José María Samper dados biográficos Nascimento: Honda, 31 de março de 1828. Morte



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José María Samper - dados biográficos
- Nascimento: Honda, 31 de março de 1828.

- Morte: Anapoima, 22 de julho de 1888.

- Estado civil: Em 1851, José María Samper casou-se com Elvira Levi Espina, que veio a falecer já em 1852, sem deixar filhos. Em 1855, o escritor casou-se em segundas núpcias com Soledad Acosta de Samper, também escritora e intelectual, com quem teve quatro filhas. Essa segunda união se manteve até a sua morte em 1888.

- Estrato social: Filho de José María Samper Blanco e Tomasa Agudelo Tafur, José María Samper Agudelo pertencia a uma família aristocrática que exercia grande influência política, intelectual e econômica na região de Tolima. Composta por escritores, jornalistas, empresários e políticos, a família Samper ainda possui uma grande ingerência na política colombiana nos dias atuais.



- Formação: José María Samper realizou sua educação primária e parte da secundária na Escuela del Tolima. Nos anos seguintes, finalizou seus estudos em jurisprudência na Universidad Santo Tomás em Bogotá. A sua formação política se deu através da participação em sociedades democráticas, clubes liberais e escolas republicanas, em meados do século XIX.

- Atuação política: Em sua juventude, José María Samper se identificava como um liberal radical. A sua trajetória como escritor teve início no periódico El Día, no qual fez diversas críticas aos planos educacionais de Mariano Ospina, fundador do Partido Conservador. Samper contribuiu com jornais liberais e antigovernistas, como La Noche, El Sudamericano e La Reforma, onde escreveu conjuntamente com Salvador Camacho Roldán. Esse primeiro momento de sua atuação política foi interrompido em 1858, quando viajou à Europa com a sua família, por causa do retorno do Partido Conservador ao poder. A partir de então, dirigiu e colaborou com diversos periódicos, atuando, em alguns deles, com Soledad Acosta de Samper. Ao retornar a Lima em 1862, José María Samper passou a relativizar o posicionamento político que adotava anteriormente, procurando, num primeiro momento, escrever em jornais que defendiam um liberalismo mais independente, até buscar aqueles mais voltados a um conservadorismo moderado. Apesar de sua dedicação à imprensa, as atividades de Samper eram multifacetadas e não se resumiam a ela. Além de publicar romances, poesias, teatros, obras de história e geografia, o escritor assumiu cargos públicos e ainda foi membro da Academia de Bellas Letras de Chile, da Real Academia Española e do Instituto de Ciencias Morales y Políticas de Caracas.


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