Feira de santana



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Universidade Estadual de Feira de Santana

Departamento de História e Filosofia

marlon de correia frança



Projeto

Trabalho solicitado pela Prof. Ione Celeste Sousa, ministrante da disciplina de História Moderna, para efeito de avaliação parcial.



FEIRA DE SANTANA
2014

Justificativa

Dentre as várias razões que me conduziram a proposta do tema estão:



  • Pessoal:

O tema proposto em pesquisa está primeiramente no âmbito social, uma vez que há caso bem próximo a mim, na família, envolvendo transtorno mental. Assim acompanhei muitas idas e vindas em internações, fugas, em que o sofrimento é presente não só no paciente, mas também da família quase sempre ficava comovida com a situação.

  • Social:

O tema estará voltado para tentar trazer uma realidade; vivida pelo sujeito psiquiátrico e sua família, como objeto do conhecimento histórico estas pessoas que sofrem de um distúrbio estão inseridas socialmente, como estão sendo tratadas pelos locais designados para tratá-los, além disso, qual relação com aspectos religioso.

Acadêmica:

Sobre a história das práticas medicas e a relação com religião e saúde há pouquíssimos trabalhos e história muito menos, com isso, espero estar contribuindo para novas pesquisas, uma vez que o tema proposto não é a profundado na historiografia feirense. Com isso, desejo continuar as investigações em nível de mestrado e doutorado.

Campo temático


  • História, medicina, corpo e religião.

Objeto de pesquisa

  • Religião e saúde mental em Feira de Santana

Problemática

Investigar os motivos que levou a implantação do Hospital Colônia Lopes Rodrigues no ano de (1962 a 1980) em Feira de Santana, investigar se a filiação religiosa teria relações com distúrbios mentais, especialmente com relação a prática religião afro-brasileira. E através dos prontuários, buscando investigar se há relatos de pessoas que foram internadas por praticarem o Candomblé, numa época visto como uma doenças, e que deveriam ser tratados em hospitais psiquiátrico



Introdução:

O Hospital Colônia Lopes Rodrigues teve sua fundação iniciada em meados de 1960, quando foram transferidos do hospital Juliano Moreira de Salvador 12 pacientes, acompanhados de 05 funcionários daquela instituição, o qual se configurou como o primeiro serviço institucional psiquiátrico em Feira de Santana.

Logo após dois anos, em 22 de julho de 1962, o psiquiatra Carlos Alberto Kruschewsky fundou em parceria com a FUSEB (Fundação de Saúde do Estado da Bahia). O Hospital cujo nome hoje não mais é pronunciado como Hospital Colônia Lopes Rodrigues, denominando-se atualmente como Hospital Especializado Lopes Rodrigues.

Nesse mesmo período da década de 1960, quatro pavilhões foram construídos, iniciados com o pavilhão Raimundo Rocha Filho, com capacidade para 31 leitos de pacientes masculinos. Logo depois, os pavilhões Jurandir Manfredini, Carlos Alberto Kruschewsky e Adelaido Ribeiro, de internação de curta permanência ou pavilhão de “agudos”. A ressaltar a inexistência de pavilhão especifico para o sexo feminino.

Na década de 1980, com uma nova reforma sanitária no País, emergiu também uma inquietação dos servidores do Hospital com as condições de trabalho, assim como existia uma insatisfação da população com a organização dos serviços. Como resposta, criou-se o Núcleo Agrícola de “Reabilitação” cuja proposta era próxima de um trabalho realizado no Hospital Colônia de Itapoá no Rio Grande do Sul, tendo-o como modelo. Tinha a finalidade de acolher 400 pacientes trazidos do Hospital Juliano Moreira de Salvador, 100 já existentes no Hospital Colônia Lopes Rodrigues. Era composto por com 5 unidades denominadas mais “células”, sendo duas para homens e três para mulheres, além de um Serviço de Nutrição. (HUMANOS, Recurso. Hospital Especializado Lopes Rodrigues)

A finalidade da criação do Núcleo Agrícola de “Reabilitação” era que os pacientes fossem transferidos dos “pavilhões de crônicos” para a estrutura construída, objetivando a morada coletiva, além propor de melhorias no atendimento, que passaram a incluir terapia social, mesmo substituindo as atividades agrícolas para aqueles que não queriam participar. Nesse mesmo período, foram implantados dois ambulatórios, um para atender pacientes adultos e outro para atendimento infanto-juvenil cujo pavilhão denominava-se Artur Ramos.

Fundamentados na Portaria 10.216, de 06 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e direciona o modelo assistencial em saúde mental, o atual hospital Especializado Lopes Rodrigues tem como objetivo reestruturar os princípios da essência terapêutica, em seu processo de superação das dificuldades, assegurando o exercício da cidadania. (HUMANOS, Recurso. Hospital Especializado Lopes Rodrigues)

O Hospital vem passando por reforma e nos seus serviços, deslocando o eixo da intervenção da doença para a pessoa doente, favorecendo a sua integração psicossocial à comunidade e família, desmistificando assim o transtorno mental, revendo e atualizando a ação da equipe multidisciplinar e tornando a interdisciplinaridade uma pratica efetiva para melhor qualidade na assistência.

A inclusão dos familiares no projeto de recuperação é objetivada no intuito de favorecer a parceria efetiva no processo de reabilitação, através de reuniões periódicas para discussão do modelo terapêutico, tais como: embalagem para presentes, oficina de diluição, culinária, expressão corporal, oficina de educação sexual e para a saúde, música e serigrafia.

Nesse processo de transição que o Hospital Colônia Lopes Rodrigues vivencia objetiva buscar o modelo da reforma psiquiátrica, na tentativa de reduzir de forma gradual o número de internações, de leitos e de tempo de permanência na unidade, implantando o projeto terapêutico, desenvolvendo ações de educação e informação em saúde mental se afirmar como institucional.

Visto que a sociedade brasileira na metade do século XX estava passado por várias transformações sociais, sendo que a saúde também estava engajada nelas. O campo feirense nos possibilita uma análise se esse “avanços” implantados pelas organizações política, na qual tomava medida que estava diretamente ligada coma economia e as ideias neoliberais sobre a saúde pública. Feira de Santana por ser um cidade de transição para várias regiões do País e pela proporção que vinha ganhando pelo seu interposto comercial não ficou de fora dessas políticas pública de saúde. Por outro lado, a campo religioso plural de Feira de Santana, também, foi ganhando espaço e despertando discussões no campo historiográfico feirense não só sobre as religiões que foram praticadas, mas também envolvendo os estudos como das Teoria Raciais alavancados no século XIX como os produzidos por, Nina Rodrigues titulado de O Animismo Fetichista dos Negro baiano que via algumas pratica como transtorno mental e loucura.
Nesta pesquisa, o Hospital Colônia Lopes Rodrigues está contribuindo com seu arquivo, no qual possibilita os levantamentos das fontes necessárias para que possamos entender as representações religiosas no período que a sociedade brasileira estava sobre o regime ditatorial, no qual qualquer questionamento contra ele seria silenciado, e nesse aspecto, os hospitais psiquiátricos seriam fundamentais para silenciar e afastar qualquer ameaças contra a ditadura militar. Nesse pode nos possibilitar a entender se as pessoas internadas além de outros aspectos estava vinculada com a política do período regimental

As fontes que se encontra no grupo de estudo CPR (Centro de pesquisa das religiões), e os próprios trabalhos produzidos na UEFS possibilitará uma investigação por serem fontes que trabalha no campo historiográfico feirense, referente a saúde, doenças e as perspectiva religiosa.

Nesse aspecto, nota-se que o cenário do campo religioso feirense de predominância católica e eurocêntrica, trazendo consigo uma história de exclusão cultural, que a sua seria a ideal e a verdadeira negando toda a outra expressão religiosa com uma maior ênfase nas de origem afro-brasileira. Essa religiosidade negada de várias maneiras com respaldo da ciência com sua teoria racial, denominado de fetichismos dos negros baiano RODRIGUES, Nina. O animismo fetichista dos negro baiano: Editora Teatro XVIII. 2005. P.140-555. No cenário nacional e de especial na Bahia. Contudo, não ser cristão correria um grande risco de sofrer as “penas” por não compartilhar da mesma religião, sendo o catolicismo uma grande influência na formação social do Brasil. Além de ser hegemônico por um grande período no cenário feirense e só com a o crescimento do protestantes em 1950 deixou a Igreja Católica em aleta. Que era tida como “pura” sem sofrer com aculturação. O que foi muito difícil não haver o processo de enculturação no cenário Nacional e feirense.

OBJETIVO:

Analisar as relações discussão no campo religioso e a loucura, buscando entender, através das fontes, como eram tratados os sujeitos religiosos, portadores de enfermidade psíquicas no período dos anos de 1960-1980.



Objetivos Geral e Específicos

  • Apresentar um panorama e análise crítica sobre a relação entre a saúde mental e aspectos religiosos na cidade de Feira de Santana.

  • Identificar a prevalência de transtornos mentais em pacientes internados diagnosticados conforme a religião e/ou com diferentes níveis de religiosidade.

  • Analisar como representações e os discursos médicos avaliavam sobre as experiências religiosas estáticas.

Referencial teórico:

Na perspectiva cientifica e no diálogo com teórico, Nina Rodrigues me ajudará a entender como se deu os estudos sobre a religião afro- brasileira já que ele era conhecido como o pai desse estudo no qual entre outras obras que discorre sobre o negro baiano, usarei para entender a questão da saúde mental e a religião no qual o texto recebeu o título de o Animismo Fetichista dos Negros baiano.

Entre outros aspecto que o texto trata inicialmente o que chama a atenção e o levantamento que Nina Rodrigues pesquisou quantos terreiros existia em Salvador que segundo ele contabilizava cerca de 15 a 20 terreiros de Candomblé em Salvador e outros tantos outros aos arredores da cidade, que o próprio Nina Rodrigues conhecia e que diz terem mantido, em Salvador, os costumes praticado na África com maior rigor.

Por outro lado, interpreta o transe como sonambulismo provocado com desdobramento de personalidade ou como delírio sonolento e faz experimentos no consultório para induzir uma iniciada ao transe, inicialmente bem sucedida, demonstrando seu interesse e importância nas observações.

Sobre a questão dos prontuários médicos e seu diagnostico o texto A experiência da loucura segundo o espiritismo: uma análise dos prontuários médicos do Sanatório Espírita de Uberaba Alexander Jabert Cristiana Facchinetti, possibilita a entender, não só a questão dos prontuários, nesse caso sendo principal fonte da pesquisa para entender como se dava o diagnóstico medico no Hospital Colônia Lopes Rodrigues dos pacientes e qual seria sua relação entre a “loucura” e religião. Sobre os portuários JABERT & FACCHINETTI afirmam:

Nos prontuários das instituições asilares destinadas ao recolhimento de alienados, o discurso sobre a loucura, seja ele psiquiátrico ou espírita, é apresentado de uma maneira diversa do que pode ser encontrado nos textos que tratando tema sob um ponto de vista estritamente teórico e que têm por objetivo produzir um sistema interpretativo que ofereça inteligibilidade para o fenômeno da loucura. (p515)

A pesquisa de Jabert , possibilita entender que os prontuários tem várias formas para entender o objeto de estudo. Além disso possibilita a compreensão do diagnóstico médico com o da religião, nesse caso o Espiritismo. Mas também, permite o entendimento sobre a cura espiritual em um campo plural religioso.

Partido da ideia que Ronaldo Sena trata em seu texto FEIRA DE ENCANTOS podemos entender que a loucura pode ser algo que um pessoa pode adquirir como uma forma de missão na terra, e que essa missão deve ter uma continuidade isso é possível através do tratamento espiritual que conduzirá o indivíduo a cura. Sendo iniciado ele não poderá mais interromper o tratamento.

Contudo, como é um distúrbio o iniciado não pode para o tratamento no qual a qualquer momento pode voltar. Nesse aspecto, Ronaldo Senna, contribuirá com o trabalho em seu texto Feira dos Encantados no qual faz um panorama sobre a presença afro- brasileira em Feira de Santana. Para SENNA, Os sacerdote- mágicos das religiões afro-brasileira são vistos e autoconsiderado como especialista das doenças espirituais que grosso modo, podem se dividir em duas: neuroespirituais e as orgânico-espirituais. (SENNA, 2014, p.217).

Por outro lado como já apontado a loucura pode ser vista como uma missão recebido de entidade, diante disso, sendo contemplado em recebe-la iniciará todo um processo que Ronaldo Senna chamará a atenção dizendo que:

Os sinais de perturbação que acometem aqueles que poderiam ter a missão de curar ou a sina de ser um eterno carnal dos encantados não prendem unicamente a umbanda ou aos culto semelhantes. O que tudo indica é que, nas outras religiões, a loucura no sentido de perturbação total, não configura uma necessidade absoluta para a formação do líder. (SENNA, 2014, p. 219)

Contudo nos possibilita a compreensão de que as convenções é algo particular de cada religião, mas também é a partir do distúrbio que dará início a inserção. Dialogando ainda com SENNA, para melhor entendimento diz que: existem religiões afro-brasileira nas quais isto se dá quase que inteiramente. Ser curador ou ser louco fica, assim, como a opção possível para aquele que tenha sido, realmente, chamado pelos guias e por este motivo, é obrigado a abraçar a função de fazer a caridade. (SENNA, 2014, P.219).

Amparado pelo história cultural e social na qual me possibilitará compreender essa nova forma de construção historiográfica partido de uma história. Diante disso história social ampliou vários campos de atuação do historiador com a interdisciplinaridade de diversos campos das ciências em relação a uma história vinda de baixo pelas questão dos movimentos de grupos subalternos, ou seja a massa popular nas questões sociais em que o historiador estuda e analisa os fenômenos históricos do homem em relação ao meio social. Nesse aspecto CHARTIER diz,

A investigação da cultura popular, os números e a quantificação, a longa duração, a divisão social, os fatos da mentalidade são características da história cultural, que conciliou novos domínios de investigação com fidelidade aos postulados da história social, como estratégia da própria disciplina. (CHARTIER, 1900, p. 15)

Contudo possibilita o dialogo no qual a pesquisa está inserida tanto no campo social, e cultural.

A temática de história cultural se relaciona com pesquisa sobre assistência em instituição medica, pois a história cultural pela representação cultura remete como a assistência e o discurso de uma cultura hospitalar e cientifica entre pacientes e médicos que estão associados com relação sociais presentes na sociedade de associados com as relações sociais presentes na sociedade de Feira de Santana com a cultura assistencialista da saúde pública. Segundo CHARTIER,

A definição de história cultural pode, nesse contexto, encontrar-se alterada. Por um lado, é preciso pensá-la como a análise do trabalho de representação, isto é, das classificações e das exclusões que constituem, na sua diferença radical, as configurações sociais e conceptuais próprias de um tempo ou de um espaço. (CHARTIER, 1900, p. 27).

A pesquisa dialogará com esse campo tentando entender como era representado o campo do assistencialismo em Feira de Santana, além de pensar nas práticas do médico referente aos diagnostico do paciente do Hospital Colônia Lopes Rodrigues.



As religiões de matrizes africana no Brasil em geral foram negadas pelas suas práticas, inferiorizadas e criminalizada em Feira de Santana não foi diferente. Dentro do contexto histórico e de teorias seu culto era conduzido e repassado para sociedade como praticas demoníacas, que eram usada para fazer macumba, trabalho, e feitiço. Diante disso, FOI preciso que o Candomblé resignificasse diante de uma sociedade católica e posteriormente protestante. Segundo Elizete da Silva, a Igreja Católica e, posteriormente as denominações protestantes desqualificarem as religiões de matrizes africana, o candomblé e outras formas de religiosidade de origem afro persistiram num criativo processo de resistência. (SILVA, 2010, AP.128). SILVA, “ainda confirma que havia sim Candomblé em Feira de Santana e com forte práticas”.

Cronograma:

Mês

Fontes

Trans.

De fontes

Ver

Bibliof.



Análise

Das fontes

I capitulo

Rea

Valiação

Escrita

etc

Cap. 2

Defesa tcc

Mar

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Abril

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nov.






















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Lista de fontes:

  • Jornal Folha do Norte.

  • Entrevistas orais. Será feita com Ex-funcionários (médico, enfermeiro e secretária do hospital além deste membro de terreiro (babalorixá e ialorixá)

  • Portuários médicos.

  • Processo crimes.

  • Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Recursos Humanos do Hospital Especializado Lopes Rodrigues

Referência:

  • ASSIS, Marluce Maria Araújo. A municipalização da saúde: intenção ou realidade. Feira de Santana: UEFS Editora, 1998. 190 p.

  • CHARTIER, Roger. História Cultural entre Práticas e representações. Lisboa. Difel. 1990.

  • CUNHA, Maria Clementina Pereira. O Espelho do Mundo: Juquery, a história de um asilo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

  • JABERT, Alexander & FACCHINETTIC, Cristiana. A experiência da loucura segundo o espiritismo: uma análise dos prontuários médicos do Sanatório Espírita de Uberaba. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental. Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental Brasil., Vol. 14, n°. 3, Septiembre, 2011, p. 513-529.

FANON, Frantz. Pele negra, máscara brancas. Salvador: EDUFBA, 2008

  • MENEZES, Maria Odete. A psicanálise na Bahia (1926-1937): os estudos de Arthur Ramos sobre a loucura, educação infantil e cultura. Dissertação Mestrado Ensino em História e Filosofia das Ciências. Salvador UFBA/UEFS, 2002.



  • KOENIG, Harold G. Religião, espiritualidade e psiquiatria: uma nova era na atenção à saúde mental. Revista de Psiquiatria Clínica. Disponível em: (http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol34/s1/5.html). Acesso em 23 de março de 2014.



  • NASCIMENTO, Maria Angela. As Práticas Populares de Cura no Povoado Matinha dos pretos. BA: eliminar, reduzir, ou convalidar? Tese de Doutorado. USP. 1997.

  • PICCININI, Walmor J. História da Psiquiatria e Religião através da produção científica. Psychiatry On Line Brasil. Vol. 19. 2011.



  • RODRIGUES, Nina. O animismo fetichista dos negros baiano. Editora Teatro XVIII. 2005. p. 140-555.

  • SAMPAIO, Maria I da Silva. Representações do Processo saúde-doença entre os pentecostais da Assembleia de Deus em Feira de Santana. Feira de Santana: UEFS.2003. (Dissertação de Mestrado).

  • SENNA, Ronaldo de Salles. Feira de encantados: uma da presença afro-brasileira em Feira de Santana; construções simbólicas e ressignificações. Feira de Santana, UEFS Editora. 2014.

  • SILVA, Elizete da. O campo religioso feirense; um olhar poético. In: SILVA, Aldo José Morais (Org). História Poesia Sertão: Diálogo com Eurico Alves Boaventura. Ed. UEFS, 2010. p.125-139

  • SOUZA, Sueli Ribeiro Mota. Cura e Terapia: experiência Religiosa das Mulheres da IPDA. Salvador UFBA, 2009.


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