Joana Baião, Museus, Arte e Património em Portugal. José de Figueiredo (1871 – 1937) Joana Baião



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Joana Baião, Museus, Arte e Património em Portugal. José de Figueiredo (1871 – 1937)

Joana Baião é membro integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Licenciada em Artes Plásticas – Escultura pela Universidade de Lisboa (2005), Mestre em Museologia (2009) e Doutora em História da Arte, especialização em Museologia e Património Artístico (2014), pela Universidade Nova de Lisboa. Foi Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

Foi bolseira de investigação FCT no âmbito da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (2009-2010) e integrou a equipa de investigação do projeto «Fontes para a História dos Museus de Arte em Portugal» (2010-2013).

Tem vindo a cooperar com diversas instituições em projetos relacionados com história da arte e da cultura, entre as quais o Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado e a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva.

É atualmente assistente de coordenação e investigadora no projeto RaisExpo – Catálogo Raisonné Online das Exposições de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.

É autora de vários artigos publicados em Portugal, Espanha e Brasil.



Arte e Património em Portugal. José de Figueiredo (1871 – 1937)

Recordado como uma das mais importantes figuras da história da arte e da museologia portuguesas do início do século XX, José de Figueiredo (1871-1937) desenvolveu uma profícua ação em vários organismos de cariz patrimonial, de que se destaca a direção do Museu Nacional de Arte Antiga.

Estruturado sob a influência dos modelos de “vida e obra” próprios da narrativa biográfica, este trabalho fixa o percurso de vida desta personalidade, apresentando depois uma análise contextual e crítica ao seu papel no panorama cultural português, e respetivo enquadramento na cultura Europeia do início de novecentos.

É ainda apresentada uma reflexão sobre a criação e persistência de um “mito José de Figueiredo”, que se verifica ser fruto de três fatores: a sua ambição pessoal; o seu forte carisma; e os contextos que o acolheram e que simultaneamente estimularam o seu trabalho, proporcionando-lhe recursos materiais e humanos que geriu com sucesso, dentro e fora das instituições a que pertenceu.


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