Inquérito por entrevista



Baixar 71,36 Kb.
Encontro22.07.2017
Tamanho71,36 Kb.

Inquérito por entrevista


Grupo 1 – Ricardo, Inês, Luisa, Joana

O que tens a dizer sobre este projeto?

Ricardo- Eu tenho a dizer que tou a adorar o projeto, gosto das canções que vou cantar e tá a ser giro, está a ficar bem com o baterista o pianista os cavaquinistas e os cantores.

Luisa – Cavaquinistas…

Professor – E os guitarristas.

Luisa – Claro, isso não pode faltar.

Inês – Pois.

Professor – Mais alguma coisa?

Luísa-Pronto, eu tenho a dizer que acho que tá a ficar muito giro e que gosto muito das músicas e do ritmo, gosto de…

Joana - …das músicas serem alegres, é isso?

Professor – serem alegres?

Luísa – Sim, gosto disso, são animadas.

Professor – Ficam no ouvido…

L – Sim.

Ricardo – Por acaso ficam.

Joana – Por acaso ficam, principalmente o “À procura do novo mundo”.

Ricardo – Eu gosto do início do cabo das tormentas. É misterioso.

Inês – Eu também.

Luísa – Eu também.

Ricardo – Já treinei as caras.

Professor – Isso treinar. Isso mesmo. Vamos continuar?

L – A Inês ainda não falou.

P- Queres falar ou queres continuar?

I – Continuar.

L – Joana!

P- Falam o que apetecer.

J – Eu apesar de não cantar, estou a gostar de tocar e porque as músicas até são giras de tocar, até agora as músicas não têm sido muito difíceis, e pronto tá a ser giro.

R- E também quero dizer que às vezes cusco um bocadinho atrás e gosto muito das imagens, o monstro.

L – Eu gosto daquele das falas.

R – O monstro, aquele que é o sol a fingir que é uma bussola. Bussola-sol.

Prof – Tu topaste os pormenores todos.

J- Uma bussola-sol haha.

L – E aquilo parecia um B, Nobo mundo.

P – Era um V.

L- Parecia um B.

R – É uma letra à antiga.

Como acham que correu?

R- O que correu mal foi o desafi.. como é? É o desafino das vozes e dos instrumentos e é só. E de resto está tudo bom.

I – A mim é a mesma coisa que ele.

L – Eu acho que o que correu melhor foi logo na música da introdução, logo a começar quando eles tocam, a começar essa parte acho que está a correr melhor.

R – Na parte do tudo começou?

L – Não, na introdução. E o que eu acho que é melhor melhorar é a fala, porque nós, porque o rui tem que dizer destruam-no e nós dizemos logo.

P- Pois, é preciso concentração.

J – Eu tenho gostado porque os cantores têm-se adaptado às músicas, conseguem logo adaptar-se, cantar logo bem.



De que é que gostaste?

L – O ambiente

J – os músicos, ter lá os músicos é muito bom.

P – É bom tocar com músicos?

Todos – Sim

J – Tem mais ritmo.

R – Agora posso fazer uma pergunta?

P – Podes mas não sei se te vou responder.

R – Quando aquela parte da dança dos paus vai ser em que música?

P – Vai ser noutra música na quarta música. Mas vai ser só dançar.

L – São sete.

P – Se calhar vamos fazer só quatro. Para ficar perfeitinhas.

L – Quatro por período.

J- Mas quando é que eles chegam à Índia não pode ficar assim.

P – É na dança depois vai ser tudo explicado.

L – O que eu também estou a gostar mais é daquilo, por exemplo há as baquetas da bateria mas aquelas é.

P – Os Rods. É tipo muitos pauzinhos. É para ficar mais baixinho.

J – Tem assim tipo vários…

L – Bambu.

O que é que achas que aprendeste com este projeto?

R – Aprendemos a trabalhar em grupo. A ajudarmo-nos uns aos outros.

J – Os cavaquinistas aprendem melhor a tocar com a ajuda dos músicos.

L- E os guitarristas!

J – E os guitarristas.

R – Na parte diz mais ou menos para nos defender na parte que está lá o monstro.

P – Ou seja na parte histórica.

L – Aprender a ouvir os professores.

J – Sem professores aquilo não funcionava.

L – Era tudo barulheira e estávamos sempre a discutir.

R – E se calhar até nem cantávamos.

P- Ou seja é preciso alguém para liderar também.



O que aprendeste a nível da técnica instrumental?

L – Ritmo. Baixo, baixo, cima, baixo.

I – Pois para mim eu aprendi todos os acordes.

J – Pois ela é nova.

L- No ano passado ela não tocava guitarra.

J – Todos não, aprendeste os principais.

P – Aprendeste todos o que estão na peça.

I – Sim.


R – Foi fácil. Mas agora nós os três estamos livres.

P- Mas tiveram que passar, toda gente tocou e toda gente cantou. É preciso aprender tudo.



O que aprendeste a nível da técnica vocal?

L – Afinar. Eles a fazer aquilo.

P – Puxar a voz para cima.

R – E primeiro de tudo aquecer a voz.

L – Eu não fiz isso. Doía-me a barriga tive a beber um chá.

J – A professora Liane ensinou-nos.

L – Ensinou-nos aqueles truques para saber a letra, as partes.

J – E às vezes mudava notas ou o que era e nós fazíamos de uma maneira diferente para ficar melhor.



Como foi a experiência de tocares com músicos profissionais?

J – Boa.


L – Alegria.

R – Alegria.

J – Sortudos por poder tocar com eles…

L - ..tocar com músicos mais experientes.

P – Ficaram com receio ou deu-vos confiança?

J – Receio de fazer mal. Mas também é bom porque se fizermos mal eles dão a volta por cima.

L – Ficamos envergonhados.

R – É giro porque temos cantores e guitarristas e isso e um ótimo professor que devia tar no Fator X.

P – Manteiga, manteiga isso não funciona.

L – Que veio de Marte.

P – Não acredito que foste dizer isso.

Como foi a experiência de interagirem e tocarem em grupo?

J – Foi bom porque antes de começarmos com as personagens já eu lembro-me de, acho que alguém me ajudou a fazer um acorde qualquer que eu já não me lembro. Ajudavam-nos a conseguir tocar, por exemplo há uns meninos que já têm mais experiencia, por exemplo a Luisa ajudou a Inês na guitarra não foi?

I – Sim.

Qual a diferença de tocarem só ou em conjunto?

R – Em conjunto é melhor porque..

J – Se nos enganarmos.

R – Se nos enganarmos temos muitos outros a tocar e não se percebe e temos sempre mais.

L – Mas às vezes também é bom tocar sozinho para ficar com aquilo na cabeça, mas também é melhor em conjunto.

R – Em conjunto é bom porque estás com muitas pessoas e assim tira-te um bocadinho os nervos.



O que aprendeste sobre os descobrimentos/material das naus que ainda não sabias?

J – As músicas informam-nos sobre por exemplo que a nau ia-se destruir.

R – O capitão era sempre confiante e os marinheiros às vezes eram um bocadinho…pensavam no lado negativo.

P – É verdade, nem eu tinha pensado nisso assim.

R – Só que o capitão insistiu e os marinheiros depois…

J- E também lhes deu confiança dizendo que as coisas, por exemplo que o material era bom e que tinham armas e sabiam-se defender. É mais na música das tormentas



Grupo 2: Esmeralda, Rodrigo, Alexandre, Leonor

O que tens a dizer sobre este projeto?

A – Eu acho que este projeto é muito giro, nós estamos a trabalhar bem, nós gostamos porque tem falas, tem monstros, os marinheiros eu acho que sequei agora vamos pedir a autoridade à Leonor.

L – Eu gostei muito porque foi uma oportunidade de nós mexermos mais no cavaquinho, porque nós no quarto ano e no terceiro digamos não estávamos muito habituados, portanto e também é giro porque temos personagens, tem um teatro musical, é giro. Agora vamos passar a palavra ao Rodrigo.

R –Queria ser o capitão mas não tive hipóteses.

Prof – Já sabes porque é que não tiveste hipóteses, não é que não tivesses hipóteses.

R - …Mas pronto estou a gostar muito deste projeto está a ser giro, estou a gostar de tocar, e mais nada. Agora vamos passar a palavra aqui à esmeralda.

E – Gostei de participar a ser narrador e foi giro foi muito giro porque assim cantávamos mais tempo.

Como achas que correu?

A – Para mim o que correu bem foi, quando foi comigo para ser escolhido para os Marinheiros nº1, o que eu não gostei mais foi do Rodrigo que quando estávamos a ensaiar já com os coisos, nós estávamos sempre a fazer “bahbahbahbahbahbah” e também quando o Miguel tava, enquanto estávamos a cantar e depois no fim de um paragrafo fez “badabadabadaba” não gostei disso, e o que eu estou a gostar mesmo muito é do projeto quando as pessoas estão a cantar também dos tambores e um ganda abraço para o André e para o Ricardo.



De que é que gostaste?

E – Eu gostei mais de cantar porque gosto de cantar e também gostei de tocar mas como agora não toco por isso prefiro mil vezes cantar e porque gosto das músicas.

L – Eu preferia cantar mas também gosto de tocar é uma peça importante no teatro visto que é um musical.

A – A coisa que eu mais não concordei foi que quando a Leonor, tu participaste em que,

L – Fui ver se podia ser narradora.

A – Quando ela foi narradora eu não pude a minha opinião porque o professor Vitor já tinha dado não é professor?

P – Talvez sim.

A – E só que, Esmeralda não leves a mal só que houve um paragrafo que tu ficaste gaga e ela continuou só que depois tu começaste logo a apanhar e o professor depois aceitou-te de novo.

E – Como assim?

A – tu ficaste ehh ehh e depois começaste a apanhar e a cantar bem e ela começou a cantar e não fazia nada mas estava ali com uma voz tipo..

P – Mas também temos que ver que não é só o cantar que importava é também a atitude.

O que aprendeste a nível da técnica instrumental?

L – Eu acho que nós de notas não aprendemos nada de novo, em termos de ritmo nós só tocávamos para baixo, então aprendemos esses ritmos novos.

A – Para mim a técnica que achei mais complicada foi a do baixo, baixo, cima, baixo quando eu aprendi que era muito complicada e também do Lá maior, e depois que fazemos só o sol e acabou, e eu achava muito complicado porque metia só o sol e depois o dó.

E – Ao princípio é como a Leonor, era tudo para baixo para baixo para baixo mas ao longo da música foi desenvolvendo e começou a ficar mais engraçado.

A – Ah e o professor Vitor é o melhor.

E – Pois é.

Prof – Isso não importa para nada. Manteiga.

O que aprendeste a nível vocal?

A – Quando o professor mudou “A viagem começou”, para “Viagem começou” eu acho melhor e depois havia outra que a professora Liane mudou porque ficou com mais sentido porque dizíamos com uma voz mais aguda. E também quando são os Marujos numero um, nós não somos assim não temos mais meninas como o grupo numero dois, mas temamos esforçarmo-nos e aquela técnica nós não podemos fazer mas é boa.

E – De puxar o cabelo.

Como foi a experiência de tocares com músicos profissionais?

A – Para mim a gente se sentiu bem, aquela parte dos tambores que nos estávamos sempre assim e quando começa a música das tormentas aquilo começa tipo, os narradores começam de uma forma que faz-nos gostar muito.

L – Dá mais sentido à música porque aquela entrada com piano.

A – Para nós é melhor porque se nos enganarmos os pais em vez de nos ficarem a ouvir, ouvem é o ritmo e depois nós que nos enganamos ainda conseguimos recuperar porque nós conseguimos ouvir através do piano e da bateria.

E – Se enganarem é melhor não fazer assim ahhh. Se não assim o pais notam.

Como foi a experiência de interagirem e tocarem em grupo?

E – Agora está mais melhor, primeiro estamos a ir juntos porque quando eramos todos juntos não soava muito bem porque haviam uns que cantavam muito alto outros baixo outros roucos. Por isso agora acho que é melhor pois os narradores ficam numa parte os marinheiros noutra e o baterista também.

A – A coisa que eu não concordo no que a Esmeralda disse foi, nas pessoas que estão a tocar os cavaquinhos, não sei se o professor já organizou mas eu acho que era melhor os guitarristas ficarem atrás porque têm um som mais gordo e o André ficava na segunda ou então metemos os guitarristas para um lado e os cavaquinistas para outro porque se for um guitarrista e depois outro ali depois os pais não conseguem ouvir bem porque um pai está aqui a ouvir e depois os que está ali está a ouvir cavaquinhos e uma guitarra.

E – Mas é melhor assim porque os guitarristas é melhor ficar um em cada ponta senão só se ouve de um lado.

A – Ou então isso também.

L – Visto que só há dois guitarristas um em cada ponta para ligar e para cada um dos lados ouvir um pouco.



Qual a diferença de tocarem só ou em conjunto?

A – Em conjunto porque faz mais barulho.

L – A diferença é que dá mais sentido estarmos em conjunto.

A – E também porque se nos enganarmos, por exemplo eu engano-me e depois apanho.



O que aprendeste sobre os descobrimentos/material das naus que ainda não sabias?

E – É uma matéria que os pais devem gostar.

A – Eu gosto é da fala do capitão e com o monstro. O que eu quero aprender é que se o monstro era verdadeiro ou não?

Grupo 3: Rui, André, Bernardo, Tomás.

O que tens a dizer sobre este projeto?

A – Eu acho que o projeto está a ser uma coisa muito gira, acho que tem muitas, acho que no dia da apresentação vai ser muito giro, as personagens são muito giras, as letras também e está a ser divertido trabalhar com o professor.

R – Eu acho que o projeto está a ser muito giro estamos a divertimos todos falo por nos os 4 acho eu, no dia da apresentação vai haver algum nervosismo mas à partida vamos conseguir todos alcançar o objetivo.

B - Acho que o projeto está a correr bem, a decorrer de uma forma que nos fazem emocionar e acho que o professor organizou uma boa ideia e que o projeto vai ficar bonito.



Como achas que correu?

R – Eu acho que correu bem mas quando nós nos atrapalhamos eu acho que aí temos que nos começar a esforçar mais para chegarmos ao dia da apresentação e tarmos a fazer isso como deve de ser, não tarmos aos soluços, como na aula passada aconteceu por exemplo, e eu e mais uns colegas enganámo-nos e podíamos melhorar essas coisas.

T – Eu acho que correu bem, o André faz bem de monstro, eu acho que se nos empenharmos no dia da apresentação vai correr bem.

A – Eu acho que o projeto está a decorrer muito bem, as aulas apesar de tudo acho que as aulas estão a ser divertidas estão a ser boas, acho que respeitamos o professor, estamos a aprender bem as músicas e pronto.

B – Acho que, há um proverbio que diz água mole em pedra dura tanto bate até que fura, se conseguirmos emendar os erros que temos feito de nos enganarmos e isso, acabamos sempre por conseguir e no concerto ficarmos mais inspirados.

R – Eu quero questionar uma coisa que o André disse, que o André disse que está tudo a correr bem e que nós não nos enganamos. Mas tu sabes que há coisas que nós temos de melhorar porque senão vamos chegar ao concerto e depois vamos estar todos aos soluços.



De que é que gostaste?

A – Eu gostei muito do professor também mas também gostei muito da eleição da minha eleição o monstro, gosto muito de fazer aquele papel acho engraçado.

R – Vou retirar dois bocadinhos do que o André disse, também gostei muito do professor da minha eleição quanto capitão, gostei daquela altura quando ainda tocava, mas também gostei quando os músicos foram lá para dar mais vida à música, quando somos só nós a tocar não faz muita diferença, claro que faz mas com as pessoas mais experientes já dá mais pica para tar lá a tocar.

B – Os meus companheiros como na personagem os marinheiros, outros dizem que por exemplo o Gonçalo que é meu companheiro na personagem diz que nós não fazemos grande parte na música como os narradores e o capitão fazem mas é sempre bom estarmos numa música, sermos eleitores, o que importa é estarmos a participar numa música não é fazer grande parte que nos vai fazer como as estrelas.



O que achas que aprendeste com este projeto?

A – Aprendemos coisas dos descobrimentos, aprendemos a tocar melhor e quem dirá que ainda podemos aprender mais com este projeto.

B – Este projeto que o professor fez está relacionado com uma matéria, uma disciplina que estamos a dar que é História de Portugal e com a música faz-nos esforçar mais a voz e ficar com a voz mais erguida quando formos já maiores já sabemos cantar e pronto.

R – Eu acho que por exemplo estamos a aprender a saber representar, também estamos a aprender mais consigo a saber tocar, a cantar você e a professor Liane também nos estamos a ajudar muito e é só isso acho que este projeto vai seguir para a frente e também está-nos a contar um bocadinho mais da História de Portugal.

T – Acho que estamos a aprender a tocar melhor e a cantar e acho que estamos a cantar bem.

Como foi a experiência de tocares com músicos profissionais?

R – Eu gostei bastante, porque é sinal que estamos a ir para a frente e não a andar para trás, tocar com músicos profissionais, e deus queira que ainda podemos tocar com ainda mais músicos se correr tudo bem.

B – Acho que a presença dos músicos no auditório e com a ajuda dos músicos no projeto, falo por mim deu-me um pouco de motivação e mais energia à música.

A – Para mim é um privilégio ter músico profissionais a tocarem comigo e isso é sinal que se você chamou logo os músicos é sinal que estávamos a avançar para a frente com coisas novas, eu acho que a experiencia é boa.

T – Acho que eles tocam bem e eles fazem diferença ali na música e acho que se continuarmos a trabalhar com eles vamos fazer um grande porjeto.

R – Eu ao inicio tive um bocadinho de receio de estar ali a cantar e depois falhar à frente de músicos profissionais mas depois quando, todos os dias começava a cantar a decorar a música e depois quando chegava o dia para cantar já tinha mais confiança em mim.

A – De inicio, é normal, não os conhecia de lado nenhum não me sentia muito encorajado mas depois ganhei coragem fui para a frente e o que nós devemos fazer neste caso é concentramo-nos no nosso trabalho e, não estou a dizer para ignorarmos os músicos, não estou a dizer que prejudica, mas o que está a fazer confusão nós temos que ignorar. Eu ignorei, não é ignorar, não pensei neles porque é assim se eu olho para eles penso que estou a fazer qualquer coisa mal porque às vezes eles olhavam para mim, principalmente quando estava lá o professor Godinho. Mas eu gosto deles, depois habituei-me.

B – Eu quero dizer que na presença dos músicos como repeti há bocadinho, ao inicio sim, ignorarmos os músicos porque podemos nos distrair e nos esquecer.

T – Eu acho que com eles terem ido para lá ajudar-nos a fazer o projeto acho que ficámos melhor a cantar e a tocar.

O que aprendeste sobre os descobrimentos/material das naus que ainda não sabias?

R – Aprendi que antigamente não era como hoje em dia, agora há mais modernices já se usa o ferro para fazer os barcos, antigamente fazia-se os barcos com o que se havia, mas antigamente as arvores eram melhores porque as pessoas como não tinham aqueles aparelhos que nós temos hoje em dia dedicavam-se mais à agricultura pronto, e podiam fazer barcos muito bons como barcos muito maus e também não tinham noção que não existiam certas coisas como nós estamos a fazer por exemplo do monstro que era uma rocha mas foram melhorando nisso e já temos mais a noção do que é realidade e fantasia.

A – Acho que este projeto, digamos para mim, incentivou-me, eu antes não ligava tanto aos descobrimentos, não era assim das minhas historias preferidas, eu era mis dos reis e essas coisas mas com este projeto em si ensinou-me bastantes coisas e apesar disso ainda me incentivou para ir pesquisar mais aos livros e à net.

R – Por exemplo a música ainda incentiva mais, às vezes as coisas podem ser uma ganda seca, é preciso estar uma pessoa a falar e a falar e depois chegares a um sítio onde tens música e estás a contar uma história, agora é a história de Portugal. É ao mesmo tempo aprender a divertir.

B – Isto do projeto relaciona-se com a história de Portugal à partida não pensei nessa ideia que o professor podia com um inimigo à altura do Vasco da Gama, não saberia que poderia existir, existir não existe, mas não pensei que poderia aparecer no projeto e acho que com o monstro deu mais uma personagens mais uma candidatura.

T – Eu acho que aprendemos com a história como é que Vasco da Gama foi e era só isso.



Grupo 4 – Maria, Mariana, Ana Catarina, Rita, Nuno, Pedro, Catarina, Miguel, Gonçalo.

O que tens a dizer sobre este projeto?

Mariana – É divertido.

Pedro – As canções são muito giras.

Gonçalo – Gosto muito das canções e gosto também muito do professor.

Ana Catarina – É super engraçado.

Como achas que correu?

AC – Acho que correu muito bem.

Mariana – Eu também acho que correu muito bem.

Catarina – Eu acho que correu bem.

AC – porque foi uma nova experiencia com um novo professor.

Mariana – Nós nunca tínhamos feito nenhum projeto assim, este foi o primeiro.

AC – E foi muito bom.

De que é que gostaste?

Maria – Cantar.

AV – O ambiente.

Catarina – Eu gosto muito da disposição, acho que está muito engraçado.

Gonçalo – Eu gostei muito da músico do “À procura do novo mundo”.

O que achas que aprendeste com este projeto?

Gonçalo – Aprendemos a cantar melhor.

Mariana – Aprendemos também a tocar melhor.

Pedro – Aprendemos novas músicas.

Maria – A conviver melhor.

O que aprendeste a nível da técnica instrumental?

Pedro – O ritmo baixo, baixo, cima.

Leonor – Para alguns acordes novos.

O que aprendeste a nível vocal?

Catarina – Quando afinamos os cavaquinho, aprendemos a afinar a voz.

Pedro – Sim os que estão a cantar, fizeram aquecimento vocal com a professora Liane.

Maria – A professora Liane deu um truque aos marinheiros que era para pronto.

Professor – Para ajudar na afinação puxando o cabelo.

Como foi a experiência de tocares com músicos profissionais?

Maria – Foi muito bom.

AC – Foi uma nova experiencia.

Catarina – Eu gostei muito porque nunca tinha tocando com um baterista e com um pianista.

Gonçalo – Ficámos mais confiantes.

Catarina – Ficámos mais confiantes.

Mariana – A música ficou melhor e diferente.

Gonçalo – Especialmente o break da música.

Pedro – Aquilo antes estava tudo baralhado e agora já não

Como foi a experiência de interagirem e tocarem em grupo?

Leonor – Foi difícil ao inicio aprender as músicas.

Rita – Foi difícil.

Maria – Foi difícil decorar as músicas.



O que aprendeste sobre os descobrimentos/material das naus que ainda não sabias?

Miguel – Isso aí já sabíamos tudo.



Gonçalo – Aprendemos o material das naus como naquela parte que disseram que era de Leiria do pinhal.


©bemvin.org 2016
enviar mensagem

    Página principal