InstruçÕes para seminário



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Encontro05.01.2017
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INSTRUÇÕES PARA SEMINÁRIO

O ciclo de seminários do segundo trimestre é uma atividade avaliativa da disciplina de História da qual deverão participar todos os alunos matriculados na segunda e terceira série do ensino médio regular da EEEFM Santo Antônio. Seus objetivos centrais são o desenvolvimento da pesquisa, leitura, interpretação, argumentação e oralidade.

1. Etapas:

  1. Organização dos grupos e seleção dos temas: os alunos deverão organizar grupos de no mínimo cinco e no máximo seis integrantes. Cada grupo receberá um tema para a apresentação, que será indicado pelo professor. Desenvolvimento: primeira semana de junho.

  2. Pesquisa: todos os integrantes dos grupos deverão consultar a bibliografia/filmografia recomendada neste edital e buscar também outras fontes. Desenvolvimento: antes do plano de exposição, com participação de todos os integrantes do grupo.

  3. Elaboração do plano de exposição: o plano de exposição é a estrutura da apresentação. Essa estrutura deverá ser organizada por escrito, indicando em tópicos as informações que o grupo selecionou para abordar durante a exposição do seminário. Cada tópico deverá conter um título e um breve resumo indicando as informações selecionadas. Recomenda-se que o plano de exposição contenha pelo menos um tópico para cada integrante do grupo, além de introdução e conclusão. É importante que ele seja construído com a participação e todos os integrantes do grupo, após amplo debate e que cada integrante tenha em mãos uma cópia desse documento.

  4. Apresentação: no dia da apresentação os tópicos do plano de exposição serão sorteados entre os integrantes dos grupos. Não será permitido a nenhum aluno escolher o tópico que irá apresentar. Recomenda-se que todos os integrantes do grupo estudem todos os tópicos do plano de exposição, pois eles poderão apresentar qualquer um deles.

2. Avaliação:

O seminário vale, no total, dez pontos. A avaliação é produzida com base em quatro critérios. Cada critério possui um peso específico e é avaliado atribuindo-se uma nota proporcional ao desempenho, conforme tabela a seguir:


Critério

Peso

1

Plano de exposição: seguir recomendações dadas acima e entregar o plano dentro do prazo marcado. A pontuação deste critério será a mesma para todo o grupo, exceto para os alunos que não apresentarem ou por qualquer razão não participarem de sua elaboração.

Até 1,0 ponto

2

Postura e oralidade: usar uma linguagem formal e um tom apropriado, evitando vícios de linguagem e erros gramaticais. Quanto à postura, recomenda-se que o aluno apresente de pé, sem apoiar o corpo ou ficar se mexendo como se estivesse dançando Metralhadora. Também é importante que o aluno apresente voltado para a turma. Esse critério de avaliação é individual.

Até 2,0 pontos

3

Domínio do tema: será verificado através da capacidade do aluno de abordar o tópico que lhe foi indicado (ou outros) demonstrando conhecimento sobre o tema e defendendo seus pontos de vista de maneira coerente. Esse critério de avaliação é individual.

Até 6,0 pontos

4

Trabalho em equipe: Todos os integrantes devem se auxiliar durante todas as etapas do seminário, especialmente durante a apresentações. Caso, por exemplo, um integrante do grupo ter dificuldade em abordar seu tópico, esqueça alguma informação ou cometa erros, espera-se que os demais integrantes intervenham. A pontuação desse critério será a mesma para todo o grupo, exceto para os alunos que não apresentarem.

Até 1,0 ponto

Não receberá pontuação o aluno que: faltar sem justificativa, não apresentar ou apenas ler durante a apresentação.


Perderão pontuação os alunos que atrapalharem deliberadamente as outras apresentações, ou agirem com falta de urbanidade, e os grupos que extrapolarem o tempo limite.
3. Tempo para apresentação
O tempo para apresentação é de 25 minutos. A contagem do tempo será paralisada caso o grupo seja interrompido por motivo de força maior.
Caso o tempo limite seja extrapolado, para cada quatro minutos extras o grupo perderá um ponto
4. Data de apresentação:
As apresentações começarão a partir da primeira aula da segunda semana de agosto, independente de alterações no horário. Não haverá ordem de apresentação, portanto qualquer grupo poderá ser o primeiro.
Os planos de exposição deverão ser entregues impressos (podendo ser digitados, caso o grupo prefira) na primeira aula da penúltima semana de julho (19 a 25 de julho).
O aluno que faltar no dia da apresentação terá a oportunidade de ser avaliado em momento adequado caso justifique a falta com atestado médico ou de óbito.
ANEXOS

1. Temas para o terceiro ano

TEMA 01

Movimentos sociais na República Velha: Guerra de Canudos
A Guerra de Canudos foi um enfrentamento entre a população do Arraial de Canudos e o exército da República, entre 1896 e 1897. O episódio, de cunho religioso, teve entre seus fatores uma grave crise econômica e social que marcou a região.

Bibliografia/filmografia
Filme: Guerra de Canudos. Direção: Sérgio Resende. [S.l.]:  Imovision, 1997. DVD (160 min)
SANTANA, Mirian Ilza. Guerra de Canudos. Disponível em: < http://www.historia-bahia.com/canudos.htm> . Acesso em: 31 de maio de 2016.
NAVARRO, Roberto. O que foi a Guerra de Canudos? Disponível em: < http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-foi-a-guerra-de-canudos>. Acesso em 31 de maio de 2016.

TEMA 02

Movimentos sociais na República Velha: Cangaço

No final do século XIX e início do século XX, grupos de homens armados, conhecidos como cangaceiros espalharam o terror pelo Nordeste Brasileiro. Esse fenômeno, conhecido como Cangaço, foi possível graças às péssimas condições sociais da região nordestina.

Bibliografia/filmografia
Filme: Lampião, o rei do cangaço. Direção: Carlos Coimbra. [S.L.]. 1964. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Nc2VYgWaNlY. Acesso em 14 de junho de 2016.
Documentário: Depoimentos. Produzido por Sociedade de Estudos do Cangaço. [S.L.]. 1998. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ajdmpHiZKso. Acesso em 14 de junho de 2016.
Documentário: A Rota do Cangaço. TV Brasil. 2013. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=PuHOrFTmJcc >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
FRANCISCO, Wagner De Cerqueria E. "Cangaço"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.

TEMA 03

O Brasil na Segunda Guerra Mundial

Em 1942, após vários ataques submarinos brasileiros, o Brasil declara guerra à Alemanha. Dois anos depois, sob o comando do general Masarenhas, chegam à Europa os primeiros soldados brasileiros, marcando o início da participação do nosso país na Segunda Guerra Mundial. Embora tenha sido breve, a participação da Força Expedicionária Brasileira foi fundamental na vitória sobre a Itália.



Bibliografia/filmografia
Documentário: O Brasil na Segunda Guerra Mundial. 2012. (1:32). Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=L4n5btpo4vE >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
Documentário: O Brasil na Segunda Guerra Mundial. 2013 (19:15 min). Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=_bZHb-SrWGM >. Acesso em 14 de junho de 2016.
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Brasil na Segunda Guerra Mundial"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016
Brasil na Segunda Guerra. Disponível em: < http://noticias.terra.com.br/brasil/brasil-segunda-guerra-mundial/ >. Acesso em 14 de junho de 2016.


TEMA 04

A criação da Petrobrás

Líder mundial no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração de petróleo em águas profundas, a Petrobrás é uma empresa estatal criada na Segunda Presidência Vargas. Sua criação se deu em meio a uma apaixonante campanha, conhecida como “o petróleo é nosso”.

Bibliografia/filmografia
Documentário: A História do Petróleo no Brasil. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=qSQzlJoKan0 >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
Série: Petrobrás 60 anos. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=Wg_2FWQc62Q >. Acesso em 14 de junho de 2016.
BERCOVICI, Gilberto. A Campanha do petróleo e a mobilização em favor da Petrobrás. Carta Maior. Disponível em: < http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/A-Campanha-do-Petroleo-e-a-Mobilizacao-Popular-em-favor-da-Petrobras/4/32839 >. Acesso em 14 de junho de 2016.
ACERVO O GLOBO. Brasil cria a Petrobrás em 1953, no embalo da campanha “o petróleo é nosso”. Acesso em: http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/brasil-cria-petrobras-em-1953-no-embalo-da-campanha-petroleo-nosso-9676777. Acesso em: 14 de junho de 2016.
OBS: o site http://memoria.petrobras.com.br/ contém muitos documentos que podem ser úteis na pesquisa.



TEMA 05

Construção de Brasília

Construída a fim de ser a nova capital do Brasil, Brasília foi um projeto ousado do ex-presidente Juscelino Kubitscheck. A idéia era transferir a capital do Rio de Janeiro para o interior do país, promovendo a integração das regiões do Brasil, entre outros objetivos.

Bibliografia/filmografia
Documentário: Brasília, a construção de um sonho. Discovery Chanel. 2015. Acesso em < https://www.youtube.com/watch?v=RQ8MlYZTOGs >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
OLIVEIRA, Lúcia Lippi. A construção de Brasília. Fundação Getúlio Vargas. Disponível em: < http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/artigos/Brasilia/Construcao >. Acesso em 14 de junho de 2016.
MUSEU VIRTUAL DE BRASÍLIA. A construção de Brasília. Disponível em: < http://www.museuvirtualbrasil.com.br/museu_brasilia/modules/news3/article.php?storyid=10 >. Acesso em: 14 de junho de 2016.



TEMA 06

O Espírito Santo na ditadura militar

O Espírito Santo, na conjuntura do regime militar conheceu uma das fases mais prósperas de sua economia, mas também foi palco de repressão, tortura e da primeira guerrilha contra o a ditadura: a Guerrilha do Caparaó.



Bibliografia/filmografia
SCHAYDER, José Pontes. História do Espírito Santo: uma abordagem didática e atualizada. Campinas: Companhia da Escola. 2002.
VALFRÉ, Vinícius. 50 anos do Golpe Militar: os porões da ditadura desvendados. Disponível em: http://www.gazetaonline.com.br/_conteudo/2014/03/noticias/politica/1482035-50-anos-do-golpe-militar-poroes-da-ditadura-desvendados.html. Acesso em 31 de maio de 2016.
COSTA, José Caldas da. Caparaó: a primeira guerrilha contra a ditadura. Disponível em < http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/caparao_-_a_primeira_guerrilha_contra_a_ditadura.html>. Acesso em 31 de maio de 2016.


TEMA 07

A resistência à ditadura

No Regime Militar Brasileiro, foram importantes na resistência contra a ditadura entidades estudantis, como a UNE e a UBES, o movimento sindical e as ligas camponesas. Parte da Esquerda brasileira buscou um caminho mais radical optando pela luta armada como forma de resistência ao Regime. Destacaram-se nesse último caso: Ação Libertadora Nacrional (ALN); Vanguarda Popular Revolucionária (VPR); e o Partido Comunista do Brasil (PC do B) e a Ação Popular.



Bibliografia/filmografia
Documentário: Camponeses do Araguaia. Direção: Vandré Fernandes. [S.l.]:  Imovision, 2010. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=UhpO4I2O0zs >. Acesso em 14 de junho de 2016.
Documentário: Tempo de Resistência. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=0AwHEql7jpQ >. Acesso em 14 de junho de 2016.
Filme: Lamarca. Brasil, 1994. Direção: Sergio Rezende. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=Wy1g8kRMD5Q >. Acesso em 14 de junho de 2016.
MEMÓRIAS DA DITADURA. Panorama da Resistência. Disponível em: < http://memoriasdaditadura.org.br/panorama-da-resistencia/> . Acesso em: 14 de junho de 2016.
KONRAD, Diorge. Resistência à ditadura e os 40 anos do massacre no Araguaia. Disponível em: < http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=5590 >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
ARAÚJO, Felipe. Guerrilha Urbana. Disponível em: < http://www.infoescola.com/sociedade/guerrilha-urbana/ >. Acesso em: 14 de junho de 2016.


2. Temas para segundo ano

TEMA 01

Movimento operário no século XIX.

Com o avanço da revolução industrial, no século XIX, surgiu uma nova classe: os operários. Extremamente explorados pelos patrões, iniciaram a luta por emprego e condições dignas de trabalho. Os principais movimentos foram: Cartismo, Ludismo, Socialismo, Anarquismo e o movimento sindical.



Bibliografia/filmografia
Filme: Daens, um grito de justiça. Direção: Stijn Coninx. Imovision, 1992. Disponível em: < http://assistirfilmesonline.info/daens-um-grito-de-justica/>. Acesso em 14 de junho de 2016.
Filme: Germinal. Direção: Claude Berri. Paramount, 1993. Disponível em: < http://www.filmesdetv.com/germinal.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
MARTINS JÚNIOR, Leandro Augusto. Movimento operário e ideologias revolucionárias. Disponível em: < http://educacao.globo.com/historia/assunto/liberalismo-no-ocidente/movimento-operario-e-ideologias-revolucionarias.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
SANTOS, Fabrício. Movimento Cartista. Disponível em: < http://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/movimento-cartista.htm >. Acesso em 14 de junho de 2016.
SOUZA, Rainer. Ludismo. Disponível em: < http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/ludismo.htm >. Acesso em 14 de junho de 2016.
CARVALHO, Leandro. Movimento operário no século XIX. Disponível em: < http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/movimento-operario-no-seculo-xix.htm >. Acesso em 14 de junho de 2016.
CAPELARI, Marcos Alexandre; NOGUEIRA, Fausto Henrique Gomes. Sociedade industrial e socialismo. In: História. São Paulo: Editora SM, 2010. P 340-348.


TEMA 02

EUA no século XIX: expansão e Guerra Civil.

No século XIX, os Estados Unidos passaram por um intenso processo de expansão, chamado “Marcha para o Oeste”. Conquistando territórios da Espanha, do México e principalmente dos índios, o país se tornou um dos maiores do mundo em território. Nesse processo, as divergências entre Norte e Sul se acirraram, provocando a Guerra Civil, ou Guerra de Secessão (1861-1865).



Bibliografia/filmografia

Série: América, A Saga dos EUA (Episódios 03, 04 e 05). Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=MnBii1GoEx8&list=PLfNlc9-a0AD4NcqRAjupJEhyI2c3CmqP9 >. Acesso em 14 de junho de 2016.


FERNANDES, Cláudio. "Marcha para o Oeste nos EUA"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.
Guerra de Secessão dos Estados Unidos. In Britannica Escola Online. Enciclopédia Escolar Britannica, 2016. Disponível em: . Acesso em: 14 de junho de 2016.
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Guerra de Secessão"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.
CAPELARI, Marcos Alexandre; NOGUEIRA, Fausto Henrique Gomes. Estados Unidos e América Hipânica. In: História. São Paulo: Editora SM, 2010. P 331-338.


TEMA 03

Imperialismo Americano no século XIX.

Imperialismo pode ser definido como uma política de domínio territorial, cultural ou econômico de uma nação sobre outras. Os Estados Unidos adotaram uma política claramente imperialista após a independência, conquistando territórios ao oeste. Dois dos momentos mais importantes do imperialismo americano foram: a doutrina Monroe, proclamada pelo presidente James Monroe em 1823, e a doutrina do “Big Stick” levada a cabo pelo presidente Theodore Roosevelt.



Bibliografia/filmografia
SANTIAGO, Emerson. A ideologia do Big Stick. Disponível em: < http://www.infoescola.com/politica/ideologia-do-big-stick/ >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
PERCíLIA, Eliene. "Doutrina Monroe"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.
SANTIAGO, Emerson. O imperialismo americano. Disponível em: < http://www.infoescola.com/politica/imperialismo-norte-americano/ >. Acesso em 14 de junho de 2016.

TEMA 04

Neocolonialismo

Neocolonialismo é o processo de dominação política e econômica dos continentes africano e asiático pelas potências capitalistas, sobretudo da Europa. Tal processo ocorreu entre os séculos XIX e XX e está relacionado com a Segunda Revolução Industrial.



Bibliografia/filmografia
GUIA DO ESTUDANTE. Imperialismo: a causa de tudo. Disponível em: < http://guiadoestudante.abril.com.br/100-anos-primeira-guerra-mundial/imperialismo.html >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
CARVALHO, Leandro. Darwinismo social e o imperialismo do século XIX. Disponível em: < http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/darwinismo-social-imperialismo-no-seculo-xix.htm >. Acesso em 14 de junho de 2016.
GUIA DO ESTUDANTE. Dez fatos que você precisa saber sobre o neocolonialismo na África. Acesso em: < http://guiadoestudante.abril.com.br/fotos/10-fatos-voce-precisa-saber-neocolonialismo-africa-798715.shtml#0 >. Acesso em 14 de junho de 2016.
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Neocolonialismo"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.
CAPELARI, Marcos Alexandre; NOGUEIRA, Fausto Henrique Gomes. Nacionalismo e imperialismo. In: História. São Paulo: Editora SM, 2010. P 311-322.


TEMA 05

Independência da América Espanhola.

No século XVI, a Espanha iniciou a colonização do continente americano. Tempos depois, os crioulos, descendentes de espanhóis nascidos na América, iniciaram a rebelião contra os abusos da metrópole. No século XIX, diante da desorganização da Espanha provocada pela invasão das tropas napoleônicas, as colônias americanas encontraram uma conjuntura favorável para as lutas de independência, que ocorreram de 1810 a 1833.



Bibliografia/filmografia
Filme: Libertador. Direção: Alberto Arvelo. Venezuela, 2013. Disponível em: < http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-o-libertador-dublado-online.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
MARTINS JÚNIOR, Leandro Augusto. Independência da América Espanhola. Disponível em: < http://educacao.globo.com/historia/assunto/independencia-das-americas/independencia-da-america-espanhola.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
Independência da América Espanhola. Disponível em: < http://www.mundovestibular.com.br/articles/2786/1/A-INDEPENDENCIA-DA-AMERICA-ESPANHOLA/Paacutegina1.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Os limites da independência na América Espanhola"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.



TEMA 06

Unificação da Italiana

Até 1870 a Itália era apenas uma expressão geográfica. Seu território era todo fragmentado em diversos reinos independentes ou submetidos à dominação estrangeira. Em meados do século XIX, sob a liderança de homens como Garibaldi, Giuseppe Mazzini e Camilo di Cavour esses territórios se unificam para dar origem a Itália.



Bibliografia/filmografia
Filme: Viva à Itália Itália, 1961. Direção: Roberto Rossellini. Disponível em: < http://www.dvdversatil.com.br/viva-a-italia-a-unificacao-italiana-lancamento/ >. Acesso em 14 de junho de 2016.
SOUZA, Rainer. Unificação Italiana. Disponível em: < http://brasilescola.uol.com.br/historiag/unificacao-italia.htm >. Acesso em 14 de junho de 2016.
MARQUES, Luis. A difícil trajetória da unificação italiana. Acesso em: < http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/a_dificil_trajetoria_da_unificacao_italiana.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
ALBOLEA, Artur. A influência Carbonária na Unificação da Itália. Disponível em: < http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/influencia-carbonaria-unificacao-italia-745919.shtml >. Acesso em 14 de junho de 2016.



TEMA 07

Unificação Alemã

Em meados do século XIX, os territórios germânicos iniciam o processo de unificação que daria origem à Alemanha. O processo só foi concluído após uma vitória militar sobre a França, na batalha de Sedan, que tornaria os dois países rivais por todo o século XX.



Bibliografia/filmografia
Filme: Ludwig. Itália, 1972. Direção: Luchino Visconti. Disponível em: < http://pfpnsfemovie.blogspot.com.br/2016/01/ludwig-1972.html >. Acesso em 14 de junho de 2016.
PINTO, Tales Dos Santos. "Guerra Franco-Prussiana e os nacionalismos"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Zollverein"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 14 de junho de 2016.
NAVARRO, Roberto. A Batalha de Sedan. Disponível em: < http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/batalha-sedan-433684.shtml >. Acesso em: 14 de junho de 2016.
ANGELO, Vítor Amorim de. Unificação Alemã: Bismarck foi o cérebro da operação. Disponível em: < http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/unificacao-alema-bismarck-foi-o-cerebro-da-unificacao.htm >. Acesso em 14 de junho de 2016.





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