Israel belo de azevedo



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Que significa ser batista. [S.l., s.e., 1939], p. 5 e 18. 
   
[2]Entendido como o princípio da ação em geral (Schopenhauer) presente em todos 
os atos do homem (Agostinho). Cf. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 2ª ed. 
São Paulo: Mestre Jou, 1988, p. 969-971. Trata-se também da convicção de que o mundo 
pode ser mudado pela vontade. 
   
[3]Durante a primeira etapa da pesquisa, operou-se com a hipótese de que o 
anticatolicismo era inexistente nos EUA, porque lá as lutas religiosas eram contra outros 
inimigos. Houve outros inimigos, mas o catolicismo foi um deles. Viu-se, também no 
decorrer da pesquisa, que o anticatolicismo é ainda mais antigo: é puritano. 
   
[4]MULLINS, E.Y. Os axiomas da religião; uma nova interpretação da fé batista
Tradução de J.W. Shepard. 3ª ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1955, p. 66, 67. 
Reparagrafização nossa. 
   
[5]O neologismo ("evangelicista") é aqui cunhado para se evitar o (terrível) 
"evangelical", no singular, ou "evangelicais", no plural. O tempo decidirá por sua 
aceitabilidade ou não. 
   
[6]Dependendo de sua matriz, esses movimentos podem ser exógenos ou endógenos. 
Os exógenos são de tendência sincretista, surgidos fora do cristianismo, mas que podem (ou 
não) incorporar algumas de suas percepções. Como exemplos, podem ser mencionados os 
Meninos de Deus, a Meditação Transcendental, a Teosofia, a Yoga, a Fraternidade 
Rosa-Cruz, etc. Os endógenos são tendências religiosas no interior do cristianismo e de 
igrejas estabelecidas, mas que não se transformam em seitas por continuarem como espécies 
de frentes amplas, perpassando por igrejas diferentes. Como exemplos, podem ser 
relacionados o ecumenismo, o fundamentalismo protestante, a renovação carismática 
(renovação espiritual para os protestantes brasileiros), a teologia da libertação, a teologia da 
missão integral, etc. Cada um destes movimentos diz ao mesmo tempo sim à tradição em que 
inscrevem, atualizando-a, e não a uma sedimentação que pretende negar. Por isso, perpassam 
as igrejas, as denominações e as seitas. Assim, por exemplo, o carismatismo segue uma 
tradição, cuja fonte pode ser buscada no período pós-apostólico, e nega o racionalismo da 
vivência religiosa. O neo-missionarismo se nutre de uma característica marcante dos 
cristianismos (a mentalidade expansionista) e, no caso latino-americano, de uma 
auto-afirmação de denominações que se aburguesam, numa (impensada) inserção no 
terceiro-mundismo (os objetos de missões tornam-se sujeitos); tudo isto sem falar na 
necessidade de um crescimento numérico interno que ultrapasse o meramente vegetativo. O 
ecumenismo cresce na esteira da preocupação com a unidade e nega o isolacionismo como 
expressão maior da fé cristã. O fundamentalismo exacerba o conservadorismo e subordina a 
razão à fé. A propósito, no interior ou à margem do fundamentalismo, mas como parte de um 
movimento, existem muitos pequenos grupos de encontro que se reúnem em casas e/ou 
lugares improvisados, numa recusa à noção de igreja organizada; alguns destes grupos 
recusam até ser chamados por um nome. Não são uma seita, pelo menos num primeiro 
momento; não constituem uma denominação, porque são locais e de membresia transitória. 
De qualquer modo, fazem parte de um movimento. 
   
[7]Em relação ao cristianismo, são exógenas se surgem de fora, e endógenas, se se 
nutrem de suas doutrinas. Podem ser considerar como seitas exógenas a Igreja Messiânica 
Mundial, a Igreja da Unificação (moonismo), etc. Seitas endógenas são o Adventismo de 
Sétimo Dia, as Testemunhas de Jeová, o Rastafarianismo, etc. 
   
[8]Cf. ABUMANSSUR, Edin Sued. Quem são os outros. Em: LANDIM, org. Sinais 

dos tempos; igrejas e seitas no Brasil. Rio de Janeiro: ISER, 1989, p. 22-26. 
   
[9]TROELTSCH, E. The social teaching of the christian churches. New York: 
Harper & Row, 1960. A primeira edição inglesa é de 1931 (Macmillan). 
   
[10]CAMPOS, Roberto. Prefácio a MERQUIOR, José Guilherme. O liberalismo 
antigo e moderno. Trad. Henrique de Araújo Mesquita. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 
1991, p. 13. 
   
[11]Cf. Hobhouse, Leonard. Liberalism. Citado por SCHAPIRO, J. Salwin. 
Liberalismo; su significado e historia. Buenos Aires: Paidós, 1965, p. 7. 
   
[12]MERQUIOR, José Guilherme, op. cit., p. 15. 
   
[13]Cf. SMITH, David G. Liberalismo. Em: Enciclopédia Internacional de las 
Ciencias Sociales. Bilbao: Aguilar, 1975, v. 6, p. 579-584. 
   
[14]Cf. BARROS, Roque Spencer Maciel de. Introdução à filosofia liberal. São 
Paulo: Grijalbo, 1971, p. 27. 
   
[15]Cf. a conceituação de BRAMSTEAD-MELHUISH. Citado por MACEDO, 
Ubiratan. Situação do liberalismo no século XX. Rio de Janeiro, mss, 1995, p. 1. 
   
[16]Cf. BARROS, Roque Spencer Maciel de, op. cit., p. 17-78. 
   
[17]BARROS, Roque Spencer Maciel de, op. cit., p. 17-78. 
   
[18]Para uma caracterização do movimento, veja-se TILLICH, Paul. Pensamiento 
cristiano y cultura en Ocidente. Trad. Maria Teresa La Vale. Buenos Aires: La Aurora, 1967; 
DILLENBERGER, John, WELCH, Claude. El cristianismo protestante. Trad. Adam F. 
Sosa. Buenos Aires: La Aurora, 1958, p. 170-216; para um retrato mais ligeiro, veja-se 
HORDERN, William. A layman's guide to protestant theology. New York: MacMillan, 
1955. (Tradução brasileira por Roque Monteiro de Andrade: Teologia protestante ao alcance 
de todos. Rio de Janeiro: Juerp, 1974). Packer, muito lido no Brasil, acha que o literalismo 
parte de uma estratégia apologética errada, ao negar a autoridade de Cristo e recusar à 
soberania do Criador sobre o mundo que criou. Cf. PACKER, J.I. Fundamentalism an the 
Word of God; some evangelical principles. Grand Rapids: Eerdmans, 1958, p. 160-162. Para 
sua síntese acerca do liberalismo, são precisas as páginas 25 a 26. 
   
[19]BARROS, Roque Spencer Maciel de, op. cit., p. 19-20. 
   
[20]BARROS, Roque Spencer Maciel de, op. cit., p. 18. 
   
[21]Cf. RUGGIERO, Guido de. Historia del liberalismo europeo. Trad. C.G. Posada. 
Madrid: Pégaso, 1944, p. xxvi e xxvii. 
   
[22]RUGGIERO, Guido de, op. cit., p. 33. 
   
[23]BRONOWSKI, J., MAZLISCH, Bruce. A tradição intelectual do ocidente. Trad. 
Joaquim João Coelho Braga. Lisboa: Edições 70, 1988, p. 192. 
   
[24]BARROS, Roque Spencer Maciel de, op. cit., p. 39. 
   
[25]BRONOWSKI, J., MAZLISCH, Bruce, op. cit., p. 194. 
   
[26]ALVES, Rubem. Protestantismo e repressão. São Paulo: Ática, 1979, p. 38. 
   
[27]É ilustrativo desta escolha o fato de que o Jornal Batista, semanário oficial da 
denominação, estampava entre os anos 30 e 50 fotos de Rui Barbosa na capa, bem como 
transcrevia textos seus. Cf. AZEVEDO, Israel Belo de. A palavra marcada; um estudo sobre 
a teologia política dos batistas brasileiros, de 1901 a 1964, segundo o Jornal Batista. Rio de 
Janeiro, 1983. (Dissertação de Mestrado em Teologia -- Seminário Teológico Batista do Sul 
do Brasil) 
   
[28]Sobre a função do protestantismo enquanto abertura para a cidadania, veja os 
ensaios de Rubem César Fernandes publicados nos periódicos do ISER, do Rio de Janeiro. 
Especificamente, esta função é estuda numa comunidade local por NOVAES, Regina Reyes. 

Os escolhidos de Deus; pentecostais, trabalhadores & cidadania. Rio, ISER/Marco Zero, 
1985. 158p. Francisco Cartaxo Rolim (Religião e classes populares. Petrópolis: Vozes, 
1980) trabalha nesta mesma perspectiva. Para se entender o pentecostalismo como uma 
expressão religiosa mundial, pode-se ler HOLLENWEGER, Walter. El pentecostalismo
Buenos Aires: La Aurora, 1976. 532p. 
   
[29]NIEBUHR, H. Richard. As origens sociais das denominações cristãs. Trad. 
Antonio Gouvêa Mendonça. São Paulo: Aste; São Bernardo do Campo: Ciências da 
Religião, 1992, p. 20. 
   
[30]Para uma visão geral do anabatismo, a partir dos textos dos seus próprios 
teólogos, ver a coletânea preparada por YODER, John H. Textos escogidos de la Reforma 
radical. Trad. Nélida M. de Machain y Ernesto Suárez Vilela. Buenos Aires: La Aurora, 
1976. 490p. 
   
[31]Sobre o conceito de modernidade, numa consideração de ordem mais 
sociológica, ver, entre outros, GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. 
Trad. Raul Fiker. São Paulo: Unesp, 1991. 177p.   
   
[32]ADAMS, James Luther. O conceito de era protestante segundo Paul Tillich. Em: 
TILLICH, Paul. A era protestante. Trad. Jaci Maraschin. São Paulo: Ciências da Religião, 
1992, p. 293. 
   
[33]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario. História da filosofia. São Paulo: 
Paulinas, 1990, v. 2, p. 29. 
   
[34]Neste contexto, deixa de ser relevante a discussão acerca da natureza da Idade 
Média. Conquanto Régine Pernoud (Idade Média, o que não nos ensinaram. Tradução de 
Maurício Brett Menezes. Rio de Janeiro: Agir, 1979. 134p.) tenha razão ao desmistificar o 
conhecimento (dito científico) sobre a Idade Média, negando até mesmo a propriedade da 
designação, não há como ignorar que o movimento Renascença/Humanismo/Reforma 
ensejou ao homem uma visão autônoma da história, mesmo que isto se tenha feito enquanto 
uma imitação do antigo. 
   
[35]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, op. cit., v. 2, p. 25. 
   
[36]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, op. cit., v. 2, p. 26 
   
[37]PERNOUD, Régine. (Idade Média, o que não nos ensinaram. Tradução de 
Maurício Brett Menezes. Rio de Janeiro: Agir, 1979, p. 17. 
   
[38]BURCKHARDT, Jacob. A cultura do Renascimento na Itália. Tradução: Sérgio 
Tellaroli. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 111. A propósito, o autor suíço confere 
ao Renascimento italiano "o título de guia e farol de nossa época" (p. 395). 
   
[39]BERDYAEV, Nicolas. The meaning of history. Transl. George Reavey. London: 
Geoffrey Bless, 1949, p. 139 
   
[40]BERDYAEV, Nicolas. op. cit., p. 130. Os historiadores do liberalismo, Harold 
Laski e Guido de Ruggiero, também observaram que o protestantismo desembocou num 
secularismo. Cf. LASKI, Harold. O liberalismo europeu. Trad. Álvaro Cabral. Rio de 
Janeiro: Mestre Jou, 1973; RUGGIERO, Guido de. Historia del liberalismo europeo. Trad. 
C.G. Posada. Madrid: Pégaso, 1944. 
   
[41]BERDYAEV, Nicolas, op. cit., p. 134. 
   
[42]BERDYAEV, Nicolas, op. cit., p. 140. 
   
[43]VOEGELIN, Eric. A nova ciência da política. Trad. José Viegas Filho. Brasília: 
UnB, 1979, p. 92. 
   
[44]PERNOUD, Régine, op. cit., p. 19. 
   
[45]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, op. cit., v. 2, p. 25. 

   
[46]DILTHEY, Wilhelm. Em: SPITZ, Lewis W. (ed.) The Reformation; basic 
interpretations. 2nd ed. Lexington, Mass.: D.C. Heath, 1972, p. 14. 
   
[47]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation. Em: SPITZ, Lewis W. (ed.) 
The Reformation; basic interpretations. 2nd ed. Lexington, Mass.: D.C. Heath, 1972, p. 27.   
   
[48]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation..., p. 29.   
   
[49]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation..., p. 28. 
   
[50]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation..., p. 30.   
   
[51]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation..., p. 32.   
   
[52]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation..., p. 34.   
   
[53]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation..., p. 35. Laski disse-o de 
outro modo, ao considerar a emancipação do indivíduo como um produto secundário da 
Reforma, jamais tendo feito parte da sua essência. Cf. LASKI, H., op. cit., p. 22. Para um 
conceito de autonomia, como a condição de estar livre da coerção, cf. MERQUIOR, José 
Guilherme. O liberalismo antigo e moderno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991, p. 21-27. 
   
[54]BERDYAEV, Nicolas, op. cit., p. 144. 
   
[55]BERDYAEV, Nicolas, loc. cit. 
   
[56]NIEBUHR, Reinhold. The nature and destiny of man; a christian interpretation. 
New York: Charles Scribner's Sons, 1951, v. 2, p. 150. Em termos mais amplos, como lembra 
Laski, embora tenha "começado por repousar sobre a autoridade da fé", acabou por "insistir 
que os dados da razão estão igualmente ao lado dela". Cf. LASKI, Harold, op. cit., p. 52. 
   
[57]NIEBUHR, Reinhold, op. cit., p. 152. 
   
[58]NIEBUHR, Reinhold, op. cit., p. 153. 
   
[59]NIEBUHR, Reinhold, op. cit., p. 157.   
   
[60]NIEBUHR, Reinhold, op. cit., p. 204. 
   
[61]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, op. cit., v. 2, p. 106. 
   
[62]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, loc. cit. 
   
[63]LUTHER, Martin. An open letter to the Christian nobility. Em: Three treatises. 
Philadelphia: Fortress, 1960, p. 92, 93, 100. 
   
[64]LUTERO, Martim. Da autoridade secular; a obediência que lhe é devida. Trad. 
Martin Dreher. São Leopoldo: Sinodal, 1979, p. 44. 
   
[65]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, op. cit., v. 2, p. 106. 
   
[66]Cf. REALE, Giovanni, ANTISERI, Dario, op. cit., v. 2, p. 107. 
   
[67]FEBVRE, Lucien. Le problème de l'incroyance au 16e siècle; a religion de 
Rabelais. Paris: Albin Michel, 1968, p. 308-309. (Para esta citação, transcrevemos a tradução 
de Adalberto Marson, em: Mota, Carlos Guilherme (org.). Lucien Febvre. São Paulo: Ática, 
1978, p. 38. 
   
[68]TILLICH, Paul. Teologia sistemática. Trad. Getúlio Bertelli. São Paulo: 
Paulinas; São Leopoldo: Sinodal, 1984, p. 77. Tillich se inscreve na meditação de Kant, para 
quem autonomia é a possibilidade que a vontade livre tem para dar-se a si mesma à lei a qual 
se submete. Cf. a síntese de CRAMPE-CASNABET, Michèle. Kant: uma revolução 
filosófica. Trad. Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994, p. 148. 
   
[69]TILLICH, Paul, loc. cit.
   
[70]TILLICH, Paul, op. cit., p. 77. 
   
[71]TILLICH, Paul, op. cit., p. 77. 
   
[72]TILLICH, Paul, op. cit., p. 78. 
   
[73]TILLICH, Paul, op. cit., p. 78, 79. Reparagrafização nossa. 
   
[74]TILLICH, Paul, op. cit., p. 78, 79. 

   
[75]TILLICH, Paul, op. cit., p. 78, 79. 
   
[76]WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. Trad. M. Irene 
Q.F. Szmrecsányi e Tameis J.M.K. Szmrecsáneyi. 5ª ed. São Paulo: Pioneira, 1987, p. 20. O 
debate, que não começou com Weber, embora reaceso por sua obra, foi intenso até os anos 
50. Amintore Fanfani fez uma boa síntese (Cf. FANFANI, Amintore. Capitalismo, 
catolicismo, protestantismo. Trad. Osvaldo de Aguiar. Lisboa: Aster, [s.d.]., p. 1-12. A 
edição inglesa é de 1935 e a italiana, do final dos anos 40.), aqui seguida (junto com 
FERREIRA, Wilson Castro. Calvino: vida, influência e teologia. Campinas: Luz para o 
Caminho, 1985, p.217-236), da controvérsia travada desde William Temple, ao atribuir, em 
1673, o progresso econômico holandês à aceitação da religião reformada. Sucederam-se uma 
série de autores e intenções diferentes, como Donoso Cortés, Balmes, Émile Laveleye 
(1875), Guiseppe Toniolo (1881) e Werner Sombart (1902). Depois de Weber (1905), 
entraram no debate outros analistas como Ernest Troeltsch (1911), L. Brentano (1927), R.H. 
Tawney (1926), G. Wünsch (1927), A. Fanfani (1933), H.M. Robertson (1933), J. Brodrick 
(1934), Harold Laski (1935) e Gordon Walker (1937), Curt Samuelsen (1940), Nils Hansen 
(1964), Albert Hyma (1955), André Biéler (1961), H. Stuart Hughes (1968), W. F. Graham 
(1971), entre outros. 
   
[77]WEBER, Max, op. cit.,, p. 61. 
   
[78]WEBER, Max, op. cit., p. 72. 
   
[79]WEBER, Max, op. cit.,, p. 118. 
   
[80]WEBER, Max, op. cit.,, p. 122. 
   
[81]CALVIN, John. Institutes of the christian religion. Transl. Ford Lewis Battles. 
Philadelphia: Westminster, 1960, IV: 10, 3-5 (p. 721, 723). Neste mesmo compêndio, 
Calvino lembra que não há "outra forma de prosperar se não pela bênção do Senhor". 
(III.vii.8) Os escritos para consumo interno, seguindo a linha dos pregadores para os quais a 
aceitação do Evangelho (protestante) implica na "melhoria de vida", reforçam a idéia 
calvinista de que Deus tem a ver com a vida financeira do homem; cf. MACALLISTER, 
Robert. Dinheiro, um assunto altamente espiritual. Rio de Janeiro: Nova Vida, 1982. O 
conceito calvinista sobre o uso do dinheiro está exposto em BIÉLER, André. O humanismo 
social de Calvino. Trad. Aharon Sapsezian. São Paulo: Oikoumene, 1970. 
   
[82]WEBER, Max, op. cit.,, p. 125 e 130. No contexto da experiência puritana, a 
conclusão de Christopher Hill é muito útil: "Não discuto o pressuposto de que existe a ética 
protestante, caracterizada pela ênfase nos deveres religiosos de trabalhar com muito afinco 
no ofício a que Deus me chamou e de evitar esses pecados que são a indolência, o desperdício 
do tempo e a complacência com os prazeres da carne. (...) A seus fiéis ela proporcionou uma 
energia moral e uma fortaleza d'alma que os capacitou a empreender os feitos heróicos que 
uma revolução política exige, bem como a enfrentar essa luta cotidiana e tão monótona que 
visa a poupar e acumular o capital indispensável para o êxito nos negócios. A muitos deles 
ela também persuadiu de que constituía um dever religioso impor um trabalho regular e 
disciplinado às classes inferiores (e também, às vezes, às ociosas classes superiores) -- ou, 
pelo menos, criar condições sociais que desencorajassem o ócio. Isso implicava opor-se à 
observância dos dias santificados, às festividades e folguedos tradicionais nas aldeias e ainda 
à irresponsabilidade sexual". Cf. HILL, Christopher. O mundo de ponta-cabeça, idéias 
radicais durante a Revolução Inglesa de 1640. Trad. Renato Janine Ribeiro. São Paulo: 
Companhia de Letras, 1987, p. 309. 
   
[83]RODRIGUES, José Honório. História e historiografia.. Petrópolis: Vozes, 1970. 
A análise integra o ensaio "Capitalismo e protestantismo". Retomando Weber, Robert Kurtz 

assinala que o protestantismo fez uma inversão no processo de reprodução da sociedade, que 
"pôde brotar historicamente apenas no clima religioso-ideológico do protestantismo. Cf. 
KURTZ, Robert.    O colapso da modernidade; da derrocada do socialismo de caserna à 
crise da economia mundial. Trad. Karen E. Barbosa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992, p.22. 
   
[84]TAWNEY, R.H. A religião e o surgimento do capitalismo. Trad. Janete Meiches. 
São Paulo: Perspectiva, 1971, p. 255. Para uma síntese do pensamento de Tawney, ver, entre 
outros, FANFANI, A., op. cit., p. 6. 
   
[85]Cf. FANFANI, A., op. cit., p. 7. 
   
[86]FANFANI, A., op. cit., p. 141 e 161. 
   
[87]NIEBUHR, H. Richard, op. cit., p. 56. 
   
[88]TROELTSCH, Ernst. Renaissance and Reformation...,    p. 25.   
   
[89]TROELTSCH, Ernst. El protestantismo y el mundo moderno. Trad. Eugenio 
Ímaz. México: Fondo de Cultura Económica, 1951, p. 33. (O livro foi originalmente 
publicado em 1911, sob o título: "Die Bedeutung des Protestantismus für die Entstehung der 
Modernen Welt".) 
   
[90]TROELTSCH, Ernst, op. cit., p. 37. 
   
[91]TROELTSCH, Ernst, op. cit., p. 47. 
   
[92]TROELTSCH, Ernst, op. cit., p. 116. 
   
[93]ALVES, Rubem. Protestantismo e repressão. São Paulo: Ática, 1979, p. 49; cf. 
também p. 282. Neste sentido, vale recordar, com Hill, que a filosofia hobbesiana tinha a 
mesma pretensão, constituindo-se numa "versão secularizada da ética protestante: o homem 
hobbesiano, no estado de natureza, é o mesmo homem natural de Calvino -- egoísta, 
dominado por paixões más, um indivíduo solitário. O protestantismo valeu-se do senso de 
culpa e de pecado para introjetar uma ética do esforço, da poupança, da diligência. Hobbes 
esperava alcançar os mesmos fins recorrendo à ciência racional, ao cálculo do que é lucro ou 
perda, à eficiência e à utilidade -- fazendo valer não o medo do inferno, porém o medo à 
desordem social". Cf. HILL, C., op. cit., p. 369. 
   
[94]ALVES, Rubem.Dogmatismo e tolerância. São Paulo: Paulinas, 1982, p. 127s. 
   
[95]VELASQUES FILHO, Prócoro. "Sim" a Deus e "não" à vida; conversão e 
disciplina no protestantismo brasileiro. Em: MENDONÇA, Antônio Gouvêa, VELASQUES 
FILHO, Prócoro. Introdução ao protestantismo no Brasil. São Paulo: Loyola, 1990, p. 207. 
   
[96]O pensamento foi sintetizado José dos Reis Pereira em sua Breve história dos 
batistas. (Rio de Janeiro: Juerp, 1972. Um dos capítulos tem o seguinte título: "A Reforma 
que não foi completa". Mesmo quem nunca leu o título repete a avaliação. 
   
[97]Para esta correlação, ver DELUMEAU, Jean. A Reforma. Barcelona: Labor, 
1973. 330p. 
   
[98]Melanchton, Philip. Funeral oration over Luther. Em: SPTIZ, Lewis W. (ed.). 
The protestant Reformation. Englewood Cliffis, N.J.: Prentice-Hall, 1966, p. 171. 
   
[99]LUTERO, Martinho. Hino 151. Hinário Evangélico da Confissão Luterana no 
Brasil. Um brasileiro, anônimo, escrevendo em 1915, disse a mesma coisa: "nós fugimos da 
igreja romana para acharmos a vida eterna. Como quer que seja esta igreja em outras partes, 
sejam quais forem as suas prédicas e profissões no estrangeiro, nós sabemos por triste 
experiência que, até que o espírito de Deus nos deu a luz, andamos nas trevas do pecado e no 
lusco-fusco de erros mortíferos no seio da igreja que nos batizou. Fugimos dela em demanda 
da salvação". 
   
[100]HILL, Christopher, op. cit., p. 157. 
   
[101]HILL, Christopher, op. cit., p. 176. 

   
[102]NIEBUHR, Reinhold. Moral man and imoral society. Citado por AZEVEDO, 
Israel Belo de. Que revolta? 
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