Israel belo de azevedo



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APÊNDICE 
   
EXTRATOS DE CONFISSÕES BATISTAS DE FÉ 
   
  
   
DOUTRINA ANO EXTRATO DO CONTEÚDO 
   
BÍBLIA 
   
1610 
   
Não há uma doutrina acerca da Bíblia, mas uma afirmação de que os ensinos da 
confissão dela derivam. 
   
  
   
1611 
   
As Escrituras do Velho e Novo Testamento são escritas para nossa instrução e 
devemos buscá-las para por elas testificar de Cristo. (...) A Santa Palavra de Deus é única 
para nos dirigir em todas as coisas. 
   
  
   
1644 
   
As regras deste conhecimento, fé e obediência acerca do culto e adoração a Deus e 
todas as outras tarefas cristãs, não são invenções, opiniões, conselhos, leis, constituições ou 
tradições não escritas, mas tão-somente a Palavra de Deus contida nas Escrituras canônicas, 
[pelas quais] Deus se revelou plenamente. 
   
  
   
1677 
   
A Escritura Sagrada é a única regra suficiente, certa e infalível de todo conhecimento, 
fé e obediência para a salvação. Embora a luz da natureza e as obras da criação e providência 
manifestem a bondade, sabedoria e poder de Deus, não são suficientes para dar este 

conhecimento de Deus e sua vontade, necessário para a salvação. (...) Todo o conselho de 
Deus acerca de todas as coisas necessárias para sua própria glória, salvação dos homens, fé e 
vida, está expressamente estabelecido ou necessariamente contido na Escritura Sagrada, nada 
devendo a ela ser acrescentado, seja uma nova revelação do Espírito ou tradições de homens. 
(...) Reconhecemos que iluminação interior do Espírito de Deus é necessário para a 
compreensão salvadora de tais coisas como reveladas na Palavra e que há algumas 
circunstâncias, acerca do culto a Deus e governo da igreja, comuns a às ações humanas e 
sociais, que devem ser ordenadas pela luz natural e da prudência cristã, de acordo com as 
regras gerais da Palavra, que devem ser sempre observadas. (...) A regra infalível de 
interpretação da Escritura é a própria Escritura. 
   
  
   
SALVAÇÃO 
   
1610 
   
Deus criou o homem bom, segundo sua imagem e semelhança. (...) Os homens, 
através de livre escolha (...) são os autores originais (...) de todo o pecado e, por isto, dignos 
de castigo. (...) O propósito que Deus, antes da fundação do mundo, tinha para reconciliação 
do mundo (...), ele o realizou na plenitude do tempo [enviando] sua eterna Palavra, ou Filho. 
(...) A obediência do Filho de Deus, seu sofrimento, morte (...) e sacrifício único sobre a cruz, 
é a perfeita reconciliação e satisfação para nossos pecados e os pecados do mundo. (...) O 
homem assim justificado pela fé, vive e opera por amor (...) em todas as boas obras. 
   
  
   
1611 
   
Deus, antes da fundação do mundo, predestinou todos os que crêem nele para serem 
salvos. (...) Esta é a eleição e reprovação de que falam as Escrituras, acerca da salvação, e não 
que Deus predestinou os homens para a danação. (...) O homem é justificado somente pelo 
justiça vinda de Deus, apreendida pela fé. Os homens podem cair da graça de Deus e da 
verdade que receberam e reconheceram. 
   
  
   
1644 
   
Deus, antes da constituição do mundo, (...) preordenou alguns homens para a vida 
eterna através de Jesus Cristo, para louvor e glória de sua graça, deixando os restantes em 
seus pecados, para sua justa condenação, para louvor de sua justiça. (...) Jesus Cristo se 
tornou o único Mediador do novo Pacto, o eterno Pacto de graça entre Deus e o homem, para 
ser perfeita e plenamente o profeta, sacerdote e rei da igreja de Deus para sempre. (...) Jesus 
Cristo, por sua morte, trouxe salvação e reconciliação unicamente para os eleitos, que foram 
aqueles que Deus o Pai lhe deu. (...) A salvação só pode ser obtida única e somente pela fé em 
seu nome. (...) Aqueles que têm esta preciosa fé produzida neles pelo Espírito nunca podem 
dela cair definitiva e totalmente (...) mas todos serão guardados pelo poder de Deus na 
salvação. 
   
  
   
1677                
   
Pelo decreto de Deus, para a manifestação de sua glória, alguns homens e anjos foram 
predestinados, por preordenados, para a vida eterna, através de Jesus Cristo, para o louvor de 
sua glória, sendo outros deixados a agir em seu pecado para sua justa condenação, para o 
louvor de sua gloriosa justiça. (...) Não há ninguém redimido por Cristo, ou realmente 
chamado, justificado, adotado, santificado e salvo, senão o eleito. A doutrina deste mistério 
da predestinação deve ser tratada com especial prudência e cuidado, para que os homens 

atendam a vontade de Deus revelada em sua palavra e (...) da certeza de sua real vocação 
esteja segura de sua eleição eterna. (...) A distância entre Deus e a criatura é tão grande que, 
embora as criaturas sensíveis possam obedecer-lhe como seu Criador, jamais conseguirão 
alcançar o prêmio da vida, mas por uma voluntária condescendência da parte de Deus, que 
ele se dignou expressar por meio do pacto. (...) Este pacto é revelado no Evangelho, 
primeiramente a Adão na promessa de salvação pela semente da mulher, [sendo depois] 
completado no novo Testamento. É fundado neste pacto eterno, transação feita entre o Pai e o 
Filho, acerca da redenção dos eleitos, e somente pela graça deste pacto que toda a posteridade 
do decaído Adão, que nunca seria salva, obteve vida e abençoada imortalidade. (...) Aqueles 
que Deus aceitou (...), chamou e santificou por seu Espírito (...) não pode cair completa e 
finalmente do estado de graça, mas certamente perseverará até o fim e será eternamente 
salvo. (...) Esta perseverança dos santos não depende de seu próprio livre-arbítrio mas da 
imutabilidade do decreto e imutável amor de Deus, o Pai. (...) Aqueles que verdadeiramente 
crêem no Senhor Jesus, esforçando-se por andar em toda a boa consciência diante dele, 
podem em sua vida estar certamente seguros que estão no estado de graça e podem se 
regozijar na esperança da glória de Deus. 
   
  
   
IGREJA 
   
1610                
   
As pessoas fiéis e justas, reunidas em várias partes do mundo, são as verdadeiras 
congregações de Deus, ou a Igreja de Cristo, que ele salvou e para a qual se deu. (...) Nesta 
santa igreja, Deus ordenou os ministros do Evangelho, as doutrinas da santa Palavra, o uso 
dos santos sacramentos, a supervisão dos pobres e os ministros dos mesmos ofícios, como 
também o exercício da admoestação e comunhão fraternal e, finalmente, a separação dos 
impenitentes. (...) Há dois sacramentos indicados por Cristo (...), a saber, o Santo Batismo e a 
Santa Ceia. 
   
  
   
1611                
   
A igreja de Cristo é a companhia das pessoas fiéis, separadas do mundo pelo palavra 
e Espírito de Deus. (...) A Igreja consiste de diversas congregações particulares (...) [que] são 
o corpo de Cristo. (...) A Palavra de Deus não vem de nenhuma congregação em particular. 
(...) Nenhuma igreja deve exercer qualquer prerrogativa sobre qualquer outra. (...) Cada 
igreja deve receber seus membros por batismo, pela confissão de fé (...) e pela pregação do 
Evangelho, de acordo com a instituição primitiva. Portanto, igrejas constituídas de outra 
maneira ou de outras pessoas não estão de acordo com o Testamento de Cristo. (...) O 
batismo ou lavagem com água é a manifestação externa da morte para o pecado e caminhada 
em novidade de vida. (...) A Ceia do Senhor é a manifestação externa da comunhão espiritual 
entre Cristo e os fiéis mutuamente. 
   
  
   
1644                
   
Cristo tem na terra um Reino, que é a igreja que ele comprou e redimiu para si como 
herança peculiar. Esta igreja, como visível a nós, é uma companhia de santos visíveis, 
chamados e separados do mundo pela palavra e pelo Espírito de Deus, para a profissão 
visível da fé do Evangelho, sendo batizados nesta fé. (...) A esta igreja ele fez suas promessas 
e deu os sinais de seu Pacto, presença, amor, bênção e proteção. (...) Assim reunida, cada 
Igreja tem poder dado por Cristo para (...) escolherem pessoas para o ofício de pastores
mestres, anciãos e diáconos. (...) O batismo é uma ordenança do novo Testamento, dado por 

Cristo, para ser dispensado somente sobre pessoas que professem a fé. (...) O modo e a 
maneira de ser dispensada esta ordenança é afundar ou imergir o corpo todo na água. 
   
  
   
1677                
   
A igreja católica ou universal, (...) que pode ser chamada invisível, consiste de todo o 
número de eleitos, que têm sido ou estejam reunidos sob Cristo como cabeça. (...) Destes 
devem todas as congregações particulares ser constituídas. (...) Uma igreja particular reunida 
e completamente organizada segundo a mente de Cristo consiste de oficiais e membros. Os 
oficiais apontados por Cristo [bispos ou anciãos e diáconos] devem ser escolhidos e 
consagrados pela igreja. (...) O batismo e a Ceia do Senhor são ordenanças de instituição 
positiva e soberana, apontados por Senhor Jesus, o único Legislador. A imersão, ou 
afundamento da pessoa na água, é necessário para a devida administração desta ordenança. 
   
  
   
MORAL 
   
1610 
   
A disciplina da igreja (...) é também uma manifestação externa aos crentes, pela qual 
o pecado impenitente, depois da admoestação e reprovação cristã, em virtude dos seus 
pecados, é afastado da comunhão dos santos para seu futuro bem. (...) Cada homem deve ter 
apenas uma esposa, da qual não se separará, a não ser por adultério. Não permitimos a 
ninguém de nossa comunhão a se casar com pessoas incrédulas, descrentes e carnais de fora 
da igreja. 
   
  
   
1611 
   
Os membros de cada igreja ou congregação devem conhecer-se uns aos outros, para 
que possam realizar todas as tarefas de amor um para com o outro tanto na alma como no 
corpo. (...) A igreja não deve consistir de uma multidão que não tem particular conhecimento 
um do outro. Os irmãos impenitentes em pecado após a admoestação da igreja devem ser 
excluídos da comunhão dos santos. Cada igreja deve (...) no primeiro dia da semana (...) 
reunir-se para orar, profetizar, louvar a Deus, partir o pão e realizar todas as outras partes da 
comunhão espiritual para o culto de Deus, sua mútua edificação e preservação da verdadeira 
religião e piedade na igreja. Cristo não veio abolir [a lei moral], mas cumpri-la. 
   
  
   
1644 
   
Todos os crentes são um povo santo e santificado. Esta santificação é uma graça 
espiritual do novo Pacto e efeito do amor de Deus. (...) Todos os crentes no curso de sua vida 
estão em constante guerra, combate e oposição contra o pecado, o eu, o mundo e diabo e 
sujeito a todo tipo de aflição, tribulação e perseguição e assim continuarão até que Cristo 
venha no seu Reino. 
   
  
   
1677 
   
Aqueles que estão unidos a Cristo (...) são também justificados, verdadeira e 
pessoalmente, (...) pela sua palavra e Espírito residente neles. O domínio do corpo do pecado 
é destruído. (...) As boas obras são apenas aquelas que Deus ordenou em sua santa palavra e 
não (...) aquelas imaginados pelos homens, baseadas no zelo cego ou em alguma pretensão de 
boas intenções. O "Sabbath" é mantido santo para o Senhor, quando os homens, após a 
devida preparação dos seus corações e deixando de lado seus negócios comuns, não só 
observam um santo descanso durante todo o dia, de suas próprias obras, palavras e 

pensamento, em torno de seu emprego terreno e recreações, mas também tomam todo o 
tempo em exercícios públicos e privados de culto e em tarefas de necessidade e misericórdia. 
   
  
   
TEORIA POLÍTICA 
   
1610 
   
A autoridade terrena (...) é uma ordenança necessária de Deus, indicado e 
estabelecido para a preservação do estado e para uma vida política boa e natural, para a 
recompensa dos bons e castigo dos maus. Reconhecemos (...) pela Palavra de Deus temer, 
honra e mostrar obediência aos magistrados em todas as causas não contrárias a Palavra do 
Senhor. Somos obrigados a orar ao Deus Poderoso por ele e agradecer ao Senhor pelos 
magistrados corretos ("good reasonable") e a ceder-lhes, sem murmurar, pagando tributo, 
imposto e taxa. [O Senhor Jesus] não chamou seus discípulos ou seguidores para serem reis, 
príncipes, potentados ou magistrados terrenos, nem para governar o mundo desta forma 
terrena ("worldly"). (...) Assim, evitaremos tais ofícios e cargos. (...) Cristo, o Rei e 
Legislador do Novo Testamento, proibiu os cristãos de proferirem juramentos. 
   
  
   
1611                
   
A magistratura é uma santa ordenança de Deus, à qual toda alma deve se sujeitar não 
apenas por medo mas pela consciência. Os magistrados são os ministros de Deus para nosso 
bem. (...) Devemos pagar tributo, imposto e todas outras obrigações. Devemos orar por eles, 
para que Deus os salve e venham ao conhecimento da verdade. Eles podem ser membros da 
igreja de Cristo, mantendo sua magistratura, pois nenhuma santa ordenança de Deus proibiu 
alguém de ser membro da igreja de Cristo. Eles portam a espada de Cristo. 
   
  
   
1644                
   
A magistratura civil é uma ordenança de Deus estabelecida por Deus para o castigo 
dos maus e honra àqueles que fazem o bem. Nas coisas legítimas ordenadas por eles, 
devemos, devemos submissão como ao Senhor. Devemos fazer súplicas e orar pelos reis e 
todos os que estão em posição de autoridade, para que por deles possamos viver uma vida 
pacífica e tranqüila em bondade e honestidade. (...) Todos os homens devem lhe dar o que é 
devido: tributos, impostos e obrigações legais. (...) O magistrado deve ser reconhecido
reverenciado e obedecido, de acordo com a bondade, não por causa da ira somente mas pela 
própria consciência. (...) Assim, desejamos dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de 
César. 
   
  
   
1677                
   
Deus somente é o Senhor da consciência e ele a deixou livre de doutrinas e 
mandamentos humanos, que sejam contrários à sua Palavra. (...) Assim crer nestas doutrinas 
ou obedecer estes mandamentos fora da consciência é trair a verdadeira liberdade de 
consciência. (...) Deus, o supremo Senhor e Rei de todo o mundo, pôs magistrados civis para 
estar sob ele e sobre o povo. (...) Para isto, armou-os como o poder da espada, para defesa e 
encorajamento dos que fazem o bem e castigo dos que fazem o mal. É legítimo para os 
cristãos aceitar e exercer o ofício de magistrado, quando chamados para tal. (...) [Devemos] 
sujeição em todas as coisas legítimas a eles, (...) não por ira mas pela consciência. Devemos 
fazer súplicas e orações pelos reis e por todos que estão em autoridade, para que possamos 
viver uma vida tranqüila e pacífica, em toda bondade e honestidade. 
   
  

   
  
     
[1]TAYLOR, W.C. 
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