Gio de especialidade de estomatologia



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Encontro07.12.2017
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COLÉGIO DE ESPECIALIDADE DE

ESTOMATOLOGIA



Eleições – 2017

- LISTA A

Ana Rita Gonçalves Simão

António José de Meneses Moreira da Fonseca

João Rui Abade Mendes de Abreu

Jorge Manuel Camisão Pinto de Almeida Pinheiro

Jorge Serafim Moreira de Freitas

Lia Vanessa Branco Jorge

Maria da Conceição de Queiroga Fernandes Sá Couto

Maria Rosário da Conceição Cortes Marques

Rui Duarte Castro Moreira

Suplentes:

Maria do Rosário Vilela Cardoso Malheiro

Nuno Alexandre dos Santos Gil

PROGRAMA DE ACÇÃO PARA A DIREÇÃO DO COLÉGIO DE

ESTOMATOLOGIA DA ORDEM DOS MÉDICOS
Caros (as) Colegas

Candidatamo-nos à Direção do Colégio de especialidade de Estomatologia num tempo que continua a apresentar desafios fora do comum para a mesma e com a noção de que, neste momento particular, ceder, desistir, e não preparar o futuro, seria devastador para a especialidade.

Neste sentido, respeitando o caminho previamente trilhado por outros, nomeadamente sob a orientação do Dr. Manuel Falcão e da Dr.ª Rosário Malheiro, a quem, nós e a Estomatologia, expressamos particular gratidão, queremos prosseguir e focalizar o nosso esforço em diversas áreas:

Da Formação para a especialidade…

Num tempo ímpar em que temos, de norte a sul, 43 internos em formação e em que aguardamos a chegada de mais 12, em janeiro de 2018, sabemos que esta é a nossa principal tarefa, pois estamos a preparar verdadeiramente o futuro da especialidade em Portugal.

Este esforço, decisivamente lançado em 2012, e que já resultou numa “colheita” de 6 especialistas em 2016 e 5 em 2017, conta com a colaboração de 10 Serviços e dos seus especialistas que, a nível nacional, têm feito este grande esforço formativo, impedindo na prática que os estomatologistas possam ser substituídos por profissionais menos diferenciados e até de áreas não médicas.

Queremos continuar este notável objetivo de substituição das gerações que ambicionamos completar a meio da próxima década, para depois formarmos em menor escala e, se possível, ainda com melhor qualidade.



Da Defesa do lugar já conquistado…

Todos sabemos que “só se atiram pedras às árvores que dão fruto” e que, porque dotados de capacidades plenas para prestar bons serviços à população, tanto na área pública como na privada, podemos ser tidos por incómodos. Com 106 anos de bons serviços ao País e à Estomatologia, seria infantil acreditar nesses cantos de sereia.

Estamos cá para servir enquanto formos úteis e não se avista ainda quem nos possa substituir com vantagem. Somos uma especialidade assumidamente médico-cirúrgica, dotada de capacidades multitarefa, altamente resolutivos e orgulhamo-nos de ser, ao mesmo tempo, a única especialidade médica com diferenciação médica, cirúrgica e dentária.

Das Tarefas que o futuro nos trará…

Além das muitas tarefas burocráticas que o Estatuto da Ordem dos Médicos contempla e que seria fastidioso estar aqui a enumerar, queremos:



  • Continuar a manter uma atividade contínua com reuniões da Direção a ritmo mensal;

  • Utilizar o locus da Estomatologia no site da OM para manter contacto ativo com todos os estomatologistas e para divulgar atempadamente todas as atividades relacionadas com a Estomatologia;

  • A implementação do novo programa do Internato Médico de Estomatologia;

  • Continuar a promover a entrega anual à Direção do Colégio dos relatórios de atividade dos internos;

  • A implementação da nova revisão dos critérios de idoneidade e capacidade formativa e, em conformidade, continuar a nomear comissões de verificação de idoneidade que, de forma independente, avaliem a capacidade formativa dos serviços de Estomatologia e proponham as necessárias medidas corretivas para manter uma formação de boa qualidade;

  • Continuar a colaborar na nomeação de júris que credibilizem os exames de fim de especialidade e os exames da carreira médica;

  • Lutar pelo aumento do número de serviços hospitalares e das suas valências, segundo as necessidades efetivas da população;

  • Lutar pelo aumento do número de profissionais nos serviços hospitalares segundo o critério geral de 1 estomatologista para cada 30000 habitantes, o que permitirá o cumprimento integral das tarefas assistencial, científica e formativa; Este ratio mínimo carecerá no entanto de profunda revisão se os serviços hospitalares continuarem assoberbados pela quase inexistência de cuidados primários, bem como pela ineficiente prestação do PNPSO;

  • Promover a boa relação médico/doente e a qualidade da medicina e, nessa conformidade, apresentar proposta à OM para definir os tempos padrão mínimos de consulta, tendo em conta as respetivas especificidades de cada valência estomatológica;

  • Apresentação de proposta à OM para alterar os concursos de admissão à carreira hospitalar, a ser defendida pela OM perante o Ministério da Saúde;

  • Promover a dotação dos serviços hospitalares dos meios logísticos e materiais adaptados à realidade atual;

  • Lutar por uma rede centralizada de urgências de Estomatologia de qualidade, a nível nacional, que assegure os cuidados às populações, de norte a sul;

  • Continuar o frutuoso diálogo com o Bastonário da Ordem dos Médicos e com todos os seus legítimos representantes eleitos, sensibilizando-os para os problemas específicos desta área médica;

  • Continuar a assegurar a representação junto dos poderes constituídos nomeadamente Ministério da Saúde, ACSS, Direção Geral da Saúde, ERS, as diversas ARS e outros organismos estatais relacionados com a nossa atividade;

  • Continuar a colaborar com a Direção Geral da Saúde na produção das Normas de Orientação Clínica (NOC) e no Plano Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO);

  • Continuar a acompanhar a fase final de aprovação da Rede de Referenciação Hospitalar de Estomatologia e monitorizar proativamente a sua futura implementação;

  • Colaborar com as Faculdades de Medicina, continuando a promover o ensino médico da Estomatologia na formação pré-graduada;

  • A exemplo do encontro realizado a 8 de abril em Coimbra, na sede da SRC, continuar a organizar encontros científicos de qualidade, patrocinados pela Ordem dos Médicos, para formação de internos e recertificação de especialistas;

  • Criar critérios específicos de validação de atividades científicas organizadas na área da Estomatologia;

  • Continuar a colaborar com sociedades científicas como a AMEP e a SPEMD, entre outras, e estabelecer contactos com organizações internacionais da nossa área científica de interesse;

  • Estimular a presença de estomatologistas preletores em congressos de outras especialidades, representando o saber médico da nossa especialidade;

  • Continuar a organizar anualmente, e sempre que se revelar pertinente, a Assembleia Geral do Colégio de especialidade para a qual estão convocados todos os estomatologistas, e onde todos podem expressar os seus pontos de vista;

  • Continuar a ouvir e a ter interlocução com todos os colegas que a nós se dirijam;

  • Ponderar a implementação das subespecialidades e competências que se justificarem, estas últimas em sereno diálogo com especialidades médicas afins;

  • Consciencializar os decisores públicos de que as companhias de seguros e os terceiros pagadores em geral, ao quererem pagar o mínimo possível aos prestadores de cuidados médicos, estão na prática a fazer degradar visivelmente a qualidade da medicina, com significativo prejuízo dos doentes. Nessa conformidade, propor legislação que impeça a já notória degradação da Estomatologia convencionada e áreas com ela relacionadas;

  • Combater e denunciar a apropriação da palavra Estomatologia por não estomatologistas;

  • Continuaremos a não tolerar e a denunciar com veemência a intromissão de corporações não médicas em questões da formação médica;

  • Continuar como Direção de Colégio a dar exemplo de lisura, trabalho e competência.

A nossa candidatura está plenamente consciente de todas estas tarefas. Candidatamo-nos, pois sabemos que há alturas na vida das pessoas e das organizações em que é necessário forçar as mudanças de paradigma e em que, muitas vezes…

ser realista é pedir o impossível!”

Não ignoramos a compreensível falta de tempo de que todos padecemos. Entretanto, com a implementação do voto eletrónico já não há “desculpas” para não votar. De facto, cinco breves minutos em frente de um vulgar computador, ou mesmo do seu telemóvel, desde que ligados à internet, resolvem cabalmente o problema. As palavras passe foram enviadas pela Ordem dos Médicos para o seu telemóvel ou para a sua residência até 30 de outubro.

Assim, poderá votar agora mesmo, e até dia 16

Claro que os colegas que o desejarem poderão votar em urna em cada secção regional no dia 16 de novembro ou mesmo, aqueles que o solicitaram, por via postal.



Propomo-nos representar os justos interesses de todos os estomatologistas. Estamos conscientes que só uma manifestação plena e inequívoca da vontade dos estomatologistas assegurará legitimidade a esta lista candidata à Direção de Colégio.

Até dia 16, vote Lista A! Pela Estomatologia!




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