Final do século XIX e século XX



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O interesse pela geometria aparece também nas roupas de Yves Saint-Laurant da década de 60, que usa cabedal e vinil para fazer jogos de linhas pretas sobre branco ou cores fortes, um pouco seguindo a corrente da Op-Art, que com as suas cores e padrões explorava fenómenos ópticos.

Influenciado pelas concepções de Mary Quant e pela era espacial, André Courrèges levou-as até ao mundo da alta-costura, mas deu-lhes um toque pessoal e inédito que revolucionou completamente a moda.



As criações ultramodernas de Courragès são mais construídas do que desenhadas, talvez em consequência da sua formação académica em engenharia civil. As suas roupas têm formas de trapézios, quadrados e triângulos. Na sua primeira colecção, a que chamou Space Age, o estilista francês surpreendeu o mundo apresentando em plena década de 60 a mulher do ano 2000, um ser andrógino, sempre vestido com roupas plásticas e metalizadas. As suas Moon Girls usavam mini-vestidos a meio da coxa, óculos que pareciam de mergulho e botas rasas, que por serem tão práticas depressa ficaram conhecidas por Go-Go Boots, tudo em tons brancos, prateados e fluorescentes.

Outro revolucionário da moda dos anos 60 foi Rudi Gernreich, o estilista que chocou as mentalidades da época ao apresentar o monokini e o pubikini, fatos-de-banho que deixavam os seios ou a púbis das mulheres descobertos, e a tanga para os homens.

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