Ficha de Avaliação 9 Versão 1 portugal da União Ibérica à Restauração da Independência Critérios específicos de correção



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Ficha de Avaliação 9 Versão 1

C3. Portugal da União Ibérica à Restauração da Independência

Critérios específicos de correção

1. 1.1. Morte de D. Sebastião sem deixar herdeiros ao trono português.

1.2. Filipe II de Espanha, D. António, prior do Crato, D. Catarina de Bragança.

1.3. Em 1578, o jovem rei D. Sebastião desapareceu na Batalha de Alcácer Quibir.

Como não tinha filhos, sucedeu-lhe o

tio-avô, o cardeal D. Henrique. Sendo este já

velho, morreu dois anos depois, deixando

vazio o trono de Portugal. Surgiram, então,

três pretendentes ao trono português, todos

netos do rei D. Manuel I.

O rei espanhol, Filipe II, foi apoiado pela

nobreza, clero e burguesia, enquanto o prior



do Crato, D. António, tinha o apoio do povo.

Nas Cortes de Tomar, reunidas em 1581,

Filipe II é jurado rei de Portugal, com o nome Filipe I. Ali prometeu defender os interesses de Portugal e manter os dois países independentes, embora governados pelo mesmo rei.

2. 2.1. Império de Filipe II de Espanha.

2.2. Filipe II reinava sobre um extenso império, a que juntava os territórios portugueses no

caso de uma união ibérica. Os grupos

privilegiados aspiravam a altos cargos nos

territórios do Império Espanhol e a

burguesia queria comercializar livremente

nessas terras. Ambos tinham esperança de

que a boa administração e a força militar do

rei espanhol resolvesse os problemas económicos de Portugal.

3. 3.1. Porque Espanha entrou em guerra com

várias nações europeias, incluindo a

Inglaterra, a França e a Holanda que, por

conseguinte, se tornaram inimigos de

Portugal.

3.2. “ (…) expulsando-nos de lá porque não

tínhamos forças para lhes resistir” ou “As

nossas fortalezas andavam tão mal

defendidas que as tomavam os inimigos”.

3.3. Convocação das Cortes portuguesas para

aprovar o lançamento de novos impostos.

3.4. O povo estava descontente com o

agravamento dos impostos; a nobreza por

não ter acesso aos altos cargos e ser

obrigada a lutar nas guerras espanholas, e

a burguesia porque viu diminuir os seus

lucros com a concorrência comercial de

holandeses, ingleses e franceses.
4.

4.1. F; V; F; F; V.

4.2. D. António, prior do Crato, foi aclamado rei pelo povo, em 1580.

A revolta do 1.º de Dezembro de 1640 pôs

fim ao domínio filipino em Portugal.

D. João IV iniciou a 4.ª dinastia, chamada

dinastia de Bragança ou Brigantina.

5. D Restauração

A União Ibérica

E Batalha de Alcântara

C Guerra da Restauração

B Revolta do Manuelinho

6. a) 1640.

b) Filipe III.

c) D. João IV.

7. 5 Guerra da Restauração.

3 D. António foge para a França.

4 Início da dinastia de Bragança.

1 Morte de D. Sebastião.

2 Aclamação de Filipe II rei de Portugal.

8. Adequação do texto ao assunto.

Correção linguística e sintática.

Exemplo: O cardeal D. Henrique subiu ao trono de Portugal após a morte de D. Sebastião. Em 1580, o exército de Filipe II de Espanha invadiu Portugal e reclamou o seu direito ao trono português, afastando os opositores. Era o início de 60 anos de União Ibérica. O descontentamento crescente dos Portugueses face ao domínio filipino ficou a dever-se ao desrespeito pelas promessas feitas por Filipe II (I de Portugal) pelos seus sucessores, Filipe II e Filipe III. O primeiro grupo social a revoltar-se foi o povo. Mas a nobreza acabou por levar a cabo a revolta do 1.º de Dezembro de 1640 e aclamou D. João, duque de Bragança. Era o fim da União Ibérica. Seguiu-se a Guerra da Restauração, terminada somente em 1668.

HGP em Ação 5 · Eliseu Alves · Elisabete Jesus


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