Hans christian andersen



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Os Contos de

Hans Christian Andersen
Hans Christian Andersens Eventyr

Portugal 2012



Sinopses


  1. Duende em Casa do Merceeiro o fascínio pela luz espiritual do ser primitivo e corrupto, e o encanto do jovem estudante pela poesia na casa da «língua solta»;

  2. Patinho Feio belo ou horroroso, o ser vivo é sempre uma obra esplendorosa – «Não tem importância nascer num Pátio de Patos, se se foi chocado num Ovo de Cisne!;

  3. Monte das Sílfides uma festa com humor, bonita e ruidosa, com os seres primitivos e fantásticos da natureza;

  4. A Gota de Água a hostil comunidade humana e os seres primitivos do microcosmos;

  5. Papílio o destino do indeciso, demasiado exigente e sem humildade;

  6. As Velas a solidariedade e as alegrias do coração humano, na pobre- za e na riqueza;

  7. Elfo da Rosa a fidelidade do amor, para além da morte;

  8. A Princesa e a Ervilha o absurdo de uma autenticidade, levada ao ridículo;

  9. É Absolutamente Certo! até onde a ironia da língua nos leva;

  10. Ib e Cristininha o destino de uma menina e um rapazinho do campo, traçado pela sina de uma cigana. Ela adquire riqueza e acaba no cemitério dos pobres e ele enriquece com a luz dos olhos de uma criança;

  11. Anjo a verdadeira luz e felicidade, onde não rico nem pobre;

  12. Os Dias da Semana uma festa viva com sete pessoas mascaradas;

  13. Jardineiro e o Senhor um verdadeiro, fiel e humilde criativo;

  14. Os Sapatos Vermelhos quando a vaidade toma o poder sobre uma criança e reclama a sua vida;

  15. A Pastora e o Limpa-Chaminés o amor declarado de duas figuras de porcelana, no seu pequeno-grande mundo poético e fantástico;

  16. Os Cisnes Selvagens um feitiço, contrariado pelo calor e sacrifício do coração humano;

  17. A Rainha das Neves o diabo brinca! as trevas da razão fria e o calor do coração humano;

  18. A Família Feliz a ironia de uma vida diminuída e presunçosa, a passo de caracol onde o centro do mundo é o próprio umbigo;

  19. A Nova Vestimenta do Imperador todos sabem que, é tudo falso ouve-se a voz do inocente «não leva nada vestido»;

  20. Histórias do Brilho do Sol a alegria da luz como poder criador e os aborrecimentos do vento e da chuva;

  21. A Rapariguinha dos Fósforos como a criança, o pobre encontra-se sem defesa a rapariguinha paga com a própria vida;

  22. Os Saltadores uma história tola que recorda o dia--a-dia;

  23. A Arca Voadora um destino de infortúnio, na vida do pequeno mundo fantástico e do grande mundo poético;

  24. Olavinho Fecha-os-Olhos narrativas do deus dos sonhos e da morte;

  25. A Sereiazinha o sacrifício da vida por amor e o desejo de uma vida eterna;

  26. A Polegadazinha está perdida no mundo, chama-se Lise e tem apenas uma polegada, é a «Polegadazinha». Ela, que é fruto de um desejo e a mais pequena entre nós, também tem o direito à felicidade!;

  27. As Flores da Idinha quando o narrador conta e recorta no papel, o mundo da criança ganha a sua própria vida;

  28. Homem dos Fantoches a vida em viagem de quem é o homem mais feliz do mundo e director teatral;

  29. Sino quando a natureza canta, o afortunado e o pobre encontram-se em plena fraternidade;



  1. Livro Mudo depoimentos deixados, flores e plantas secas, recor- dações de ternura de um destino quebrado;

  2. A Sombra traído pelo seu mais intimo o homem não resiste à von- tade da sua sombra que toma o seu lugar e a sua vida;

  3. Rouxinol o autêntico e o artificial a rídicula e estéril imposição do poder, e a generosidade da livre e boa vontade;

  4. Fuzil ser dono do seu próprio destino, com a ajuda do fantástico;

  5. Colarinho Postiço o destino do fanfarrão que, sem ele saber, acaba por ser divulgado em todo o mundo;

  6. Firme Soldado de Chumbo o amor não declarado: a valentia e a beleza poética no pequeno mundo fantástico;

  7. Pequeno Claus e o Grande Claus é melhor ser pequeno e esperto do que grande e presunçoso;

  8. A Casa Antiga a vida íntima do velho mundo, visto com novos olhares;

  9. Abeto ambições e sonhos sobre mastros de navios, árvores de natal e lenha para o fogão;

  10. Sob o Salgueiro o amor da infância, para toda a vida. Dois destinos: um, de artista, é esplenderoso; o outro, de trabalhador e artífice, também poético e fantástico;

  11. João Pateta franco, atrevido e irreverente, assim «se vence na vida»;

  12. Sapo quando o coração é leve e as ambições honestas com um dia- mante na cabeça, alcança-se a luz pergunta o poeta!;

  13. No Pátio dos Patos sobre o precioso que o artista nos oferece e a sociedade medíocre que, com as suas invejas e compaixões, mata o artista e banaliza a sua arte;

  14. A História de uma Mãe uma Mãe não aceita a morte do seu filho e vai procurá-lo; mesmo diminuída pela crueldade alheia, ela tenta uma prova de força desigual com a própria Morte, mas recusa-se de provocar semelhante infelicidade a outra mulher, e entrega o filho ao seu destino.

Niels Fischer



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