Israel belo de azevedo



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O princípio de individualismo..., p. 41. O 
mesmo autor (p. 39) lembra ainda que, ao conceder a liberdade de escolher o mal, Deus 
assumiu o risco. "E por que se arriscou? É o preço tributado à liberdade; Deus o pagou sem 
hesitação. Escolha é a mãe do caráter. 
   
[583]Declaração Doutrinária..., p. 9. 
   
[584]WATSON, S.L., op. cit., p. 8. 
   
[585]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 59. 
   
[586]Princípios batistas..., p. 3. 
   
[587]Princípios batistas..., p. 3. 
   
[588]Cf. Declaração Doutrinária... 
   
[589]MULLINS, E.Y., op. cit..., p. 67. 
   
[590]LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 6. 
   
[591]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia. Rio de Janeiro: Casa Publicadora 
Batista, 1917, p. 16. 
   
[592]Princípios batistas..., p. 3. Langston ensinou ainda: "Deus reconhece todos os 
homens como livres e iguais à sua presença. Não resta dúvida de que Ele reconhece todos os 
homens estritamente responsáveis pelo uso que fazem de sua liberdade. É claro também que 
a competência da alma, para entender-se diretamente com Deus, não pode, razoavelmente, 

ser negada. LANGSTON, A.B., O princípio de individualismo..., p. 45-46. 
   
[593]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 50. 
   
[594]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 69. Mais adiante (p. 71), 
Langston assevera que a salvação é simplesmente a criação continuada; a criação continuada 
no sentido de envolver ou abranger as vontades divina e humana. 71 
   
[595]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 88-89. 
   
[596]Cf. LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas., v. 1, p. 23. 
   
[597]DARGAN, E.C. Doutrinas de nossa fé. Trad. W.E. Entzminger. Rio de Janeiro: 
Casa Publicadora Batista, 1911, p. 121. Segundo a Declaração Doutrinária de 1986 (p. 12), 
"essa graça é concedida não por causa de quaisquer obras meritórias praticadas pelo homem 
mas por meio de sua fé em cristo". 
   
[598]TAYLOR, W.C. Doutrinas. Rio de Janeiro: Juerp, 1952, p. 45. 
   
[599]Declaração de fé... 
   
[600]Declaração doutrinária..., p. 11. 
   
[601]WATSON, S.L., op. cit., p. 8. 
   
[602]Declaração doutrinária..., p. 12. 
   
[603]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas..., p. 48. 
   
[604]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas..., p. 45. 
   
[605]ENTZMINGER, W.E. Predestinação. Campos: Centro de Reflexão 
Bíblico-Teológica e Oração, 1992, p.6. 
   
[606]TAYLOR, W.C. A liberdade de Deus e o livre-arbítrio dos homens. Campos: 
Centro de Reflexão Bíblico-Teológica e Oração, 1992, p.6. Grifo dos editores. A propósito, 
os editores do texto de Taylor discorrem, a seguir (p. 13-22), sobre o abandono batista das 
"doutrinas da graça", criticando a vitória do que chamam de "arminianismo metodista e 
pentecostal". Eles querem uma volta à "rica herança batista" calvinista. 
   
[607]ENTZMINGER, W.E. Predestinação..., p. 7. 
   
[608]Declaração doutrinária..., p. 13. A Confissão de New Hampshire afirmara: "as 
Escrituras ensinam que só são os verdadeiros crentes, aqueles que perseveram até o fim; que 
sua aliança perseverante a Cristo é o grande sinal que se distingue dos profanos superficiais; 
que uma Providência especial vigia sobre sua prosperidade; e que eles são guardados pelo 
poder de Deus, mediante a fé para a salvação. Cf. Declaração de fé... 
   
[609]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 64. 
   
[610]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 69. 
   
[611]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 75. 
   
[612]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 77. 
   
[613]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 79. 
   
[614]Dargan, E.C., op. cit., p. 120. 
   
[615]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 71. 
   
[616]Declaração de fé... 
   
[617]DARGAN, E.C., op. cit., p. 123. 
   
[618]DARGAN, E.C., op. cit., p. 123. 
   
[619]Cf. O governo, oficiais, regulamento e pacto das igrejas de Cristo, comumente 
chamadas batistas. Reproduzido como apêndice ao livro de FORD, S.H., op. cit., p. 160. 
Esse documento foi também subscrito pelos membros fundadores da Primeira Igreja Batista 
do Rio de Janeiro, a primeira a ser constituída após a preparação do documento. Cf. Ata da 
Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, 14.08.1884. Cf. também AZEVEDO, Israel Belo 
de. Coluna e firmeza da verdade. Rio de Janeiro: PIB, 1988, p. 29. 

   
[620]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 106. 
   
[621]Declaração de fé... 
   
[622]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas..., p. 52. 
   
[623]Princípios batistas..., p. 4. 
   
[624]Princípios batistas..., p. 13 e 14. Como deixa claro Luciano Lopes, "os bens 
materiais são necessários ao homem e, por isso, são um bem". Afinal, "em nenhuma parte das 
Escrituras Sagradas encontramos uma condenação formal das riquezas, mas do mau uso que 
delas fazem". (Cf. LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil..., p. 25. 
   
[625]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas..., p. 40. 
   
[626]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 201-202. 
   
[627]Cf. O Jornal Batista, de 3.1.1901, p. 3. 
   
[628]WATSON, S.L., op. cit., p. 14. 
   
[629]LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil. Rio de Janeiro: [e.a.], 
1945, p. 129. 
   
[630]PURIM, Reynaldo. Jesus Cristo no panorama da história. Rio de Janeiro: 
Brasil Batista, 1978, p. 69. 
   
[631]BERNARDES, Adrião. Meu testemunho. São Paulo: [edição do autor], 1969, p. 
175. 
   
[632]BERNARDES, Adrião, op. cit...., p. 86. 
   
[633]BERNARDES, Adrião, op. cit...., p. 176. 
   
[634]Princípios batistas..., p. 9. 
   
[635]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 199. 
   
[636]ANDRADE, Roque Monteiro de, op. cit., p. 305. 
   
[637]Do livro de Sheldom, já tratamos no capítulo anterior. O compêndio de moral é 
de MASTON, T.B. Certo ou errado. Tradução de José dos Reis Pereira. Rio de Janeiro: Casa 
Publicadora Batista, 1952. 192p. Em 1992, a Juerp publicou do mesmo autor um livro menos 
heteronomista, apesar do título: "Andando como Jesus andou". O título revelam bem a 
permanência de Cristo como modelo de vida a ser seguido. 
   
[638]Declaração de fé... 
   
[639]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 112. Langston (p. 108) 
relaciona-a ao Reino Deus, composto "de todos os crentes, tanto do passado como do 
presente", enquanto "a Igreja se compõe apenas daqueles que vivem atualmente, e são 
atualmente membros da organização externa. Diz mais ele ainda (p. 117) que "não se deve 
confundir Reino com Igreja. O Reino é a entidade à qual o crente realmente pertence; a Igreja 
é o método divino pelo qual o crente deve funcionar ou cumprir as obrigações do Reino. Pode 
dar-se o caso até do indivíduo, isto é, o indivíduo remido, estar no Reino sem estar na Igreja. 
Mas neste caso ele certamente não cumprirá, nem para si nem para o mundo, o seu dever no 
Reino. 
   
[640]Dargan diz a mesma coisa: "Não há na Escritura onde se fale de igreja menção 
ou até sugestão de um grande corpo organizado. A grande maioria de casos nos quais ocorre 
a palavra eclesia refere-se a uma igreja local. Cf. DARGAN, E.C., op. cit., p. 128. 
   
[641]Declaração doutrinária..., p. 14. 
   
[642]Cf. Filosofia da Convenção Batista Brasileira. Em: Anais da CBB. Rio de 
Janeiro: CBB, 1994, p. 512. Alguns anos antes, Delcyr de Souza Lima reafirmara o conceito 
fundamental: "a idéia básica de igreja, no Novo Testamento, é a de congregação local, como 
um organismo vivo e autônomo. (...) As igrejas do Novo Testamento eram congregações de 
salvos por Cristo, biblicamente batizados. Cf. LIMA, D.S. Doutrinas fundamentais dos 

batistas. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, [195?], p. 55. 
   
[643]TAYLOR, W.C. Doutrinas..., p. 184. Um livro traduzido em 1952 reafirmava 
que uma igreja é uma entidade local e democrática. Cf. EWTON, M.F. Verdades 
fundamentais. Rio de Janeiro: União Geral de Senhoras, 1952, p. 92. 
   
[644]LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 8. 
   
[645]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 34. 
   
[646]LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 8. 
   
[647]CRABTREE, A.R., op. cit., p. 6. 
   
[648]Princípios..., p. 8. 
   
[649]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 109. 
   
[650]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas..., p. 36. 
   
[651]A afirmação de princípios de 1964 procura suavizar um pouco este localismo, 
ao admitir que no Novo Testamento fala-se da igreja local e também de uma "companhia 
fraterna de crentes, "tornada uma só na família de Deus". Cf. Princípios..., p. 7. 
   
[652]Cf. Filosofia da Convenção Batista Brasileira..., p. 512. 
   
[653]Cf. Filosofia da Convenção Batista Brasileira..., p. 512. 
   
[654]Cf. Filosofia da Convenção Batista Brasileira..., p. 512. 
   
[655]CRABTREE, A.R. op. cit., p. 5. 
   
[656]LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 7. 
   
[657]Cf. Princípios..., p. 8. 
   
[658]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo... p. 119. 
   
[659]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 63. 
   
[660]O Jornal Batista, de 6.2.1947, p. 1. 
   
[661]Cf. Declaração de Fé... Um editorial de O Jornal Batista, lembrava que "todos 
os governantes governam, por autoridade, ou por consentimento de Deus", deles se 
esperando que "governem em eqüidade, justiça e humanidade". Cf., respectivamente, 
editoriais de O Jornal Batista, 27.5.1937, p. 3. 
   
[662]Princípios batistas..., p. 8. Reparagrafização nossa. 
   
[663]BERNARDES, Adrião, op. cit...., p. 137. 
   
[664]HOVEY, Alvah. A religião e o estado; proteção ou aliança? imposto ou 
isenção? Tradução e adaptação de Z.C. Taylor. Introdução de Honório Benedicto Ottoni. 
Bahia: Typographia Evangelica Baptista, 1889, p. 10. 
   
[665]Cf. O Jornal Batista, de 25.11.1915, p. 4. 
   
[666]BERNARDES, Adrião, op. cit...., p. 84. 
   
[667]LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 9. 
   
[668]TAYLOR, W.C. Cremos..., p. 82. 
   
[669]Declaração Doutrinária..., p. 21. 
   
[670]WATSON, S.L., op. cit.,, p. 12. É útil transcrever aqui um texto distribuído em 
1978 em uma igreja batista de Belo Horizonte: "Os membros da igreja, seguindo o conselho 
bíblico de dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, têm procurado cumprir o 
seu dever para com o Estado. (...) Os membros da igreja batista são leais, não criticam, não 
vivem em subversão, apóiam o governo e isto cria um clima favorável para prosseguir no 
objetivo principal como igreja, que é pregar o Evangelho. (...) Demos apoiar o governo, mas 
não nos introduzir em política. Citado por VILLAS-BOAS, Crisóston Terto. O significado 
da Reforma numa perspectiva histórico-sociológica. Belo Horizonte, dat., 1986, p. 13. 
   
[671]CRABTREE, A.R., op. cit., p. 3. 
   
[672]Declaração Doutrinária..., p. 21. 

   
[673]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista?..., p. 18. 
   
[674]WATSON, S.L., op. cit.,, p. 13. 
   
[675]CRABTREE, A.R., op. cit., p. 9. 
   
[676]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 13. 
   
[677]LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil..., p. 151. 
   
[678]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 18. 
   
[679]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 20. 
   
[680]Declaração Doutrinária..., p. 21 e 22. 
   
[681]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 52-63. 
   
[682]LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil. Rio de Janeiro, [e.a.], 
1945, p. 16. O autor lembra que a finalidade da lei é "distribuir a justiça e jamais a defesa de 
interesses particulares" (p. 124). Depois de rejeitar a opção comunista (p. 34), sedutora para 
muitos em 1945, por tolher a liberdade do homem e se constituir numa forma de absolutismo, 
sintetiza o seu credo social: "Se sou cristão sofrerei, como Cristo, as dores alheias, que 
deixam de ser alheias para serem também minhas. Quanto mais me aproximo de Cristo, mais 
perto me sinto também dos que sofrem, mais perto me sinto de Cristo" (p. 100). 
   
[683]LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil..., p. 22. 
   
[684]TAYLOR, W.C. Doutrinas..., p. 19. 
   
[685]WATSON, S.L., op. cit., p. 13. 
   
[686]Declaração de fé... A Declaração Doutrinária (p. 21) diz que a obediência é 
"exceto naquilo que se oponha à vontade e à lei de Deus. A Declaração de Fé (item 9) do 
Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil repete o ensino: "Reconhecendo que o governo 
civil é instituído por Deus, é dever dos crentes respeitar e obedecer as leis e honrar as 
autoridades constituídas, exceto naquilo que se oponha à vontade de Deus. A oposição ao 
Estado, portanto, só é admitida quando ele não garante à igreja a sua liberdade religiosa. 
Assim, na prática vigente, o Estado só se opõe á vontade de Deus quando não dá o direito de 
liberdade de culto... 
   
[687]BERNARDES, Adrião, op. cit., p. 61. Trata-se discurso na Câmara Federal, 
proferido em 7 de novembro de 1965. Nele, o parlamentar aconselhava: "O momento exige 
deste Parlamento muita ponderação, civismo sadio e esforço inteligente e quase 
sobre-humano, se realmente amamos a nossa Pátria". Na citação, o grifo é nosso. 
   
[688]A pesquisa foi conduzida por este pesquisador, ao final de 1977, entre os alunos 
do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. 
   
[689]Editorial, assinado pelo diretor, José dos Reis Pereira, em O Jornal Batista,, de 
23.4.1978, p. 3. 
   
[690]Sobre isto, ver AZEVEDO, Israel Belo de, op. cit.
   
[691]Cf. Filosofia da Convenção Batista Brasileira... Reparagrafização nossa. 
   
[692]TAYLOR, W.C. Cremos..., p. 55. 
   
[693]Cf. SMITH, David G. Liberalismo. Em: Enciclopédia Internacional de las 
Ciencias Sociales. Bilbao: Aguilar, 1975, v. 6, p. 579-584. 
   
[694]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia...,, p. 39. 
   
[695]CRABTREE, A.R., op. cit., p. 26ss. 
   
[696]É interessante o que Watson escreve sobre a igualdade-desigualdade entre as 
pessoas: "Não deixamos de reconhecer que nem todos os crentes estão igualmente 
desenvolvidos na sua vida cristã, que nem todos são dotados do mesmo grau de sabedoria e 
que há outras desigualdades, mas estas são de somenos importância, em relação ao grande 
valor espiritual de cada homem". Cf. WATSON, S.L., op. cit., p. 11. Sobre isto, Luciano 

Lopes ponderou que Jesus não ensinou a absoluta igualdade entre os homens, mas, antes, 
"reconheceu a sua desigualdade. LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil...
p. 36. 
   
[697]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia..., p. 31. 
   
[698]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 258. 
   
[699]WATSON, S.L., op. cit., p. 10. 
   
[700]Sobre o papel do indivíduo na Bíblia, Watson anotou: "no Velho Testamento, 
salienta-se a vida coletiva", já que o povo judeu "não chegou a compreender nitidamente o 
princípio de responsabilidade pessoal perante Deus". No entanto, "no Novo Testamento a 
doutrina do individualismo se destaca bem claramente", uma vez que "a salvação é oferecida 
àquele que crê". Cf. WATSON, S.L., op. cit., p. 9. 
   
[701]Cf. CRABTREE, A.R., op. cit., p. 2. 
   
[702]Cf. O Jornal Batista, de 12.7.1917, p. 5. 
   
[703]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista?..., p. 18. 
   
[704]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia. Rio de Janeiro: Casa Publicadora 
Batista, 1917, p. 70. 
   
[705]NIEBUHR, H. Richard. The social sources of denominationalism. 3rd ed. New 
York: Meridian, 1959, p. 21. 
   
[706]Um ensino recente é claro quanto a isto: "Deus é quem fala e é ele mesmo quem 
faz com que tudo aconteça". Ele "está no controle de todas as coisas e nada acontece sem que 
esteja ao alcance de seu conhecimento". Cf. RIBEIRO, Jonas Celestino. A doutrina bíblica 
da oração. Pontos Salientes 1994. Rio de Janeiro: Juerp, 1994, p. 26. Por isto, devemos 
confiar nele, mesmo ante ao aparente progresso do mal, cuja derrota final é prenunciada na 
Bíblia. Cf. também RIBEIRO, Jonas Celestino. O livro do profeta Daniel. Pontos Salientes 
1993. Rio de Janeiro: Juerp, 1993, p. 162. 
   
[707]RIBEIRO, Jonas Celestino. A doutrina bíblica da oração. Pontos Salientes 
1994. Rio de Janeiro: Juerp, 1994, p. 56,57. 
   
[708]RIBEIRO, Jonas Celestino, op. cit., p. 59. Como ensina outro autor, a realidade 
dessa graça livra Deus, que é "tão poderoso, tão excelso, tão elevado", de se tornar "uma 
abstração filosófica". "Pessoal", ele é "o criador, Soberano e Deus das vidas das pessoas". 
COELHO FILHO, Isaltino Gomes. A doutrina de Deus no Velho Testamento. Pontos 
Salientes 1991. Rio de Janeiro: Juerp, 1991, p. 201. 
   
[709]Merquior chama de protoliberalismo a "um conjunto ideológico de valores e 
instituições que historicamente desbravou o caminho para a ordem social-liberal 
inteiramente desenvolvida que se tornou a forma avançada de governo no Ocidente no século 
XIX". Cf. MERQUIOR, José Guilherme. O liberalismo antigo e moderno. Trad. Henrique de 
Araújo Mesquita. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991, p. 65. Aqui, no entanto, o conceito é 
empregado para o conjunto de formulações inglesas setecentistas postas na origem do 
liberalismo. Assim, o protoliberalismo já é liberalismo, com o que Merquior também estaria 
de acordo. 
   
[710]HOBBES, Thomas. De cive. Trad. Ingeborg Soler. Petrópolis: Vozes, 1993, p. 
197. 
   
[711]PURIM, Dulce Consuelo S. Lopes. Atualidades. Pontos Salientes 1990. Rio de 
Janeiro: Juerp, p. 122. Este código é tão perfeito que as leis humanas são dispensáveis. Para 
Mullins, a Bíblia, interpretada pelo Espírito Santo, é a regra de fé e prática do cristão, contém 
uma espécie de "democracia pura" e "monarquia absoluta". Cf. MULLINS, E.Y. Os axiomas 
da religião..., p. 133. 

   
[712]Weber di-lo de outra maneira, ao considerar com função da educação religiosa o 
combate ao profetismo no seio da igreja. WEBER, Max. Economia e sociedade. Citado por 
MENDONÇA, Antônio Gouvêa, VELASQUES FILHO, Prócoro. Introdução ao 
protestantismo no Brasil. São Paulo: Loyola, 1990, p. 245. 
   
[713]SOREN, João Filson. Depoimento ao autor em julho de 1994. 
   
[714]Como também já se viu, o "Termo de Kentucky, de 1801, informava que "as 
escrituras do Velho e Novo Testamento são a infalível palavra de Deus e a única regra de fé e 
prática". 
   
[715]LANDERS, John. Teologia dos princípios batistas. Rio de Janeiro: Juerp, 1986, 
p. 31. 
   
[716]LANDERS, John, op. cit., p. 35. 
   
[717]Sobre isto um autor batista ensinou recentemente: "embora a salvação seja 
abrangente, não significa que ela seja universal no sentido de que Deus dará, finalmente, um 
jeito para que as pessoas sejam salvas, independente de terem ou não conhecido Cristo. A 
salvação é abrangente exatamente porque só existe um meio de salvação: Cristo Jesus". Cf. 
RIBEIRO, Jonas Celestino. A epístola aos romanos..., p. 72. 
   
[718]SPURGEON, C.H. Eleição. São José dos Campos: Fiel, 1984, p. 3, 7 e 8. Citado 
também em Cem anos sem Spurgeon. Campos: Centro de Reflexão Bíblico-Teológica e 
Oração, 1992, p. 6 e 7. 
   
[719]SPURGEON, C.H. Livre-arbítrio, um escravo. Citado em Cem anos sem 
Spurgeon, p. 7. 
   
[720]RIBEIRO, Jonas Celestino. A epístola aos romano. Pontos Salientes 1993. Rio 
de Janeiro: Juerp, 1993, p. 68. 
   
[721]Enquanto a confissão de 1611 admitia claramente a possibilidade de de um 
crente cair "do estado da graça", a de 1644 não o admitia, certos de que os crentes "guardados 
pelo poder de Deus na salvação". A expressão (guardado pelo poder de Deus) aparece em 
várias confissões. 
   
[722]LANDERS, John, op. cit., p. 64 e 65. 
   
[723]BARROS FILHO, Ophir Pereira de. Epístolas Gerais. Pontos Salientes 1990. 
Rio de Janeiro: Juerp, 1990, p. 182. 
   
[724]COELHO FILHO, Isaltino Gomes. Moisés e o Êxodo. Pontos Salientes 1990. 
Rio de Janeiro: Juerp, 1990, p. 46. 
   
[725]PURIM, Dulce Consuelo S. Lopes, op. cit., p. 122. 
   
[726]RIBEIRO, Jonas Celestino. Os profetas maiores. Pontos Salientes. Rio de 
Janeiro: Juerp, 1993, p. 54. 
   
[727]Por isto, a confissão de 1644 adverte que os crentes vivem em guerra constante 
"contra o pecado, o eu, o mundo e diabo", estando, portando, "sujeito a todo tipo de aflição, 
tribulação e perseguição" 
   
[728]SOARES, Josué Ebenezer de Sousa. Evidências pessoais de vida cristã. Igreja 
Batista Central de Niterói. Boletim de 20.10.1991, p. 1 e 2. 
   
[729]O conceito de individualismo é bem diferente do de Langston. Para o 
doutrinador de agora, "devemos abandonar o princípio do individualismo, que está 
destruindo a nossa sociedade", já que "tem sua origem no egoísmo. Cada um pensa só em si e 
procura tirar o máximo de proveito e vantagem". RIBEIRO, Jonas Celestino. A epístola aos 
Romanos..., p. 108. 
   
[730]RIBEIRO, Jonas Celestino. Os profetas maiores..., p. 54. 
   
[731]Hino avulso cantado nas igrejas batistas. 

   
[732]RIBEIRO, Jonas Celestino. O evangelho do reino. 
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