Israel belo de azevedo



Baixar 4.8 Kb.
Pdf preview
Página25/28
Encontro26.03.2020
Tamanho4.8 Kb.
1   ...   20   21   22   23   24   25   26   27   28
Introdução ao 
protestantismo no Brasil.São Paulo: Loyola, 1990, p. 16-18. 
   
[382]Cf. MARTINHO DE NANTES. Relação de uma missão no Rio São Francisco. 
São Paulo, Nacional, 1979. 123p., que relata ser um terço da tripulação do navio em que veio 
constituído de protestantes. 
   
[383]VIEIRA, David Gueiros. O protestantismo, a maçonaria e a questão religiosa 
no Brasil. Brasília: UnB, 1980. 408p. 
   
[384]RIBEIRO, Boanerges. Protestantismo no Brasil monárquico. São Paulo: 
Pioneira, 1973. 179p. 
   
[385]DREHER, Martin N. Kirche und deustschtum in der entwicklung der EKLBB, 
referido por PRIEN, Hans-J. Die geschichte des christentums in Lateinamerika. Göttingen: 
Vandenhoeck & Ruprecht, 1978. 1302p. 
   
[386]ANTUNES DE OLIVEIRA, Betty. Centelha em restolho seco. Rio, [ed. da 
autora], 1985. 469p. 
   
[387]RONIS, Osvaldo. Uma epopéia de fé. Rio, Juerp, 1974. 634p. 
   
[388]DREHER, Martin N., loc. cit. 
   
[389]Gíria protestante para designar uma opção de vida despreocupada com as fontes 
da sobrevivência 
   
[390]Citado por REILY, A. Duncan. História documental do protestantismo no 
Brasil. São Paulo, ASTE, 1984, p. 28. 
   
[391]Citado por REILY, A. Duncan, loc. cit. 
   
[392]Citado por REILY, A. Duncan, op. cit., p. 226. 
   
[393]Para uma história dos primórdios congregacionais e presbiterianos, leia-se 
RIBEIRO, Boanerges. Protestantismo e cultura brasileira; aspectos culturais da 
implantação do protestantismo no Brasil. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1981, p. 
96-108. Para o caso batista, veja-se PLAMPLIN, C.G. Educação religiosa e publicações. Em: 
MEIN, David (ed.). O que Deus tem feito. Rio de Janeiro: JUERP, 1982, p. 177-256. O 
desenvolvimento do Jornal Batista está em AZEVEDO, Israel Belo de. A palavra marcada; 
um estudo sobre a teologia política dos batistas brasileiros, de 1901 a 1964, segundo O 

Jornal Batista. Rio de Janeiro, 1983. 375p. (Dissertação de Mestrado -- Seminário Teológico 
Batista do Sul do Brasil). 
   
[394]Um dos artigos da Abec pede aos filiados a assinatura de uma declaração de fé 
que afirma a inerrância da Bíblia. Por essa razão, as editoras Imprensa Metodista, Sinodal e 
Concórdia (as duas ultimas luteranas) não podem se filiar. Segundo o pastor Eudes Martins 
da Silva (em entrevista ao pesquisador, no dia 19 de julho de 1994), um dos seus líderes, a 
iniciativa visa coibir a entrada de grupos como os testemunhas de Jeová e os adventistas.   
   
[395]Nosso procedimento foi o seguinte. O Catálogo (por gentileza da entidade, os 
dados foram trabalhados a partir do banco de dados, antes de sua publicação) continha 2.750 
títulos, entre livros, folhetos, revistas, jornais, coleções e matérias didáticos. Para fins de 
análise, só mantivemos os livros. 
   
[396]MARASCHIN, J., DUSILEK, D., AZEVEDO, I.B. (org.) Bibliografia 
teológica. São Paulo: Aste, 1979. 309p.   
   
[397]Na categoria "diversos" estão relacionados os títulos que não possíveis de 
classificação por imprecisão do repertório empregado. Em 1975, não houve este problema. 
   
[398]Em 1994, não possível este tipo de quantificação, também por imprecisão do 
catálogo. 
   
[399]Cf. AZEVEDO, Israel Belo de. A teologia supranacional dos batistas. Em: 
MATEUS, Odair Pedroso, ed. Teologia no Brasil: teoria e prática. São Paulo, ASTE, 1985. 
p.87-93. 
   
[400]LAVELEYE, Émile. Do futuro dos países católicos. A primeira edição, sem 
editor, surgiu em 1945. A segunda, no Rio de Janeiro (Casa Editora Presbiteriana), em 1950. 
A última edição foi publicada pela Cultura Cristã, sucessora da Casa Editora Presbiteriana, 
em 1985. Como se vê, é mesmo precário periodizar... 
   
[401]BARBOSA, Rui. Secularização dos Cemitérios. Em: Obras Completas de Rui 
Barbosa. Rio de Janeiro: Ministério da Educação, 1950, v. 7, tomo 1, p. 163. Este tipo de 
argumentação foi utilizado amplamente por Eduardo Carlos Pereira em seu O problema 
religioso da América Latina. São Paulo: Brasileira, 1922. 420p. A polêmica, que se seguiu, 
está resumida em AZEVEDO, Israel Belo de. As cruzadas inacabadas... p. 153 e 170. Para o 
século 19, é útil também livro de David Gueiros Vieira. O protestantismo, a maçonaria e 
questão religiosa no Brasil. Brasília: EdUnB, 1980. 409p. Cf. também AZEVEDO, Israel 
Belo de. O liberalismo religioso de Rui Barbosa. Em: O prazer da produção científica. 
Piracicaba: Unimep, 1986. p. 96-113. 
   
[402]RIBEIRO, Domingos. Origens do evangelismo brasileiro. Rio de Janeiro: 
[s.e.], 1937, p. 108. 
   
[403]BARBOSA, Rui. Artigo-programa da Tribuna do Povo. Obras Completas. Rio 
de Janeiro: MEC, 1940, v. I, tomo 1, p. 23. 
   
[404]Para ele, "a doutrina que o catolicismo ultramontano professa" é incompatível 
"com a felicidade eterna", pois nele "a igreja é a lei, o estado a força; a igreja o direito, o 
estado a dependência; a igreja a cabeça, o estado o braço; a igreja a inspiração divina infalível 
e imutável, o estado a cegueira animal, caduca e inevitavelmente serva". BARBOSA, Rui. 
Papa e o Concílio. Rio de Janeiro: MEC, 1977, v. IV, t. 1, p. 135. 
   
[405]BARBOSA, Rui. A igreja e o estado. Novos discursos e conferências. Citado 
por AZEVEDO, Israel Belo de. O liberalismo religioso de Rui Barbosa. Em: O prazer da 
produção científica. 2ª ed. Piracicaba: Unimep, 1993, p. 120. Em "O papa e o Concílio" (p. 
198), a crítica é vazada nos seguintes termos: "Tudo quanto, no catolicismo, era puro, divino, 
singelamente sublime; tudo quanto propendia a estabelecer essa união interior do homem 

com Deus, que é a essência do culto cristão, obliterou-se ou proscreveu-se. O que ficou é uma 
simbólica sem alma e sem verdade, pasto à credulidade supersticiosa das classes ignorantes e 
manto ao ceticismo dissimulado e calculista da minoria ilustrada". 
   
[406]BARBOSA, Rui. Excursão eleitora. Obras completas..., v. XXXVII, t. 1, p. 60. 
   
[407]BARBOSA, Rui. A situação religiosa do Brasil. Em: Novos discursos e 
conferências..., p. 5. 
   
[408]BARBOSA, Rui. A igreja e o estado..., p. 41. Muito embora sua visão religiosa 
estivesse mais afinada a uma perspectiva protestante, Rui continuou católico pelo respeito a 
fé recebida do seus pais, pela extração dessa fé na cultura brasileira e pela incipiência do 
cristianismo protestante que não chegou a representar para ele uma alternativa como o era o 
protestantismo inglês (anglicano), por exemplo. Uma síntese da meditação ruiana pode ser 
encontrada AZEVEDO, Israel Belo de. O liberalismo religioso de Rui Barbosa..., p. 96-113, 
com a bibliografia aí indicada. 
   
[409]Cf. Anais da Convenção Batista Brasileira, de 1949, p. 3. Em O Jornal Batista
por exemplo, com certeza, além da aparecer constantemente na "página de honra", como é 
denominada a primeira, Rui é o mais citado dos autores não batistas; é provável que até 
mesmo entre os autores religiosos mantenha esta primazia. Não há duvida que o liberalismo 
que informa a visão daquele jornal venha por seu intermédio. A participação de Rui faz a 
ponte entre a influência norte-americana e a brasileira na fruição dos conceitos liberais. O 
tribuno baiano é pintado pelo jornal como alguém que nutre sua visão política no grande pote 
da Constituição dos Estados Unidos. Cf. O Jornal Batista, de 19.4.1919, p. 1. 
   
[410]Cf. PEREIRA, Eduardo Carlos. O problema religioso da América Latina..., que 
desenvolve idéias anunciadas em PEREIRA, Eduardo Carlos. O protestantismo é uma 
nulidade. São Paulo: Aurora, 1896. 75p. FRANCA, Leonardo. A igreja, a reforma e a 
civilização; com observações críticas à margem d'"O problema religioso da América 
Latina" do Snr. Eduardo Carlos Pereira. Rio de Janeiro: Catholica, 1928. 544p. 
   
[411]Mitologia dupla. Rio de Janeiro: Juerp, 1971. 266p. Trata-se de uma terceira 
edição. 
   
[412]A lista de livros desse autor é prolífica e não se exaure aqui: Já têm os suicidas 
direito às missas (1955); Não será o purgatório mero "conto do vigário"? (1956); Por que 
também não casam os padres (1957); Será mesmo racional o culto das imagens (2ª ed., 
1957); Não bastará a Bíblia somente? (1960); Os livros apócrifos à luz da razão e do Novo 
Testamento (2ª ed.: 1966), entre outros, todos publicados pela editora oficial dos batistas, a 
Casa Publicadora Batista, depois Juerp. 
   
[413]Analisando crenças católicas. Rio de Janeiro: Juerp, 1957. 181p. O livro 
conheceu várias edições. 
   
[414]A lista também desse autor é imensa: O papa escravizará os cristãos (1967); 
Senhora Aparecida; outro conto do vigário (1969); A Senhora de Fátima (1969); O 
Vaticano e a Bíblia (1969); Poder-se-á confiar nos padres? (1969); O ecumenismo e os 
batistas (1972); Os cursilhos da cristandade por dentro (1973), entre muitos outros, todas 
publicados pela Caminho de Damasco. 
   
[415]Cf. REIS PEREIRA, José dos. História dos batistas no Brasil, 1882-1982. Rio 
de Janeiro: Juerp, 1982, p. 70. 
   
[416]Parte da história deste período está contada por algumas testemunhas, em: 
SHAULL, Richard. De dentro do furacão; Richard Shaull e os primórdios da Teologia da 
Libertação. Rio de Janeiro: Cedi, 1985. 222p. Os testemunhos são de Rubem Alves, Jovelino 
Pereira Ramos, Julio de Santa Ana e Waldo César. Como parte de uma coletânea de textos do 

próprio Shaull está: "Entre Jesus e Marx: reflexões sobre os anos em que passei no Brasil" (p. 
183-210). A crônica da Conferência do Nordeste está em Cristo e o processo revolucionário 
brasileiro. Recife: Confederação Evangélica do Brasil, 1962. 129p. 
   
[417]BRAGA, Erasmo. Pan-americanismo: aspecto religioso; o relatório e 
interpretação do Congresso de Ação Cristã na América Latina reunido no Panamá de 10 a 
19 de fevereiro de 1916. Nova York: Sociedade de Preparo Missionário, 1916, p. iv. 
   
[418]Como pedagogo, Braga ficou conhecido por uma série de cartilhas destinadas 
ao uso no ensino fundamental, publicadas a partir de 1919. Sua proposta era a de uma 
educação centrada no educando, para que este possa construir "sobre fundamentos 
inabaláveis a verdadeira democracia". (Cf. BRAGA, Erasmo. Religião e cultura. São Paulo: 
União Cultural, 1944, p. 146.) Renovador da literatura didática no Brasil, segundo Lourenço 
Filho, propôs alguns princípios educacionais que iam além da pedagogia norte-americana, 
cuja influência assumiu. 
   
[419]BRAGA, Erasmo. Citado FERREIRA, Júlio Andrade. Profeta da unidade: 
Erasmo Braga, uma vida a descoberto. Petrópolis: Vozes; Rio de Janeiro: Tempo e Presença, 
1975, p. 140, que não indica com precisão a fonte. 
   
[420]Cf. BRAGA, Erasmo, GRUBB, Kenneth G. The Republic of Brazil; a survey of 
the religious situation. Londres: World Dominion Press, 1932, p. 36. O protestantismo 
"coloca seus aderentes em posição de superioridade intelectual e moral, com relação aos 
indivíduos de igual capacidade e colocados nas mesmas circunstâncias, aos quais falta a 
disciplina espiritual dada pelo Evangelho". Além da evolução para a democracia que 
propicia, cria o "espírito individualista, tão característico das sociedades em que influi o 
livre-exame". (BRAGA, Erasmo. Panamericanismo..., p. 57.) Vem daí o seu suspiro 
laveleyeano: "Se a influência evangélica, ausente do berço da América Latina, na conquista, 
se tivesse definitivamente implantado aqui por ocasião da independência das colônias, 
provavelmente outra seria a história das democracias ibero-americanas". A grandeza de uma 
nação "coincidirá com a sua posição relativa à liberdade religiosa, de direito e de fato, e com 
a amplitude com que o evangelismo tenha penetrado o espírito e influído na alma da nação". 
(Cf. BRAGA, Erasmo. Panamericanismo..., p. 47. Luciano Lopes anota que "a conseqüência 
mais natural da liberdade religiosa é a liberdade política, pois a psicologia de um povo influi 
logo na organização do governo". (Cf. LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do 
Brasil. Rio de Janeiro, [e.a], 1945, p. 162. 
   
  
   
[421]Cf. BRAGA, Erasmo, GRUBB, Kenneth G. The republic..., p. 41. Ele prega a 
unidade cristã. Por isto lamenta a formação, no interior do protestantismo, de um espírito 
sectário, "muito anti-romanista". Cf. BRAGA, Erasmo. Panamericanismo..., p. 57. 
   
[422]O que falta ao continente latino-americano é "um elemento profundo e vital que 
nem as origens históricas de sua cultura nem a criação de democracia lhe comunicaram -- 
aquela energia dinâmica que opera por contágio de caráter por caráter, aquele amor que 
abrasa sem consumir, aquele poder que por contato limpava outrora os leprosos, comunicava 
vida aos mortos, aquela redenção e aquela liberdade que só existem, onde estiver o Espírito 
de Deus". Cf. BRAGA, Erasmo. Panamericanismo..., p. 193, 195, 200 e 201. 
   
[423]BRAGA, Erasmo. Panamericanismo..., p. 46. Reparagrafização nossa. Isto fará 
da América Latina outro continente, cujo destino é inseparável do cristianismo. Precisamos 
experimentar Jesus Cristo pessoalmente e entregar-lhe "os nossos corações e com eles o 
destino da América". É ato de patriotismo pregar o Evangelho, no afã de persuadir os 
brasileiros a receberem esta influência moral e religiosa. Em função disto, todos estão 

conclamados "a orar e a agir pelo advento do Reino de Deus". BRAGA, Erasmo. Religião e 
cultura..., p. 28, 93. 
   
[424]Segundo Braga, essas aspirações são: "responsabilidade moral, na solução dos 
problemas de conduta individual e social"; "unidade espiritual em face das divergências 
ditadas por exigências dogmáticas" e "obrigação de execução fiel do mandamento de Cristo: 
`Ide e fazei discípulos'". Cf. BRAGA, Erasmo. Religião e Cultura..., p. 28. 
   
[425]BRAGA, Erasmo. Panamericanismo..., p. 200. 
   
[426]LOPES, Luciano. Cristo e os problemas sociais do Brasil..., p. 84. 
   
[427]JULIO C. NOGUEIRA, 1933. Citado por REILY, A. Duncan, op. cit., p. 231. 
   
[428]Hino 439, original de missionário. Todos os hinos batistas aqui citados são do 
Cantor Cristão, publicada pela Juerp, com múltiplas reedições. A utilizada aqui é a 59ª, de 
1990. A análise da teologia protestante dos batistas a partir das suas canções já é comum 
entre os estudiosos brasileiros, especialmente Rubem Alves e Antonio Gouvêa Mendonça. 
   
[429]Hino 548, traduzido. 
   
[430]Um estudo sobre a amplitude deste anticatolicismo na imprensa batista 
brasileira é feito por AZEVEDO, Israel Belo de Azevedo. A palavra marcada... 
   
[431]A. TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE, 1883. Citado por REILY, A.D., op. cit.
p. 133. 
   
[432]Hino 186, traduzido. 
   
[433]Em "Protestantismo e repressão", Rubem Alves chega a reproduzir o clássico 
quadro (p. 133) 
   
[434]Hino 396, traduzido. 
   
[435]Hino 477, traduzido. 
   
[436]Hino 207, traduzido. 
   
[437]Hino 478, traduzido. 
   
[438]Hino 484, original de missionário. 
   
[439]Hino 285, traduzido. 
   
[440]LANGSTON, A.B. B. O princípio de individualismo em suas expressões 
doutrinarias; ou um exame dos alicerces das crenças baptistas. Rio de Janeiro: Casa 
Publicadora Baptista, 1933. 145p. 
   
[441]Declaração de FÉ das Igrejas Batistas no Brasil, 1884. Transcrito em FORD, 
S.H. A origem e historia dos baptistas. Introdução de J.R. Graves e tradução de Zacharias 
Clay Taylor. 2ª ed. Philadelphia: Sociedade Baptista Americana de Publicação, 1886. 
Trata-se da Confissão de fé de New Hampshire (1833), traduzida e largamente utilizada no 
Brasil desde 1884. 
   
[442]Hino 243, traduzido. 
   
[443]BRASIL PRESBITERIANO, maio de 1962, citado por ALVES, Rubem A., op. 
cit., p. 223. O grifo é nosso. 
   
[444]ÁLVARO REIS, 1913. Citado por REILY, A. Duncan, op. cit., p. 230. 
   
[445]Hino 432, original de missionário. 
   
[446]Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira. Rio de Janeiro: Juerp, 
1986, p. 19. Esta é a primeira Confissão de fé batista elaborada no Brasil para comemorar o 
centenário da denominação no país. 
   
[447]Hino 437, traduzido. 
   
[448]Para uma síntese da presença da Bíblia na América Latina, ver AZEVEDO, 
Israel Belo de. As cruzadas inacabadas; introdução à história da igreja na América Latina. 
Rio de Janeiro: Gêmeos, 1980, p. 96-97, com a bibliografia aí indicada. 

   
[449]A informação de é de RIBEIRO, Boanerges, op. cit., p. 106, que acrescenta ter 
sido esta uma iniciativa do missionário congregacional Robert Kalley, no Rio de Janeiro. 
   
[450]Como: Sentença de excomunhão e sua resposta, do ex-padre João Manuel da 
Conceição (presbiteriano), A igreja romana à barra do evangelho e da história, do 
missionário Richard Holden (congregacional), e As Bíblias falsificadas, de Antonio Pedro de 
Cerqueira Leite (presbiteriano). 
   
[451]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas batistas. Rio de Janeiro: Juerp, 1992, v. 1, p. 
8. 
   
[452])Anais da CBB, 1994, p. 513. 
   
[453]Uma síntese da mentalidade político-econômica do período pode ser vista em 
CHAUNU, Pierre. A América e as Américas. Trad. Manuel Nunes Dias. Lisboa: Cosmos, 
1969, p. 237-295. 
   
[454]Delcyr de Souza Lima define salvação como "o ato praticado pela misericórdia 
e pelo poder de Deus que consiste em resgatar [o pecador] da dominação de Satanás, das 
trevas, da morte, da perdição e transportá-lo para o reino de Deus". Cf. LIMA, Delcyr de 
Souza, op. cit., p. 42. 
   
[455]Este foi um padrão na América Latina. Cf. AZEVEDO, Israel Belo de. As 
cruzadas inacabadas..., passim. 
   
[456]KIDDER, Daniel P. Reminiscências de viagens e permanência no Brasil. Trad. 
Moacir N. Vasconcelos. São Paulo: Martins/Edusp, 1972, p. 247 e 255. Kidder escreveu: "A 
menos que alguma força moral muito mais poderosa que as até aqui empregadas atue sobre 
grandes massas da população brasileira, torna-se impossível prever-se quando terminarão as 
freqüentes desordens" (p. 255). 
   
[457]Para uma história desta investida, ver BANDEIRA, Moniz. Presença dos 
Estados Unidos no Brasil; dois séculos de história. 2ª ed. Rio de Janeiro: Civilização 
Brasileira, 1978, p. 80 e seguintes. 
   
[458]Aliás, a origem dos batistas é motivo de disputa entre os próprios batistas, por 
razões apologéticas. Esta, porém, não é a única disputa. O surgimento da primeira igreja 
batista nos Estados Unidos também tem sido disputado; o mesmo ocorre, como se verá, em 
relação ao Brasil. Essas disputas são reveladoras do modo batista de pensar sua história. De 
um lado, alguns pesquisadores batistas entendiam ser válido o ano em que teve início a igreja 
batista de colonos norte-americanos, em Santa Bárbara: 1871. Do outro lado, estavam o que 
defendiam o ano de 1882, quando os missionários da Junta de Missões Estrangeiras da 
Convenção Batista do Sul dos Estados fundaram a igreja de Salvador. 
   
[459]Annual of Southern Baptist Convention, 1851, p. 11. 
   
[460]Annual..., 1859, p. 48. 
   
[461]Annual..., 1859, p. 51. 
   
[462]Este procedimento granjeou-lhe alguma animosidade em certos setores da 
sociedade, temerosos de uma possível rebelião escrava, o que explica um artigo contra 
Bowen publicado no Diário do Rio de Janeiro. Chegou, por isto a ser detido. Ainda cheio de 
planos, inclusive o de abrir uma escola regular, Bowen teve que deixar o país pelos mesmos 
motivos que o fizeram sair da África: as seqüelas da malária, que o levariam a se internar 
mais tarde num manicômio à falta de melhor meio de tratamento. Recebeu seu passaporte em 
7 de fevereiro de 1861. 
   
[463]Para a história de Bowen no Brasil, consultar suas cartas e os seus Papers
organizados por Cecil Robertson, e também REIS PEREIRA, José dos. História dos batistas 
no Brasil. Rio de Janeiro: Juerp, 1982, além de ANTUNES DE OLIVEIRA, Betty. Centelha 

em restolho seco. Rio de Janeiro: edição da autora, 1985. 
   
[464]TAYLOR, Z.C. Autobiography, mss., passim. 
   
[465]CRABTREE, A.R. Historia dos baptistas no Brasil. Rio de Janeiro: Casa 
Publicadora Batista, 1937, p. 41. Ver também o Annual..., de 1880. 
   
[466]Annual..., 1880. 
   
[467]Para uma biografia, ver ANTUNES DE OLIVEIRA, Betty. Antonio Teixeira de 
Albuquerque. Rio de Janeiro: edição da autora, 1982. 117p. 
   
[468]Como nos EUA, aqui também houve uma marcha para o oeste, comandada pela 
Junta de Missões Nacionais, dirigida em seus tempos de glória por um norte-americano. 
Embora aqui não houvesse uma "fronteira", o lugar missionário de eleição eram os índios e 
os moradores das regiões centro-oeste, nordeste setentrional e norte. Com o fenômeno da 
urbanização, os batistas tentaram criar uma entidade para coordenar da evangelização das 
cidades, mas a experiência malogrou, primeiro porque esta era uma tarefa executável pela 
igreja local e segundo porque as cidades próximas não representavam o mesmo fascínio do 
sertão distante. 
   
[469]Esse número está subestimado, pois praticamente todas as convenções estaduais 
têm seus seminários. 
   
[470]Os batistas norte-americanos, através da Foreign Mission Board, contribuíram 
com US$ 129 mil, dos quais 94% destinados a projetos especiais dos seminários. 
   
[471]Cf. Princípios batistas. Rio de Janeiro: Departamento de Escolas Dominicais da 
Convenção Batista Brasileira, 196?, p. 14. 
   
[472]Para uma síntese histórica destes seminários, ver KEY, Jerry Stanley. Educação 
teológica. Em: MEIN, David (coord.). 
Baixar 4.8 Kb.

Compartilhe com seus amigos:
1   ...   20   21   22   23   24   25   26   27   28




©bemvin.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Prefeitura municipal
santa catarina
Universidade federal
prefeitura municipal
pregão presencial
universidade federal
outras providências
processo seletivo
catarina prefeitura
minas gerais
secretaria municipal
CÂmara municipal
ensino fundamental
ensino médio
concurso público
catarina município
Dispõe sobre
Serviço público
reunião ordinária
câmara municipal
público federal
Processo seletivo
processo licitatório
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Relatório técnico
Universidade estadual
Conselho municipal
técnico científico
direitos humanos
científico período
pregão eletrônico
espírito santo
Curriculum vitae
Sequência didática
Quarta feira
conselho municipal
prefeito municipal
distrito federal
nossa senhora
língua portuguesa
educaçÃo secretaria
Pregão presencial
segunda feira
recursos humanos
Terça feira
educaçÃO ciência
agricultura familiar