Israel belo de azevedo



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Pontos Salientes 1994. Rio 
de Janeiro: Juerp, 1994, p. 92. 
   
[733]RIBEIRO, Jonas Celestino. A igreja: sua natureza e missão. Pontos Salientes 
1993. Rio de Janeiro: Juerp, p. 200. 
   
[734]RIBEIRO, Jonas Celestino. O evangelho do reino..., p. 96. 
   
[735]LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo civil e outros escritos. Trad. 
Magda Lopes e Marisa Lobo da Costa. Petrópolis: Vozes, 1994, p. 246. A concepção, põe-na 
Locke como norma na Constituição da Carolina. 
   
[736]LOCKE, John. Carta sobre a tolerância..., p. 244. Ou, como está em outro 
lugar, "mesmo Deus não salvará os homens contra a vontade deles" (p. 256). 
   
[737]A esse propósito, cumpre recordar a conclusão hobbesiana, com a qual os 
batistas estão de acordo exceto nos casos de tirania religiosa: "numa Cidade cristã a 
obediência é devida aos governantes supremos em todos os níveis, nas coisas espirituais 
como nas temporais". Cf. HOBBES, Thomas, op. cit., p. 271. 
   
[738]Um exemplo de uma atitude de resistência, embora resistência apenas no plano 
das idéias, foi o já referido comportamento dos batistas na década de 30, quando sentiram 
ameaçada sua liberdade religiosa. Sempre mantenedores, em relação ao Estado, de uma 
teologia da "resignação", distinguindo como temporal a função do aparelho do Estado e 
exclusivamente espiritual a da religião, em nome do que sempre criticou a "interesseira" 
politização da hierarquia católica, os batistas, através do seu jornal, se recusaram a aceitar 
como legítimas algumas posições oficiais.   
   
[739]LOCKE, John. Carta sobre a tolerância..., p. 244. 
   
[740]LOCKE, John. Carta sobre a tolerância..., p. 262. 
   
[741]LANDERS, John, op. cit., p. 15-90. 
   
[742]LANDERS, John, op. cit., p. 29. Segundo Landers, "os batistas entendem que 
sua fé nada mais é do que a aplicação da Bíblia aos problemas da vida cristã e da igreja" (p. 
15) 
   
[743]Na síntese do autor, "cada pessoa tem a responsabilidade de se encontrar com 
Deus em sua própria experiência ou sofrer as conseqüências do não-encontro" (p. 35). 
   
[744]FORD, S.H. A origem e a história dos batistas. Philadelphia: Sociedade 
Baptista Americana de Publicação, 1886, p. 115-116. Grifos do original. 
   
[745]Cabe aqui o registro de um episódio ilustrativo, presenciada pelo pesquisador: 
no final dos anos 70, o filho de um pastor ilustre disse, ao pregar na capela do Seminário 
Teológico Batista do Sul do Brasil, que não era batista por convicção, mas porque nascera 
num lar batista. A palavra provocou um profundo mal-estar (revolta mesmo). 
   
[746]Para uma análise psicanalítica da conversão entre o protestantismo brasileira, 
veja-se ALVES, Rubem A. Protestantismo e repressão. São Paulo: Ática, 1979, p. 50-81. 
Rubem Alves acha que, na visão protestante, "o problema não é transformar a realidade", que 
já foi transformada e reconciliada em Cristo, mas transformar as "maneiras de senti-la": "se 
os protestantes afirmam existir uma afinidade e da modernidade, eles não querem com isto 
dizer que estas se trata de decorrências naturais e secundárias do progresso de conversão a 
Cristo" (p. 76). Ao nosso ver, este juízo é apenas parcialmente verdadeiro. É fato que, em 
geral, os protestantes se entendem como modelo para o mundo, graças à conversão que 
experimentaram. Isto está claro inclusive quando se fala no atraso dos países católicos e no 
desenvolvimento dos protestantes e, principalmente, quando se argumenta como o Brasil 
poderia ser diferente se tivesse comerciantes, políticos, militares, etc., crentes. 
   
[747]Veja-se uma interpretação desta perspectiva, a partir da literatura ficcional, em 

MACIEL, Elter Dias. O drama da conversão: análise da ficção batista. Rio de Janeiro: 
Iser/Achiamé, 1983. 
   
[748]Para uma descrição mais detalhada do anticatolicismo batista brasileiro, veja-se 
AZEVEDO, Israel Belo de Azevedo. A palavra marcada: um estudo sobre a teologia 
política dos batistas brasileiros, de 1901 a 1964, segundo O Jornal Batista. Rio de Janeiro, 
dat., 1983. 
   
[749]O argumento, que é filho do século 19 e foi popularizado no Brasil por Laveleye 
e Eduardo Carlos Pereira, é ainda seguido por um autor de 1994. Paulo Proscurshim, embora 
sem citar aqueles autores, que talvez desconheça, atribui o atraso do mundo ibérico ao fator 
de ter permanecido fora da "transformação histórica que foi a Reforma Protestante", mas 
dentro da Contra-Reforma, essa reação contra a modernidade e "cujo ápice em termos de 
intolerância, repressão e brutalidade foi a Inquisição". Cf. PROSCURSHIM, Paulo, op. cit.
p. 19. Para ele, "à luz da história moderna, vemos claramente como a criação de riquezas e a 
conseqüente melhoria das condições de vida nos países desenvolvidos são subprodutos da 
ética e da visão cristã protestante", que "liberaram poderosas forças produtivas, tecnológicas, 
científicas e culturais, as quais em seu conjunto produziram o mundo moderno". Graças a 
isto, "os países da Europa do Norte e América do Norte são protestantes, ou fortemente 
influenciados pelo protestantismo". Afinal, foi nesses países que se iniciou "a formação do 
capitalismo moderno que, a partir do seu sucesso em criar riquezas, espalhou-se por todo o 
mundo" (p. 123). O progresso do sul Europa não protestante é explicado pelo fato de que 
"seus novos métodos de fazer uma sociedade" são "oriundos de países protestantes" (p. 124). 
Nesta linha, o progresso da Coréia do Sul é explicada por uma "transformação cultural e 
religiosa": como "praticamente 40% do povo coreano do sul são protestantes", houve houve 
uma "mudança radical nas idéias", que redirecionaram "os objetivos da nação" (p. 125). O 
desenvolvimento do Japão decorre de ter sido "poderosamente influenciado por nações 
protestantes em uma série de campos de sua vida social e econômica". (p. 126) 
   
[750]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista?..., p. 18. 
   
[751]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista?..., p. 16. 
   
[752]O título de um dos livros de Roque Monteiro de Andrade é precisamente 
"Cátedra e púlpito" (Rio de Janeiro: edição do autor, 1979. 176p.) 
   
[753]A expressão aqui utilizada por adaptada a partir de J.P. Boyce, citada por 
TAYLOR, W.C. Que significa ser batista?..., p. 17. 
   
[754]A propósito, um bacharel em teologia por seminário batista nunca se diz teólogo 
mas bacharel em teologia. 
   
[755]ANDRADE, Roque Monteiro. Cátedra e púlpito..., p. 12. 
   
[756]AZEVEDO, Irland Pereira de. O que a denominação espera do Seminário. 
Revista Teológica, Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, Rio de Janeiro, fase 1, n. 1, 
1985, p. 8. 
   
[757]AZEVEDO, Irland Pereira de, op. cit.,, p. 9. 
   
[758]AZEVEDO, Irland Pereira de, loc. cit. Os batistas precisam de "obreiros 
humildes que preguem a Bíblia, que ensinem a Bíblia que vivam a Bíblia, ainda que 
dominem as correntes teológicas contemporâneas, ainda que tenham condições de dialogar 
com o pensamento teológico deste tempo" (p. 10). 
   
[759]AZEVEDO, Irland Pereira de, op. cit.,, p. 9. 
   
[760]Parte destas conclusões foi retomada de AZEVEDO, Israel Belo de. A teologia 
supranacional dos batistas..., p. 87-93. 
   
[761]Permita-se a narrativa de uma experiência do pesquisador. Depois de ter 

fundado, no início dos anos 80, uma revista para a juventude universitária, ouviu de dois 
líderes batistas que aquele periódico seria perigoso para a denominação, pois ensejaria que os 
jovens, ao pensarem, deixassem a igreja... A publicação (revista "Campus") perdurou. 
   
[762]Como já informado no capítulo 2, o caso do missionário Robert G. Bratcher, nos 
anos 50, é revelador: a partir de Hebreus 9:26-39, sustentou a (não-calvinística) possibilidade 
da perda da salvação. Sua interpretação não foi considerada canônica. Por isto, seu retorno ao 
Brasil, depois de um período de férias nos EUA, não foi recomendada. 
   
[763]DUSILEK, Darci. Oásis no deserto. Missão: revista evangélica de cultura, n. 1, 
p. 30, 1985. 
   
[764]DUSILEK, Darci, loc. cit. 
   
[765]Distante da visão que triunfou (W.C. Taylor e Delcyr de Souza Lima, mas 
próximo de uma postura marginalizada (Mullins e Langston), Dusilek vê na sociedade 
"valores próprios que, não obstante sua obscuridade, evidenciam a presença de uma 
revelação geral por parte de Deus ao homem". Para ele, "negar esta realidade é negar o 
sentido da própria Palavra de Deus!" Cf. DUSILEK, Darci, [loc. cit. 
   
[766]Trata-se de um documento apresentado por George Truett, W.D. Nowlin, John 
A. Davison, W.C. Allen e W.R. White à Convenção Batista do Sul dos Estados, em 1938. 
Transcrito por TAYLOR, W.C. Que significa ser batista..., p. 20-23. Reparagrafização 
nossa. 
   
[767]Uma recente campanha publicitária da Junta de Missões Mundiais para 
arrecadação de fundos trazia a seguinte mensagem: "Ganhe vidas para Jesus! A 
responsabilidade de mudar o mundo está em suas mãos". 
   
[768]Permita-se outro registro autobiográfico. por ilustrativo. No início dos anos 80, 
o pesquisador, que estava publicando alguns estudos analíticos sobre o pensamento político 
dos batistas, um dos seus líderes o advertiu que "roupa suja" se lavava "em casa". Em outras 
palavras, a reflexão tinha que se autolimitar, se viesse a revelar publicamente facetas que não 
se interessasse deles divulgar. 
   
[769]Esta revista, de que este pesquisador foi o editor, chegou ao número 5, com 
artigos voltados para interpretar a realidade brasileira numa perspectiva cristã. Ela acabou 
por problemas administrativos e financeiros. 
   
[770]Evidentemente, esta é uma afirmação daquelas que exige uma verificação 
factual. Os questionários de opinião que este pesquisador já aplicou a diferentes públicos 
batistas indicam esta uniformidade. No entanto, serão necessários levantamentos mais 
específicos, para maior conclusividade. 
   
[771]Cf. LANGSTON, A.B., O princípio de individualismo em suas expressões 
doutrinárias ou um exame dos alicerces das crenças baptistas. Rio de Janeiro: Casa 
Publicadora Batista, 1933, p. 84. 
   
[772]Cf. NIEBUHR, H.C. Cristo e cultura. Trad. Jovelino Pereira Ramos. Rio de 
Janeiro: Paz e Terra, 1967 
   
[773]NIEBUHR, H. R., op. cit., p. 62 
   
[774]Cf., entre outros, artigos em O Jornal Batista, de 16.2.1950, p. 3; 22.4.1920, p. 
3; 19.1.1950, p. 1; 17.5.1923 
   
[775]Cf. TERTULLIAN. Apology. Grand Rapids: Eerdmans, 1980, p. 45 (capítulo 
38). 
   
[776]NIEBUHR, H. Richard, op. cit., p. 228. Proscurshim resume bem uma posição 
batista, que, se não é majoritária, é também bastante repetida: "a igreja deve ser santa, ou 
seja, separada como instituição", mas "o indivíduo, participante de uma igreja, tem o dever 

de ser o sal e a luz deste mundo. Não temos o direto de ficar apáticos e conformados enquanto 
o mal e suas forças vão dominando e impondo sua malignidade a todos. Cf. 
PROSCURSHIM, Paulo, op. cit., p. 230. 
   
[777]MORAES, Eudes de Freitas. Corpo: objeto de culto. Igreja Batista em Torrões. 
Boletim de 22.9.1992, p. 1. As elipses indicam passagens bíblicas. 
   
[778]PROSCURSHIM, Paulo. Senhor, sara a nossa terra! São Paulo: Mundo 
Cristão, 1994, p. 152 e p. 112. 
   
[779]Os artigos aparecidos em "O Jornal Batista", no início do século, polarizam 
entre considerar o "caos" social como uma prova de que Deus está julgando o mundo e louvar 
o progresso, mesmo que seja só o progresso nas nações protestantes. Por isto, até os anos 40 
o periódico acompanha com certo otimismo o que entende ser o desenvolvimento político e 
econômico do Brasil, numa espécie de esperança de que este país pode ser outro sem que, 
necessariamente, seja destruído.   
   
[780]Cf. O Jornal Batista, de 28.4.1932, p. 2. A Declaração de Fé do Seminário 
Teológico Batista do Sul do Brasil é claro na sua opção voluntarista (item 15): "O bem-estar 
social e o estabelecimento da justiça entre os homens depende basicamente da regeneração 
de cada pessoa e da prática dos princípios do Evangelho na vida individual e coletiva". 
   
[781]Para uma crítica desta visão, cf. AZEVEDO, Israel Belo de. A redoma e o 
horizonte. Simpósio, São Paulo, v. 12, p. 109-142, 1979. 
   
[782]Cf. TILLICH, Paul. A history of christian thought. Edited by Carl E. Bratten. 
New York: Harper & Row, 1968, p. 50-55; também DANIÉLOU, Jean.Gospel message and 
hellenistic culture. Edited by John A. Gaker. London: Darton, Longman & Todd; 
Philadelphia: Westminster, 1973, 107-138. 
   
[783]Cf. LIBÂNIO, João Batista. Discernimento e política. Petrópolis: Vozes; Rio de 
Janeiro: CRB, 1977, p. 50. 
   
[784]No já referido levantamento entre seminaristas, 62% declararam estar próximo 
o fim do mundo. 
   
[785]Por ora, entenda-se tal expressão, não na acepção da economia política 
estritamente (que a concebe como o jogo do livre mercado auto-regulamentador) e nem no 
sentido popular batista (que o entende como uma visão teológica negadora dos fundamentos 
da fé cristã), mas na perspectiva apenas de uma afirmação da liberdade individual de 
consciência e de religião. Do liberalismo se serviram os pensadores pensadores, até os anos 
30 para legitimar sua presença em meio a uma sociedade catolicizada. O conceito faz parte da 
gênese e do desenvolvimento batista no Brasil e é muito caro aos seus intelectuais, 
especialmente os missionários norte-americanos, que se apresentaram como desbravadores 
da virgem floresta da consciência do verdadeiro evangelho. 
   
[786]AZEVEDO, Israel Belo de. O impacto da incerteza. Em: AZEVEDO, Israel 
Belo de (org.). Será que somos modernos? Piracicaba: Prazer de Ler, 1994, p. 15. 
   
[787]AZEVEDO, Israel Belo de. O impacto da incerteza..., p. 16. 
   
[788]BURCKHARDT, Jacob. A cultura do Renascimento na Itália. Tradução: 
Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 113. 
   
[789]Cf. a observação de LASKI, Harold. O liberalismo europeu. Trad. Álvaro 
Cabral. São Paulo: Mestre Jou, 1973, p. 69. 
   
[790]BURCKHARDT, Jacob, op. cit., p. 354. 
   
[791]LASKI, Harold, op. cit. 
   
[792]MERQUIOR, J.G., op. cit., p. 48. 
   
[793]Cf. HILL, Christopher. As origens intelectuais da revolução inglesa. Trad. 

Jefferson Luís Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1992, p. 396. 
   
[794]Segundo a crítica de Roque Maciel de Barros, "no que diz respeito à vida civil, 
Lutero é um defensor rígido da autoridade, ainda que esta seja atrabiliária e má". Cf. 
BARROS, Roque Spencer Maciel de. Introdução à filosofia liberal. São Paulo: Grijalbo, 
1971, p. 27. 
   
[795]BARROS, Roque Spencer Maciel de, op. cit., p. 29. 
   
[796]Cf. SCHAPIRO, J. Salwin. Liberalismo; su significado e historia. Buenos 
Aires: Paidós, 1965, p. 21 e 23. 
   
[797]SCHAPIRO, J. Salwin, op. cit., p. 130. 
   
[798]SCHAPIRO, J. Salwin, op. cit., p. 13. 
   
[799]Cf. a síntese de DILLENBERGER, John, WELCH, Claude. El cristianismo 
protestante. Trad. Adam F. Sosa. Buenos Aires: La Aurora, 1954, p. 200-201. 
   
[800]Como o demonstram VIEIRA, David Gueiros, op. cit. , e LEONARD, E.-G. 
Protestantismo brasileiro.São Paulo, ASTE, 1963, p. 35-39. 
   
[801]Cf. CRABTREE, A.R. História dos baptistas no Brasil até o ano de 1907. Rio 
de Janeiro: Casa Publicadora Baptista, 1937, p. 20-27; cf. também do mesmo autor, Baptists 
in Brazil. Rio de Janeiro: Baptist Publishing House, 1953, p. 26-29 
   
[802]Neste sentido, por exemplo, o jornal reproduz, lado a lado em sua primeira 
página, fotografias de presidentes das duas nações, a simbolizar esta amizade. E é também 
com toda a naturalidade, como exemplo para nossa política, que o periódico acompanha as 
disputas eleitorais bi-partidárias nos Estados Unidos. Aos poucos o interesse vai diminuindo, 
à medida em que avança o programa geral dos missionários de se irem retirando do foco das 
decisões. 
   
[803]O Jornal Batista, de 21.8.1927, p. 2 
   
[804]A este propósito, D'Epinay, estudando um periódico evangélico argentino, 
recusa a denúncia de que a afirmar que a consolidação da dominação norte-americana na 
América Latina tem entre seus fatores a ação das missões protestantes. Embora aceite que "a 
expansão missionária norte-americana tenha acompanhado a consolidação da dominação dos 
Estados Unidos sobre a América Latina", aquele autor conclui que a mensagem religiosa 
apenas sacraliza as idéias, os valores e as normas de comportamento que legitimam as 
transformações econômicas-sociais, políticas e culturais, provocadas pela expansão da nova 
potência tutelar. Cf. D'EPINAY, Christian Lalive. Penetration culturelle et presse 
religieuse; le cas d'une revue protestante argentine. Cuernavaca: SONDEOS, [197?], seções 
3/1 e 3/3. 
   
[805]Cf. BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. Introdução, 
organização e tradução de Sérgio Miceli. São Paulo: Perspectiva, 1974, p. 68ss. 
   
[806]SOREN, João Filson. Entrevista ao autor, em outubro de 1994. A entrevista na 
íntegra está em AZEVEDO, Israel Belo de (org.). João Filson Soren, o combatente de Cristo. 
Rio de Janeiro: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, 1995, parte 2. 
   
[807]Há em alguns doutrinadores, a afirmação de que, no céu, "cada criatura será 
retribuída conforme a sua vida na terra", com uns tendo "maior gozo" e outros "menor". Cf. 
WATSON, S.L. O catolicismo e o evangelismo contrapostos. Rio de Janeiro: Casa 
Publicadora Batista, [192?], p. 26. No entanto, não há consenso sobre esta doutrina do 
galardão, que seria uma transposição dos valores liberais da livre-iniciativa para os paramos 
eternos... 
   
[808]Como diz Crabtree, "o Onipotente respeita a livre vontade do homem e 
certamente ele não entrega a qualquer indivíduo ou grupo de indivíduos autoridade de violar 

a consciência da criatura feita à imagem divina". Cf. CRABTREE, A.R., op. cit., p. 2-3. 
   
[809]CRABTREE, A.R., op. cit.,, p. 2-3. 
   
[810]Como ensina Mullins, "nenhum sacerdote humano tem direito de servir como 
mediador entre a alma e Deus, pois que não lhe é possível invocar, radicalmente, uma 
competência de sua parte que não seja comum a todos os crentes. Cf. MULLINS, E.Y. Os 
axiomas da religião..., p. 65. 
   
[811]ANDRADE, Roque Monteiro de. Inerrância da Bíblia. Rio de Janeiro: Juerp, 
1974, p.102. 
   
[812]ANDRADE, Roque Monteiro de. A razão da esperança. Rio de Janeiro: edição 
do autor, 1976, p. 115. 
   
[813]TOLLAND, John. Christianity not mysterious. Transcrito por BETTENSON, 
Henry. Documentos da igreja cristã. Trad. Helmuth A. Simon. São Paulo: Aste, 1967, p. 
335. 
   
[814]PURIM, Reynaldo. O Espírito Santo. Rio de Janeiro: Brasil Batista, 1977, p. 98. 
   
[815]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas Batistas. Rio de Janeiro: Juerp, 1992, p. 7. 
   
[816]Cf. Princípios batistas. Rio de Janeiro: Departamento de Escolas Dominicais da 
Convenção Batista Brasileira, 196?, p. 8. 
   
[817]LIMA, Delcyr de Souzaop. cit., p. 12. 
   
[818]Cf. a síntese de Barros, Roque Spencer Maciel, op. cit., p. 16. 
   
[819]RIBEIRO, Jonas Celestino. A igreja: sua natureza e missão..., p. 204. Segundo o 
documento norteador das ações da Convenção Batista Brasileira, a igreja cumpre seu 
propósito "através do culto, da edificação dos salvos, da proclamação do evangelho, da ação 
social e da educação, vivendo em amor". Ao cumprir estas funções, ela "coopera com Deus 
para a consecução do plano divino de redenção". Cf. Filosofia da Convenção Batista 
Brasileira. Anais da Convenção Batista Brasileira, 1992, p. 522. 
   
[820]MULLINS, E.Y. O axioma da religião. 3ª ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora 
Batista, 1956, p. 257. 
   
[821]LASKI, H., op. cit., p. 37 e 38. 
   
[822]Cf. CARROL, J.M. O rasto de sangue. Rio de Janeiro: Casa Publicadora 
Batista, [195?], p. 55. 
   
[823]WATSON, S.L., op. cit., p. 11. 
   
[824]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 31. 
   
[825]MULLINS, E.Y. Os axiomas da religião..., p. 258. 
   
[826]BERNARDES, Adrião. Meu testemunho. São Paulo: [edição do autor], 1969, p. 
89. O parlamentar diria ainda (p. 92): "Não se pode negar que a forma de Capitalismo atual é 
abusiva, vazada em privilégios, por isto mesmo merece restrições, pois a liberdade genuína 
só é possível quando há completa igualdade de acesso ao gozo dela. 
   
[827]A frase é uma paráfrase ao parágrafo inicial de um livro de Luc Ferry, que diz: 
"Um espectro ronda o pensamento contemporâneo: o espectro do sujeito". Cf. FERRY, Luc. 
Homo aestetheticus: a invenção do gosto na era democrática. Trad. Eliana Maria de Melo 
Souza. São Paulo: Ensaio, 1994, p. 16. 
   

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