernambuco e as OTMs. Quanto à BCC, as 
questões contemplam três eixos: leitura e compreensão de textos escritos, análise lingüística e 
produção  textual  distribuídas  nas  questões  dos  exames  que  abordamos,  sem  desprezar  o 
planejamento  e  a  condição  de  agregar  elementos  possibilitando  assim  a  alteração  pelo 
orientador, deixando aberta a possibilidade do uso de outras situações, que possam enfatizar a 
função social da língua.
Considerando  o  enfoque  que  pretendemos  estabelecer  para  o  ensino  de  língua 
portuguesa escolhemos estes itens por observar o seu distanciamento do dia-dia das salas de 
aulas e também na tentativa de expor uma seqüência, fazendo o entrelaçamento entre as 
conexões BCC, OTMs e a Matriz Curricular de Referência do Estado de Pernambuco, a fim de 
propor  uma  abordagem  inter  e  transdisciplinar,  mas  sem  perder  de  vista  as  questões 
intrínsecas, a cada sala de aula, necessárias ao grupo de estudantes, mas só perceptíveis pelo 
orientador  do  grupo  para  que  possa  melhorar  cada  vez  a  competência  comunicativa  dos 
alunos/usuários  da  nossa  língua,  inclusive  porque  a  construção  dessa  competência  é  uma 
responsabilidade que não se pode esperar apenas dos manuais didáticos, mas das capacidades 
do orientador de sala de induzir o estudante no sentido de mobilizar seus recursos cognitivos 
para que possa construir conhecimento com sentido e significado.
O Ensino Médio, enquanto última e complementar etapa da educação básica precisa: 
?•
possibilitar  um  ensino  articulado  com  outros  campos  do  saber 
contextualizado, se expondo a conexões com outras áreas do conhecimento e 
perpassando aplicações sociais sem deixar de fora outros campos do saber 
linguístico. 
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UPLEMENTARES

11
Quanto ao uso deste Caderno...
O  presente  caderno  de  atividades  visa  propor  um  estudo  mais  aprofundado  e 
sistemático dos descritores que se encontram na Base Curricular Comum (BCC) de Língua 
Portuguesa, do Saeb, do Saepe e das Competências e Habilidades do ENEM. Isto requer, 
previamente, que o professor leia tais documentos na íntegra, para se apropriar de maneira 
mais  fundamentada  dos  descritores  e  das  competências  e  habilidades  que  são  aqui 
apresentados.  Também  requer  um  planejamento  de  suas  aulas  em  que  se  organize  uma 
sequência didática quanto ao ensino destes descritores/competências/habilidades, para que 
os alunos percebam as similaridades e as diferenças de cada um de exame para exame.  
Na  medida  em  que  o  aluno  vai  entendendo  o  que  cada  descritor  /  competência  / 
habilidade requer, as questões vão sendo apresentadas e ele, inclusive, deverá reconhecer que 
descritores / competências / habilidades estão envolvidos naquele item.
A intenção de construção deste material é tornar explícito para o aluno o que ele deve 
desenvolver como competência / habilidade em cada aspecto da língua e com isso ser capaz de 
refletir e responder atividades diversificadas que envolvam tais aspectos, mas não no sentido 
de negar a autonomia do professor e do aluno quanto à identificação de outras necessidades de 
aprendizagem, demandadas pelos alunos e identificadas pelo professor.  
Esta publicação será adotada para aulas de ampliação da aprendizagem, na qual são 
expostos os conteúdos de acordo com a BCC de Pernambuco e as OTMs. Quanto à BCC, as 
questões contemplam três eixos: leitura e compreensão de textos escritos, análise lingüística e 
produção  textual  distribuídas  nas  questões  dos  exames  que  abordamos,  sem  desprezar  o 
planejamento  e  a  condição  de  agregar  elementos  possibilitando  assim  a  alteração  pelo 
orientador, deixando aberta a possibilidade do uso de outras situações, que possam enfatizar a 
função social da língua.
Considerando  o  enfoque  que  pretendemos  estabelecer  para  o  ensino  de  língua 
portuguesa escolhemos estes itens por observar o seu distanciamento do dia-dia das salas de 
aulas e também na tentativa de expor uma seqüência, fazendo o entrelaçamento entre as 
conexões BCC, OTMs e a Matriz Curricular de Referência do Estado de Pernambuco, a fim de 
propor  uma  abordagem  inter  e  transdisciplinar,  mas  sem  perder  de  vista  as  questões 
intrínsecas, a cada sala de aula, necessárias ao grupo de estudantes, mas só perceptíveis pelo 
orientador  do  grupo  para  que  possa  melhorar  cada  vez  a  competência  comunicativa  dos 
alunos/usuários  da  nossa  língua,  inclusive  porque  a  construção  dessa  competência  é  uma 
responsabilidade que não se pode esperar apenas dos manuais didáticos, mas das capacidades 
do orientador de sala de induzir o estudante no sentido de mobilizar seus recursos cognitivos 
para que possa construir conhecimento com sentido e significado.
O Ensino Médio, enquanto última e complementar etapa da educação básica precisa: 
?•
possibilitar  um  ensino  articulado  com  outros  campos  do  saber 
contextualizado, se expondo a conexões com outras áreas do conhecimento e 
perpassando aplicações sociais sem deixar de fora outros campos do saber 
linguístico. 
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UPLEMENTARES

12
?•
desenvolver  no  estudante  a  capacidade  de  se  expressar  em  sua  língua, 
respeitando as variações linguísticas que lhe são peculiares.
?•
discutir o programa de conteúdos de Língua Portuguesa em que o estudante 
possa se identificar no contexto. 
Atividade de planejamento:
Para melhor utilização do Caderno de Atividades, o professor deverá elaborar   um 
plano de aula para o ensino de língua portuguesa, observando os elementos a seguir propostos:
1.
Escolher os descritores que serão trabalhados na aula, contemplando leitura e 
compreensão textual, análise lingüística e produção de textos.
2.
Identificar as competências/habilidades de cada descritor e os respectivos 
conteúdos que devem ser trabalhados.
3.
Relacionar  conceitos  envolvidos  e  promover  um  ensino  que  oportunize  a 
aprendizagem  das  estratégias  de  leitura,  necessárias  para  atingir  a 
competência/habilidade do descritor desse eixo.
4. 
Propor  a  produção  de  texto,  com  espaço  para  o  aluno  planejar  seu  texto, 
escrevê-lo, revisá-lo e proceder à reescrita, se necessário, contemplando as 
competências/habilidades  que  devem  ser  construídas  no  descritor 
selecionado deste eixo de ensino e
5. 
Promover  situações  de  utilização  do  Caderno  de  Atividades, 
complementando-o junto aos aprendentes, com a possibilidade da construção 
de diferentes estratégias de leitura e produção de textos.
6. 
Promover ao final da aula de ampliação de aprendizagem um espaço para 
revisão conceitual através de memorial e de perguntas aos estudantes sobre as 
competências/habilidades  dos  descritores,  que  foram  percebidos  naquela 
aula. 
Inicialmente,  os  itens  estão  organizados  a  partir  de  habilidades  e  competências, 
definidas aqui como descritores, os quais estão organizados em três grandes grupos. O primeiro 
grupo é formado pelos descritores que compõem a Matriz Curricular de Referência para o 
estado de Pernambuco – SAEPE; o segundo grupo é formado pelos descritores da matriz de 
Referência de Língua Portuguesa do Saeb – Prova Brasil e por fim, o terceiro grupo, que é 
composto pelas competências que compõem os eixos de leitura e compreensão de textos de 
textos escritos, análise linguística e produção textual da Base Curricular Comum para as Redes 
Públicas de Ensino de Pernambuco e o ENEM.
Desse  modo,  os  descritores  correspondentes  à  leitura  e  compreensão  textual 
encontram-se, neste caderno, organizados em três grupos distintos e identificados, conforme 
tabela a seguir.
13
Identificação dos Descritores:
Em seqüência, apresentam-se as propostas de produção de textos escritos, a partir dos 
temas abordados pelo ENEM em seus 10 anos e dessa forma, abordam-se as habilidades da 
Matriz de Competências do ENEM e as competências básicas em produção de textos escritos 
da Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco. 
GRUPO
NOME DO DOCUMENTO DE ORIGEM
SIGLA PARA IDENTIFICAÇÃO DO
DESCRITOR EM CADA ITEM
Primeiro Grupo
Matriz Curricular de Referência para
o estado de Pernambuco – SAEPE
SAEPE
Segundo Grupo
Matriz de Referência – Prova Brasil
SAEB
Terceiro Grupo
Base Curricular Comum para as Redes
Públicas de Ensino de Pernambuco e ENEM
BCC / ENEM
E
NSINO
 M
ÉDIO
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES

12
?•
desenvolver  no  estudante  a  capacidade  de  se  expressar  em  sua  língua, 
respeitando as variações linguísticas que lhe são peculiares.
?•
discutir o programa de conteúdos de Língua Portuguesa em que o estudante 
possa se identificar no contexto. 
Atividade de planejamento:
Para melhor utilização do Caderno de Atividades, o professor deverá elaborar   um 
plano de aula para o ensino de língua portuguesa, observando os elementos a seguir propostos:
1.
Escolher os descritores que serão trabalhados na aula, contemplando leitura e 
compreensão textual, análise lingüística e produção de textos.
2.
Identificar as competências/habilidades de cada descritor e os respectivos 
conteúdos que devem ser trabalhados.
3.
Relacionar  conceitos  envolvidos  e  promover  um  ensino  que  oportunize  a 
aprendizagem  das  estratégias  de  leitura,  necessárias  para  atingir  a 
competência/habilidade do descritor desse eixo.
4. 
Propor  a  produção  de  texto,  com  espaço  para  o  aluno  planejar  seu  texto, 
escrevê-lo, revisá-lo e proceder à reescrita, se necessário, contemplando as 
competências/habilidades  que  devem  ser  construídas  no  descritor 
selecionado deste eixo de ensino e
5. 
Promover  situações  de  utilização  do  Caderno  de  Atividades, 
complementando-o junto aos aprendentes, com a possibilidade da construção 
de diferentes estratégias de leitura e produção de textos.
6. 
Promover ao final da aula de ampliação de aprendizagem um espaço para 
revisão conceitual através de memorial e de perguntas aos estudantes sobre as 
competências/habilidades  dos  descritores,  que  foram  percebidos  naquela 
aula. 
Inicialmente,  os  itens  estão  organizados  a  partir  de  habilidades  e  competências, 
definidas aqui como descritores, os quais estão organizados em três grandes grupos. O primeiro 
grupo é formado pelos descritores que compõem a Matriz Curricular de Referência para o 
estado de Pernambuco – SAEPE; o segundo grupo é formado pelos descritores da matriz de 
Referência de Língua Portuguesa do Saeb – Prova Brasil e por fim, o terceiro grupo, que é 
composto pelas competências que compõem os eixos de leitura e compreensão de textos de 
textos escritos, análise linguística e produção textual da Base Curricular Comum para as Redes 
Públicas de Ensino de Pernambuco e o ENEM.
Desse  modo,  os  descritores  correspondentes  à  leitura  e  compreensão  textual 
encontram-se, neste caderno, organizados em três grupos distintos e identificados, conforme 
tabela a seguir.
13
Identificação dos Descritores:
Em seqüência, apresentam-se as propostas de produção de textos escritos, a partir dos 
temas abordados pelo ENEM em seus 10 anos e dessa forma, abordam-se as habilidades da 
Matriz de Competências do ENEM e as competências básicas em produção de textos escritos 
da Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco. 
GRUPO
NOME DO DOCUMENTO DE ORIGEM
SIGLA PARA IDENTIFICAÇÃO DO
DESCRITOR EM CADA ITEM
Primeiro Grupo
Matriz Curricular de Referência para
o estado de Pernambuco – SAEPE
SAEPE
Segundo Grupo
Matriz de Referência – Prova Brasil
SAEB
Terceiro Grupo
Base Curricular Comum para as Redes
Públicas de Ensino de Pernambuco e ENEM
BCC / ENEM
E
NSINO
 M
ÉDIO
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES

15
INTRODUÇÃO 
Diante da preocupação com a construção da cidadania e da ética daqueles que são 
sujeitos  de  um  processo  histórico  contemporâneo,  a  SEED  –  PE,  Secretaria  Executiva  de 
Desenvolvimento da Educação de Pernambuco, visando à melhoria dos índices apontados pelo 
Sistema de Avaliação do Ensino no Estado de Pernambuco – SAEPE, no último exame, em 
2008, propõe um redirecionamento no processo de ensino de Língua Portuguesa em turmas 3º 
ano do Ensino Médio, nas escolas da rede estadual.
      
Assim, uma análise dos resultados das avaliações do SAEPE 2008 se materializa em 
diagnóstico e diante do que se apresenta o governo do Estado de Pernambuco toma a iniciativa 
intervir  no  processo,  tendo  em  vista  aprendizagens  que  influirão  qualitativamente  nos 
resultados do ensino de língua materna oferecido pela rede. 
Nesse sentido, este caderno é a materialização de esforços que confluem para essa 
intervenção, enquanto material de apoio desenvolvido para estudo, dos conteúdos de Língua 
Portuguesa, no eixo de Leitura e compreensão de textos, a partir dos descritores do SAEPE, do 
Saeb  -  Prova  Brasil  e  da  Base  Curricular  Comum  para  as  Redes  Públicas  de  Ensino  de 
Pernambuco.
Em relação à produção de textos escritos, tomam-se por base as competências básicas 
em produção de textos escritos da Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de 
Pernambuco e da Matriz de Competências do ENEM, para sugerir a produção escrita a partir 
dos temas de redação abordados pelo ENEM no período de 1998 a 2008.
É  preciso,  entretanto,  não  perder  de  vista  que  o  foco  deste  material  é  o  SAEPE,  numa 
perspectiva de instrumentalizar os alunos para o enfrentamento de novos desafios, uma vez 
que os descritores que funcionam aqui como norteadores dos itens para estudo, estão para 
além do SAEPE.                          
A proposta do caderno foi construída a partir da coleta de itens já utilizados em outros 
contextos  para  a  avaliação  de  competências  em  relação  a  procedimentos  de  leitura, 
implicações do suporte, do gênero e / ou enunciador na compreensão do texto, – relação entre 
textos, entre outros. No entanto, é preciso esclarecer que este   material não se configura em 
caderno de exercícios, mas viabiliza uma direção para o processo de ensino e aprendizagem no 
que se refere aos tópicos e descritores do SAEPE, oferecendo aos alunos oportunidades de 
desenvolvimento  de  estratégias  de  leitura  e,  sobretudo,  momentos  de  reflexão  sobre  as 
atividades relacionadas à cultura escrita, de modo geral e sua função na vida social.
Desse modo, fica evidente que os itens contemplados neste caderno não esgotam as 
possibilidades de estudo de cada descritor e, consequentemente, o próprio caderno pode ser 
considerado uma fonte ilimitada, no que se refere às possibilidades de continuidade de estudo 
de cada descritor e elaboração de novos itens pelo professor. 
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES

15
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES
INTRODUÇÃO 
Diante da preocupação com a construção da cidadania e da ética daqueles que são 
sujeitos  de  um  processo  histórico  contemporâneo,  a  SEED  –  PE,  Secretaria  Executiva  de 
Desenvolvimento da Educação de Pernambuco, visando à melhoria dos índices apontados pelo 
Sistema de Avaliação do Ensino no Estado de Pernambuco – SAEPE, no último exame, em 
2008, propõe um redirecionamento no processo de ensino de Língua Portuguesa em turmas 3º 
ano do Ensino Médio, nas escolas da rede estadual.
      
Assim, uma análise dos resultados das avaliações do SAEPE 2008 se materializa em 
diagnóstico e diante do que se apresenta o governo do Estado de Pernambuco toma a iniciativa 
intervir  no  processo,  tendo  em  vista  aprendizagens  que  influirão  qualitativamente  nos 
resultados do ensino de língua materna oferecido pela rede. 
Nesse sentido, este caderno é a materialização de esforços que confluem para essa 
intervenção, enquanto material de apoio desenvolvido para estudo, dos conteúdos de Língua 
Portuguesa, no eixo de Leitura e compreensão de textos, a partir dos descritores do SAEPE, do 
Saeb  -  Prova  Brasil  e  da  Base  Curricular  Comum  para  as  Redes  Públicas  de  Ensino  de 
Pernambuco.
Em relação à produção de textos escritos, tomam-se por base as competências básicas 
em produção de textos escritos da Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de 
Pernambuco e da Matriz de Competências do ENEM, para sugerir a produção escrita a partir 
dos temas de redação abordados pelo ENEM no período de 1998 a 2008.
É preciso, entretanto, não perder de vista que o foco deste material é o SAEPE, numa 
perspectiva de instrumentalizar os alunos para o enfrentamento de novos desafios, uma vez 
que os descritores que funcionam aqui como norteadores dos itens para estudo, estão para 
além do SAEPE.                          
A proposta do caderno foi construída a partir da coleta de itens já utilizados em outros 
contextos  para  a  avaliação  de  competências  em  relação  a  procedimentos  de  leitura, 
implicações do suporte, do gênero e / ou enunciador na compreensão do texto, – relação entre 
textos, entre outros. No entanto, é preciso esclarecer que este   material não se configura em 
caderno de exercícios, mas viabiliza uma direção para o processo de ensino e aprendizagem no 
que se refere aos tópicos e descritores do SAEPE, oferecendo aos alunos oportunidades de 
desenvolvimento  de  estratégias  de  leitura  e,  sobretudo,  momentos  de  reflexão  sobre  as 
atividades relacionadas à cultura escrita, de modo geral e sua função na vida social.
Desse modo, fica evidente que os itens contemplados neste caderno não esgotam as 
possibilidades de estudo de cada descritor e, consequentemente, o próprio caderno pode ser 
considerado uma fonte ilimitada, no que se refere às possibilidades de continuidade de estudo 
de cada descritor e elaboração de novos itens pelo professor. 

17
FUNDAMENTOS
A partir de referenciais teóricos amplamente aceitos no cenário educacional brasileiro, 
como  Magda  Soares,  Marcos  Antônio  Palermo  Moreto,  Antoni  Zabala,  entre  outros,  este 
caderno de atividades suplementares atende a diferentes níveis de desenvolvimento dos alunos 
de 4ª e 8ª series do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio, numa perspectiva de 
ampliação  das  possibilidades  de  aprendizagem  e,  consequentemente,  da  melhoria  dos 
resultados do SAEPE, sem perder de vista a preparação desses alunos para novos desafios que 
venham a enfrentar.
As atividades que compõem este material foram organizadas a partir dos descritores do 
SAEPE, de modo a traçar um fio condutor no processo de ensino e aprendizagem em seu 
contexto de utilização, oportunizando ao aluno a construção do seu conhecimento, mediado 
pela atuação do professor, no trabalho com a leitura.
Para Soares (1998, p.48-49):
Ler  -  É  um  conjunto  de  habilidades  e  comportamentos  que  se  estendem 
desde simplesmente decodificar sílabas ou palavras até ler Grande Sertão 
Veredas de Guimarães Rosa... Uma pessoa pode ser capaz de ler um bilhete, 
ou uma história em quadrinhos, e não ser capaz de ler um romance, um 
editorial  de  jornal...  Assim:  ler  é  um  conjunto  de  habilidades, 
comportamentos,  conhecimentos  que  compõem  um  longo  e  complexo 
continuum. (...)
Nesse sentido, o trabalho de leitura e compreensão de textos, em sala de aula envolve 
dimensões complexas, que exige do professor conhecimento teórico que fundamente sua ação. 
Desse modo, busca-se possibilitar a utilização de processos que possam contribuir para que 
um novo rumo seja dado ao trabalho de leitura e interpretação de textos na sala de aula. A 
condução desse trabalho implica certo distanciamento da prática tradicional, ao mesmo tempo 
em que conduz a processos reflexivos: inferências, coerência, previsões, conhecimento prévio, 
leitura de mundo, intertextualidade, construção de figuras de linguagem, diálogo, interação e 
subjetividade. (PALERMO, 2006).
Para  Palermo  (2006,  p.134)  a  produção  de  sentido  vai  sendo  construída 
colaborativamente:
O professor observa o que está acontecendo durante a discussão do texto, 
interfere,  ajuda  o  aluno,  apresenta  considerações,  faz  a  mediação.  É 
tolerante, paciente e compreensivo, observa a diversidade, a espontaneidade 
dos alunos, contribui com suas idéias sobre o texto, mas não pune, critica ou 
recusa as idéias dos alunos.
É nesse sentido que o professor precisa abandonar os modelos tradicionais de ensino 
de leitura, uma vez que os paradigmas educacionais da atualidade colocam o educador e o 
educando diante da necessidade de aprender a aprender, de se tornarem aptos a enfrentar e 
decidir  a  cada  nova  situação  que  surgir,  refletindo  sobre  os  processos  ocorridos,  sabendo 
trabalhar coletivamente e de forma interdisciplinar, de serem atuantes no processo educativo.
C
ADERNO
 
DE
 A
TIVIDADES
 S
UPLEMENTARES

17
FUNDAMENTOS
A partir de referenciais teóricos amplamente aceitos no cenário educacional brasileiro, 
como  Magda  Soares,  Marcos  Antônio  Palermo  Moreto,  Antoni  Zabala,  entre  outros,  este 
caderno de atividades suplementares atende a diferentes níveis de desenvolvimento dos alunos 
de 4ª e 8ª series do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio, numa perspectiva de 
ampliação  das  possibilidades  de  aprendizagem  e,  consequentemente,  da  melhoria  dos 
resultados do SAEPE, sem perder de vista a preparação desses alunos para novos desafios que 
venham a enfrentar.
As atividades que compõem este material foram organizadas a partir dos descritores do 
SAEPE, de modo a traçar um fio condutor no processo de ensino e aprendizagem em seu 
contexto de utilização, oportunizando ao aluno a construção do seu conhecimento, mediado 
pela atuação do professor, no trabalho com a leitura.
Para Soares (1998, p.48-49):
Ler  -  É  um  conjunto  de  habilidades  e  comportamentos  que  se  estendem 
desde simplesmente decodificar sílabas ou palavras até ler Grande Sertão 
Veredas de Guimarães Rosa... Uma pessoa pode ser capaz de ler um bilhete, 
ou uma história em quadrinhos, e não ser capaz de ler um romance, um 
editorial  de  jornal...  Assim:  ler  é  um  conjunto  de  habilidades, 
comportamentos,  conhecimentos  que  compõem  um  longo  e  complexo 
continuum. (...)
Nesse sentido, o trabalho de leitura e compreensão de textos, em sala de aula envolve 
dimensões complexas, que exige do professor conhecimento teórico que fundamente sua ação. 
Desse modo, busca-se possibilitar a utilização de processos que possam contribuir para que 
um novo rumo seja dado ao trabalho de leitura e interpretação de textos na sala de aula. A 
condução desse trabalho implica certo distanciamento da prática tradicional, ao mesmo tempo 
em que conduz a processos reflexivos: inferências, coerência, previsões, conhecimento prévio, 
leitura de mundo, intertextualidade, construção de figuras de linguagem, diálogo, interação e 
subjetividade. (PALERMO, 2006).
Para  Palermo  (2006,  p.134)  a  produção  de  sentido  vai  sendo  construída 
colaborativamente:
O professor observa o que está acontecendo durante a discussão do texto, 
interfere,  ajuda  o  aluno,  apresenta  considerações,  faz  a  mediação.  É 
tolerante, paciente e compreensivo, observa a diversidade, a espontaneidade 
dos alunos, contribui com suas idéias sobre o texto, mas não pune, critica ou 
recusa as idéias dos alunos.
É nesse sentido que o professor precisa abandonar os modelos tradicionais de ensino 
de leitura, uma vez que os paradigmas educacionais da atualidade colocam o educador e o 
educando diante da necessidade de aprender a aprender, de se tornarem aptos a enfrentar e 
decidir  a  cada  nova  situação  que  surgir,  refletindo  sobre  os  processos  ocorridos,  sabendo 
trabalhar coletivamente e de forma interdisciplinar, de serem atuantes no processo educativo.
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UPLEMENTARES

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Zabala (1998, p. 28-29), alude à postura do professor, enfocando aspectos relevantes 
à sua prática:
Nós,  professores,  podemos  desenvolver  a  atividade  profissional  sem  nos 
colocar o sentido profundo das experiências que propomos e podemos nos 
deixar levar pela inércia ou pela tradição. Ou podemos tentar compreender a 
influência  que  estas  experiências  têm  e  intervir  para  que  sejam  o  mais 
benéficas possível para o desenvolvimento e amadurecimento de meninos e 
meninas. [...] Convém se dar conta de que esta determinação não é simples, 
já que por trás de qualquer intervenção pedagógica consciente se escondem 
uma análise sociológica e uma tomada de posição que sempre é ideológica. 
[...] É preciso insistir que tudo quanto fazemos em aula, por menor que seja, 
incide em maior ou menor grau na formação de nossos alunos. (SIC)
De acordo com este autor, o professor possui o poder de decidir, intervir, e, sobretudo, 
de agir para efetivar as mudanças que julgar necessárias. Nesse contexto de atuação, o diálogo 
é uma ferramenta essencial porque fortalece os vínculos, abre espaço para a expressão da 
subjetividade e cria as bases para interação e compreensão.
Portanto, uma compreensão clara da concepção teórica que embasa este caderno de 
atividades suplementares induz os professores e as professoras à orientação de sua prática 
pedagógica  com  segurança  e  eficácia,  assumido,  de  fato,  o  papel  proativo  de  mediador  e 
mobilizador de recursos para a aprendizagem.
19
GRUPO
NOME DO DOCUMENTO DE ORIGEM
SIGLA PARA IDENTIFICAÇÃO DO
DESCRITOR EM CADA ITEM
Primeiro Grupo
Matriz Curricular de Referência para
o estado de Pernambuco – SAEPE
SAEPE
Segundo Grupo
Matriz de Referência – Prova Brasil
SAEB
Terceiro Grupo
Base Curricular Comum para as Redes
Públicas de Ensino de Pernambuco
BCC
IDENTIFICAÇÃO DOS DESCRITORES
Considerando  a  formação  para  a  cidadania,  este  material  enfatiza  saberes  e 
conhecimentos diversos, ao mesmo tempo em que veicula uma proposta de trabalho voltado 
para o componente curricular de Língua Portuguesa com foco em leitura, compreensão, e 
produção escrita.
Inicialmente,  os  itens  estão  organizados  a  partir  de  habilidades  e  competências 
definidas,  aqui,  como  descritores,  os  quais  estão  organizados  em  três  grandes  grupos.  O 
primeiro grupo é formado pelos descritores que compõem a Matriz Curricular de Referência 
para o estado de Pernambuco – SAEPE. O segundo grupo é formado pelos descritores da matriz 
de Referência de Língua Portuguesa do Saeb – Prova Brasil e por fim, o terceiro grupo, que é 
composto pelas competências que compõem os eixos de Leitura e compreensão de textos da 
Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco.
Desse  modo,  os  descritores  correspondentes  à  leitura  e  compreensão  textual 
encontram-se, neste caderno, organizados em três grupos distintos e identificados, conforme 
tabela abaixo.
Em seqüência, apresentam-se as propostas de produção de textos escritos, a partir dos 
temas abordados pelo ENEM em seus 10 anos e dessa forma, abordam-se as habilidades da 
Matriz de Competências do ENEM e as competências básicas em produção de textos escritos 
da Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco. 
PRIMEIRO  GRUPO:  


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