História o dia ‘’D’’



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Encontro19.05.2020
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HISTÓRIA
O DIA ‘’D’’.
Dia D foi uma operação militar que aconteceu no dia 6 de junho de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. Essa operação foi organizada pelos Estados Unidos e Inglaterra com o objetivo de criar um fronte na Normandia para enfraquecer as forças alemãs e iniciar a reconquista da França. Conhecida como Operação Overlord, o Dia D foi uma das maiores operações realizadas durante a Segunda Guerra Mundial.

Antecedentes

Em 1944, a situação da Alemanha na guerra era, no mínimo, complicada em virtude da quantidade de derrotas acumuladas até então. A fase vitoriosa dos exércitos alemães na guerra havia sido interrompida em 1942 – durante a Batalha de Stalingrado – e, a partir daí, as forças alemãs entraram em decadência.

O enfraquecimento da máquina de guerra alemã após a Batalha de Stalingrado fez com que os Aliados conquistassem alguns territórios estratégicos, como o Norte da África. Essa conquista do Norte da África possibilitou aos Aliados desembarcar tropas na costa italiana. A chegada dos Aliados na Itália forçou os alemães a retirar tropas da União Soviética, o que impactou diretamente a Batalha de Kursk, causando mais derrotas para os alemães.

Os Aliados, percebendo o enfraquecimento da Alemanha na guerra, passaram a organizar uma ofensiva que tinha como objetivo criar outro fronte de guerra. Esse outro fronte visava a aumentar o desgaste dos alemães na guerra e, além disso, a nova ofensiva – que seria realizada na França – pretendia reconquistar aquela região dos nazistas para, a partir daí, iniciar a marcha em direção a Berlim.

A ofensiva dos Aliados na Normandia foi vista com muitas ressalvas, principalmente pelas autoridades britânicas, que temiam o grande número de baixas que poderiam acontecer com os desembarques de tropas na Normandia. Esse temor existia em virtude do que havia acontecido com o desembarque de tropas na Itália, quando milhares de soldados foram mortos pelas defesas alemãs.

Pelo lado alemão, Adolf Hitler já esperava que um ataque Aliado acontecesse na região da França – apesar de não saber exatamente onde. Para Hitler, era vital que esse ataque fosse repelido porque, com isso, ele conseguiria fortalecer o fronte oriental, até então castigado pelas forças soviéticas. A esperança de Hitler em repelir o ataque não era compartilhada pelos seus generais, que viam o despreparo de suas defesas.

É importante pontuar que, entre os historiadores especialistas na Segunda Guerra Mundial, o Dia D foi um momento vital da Segunda Guerra Mundial, no entanto, não foi determinante para o desfecho do conflito. Em 1944, o desgaste alemão estava em um estágio avançado, e o Dia D apenas antecipou o desfecho do conflito. O esforço que iniciou a derrota dos alemães foi o realizado pelos soviéticos durante as batalhas travadas em seu território.



O Dia D

O Dia D, também conhecido como Operação Overlord, foi responsável por mobilizar 150 mil homens, que foram transportados por 5.300 embarcações. Também foram desembarcados cerca de 1.500 tanques, conforme levantamento de Max Hastings |1|. Além disso, durante o Dia D, milhares de paraquedistas saltaram em diferentes posições da Normandia.

O salto dos paraquedistas foi considerado caótico pelos especialistas, principalmente em razão das defesas antiaéreas dos alemães, mas, mesmo assim, foi vista como importante, pois conseguiu confundir os defensores alemães, conquistar importantes pontes na região e impedir que os alemães as destruíssem.



Adolf Hitler tinha a defesa daquela região como fundamental e acreditava no poder da Muralha do Atlântico, uma linha de defesa que havia sido construída ao longo da costa do Atlântico. A crença de Hitler na eficiência da Muralha do Atlântico não era compartilhada por muitos dos generais alemães, que a consideravam mal preparada para um ataque dos Aliados. Um dos que duvidavam da capacidade das defesas alemães era o marechal de campo Erwin Rommel.

O desembarque das tropas Aliadas aconteceu em cinco praias estratégicas, que receberam os seguintes nomes: Omaha, Utah, Juno,Gold e Sword. A intensidade dos combates variou de uma praia para outra, mas, de qualquer forma, a resistência encontrada pelos Aliados foi tremenda. Os relatos contam de batalhas duríssimas e caracterizadas por grande violência.

O fracasso das defesas alemães durante o Dia D deveu-se, principalmente, à falta de um comando unificado para as diferentes tropas (infantaria, marinha e aeronáutica) e à falta de apoio aéreo para atacar as tropas Aliadas que haviam desembarcado. O resultado disso foi que, ao final do dia, as tropas Aliadas haviam conquistado todas as cinco praias em que haviam desembarcado e com uma quantidade de mortos considerada baixa: 3 mil mortos.



Os que mais sofreram com o desembarque de tropas na Normandia, naturalmente, foram os civis, que já sofriam com a violência alemã e foram obrigados a lidar com os saques cometidos pelas tropas de Aliados. O desembarque na Normandia iniciado a partir do Dia D possibilitou a reconquista da França e, a partir daí, as forças lideradas por americanos e britânicos puderam iniciar a marcha para atacar o território alemão a partir de 1945.

PORTUGUÊS...

Qual foi a lógica do detetive?


  • Já que no dia seguinte John teve um jogo de tênis, ele não pode ser o assassino, porque jogar com uma perna quebrada seria impossível e não teria dado tempo para se recuperar.

  • Alex não pode ser o assassino, porque ele era seu vizinho desde a infância e dificilmente iria cometer um crime nessa situação.

  • Steve é inocente porque conheceu Alex um ano antes do assassinato e o assassino conhecia Alex desde a infância.

Portanto, o assassino deve ser Jack ou Bill. Podemos dizer com toda segurança que não foi Jack porque ele não conhecia o assassino desde a infância, já que cresceu em uma ilha. Resta apenas Bill: ele sim está vivo, porque pensa terminar o retrato de Steve na próxima semana.

Só nos resta entender quem foi a vítima. O detetive Smith sabe que Alex está na Antártida e John, que jogava tênis com Steve, cujo retrato seria pintado por Bill na próxima semana, estão vivos.


HISTÓRIA …. RESUMOS…..
PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL !
A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi o resultado dos atritos permanentes provocados pelo imperialismo das grandes potências europeias.

Resumo


A Grande Guerra, como era denominada antes de acontecer a Segunda Guerra Mundial, foi um conflito em escala global. Começou na Europa e envolveu os território coloniais.

Dois blocos enfrentaram-se: a Tríplice Aliança, formada pela Alemanha, Áustria e Itália, e a Tríplice Entente formada pela França, Inglaterra e Rússia.

A contenda envolveu 17 países dos cinco continentes como: Alemanha, Brasil, Áustria-Hungria, Estados Unidos, França, Império Britânico, Império Turco-Otomano, Itália, Japão, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Reino da Romênia, Reino da Sérvia, Rússia, Austrália e China.

A guerra deixou 10 milhões de soldados mortos e outros 21 milhões ficaram feridos. Também 13 milhões de civis perderam a vida.

Causas da Primeira Guerra Mundial


Vários fatores desencadearam a Primeira Guerra Mundial.

Desde o final do século XIX o mundo vivia em tensão. O extraordinário crescimento industrial possibilitou a Corrida Armamentista, ou seja: a produção de armas numa quantidade jamais imaginada.

O expansionismo do Império Alemão e sua transformação na maior potência industrial da Europa fizeram brotar uma enorme desconfiança entre a Alemanha e França, Inglaterra e Rússia.


Antecedentes


Acrescentamos as antigas rivalidades entre França e Alemanha, Rússia e Alemanha, e Reino Unido e Alemanha. Também os desentendimentos quanto às questões de limite nas colônias gerados pela Conferência de Berlim (1880).

O antigermanismo francês se desenvolveu como consequência da Guerra Franco-Prussiana. A derrotada França foi obrigada a entregar aos alemães as regiões de Alsácia e Lorena, esta rica em minério de ferro.

A rivalidade russo-germânica foi causada pela pretensão alemã de construir uma estrada de ferro ligando Berlim a Bagdá. Além de passar por regiões ricas em petróleo onde os russos pretendiam aumentar sua influência.


O antigermanismo inglês se explica pela concorrência industrial alemã. Às vésperas da guerra os produtos alemães concorriam em mercados que eram dominados pela Inglaterra.

Todas essas questões tornaram o conflito inevitável a medida que acirravam os choques de interesse econômico e político entre as potências industrializadas.


Estopim


A rede de alianças era uma bomba armada pronta para explodir.

Em 1908, a Áustria anunciou a anexação da Bósnia-Herzegovina, contrariando os interesses sérvios e russos.

A fim de mostrar uma boa relação entre os novos súditos, o herdeiro do trono Austríaco, Francisco Ferdinando, fez uma visita à região junto com sua esposa.

No dia 28 de junho de 1914, um estudante bósnio assassinou o herdeiro do trono austríaco Francisco Ferdinando e sua esposa, em Sarajevo, capital da Bósnia.

Esse duplo assassinato foi o pretexto para a explosão da Primeira

Fases da Primeira Guerra Mundial


No começo do conflito, as forças se equilibravam, em número de soldados, diferentes eram os equipamentos e os recursos.

A Tríplice Entente não tinha canhão de longo alcance, mas dominava os mares, graças ao poderio inglês.

Os tanques de guerra, os encouraçados, os submarinos, os obuses de grosso calibre e a aviação, entre outras inovações tecnológicas da época, constituíram artefatos bélicos de grande poder de destruição.

Com artilharia pesada e 78 divisões, os alemães passaram pela Bélgica, violando a neutralidade deste país. Venceram os franceses na fronteira e rumaram para Paris.



O governo francês transferiu-se para Bordeaux e na Batalha de Marne, conteve os alemães, que recuaram.

Depois, franceses e alemães firmaram posições cavando trincheira ao longo de toda a frente ocidental. Protegidos por arame farpado, os exércitos se enterravam em trincheira, onde a lama, o frio, os ratos e o tifo mataram tanto quanto as metralhadoras e canhões. Este momento é chamado de Guerra de Trincheiras.

Em 1917, os Estados Unidos, que se mantivera fora da guerra, apesar de emprestar capitais e vender armas aos países da Entente, principalmente à Inglaterra, entra no conflito.

Declarou guerra à Alemanha, por temer seu poderio imperialista e industrial.



Nesse mesmo ano a Rússia, saiu do conflito, por conta da Revolução de 1917, que derrubou o czar e implantou o regime socialista.

Consequências


Embora a Alemanha continuasse sofrendo sucessivas derrotas, seus aliados tivessem se rendido, o governo alemão continuava na guerra. Esfomeado e cansado, o povo alemão se revoltou e os soldados e operários forçaram o kaiser (imperador) a abdicar.

Formou-se um governo provisório e foi proclamada a República de Weimar. No dia 11 de novembro de 1918, o novo governo assinou a rendição alemã. A Primeira Guerra chegava ao fim, mas a paz geral só foi firmada em 1919, com a assinatura do Tratado de Versalhes.

As reações aos efeitos do tratado estão entre as principais consequências da Primeira Guerra Mundial.

Sendo assim, em 1939, pouco mais de 20 anos depois, provocaram a Segunda Guerra Mundial.

A Grande Guerra deixou profundas consequências para todo o mundo. Podemos destacar:



  • redesenhou o mapa político da Europa e do Oriente Médio;

  • marcou a queda do capitalismo liberal;

  • motivou a criação da Liga das Nações;

  • permitiu a ascensão econômica e política dos Estados Unidos.

Brasil na Primeira Guerra Mundial


Em abril de 1917, os alemães afundaram no canal da Mancha o navio mercante brasileiro Paraná. Em represália, o Brasil rompe relações com os agressores.

Em outubro, outro navio brasileiro, o Macau, é atacado. No final de 1917, desembarca na Europa uma equipe médica e soldados para auxiliar a Entente.

PRIMEIRA REPUBLICA…!

VIDEO PEN-DRAIVE

Primeira República é o período da história do Brasil que aconteceu de 1889 a 1930, tendo sido iniciado com a Proclamação da República que aconteceu em 15 de novembro de 1889 e encerrou-se com a deposição de Washington Luís como consequência da Revolução de 1930. Esse período é conhecido por muitos como República Velha, mas entre os historiadores o termo utilizado para referir a esse período é Primeira República.

Acesse também: A história de vida de uma das principais personagens da história do Brasil

Proclamação da República


A Primeira República foi iniciada com a Proclamação da República, que aconteceu no dia 15 de novembro de 1889. A derrubada da monarquia ocorreu pela perda de apoio político fazendo com que esse regime se tornasse impopular entre as elites do Brasil. Os militares, insatisfeitos com a monarquia há tempos, e uma parcela da sociedade civil, sobretudo os oligarcas paulistas, organizaram um movimento para derrubar a monarquia.

Em 15 de novembro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, os militares destituíram o Visconde de Ouro Preto do Gabinete Ministerial. Ao longo do dia, as movimentações políticas levaram José do Patrocínio a proclamar a República na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Isso marcou o início da Primeira República Brasileira.

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Periodização


A Primeira República, conforme já mencionado, estendeu-se de 1889 a 1930. Um período específico da Primeira República que foi de 1889 a 1894, também é conhecido como República da Espada. Esse nome se deve ao fato de que os dois presidentes brasileiros (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto) foram militares. A República da Espada, porém, é um período incorporado à Primeira República.

Toda a Primeira República pode ser dividida em três grandes fases, conforme estabelece o professor Marcos Napolitano|1|:

  • Consolidação (1889-1898): período marcado pela consolidação das estruturas políticas e econômicas da Primeira República. Foi assinalado por crises na política e na economia.

  • Institucionalização (1898-1921): período no qual a estrutura política da Primeira República estava devidamente consolidada. Aqui se definiram políticas como a dos governadores e do café com leite.

  • Crise (1921-1930): período no qual as estruturas políticas da Primeira República entraram em crise por conta da incorporação de novos atores na política brasileira. Conflitos entre as oligarquias também contribuíram para o fim da Primeira República.

Mapa Mental - Primeira República


Mapa Mental: Primeira República

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Características


A Primeira República, além de República Velha, é muito conhecida também como República Oligárquica e isso porque esse período ficou marcado pelo predomínio das oligarquias sobre nosso país. As oligarquias eram forças políticas que baseavam o seu poder em suas posses, isto é, na terra (os oligarcas eram, em geral, grandes proprietários de terra).

O predomínio das oligarquias sobre a política do Brasil começou a ser consolidado a partir de 1894, quando Prudente de Morais foi eleito presidente. A eleição de Prudente de Morais também marcou o fim do citado período conhecido como República da Espada. O predomínio das oligarquias resultou em algumas características que são consideradas grandes marcas da Primeira República.

Essas características são o mandonismo, o clientelismo e o coronelismo. Essas três simbolizam o poder das elites agrárias do país manifestado na posse de terras, além de manifestar o poder dos coronéis sobre as regiões interioranas do Brasil e a troca de interesse, elemento fundamental para a sustentação das oligarquias no poder.

Outras características muito importantes desse período foram as políticas que sustentavam as estruturas no âmbito político do Brasil. Aqui estamos falando da política dos governadores e da política do café com leite. Essas políticas foram muito importantes, porque reduziram os conflitos entre as oligarquias, mas não acabaram com eles.

  • Política dos governadores


A política dos governadores, também conhecida como política dos estados, foi criada durante o governo de Campos Sales, presidente do Brasil entre 1898 e 1902. Foi com a política dos governadores que o funcionamento político brasileiro na Primeira República foi estruturado. Por meio dessa política, foi possível realizar uma aliança entre executivo e legislativo.

O historiador Boris Fausto definiu os objetivos da política dos governadores da seguinte maneira:



Seus objetivos podem ser assim resumidos: reduzir ao máximo as disputas políticas no âmbito de cada Estado, prestigiando os grupos mais fortes; chegar a um acordo básico entre a União e os Estados; pôr fim à hostilidade existente entre Executivo e Legislativo, domesticando a escolha dos deputados|2|.

Na prática, essa política funcionava da seguinte maneira: o Governo Federal daria apoio à oligarquia mais poderosa de cada Estado. Em troca, o governo exigia que cada oligarquia apoiasse as propostas do Governo Federal no legislativo.

Assim, as oligarquias deveriam eleger deputados dispostos a atuar em favor do governo no legislativo. Com o apoio à oligarquia mais poderosa, o Governo Federal esperava que os conflitos políticos respingassem o mínimo possível no âmbito federal e ficassem reduzidos apenas ao âmbito estadual.

O funcionamento da política dos governadores dependia consideravelmente da figura do coronel, pois seria ele que, a nível regional, mobilizaria os votos necessários para eleger os candidatos certos, de acordo com o interesse de cada oligarquia.

O coronel usava seu poder financeiro para pressionar as pessoas a votar em determinado candidato. Essa intimidação dos eleitores é conhecida como “voto de cabresto”. Além da intimidação, a fraude das atas que registravam os votos eram uma prática comum.

  • Política do café com leite


A política do café com leite é um conceito clássico quando nos referimos à Primeira República. Essa política ganhou força no Brasil, sobretudo a partir de 1913, com a assinatura do Pacto de Ouro Fino, entre as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais. Esse conceito refere-se ao revezamento dos candidatos lançados à presidência por essas duas oligarquias.

Segundo esse pacto, paulistas e mineiros alternavam-se na presidência da República. O nome “café com leite” faz referência ao fato de que São Paulo era o maior produtor de café do Brasil, enquanto que Minas Gerais era o maior produtor de leite.

O uso desse conceito para explicar a Primeira República tem sido criticado pelos historiadores, porque as oligarquias mineira e paulista eram importantes, mas o funcionamento jogo político desse período não passava exclusivamente por elas, uma vez que existiam outras oligarquias no país.



Economia



No campo econômico, o Brasil seguiu com grande dependência do café. O grande produtor dele no Brasil era o estado de São Paulo. No começo do século XX, os cultivadores começaram a aumentar a quantidade de café produzida, o que acarretou a queda do preço desse produto, uma vez que o mercado ficou abarrotado com a mercadoria. Visando a defender seus interesses, os cafeicultores reuniram-se no Convênio de Taubaté.

Nesse convênio, decidiu-se que o governo brasileiro compraria o excedente de sacas de café com o objetivo de controlar o preço desse produto no mercado internacional. Isso garantiria os lucros dos fazendeiros e resolveria a questão do preço do café. Além disso, decidiu-se que o Estado realizaria um empréstimo de 15 milhões de libras para conseguir realizar a compra do excedente dessas sacas.

Na Primeira República também aconteceu um pequeno desenvolvimento industrial, sobretudo no Estado de São Paulo. O desenvolvimento industrial em São Paulo foi, em parte, financiado pela prosperidade do negócio cafeeiro e a cidade de São Paulo concentrou grande parte desse crescimento industrial.

As indústrias receberam um grande número de trabalhadores imigrantes e o crescimento industrial resultou no surgimento do movimento operário do Brasil, sobretudo a partir de 1917, quando aconteceu a Revolução Russa.

Acesse também: Saiba mais sobre o período mais sombrio da história brasileira

Decadência da Primeira República



A Primeira República iniciou sua fase decadente na década de 1920. A entrada de novos atores na política nacional, como os tenentistas, contribuiu para seu fim. O desgaste do pacto que mantinha as oligarquias minimamente em paz também contribuiu para o fim desse período da história brasileira. Na década de 1920, os tenentistas foram uma força que abalou a estrutura da Primeira República.

Isso aconteceu porque os tenentistas reivindicavam o fim das estruturas oligárquicas que estavam estabelecidas no país. Ao longo da década de 1920, os tenentistas realizaram uma série de revoltas por todo o país como a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, a Revolta Paulista de 1924 e a Coluna Prestes.

Importante mencionar que a Primeira República foi um período marcado por tensões sociais que resultaram em conflitos por diferentes regiões do Brasil. Aqui podemos citar a Guerra de CanudosRevolta da ArmadaGuerra do ContestadoRevolta da VacinaRevolta da Chibata etc. Leia este texto para saber mais sobre revoltas da Primeira República.

O estopim para o fim da Primeira República foi a eleição presidencial de 1930. Naquela ocasião, o presidente Washington Luís resolveu romper com o Pacto de Ouro Fino e em vez de lançar um candidato mineiro optou por lançar Júlio Prestes, candidato paulista. Isso desagradou profundamente a oligarquia mineira que se aliou à oligarquia gaúcha e aos tenentistas, e juntos lançaram Getúlio Vargas como candidato presidencial.

Getúlio Vargas foi derrotado, mas membros de sua chapa eleitoral, inconformados com a derrota, começaram a conspirar contra o governo. A desculpa utilizada pelos membros da Aliança Liberal (chapa de Vargas) para iniciar uma revolta armada contra o governo foi o assassinato de João Pessoa, vice-presidente de Vargas. O assassinato de João Pessoa, porém, não teve relação com a disputa eleitoral entre Júlio Prestes e Vargas.

A revolta contra o governo, nomeada como Revolução de 1930, iniciou-se em 3 de outubro de 1930, e, no mesmo mês, no dia 24, resultou na deposição de Washington Luís da presidência. Júlio Prestes foi impedido de assumir a presidência do país e, em novembro do mesmo ano, Getúlio Vargas foi empossado como presidente provisório do país. Esse era o fim da Primeira República, e o início da Era Vargas, período que se estendeu por quinze anos.

Resumo


  • A Primeira República foi iniciada com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1930.

  • A posse de Getúlio Vargas como presidente, após a Revolução de 1930, marcou o fim desse período.

  • A política dos governadores e a política do café com leite eram práticas importantes desse período.

  • A Primeira República pode ser dividida em República da Espada e República Oligárquica.

  • Outras características importantes desse período foram mandonismo, clientelismo e coronelismo.

  • O Convênio de Taubaté foi um acontecimento importante, pois garantiu os interesses dos cafeicultores paulistas.

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