Hulio azi campos



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HULIO AZI CAMPOS

Promotor de Justiça aposentado

Atuou no Ministério Público do Estado

do Espírito Santo de 1984 a 1996
Natural de Santos Dumont (MG), Hulio Azi Campos nasceu no dia 26 de novembro de 1950. Ainda criança, mudou-se para Barbacena (MG), onde passou sua infância, adolescência e parte da juventude. Trabalhou no comércio, como era costume na época. Filho de Agostinho de Oliveira Campos e Maria Azi Campos, casou-se com Aliete Miriam de Melo Campos, com quem tem quatro filhas: Alessandra, Daniella, Paolla e Sarah Priscila.
Cursou o ensino fundamental no Grupo Escolar Padre Mestre Correia de Almeida e o ensino médio no Colégio Estadual Professor Soares Ferreira, ambos em Barbacena. Aos 17 anos, ingressou na Academia de Polícia Militar, em Belo Horizonte. Após ser promovido a aspirante oficial da PM, fez vestibular, em 1972, para o curso de Direito na Faculdade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde se formou em 1977. Estudava à noite e trabalhava de dia na Polícia Militar.
Em 1980, por questões financeiras, começou a estudar para ingressar no serviço public na area do Direito. Após três anos, passou no concurso para delegado da Polícia Federal e para o Ministério Público estadual. Ficou em dúvida entre as duas opções e acabou adotando o Espírito Santo como sua segunda pátria. Escolheu o MInistério Público por considerar a instituição grandiosa e sinônimo de ética e moral.
Ingressou no MP-ES no dia 03 de outubro de 1984, na comarca de Iconha. Dois meses depois, em 27 de dezembro, foi promovido por merecimento do cargo de promotor substituto para o cargo de promotor de Justiça da Comarca de Pinheiros, de 1ª entrância.
Sempre morou com a família nas comarcas onde atuava, pois achava que a proximidade com as comunidades poderia ajudá-lo a conhecer as necessidades do povo da região e, consequentemente, contribuiria para o bom desempenho do seu trabalho como promotor. A rigidez dos dezessete anos na carreira militar também influenciou muito sua atuação no MP.
Seu primeiro júri foi realizado em Muniz Freire, região muito trabalhosa em função do grande número de crimes. O primeiro réu acabou sendo condenado a 26 anos de prisão.
Durante a carreira ministerial, atuou também em Iúna, Castelo, Pinheiros, Muniz Freire, Boa Esperança, Santa Leopoldina, Conceição da Barra e São Mateus.
Aposentou-se no dia 20 de março de 1996.


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